A fibromialgia é uma dor na alma e muitas dores no corpo como um todo, por isso seu tratamento deve

A fibromialgia é uma dor na alma e muitas dores no corpo como um todo, por isso seu tratamento deve ser feito com antidepressivos. Mas com o tempo os medicamentos não fazem mais o efeito desejado, o que fazer qd o medicamento que estamos tomando, já está atingindo o mais top? Tenho medo de chegar o momento que já não terá nova droga e eu viver com tantas dores.

7 respostas


A síndrome fibromialgia envolve alteração generalizada da sensibilidade dolorosa, associada a insônia e alterações do humor, que por vezes chega a ser muito séria. O tratamento necessariamente tem que envolver mudanças nos hábitos de vida, como a inserção de exercícios físicos de reabilitação, entre outras medidas. Muitas vezes os medicamentos tradicionais não são suficientes. Nesses casos, o óleo de Cannabis (Canabidiol - CBD) tem se mostrado mais eficaz para melhora da qualidade de vida e bem-estar, podendo ser indicado para o controle da dor, ansiedade e sono.

Dr. David Câmara Loureiro

Dr. David Câmara Loureiro

Especialista em Dor

Belo Horizonte

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Por ser a dor crônica de ordem multifatorial, afetada pelas dimensões físicas, psicológicas, sociais e culturais, o tratamento requer também o acompanhamento de psicóloga especialista em Tratamento da Dor. A medicação, após um tempo, pode não promover os resultados esperados porque aspectos emocionais, comportamentais e hábitos de vida não estão sendo avaliados e tratados. Espero ter ajudado.


Entre as doenças reumatológicas, a fibromialgia é uma das mais frequentes. Caracteriza-se por uma condição crônica musculoesquelética, de etiologia desconhecida, que tem como principal sintoma a dor generalizada. por tal motivo e de muita importância ter uma visão integrativa sobre a doença . incluindo como tratamento em este caso, Intervenções farmacológicas e não-farmacológicas são válidas, desde que se adequem às necessidades e tipos de sintomas. Terapias que melhorem abordagem diário da doença , psicólogo ,Reik , Hipnoses terapêutica , ozonioterapia , cannabis Medicinal , Terapia Neural tratando adequadamente pontos de gatilhos e mecanismos de interferência . o cannabis Medicinal tem tomado auge , si es adequadamente dosificado e valorando interações medicamentosas será de excelência em o tto da dor crônica e sintomas quer acompanham esta patologia .

Ana Paula Terra González

Ana Paula Terra González

Especialista em Dor

Jaguarão

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O medicamento não é o principal aliado no tratamento da Fibromialgia. É apenas uma parte do tratamento. Por isso fica com essa impressão de que com o tempo o medicamento não tem mais efeito. Estou a disposição para ajudá-la nessa jornada, caso tenha interesse. E, por favor, não é normal viver com tantas dores.Vamos ajustar isso pra já.


O tratamento da fibromialgia, assim como o de outras condições de dor crônica, requer uma abordagem multidisciplinar, que inclui também terapias não medicamentosas. As medicações de primeira linha para a fibromialgia não apresentam efeito máximo, o que torna essencial o ajuste medicamentoso combinado com estratégias terapêuticas integradas. O controle da dor é mais eficaz quando o paciente está no centro da estratégia de tratamento, com foco nas suas necessidades e bem-estar.

Dr. Yuri Nicolay Kretchetoff

Dr. Yuri Nicolay Kretchetoff

Especialista em Dor

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Dra. Larissa Piñeiro

Dra. Larissa Piñeiro

Especialista em Dor

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A fibromialgia não é exatamente uma “dor na alma”. Ela é uma condição de dor predominantemente nociplástica, na qual o sistema nervoso passa a processar e modular os estímulos dolorosos de maneira diferente. Por isso, podem existir dores difusas, fadiga, sono não reparador, dificuldade de concentração e alterações de humor, mesmo quando exames estão normais. Os antidepressivos são usados porque alguns deles, como duloxetina e amitriptilina, atuam em vias de serotonina e noradrenalina que também participam da modulação da dor. Ou seja, eles podem ajudar mesmo em pessoas que não têm depressão. Quando um medicamento deixa de proporcionar o benefício esperado, a solução não é necessariamente continuar aumentando a dose até o máximo. Na fibromialgia, o efeito dos medicamentos costuma ser parcial, e doses maiores frequentemente aumentam mais os efeitos colaterais do que o benefício. Nessa situação, é preciso reavaliar o tratamento como um todo: confirmar se a dor continua predominantemente nociplástica, avaliar sono, atividade física, ansiedade e humor, procurar outras fontes de dor associadas e decidir se vale ajustar, substituir ou combinar estratégias. Também é importante saber que não existe uma “última droga” após a qual não haverá mais nada a fazer. O tratamento mais eficaz da fibromialgia não depende de encontrar um medicamento cada vez mais forte. Exercício progressivo, melhora do sono, educação em dor, estratégias psicológicas como terapia cognitivo-comportamental e tratamento adequado das comorbidades são pilares tão importantes quanto os medicamentos. Em muitos pacientes, reorganizar esses componentes produz mais benefício do que simplesmente aumentar doses. Além disso, se uma pessoa está piorando apesar de vários tratamentos, é importante verificar se toda a dor está realmente vindo da fibromialgia. Artrose, tendinopatias, neuropatias, doenças inflamatórias, alterações hormonais e distúrbios do sono podem coexistir e precisam de tratamento específico. Portanto, não é recomendável aumentar ou trocar antidepressivos por conta própria, nem interrompê-los abruptamente. Se você sente que já chegou ao limite do seu tratamento atual, esse é justamente o momento de fazer uma revisão completa e tratar o mecanismo da dor, não apenas a intensidade. Agende uma consulta em Medicina da Dor para revisar os medicamentos que você já utiliza, identificar o que ainda está contribuindo para seus sintomas e construir um plano de tratamento mais amplo e individualizado, sem depender apenas de aumentar doses.

Dr. Igor Bernardes Caciquinho

Dr. Igor Bernardes Caciquinho

Especialista em Dor

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Todo o conteúdo, em particular perguntas e respostas, é de caráter informativo e em nenhum caso pode substituir um diagnóstico médico.