Perguntas do paciente (3)

  • eu posso usar o laudo da avaliação neuropsicológica para ter o CIPTEA?

    eu posso usar o laudo da avaliação neuropsicológica para ter o CIPTEA?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Zélia Caetano

    Não. Para fins legais, apenas laudos emitidos por um médico/as, contendo o CRM são aceitos.


  • O TOC atrelado a outras doenças pode me fazer questionar minha identidade de gênero?

    O TOC atrelado a outras doenças pode me fazer questionar minha identidade de gênero?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Zélia Caetano

    Sim, o TOC pode levar a questionamentos sobre a identidade de gênero. Imagine que sua mente é como um rádio com muitas estações. Às vezes, o TOC pode fazer com que a estação dos pensamentos obsessivos sobre gênero fique muito alta, mesmo que você não queira. É como se o rádio mudasse de estação involuntariamente, focando nesses pensamentos.
    Esse pensamento repetitivo e obsessivo pode fazer com que uma pessoa comece a questionar sua própria identidade, colocando-a em dúvida sobre quem realmente é. Outras condições, como depressão e ansiedade, podem intensificar essa situação.
    É importante saber que o TOC não muda quem você é, mas pode fazê-lo duvidar de si mesmo, como se o TOC "ligasse" um alarme de dúvidas na sua cabeça.

    A terapia será um ambiente seguro para ajudá-lo a criar ferramentas de autorregulação e formas de lidar com essa condição.

    À disposição, Zélia.


  • Quais as características do Fenótipo Ampliado do Autismo (FAA)?

    Quais as características do Fenótipo Ampliado do Autismo (FAA)?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Zélia Caetano

    O fenótipo ampliado do autismo (FAA) refere-se à manifestação de traços relacionados ao transtorno do espectro do autismo (TEA) em familiares, como pais e irmãos, que não preenchem os critérios para o diagnóstico clínico. Esses traços podem incluir características de personalidade, linguagem e comportamentos que refletem uma suscetibilidade genética ao TEA. Exemplos incluem rigidez comportamental, retraimento social, perfeccionismo, dificuldades na linguagem pragmática (uso social da linguagem) e pouca flexibilidade em relação a mudanças.
    Esse conceito ajuda a compreender a hereditariedade do TEA e pode ser útil na identificação de genes relacionados ao transtorno. Um diferencial importante para o diagnóstico é o nível de comprometimento e dificuldade enfrentada pelo indivíduo em decorrência dos seus sintomas. Para o diagnóstico de TEA deve estar presente déficits e prejuízos significativos.


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Perguntas frequentes

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