A doença de Parkinson é fatal?
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A doença de Parkinson é fatal?
Caro internauta, a Doença de Parkinson é uma doença neurodegenerativa e os tratamentos que existem hoje são para amenizar os sintomas gerados pela Doença para que o paciente tenha uma melhor qualidade de vida. Sugiro que procure um neurologista de sua confiança para avaliar e orientar a melhor conduta para o seu caso.
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Essa é uma pergunta muito importante. No imaginário popular a doença de Parkinson é grave e leva à morte em pouco tempo. É preciso mudar essa visão porque isso não corresponde mais à realidade. Apesar de não se poder falar em "cura", uma vez que ainda não se descobriu exatamente o que causa a doença, os tratamentos atuais se diversificaram e permitem que a pessoa mantenha as suas atividades normais por longo período de tempo. Hoje em dia é comum acompanharmos pacientes com a doença de Parkinson por duas décadas. Então, não se trata de diagnóstico fatal e nem de doença sem tratamento. Tal como a pressão alta, o diabetes e outras condições crônicas, a doença de Parkinson requer atenção médica, remédios e a adoção de hábitos de vida saudáveis.
Bom dia,
Sim, é fatal. É uma doença neurodegenerativa que marcadamente limita os movimentos mas evolui para comprometimento de funções cerebrais cognitivas como a memória. As medicações visam apenas o controle dos sintomas, mas cérebro continua a degenerar até que os remédios não façam mais efeito. A próprio medicamento usado para tratar o Parkinson, a PROLOPA, é tóxica para o cérebro. Pacientes devem usar as doses mais baixas possíveis, como forma de evitar a neurotoxicidade da PROLOPA. Hoje em dia os estimuladores cerebrais profundos (DBS) tem sido amplamente utilizados e melhorado muito a qualidade de vida dos pacientes. À disposição
Sim, é fatal. É uma doença neurodegenerativa que marcadamente limita os movimentos mas evolui para comprometimento de funções cerebrais cognitivas como a memória. As medicações visam apenas o controle dos sintomas, mas cérebro continua a degenerar até que os remédios não façam mais efeito. A próprio medicamento usado para tratar o Parkinson, a PROLOPA, é tóxica para o cérebro. Pacientes devem usar as doses mais baixas possíveis, como forma de evitar a neurotoxicidade da PROLOPA. Hoje em dia os estimuladores cerebrais profundos (DBS) tem sido amplamente utilizados e melhorado muito a qualidade de vida dos pacientes. À disposição
Boa noite.
A Doença de Parkinson é uma doença neurodegenerativa. Até o momento não existe um tratamento curativo para a doença, porém, com tratamento sintomático adequado, uso de medicações e terapias de reabilitação, o paciente apresenta boa qualidade de vida por período prolongado de tempo.
Em geral, pacientes portadores desta doença, não falecem por ela, mas sim de complicações relacionadas à doença. O cuidado com infecções e distúrbios metabólicos são importantes e devem ser identificados rapidamente para que estas alterações não agravem os sintomas da doença. Converse com o médico que realiza o acompanhamento para que as melhores medidas sejam realizadas.
A Doença de Parkinson é uma doença neurodegenerativa. Até o momento não existe um tratamento curativo para a doença, porém, com tratamento sintomático adequado, uso de medicações e terapias de reabilitação, o paciente apresenta boa qualidade de vida por período prolongado de tempo.
Em geral, pacientes portadores desta doença, não falecem por ela, mas sim de complicações relacionadas à doença. O cuidado com infecções e distúrbios metabólicos são importantes e devem ser identificados rapidamente para que estas alterações não agravem os sintomas da doença. Converse com o médico que realiza o acompanhamento para que as melhores medidas sejam realizadas.
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