A sertralina pode causar dor no estômago como efeito colateral?

6 respostas
A sertralina pode causar dor no estômago como efeito colateral?
Dra. Fernanda Marques Saraiva
Psiquiatra
São Paulo
É um efeito colateral sim da medicação, costuma diminuir ou remitir nos primeiros 15 dias!

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Boa noite, é um dos efeitos colaterais possíveis desta medicação, em geral a Sertralina e outros Inibidores da Recaptação de Serotonina cursam com efeitos adversos dos mais variados, variando de pessoa para pessoa. Geralmente há uma melhora e adaptação desses efeitos colaterais no período entre 14 a 21 dias. Alguns dos exemplos mais variados são: Insônia;
Tontura, dor de cabeça;
Diarreia, náusea, vômito, constipação, dor abdominal, boca sintomas de depressão, ansiedade, agitação, bruxismo, pesadelos, diminuição da libido;
Hipertonia, tremor, sonolência, parestesia;
Deficiência visual;
Zumbido;
Palpitações;
Rubor;
Bocejo;
Rash, hiperidrose;
Artralgia;
Distúrbios da ejaculação, disfunção sexual, menstruação irregular;
Dor no peito, mal-estar, pirexia, astenia, fadiga;
Aumento do peso corporal.
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Olá, como vai você? A Sertralina é um medicamento da classe dos antidepressivos e alguns efeitos colaterais mais comuns são relacionados ao trato gastrointestinal, como náusea, queimação/dor no estômago, intestino preso, diarreia, entre outros. Em geral, são sintomas que surgem após alguns dias de início de uso ou de aumento de dose. Recomendo que essa questão seja melhor avaliada em consulta médica.
Dra. Fernanda Souza de Abreu Júdice
Psiquiatra, Médico perito, Médico clínico geral
Rio de Janeiro
Sim, a sertralina pode causar dor no estômago como efeito colateral, principalmente nas primeiras semanas de uso. Isso acontece porque ela age também no sistema digestivo, onde há muitos receptores de serotonina, que é a substância regulada por esse tipo de antidepressivo.

Além da dor no estômago, algumas pessoas sentem náusea, azia, desconforto abdominal ou perda de apetite no início do tratamento. Esses sintomas costumam melhorar com o tempo, à medida que o organismo se adapta à medicação.

Tomar a sertralina junto com alimentos pode ajudar a reduzir esse incômodo. Mas se a dor estiver forte, persistente ou piorando, é importante avisar o médico, pois pode ser necessário ajustar a dose, o horário ou avaliar outra abordagem.

Essa resposta é apenas informativa. O acompanhamento médico é essencial para garantir o uso seguro da medicação.
A sertralina pode gerar efeitos coleterais gastrointestinais incluindo dor estomacal, principalmente nas primeiras semanas. Por isso, orienta-se que seja administrada após alguma refeição.
Dra. Camila Cirino Pereira
Neurologista, Médico do sono, Psiquiatra
São Paulo
Sim, a sertralina pode causar dor no estômago como efeito colateral, especialmente nas primeiras semanas de uso. Esse desconforto ocorre porque o medicamento atua não só no cérebro, mas também nos receptores de serotonina do trato gastrointestinal, que controlam parte da motilidade e da sensibilidade intestinal. Por isso, é comum sentir dor abdominal, azia, náusea, queimação, gases ou sensação de estômago “embrulhado” no início do tratamento. Na maioria dos casos, esses sintomas são leves e temporários, melhorando após 2 a 4 semanas, quando o organismo se adapta à medicação. Algumas medidas ajudam a reduzir o incômodo: tomar o comprimido após as refeições, evitar café, frituras e bebidas alcoólicas, e não deitar logo após comer. Caso a dor seja intensa, persistente ou venha acompanhada de enjoo forte, vômitos ou fezes escuras, é essencial procurar o médico, pois pode ser necessário ajustar a dose, mudar o horário da tomada ou associar um protetor gástrico. Em resumo: a dor no estômago pode acontecer com a sertralina, mas costuma ser transitória e controlável. Se o desconforto persistir, o médico deve reavaliar o tratamento. Coloco-me à disposição para ajudar e orientar, com consultas presenciais e atendimento online em todo o Brasil, com foco em neurologia clínica, saúde mental, ansiedade e regulação neurofuncional, sempre com uma abordagem técnica, empática e humanizada. Dra. Camila Cirino Pereira – Neurologista | Especialista em TDAH | Especialista em Medicina do Sono | Especialista em Saúde Mental | CRM CE 12028 | RQE Nº 11695 | RQE Nº 11728

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