Anlodipino 5mg Espironolactona 25mg Indapamida 1,5 Tomo esses 3 todo dia de manhã 1 vez ao dia,
Anlodipino 5mg Espironolactona 25mg Indapamida 1,5 Tomo esses 3 todo dia de manhã 1 vez ao dia, e de uns 2 meses pra cá sinto coração acelerado do nada, tipo acima de 110 bpm e depois passa, a primeira vez aconteceu de eu levantar da cama de madrugada aí deu foi muito forte mais não dá todo dia, queria saber se estes remédios pode está causando essas taquicardia no coração, já fiz holter na época e não constatou nada no coração?
12 respostas
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Olá, pouco provavél que essas palpitações sejam causadas por esses medicamentos, uma avaliação mais minunciosa pode ser necessária para diagnósticar essa taquicardia. Caso precise de avaliação com cardiologista posso te ajudar
o ideal é procurar novamente o seu médico para ser examinado e conforme avaliação dele repetir o Holter se necessário para definição
Em geral, esses medicamentos não costumam causar taquicardia como efeito colateral frequente. No entanto, a indapamida pode alterar os níveis de sais minerais, como potássio e magnésio, o que, em algumas pessoas, pode favorecer palpitações ou alterações do ritmo cardíaco. Como os episódios estão acontecendo há cerca de dois meses, mesmo com um Holter anterior normal, é importante retornar ao cardiologista. Dependendo da frequência dos sintomas, pode ser necessário repetir exames, como um novo Holter ou um monitor de ritmo por mais tempo, além de verificar exames de sangue. Se a taquicardia vier acompanhada de dor no peito, falta de ar, desmaio ou durar muito tempo, procure atendimento de urgência.
Episódios de frequência cardíaca acima de 110 bpm podem ter várias causas e não devem ser atribuídos automaticamente aos medicamentos. Um Holter normal no passado não exclui uma alteração intermitente posterior. Se houver dor no peito, falta de ar, tontura ou desmaio, procure urgência. Para investigar a causa e revisar o tratamento, consulte seu cardiologista ou clínico de confiança.
Olá! Os medicamentos citados não costumam causar episódios de taquicardia de forma direta. No entanto, alterações dos eletrólitos, queda da pressão arterial, anemia, alterações da tireoide e outras condições metabólicas podem contribuir para esse quadro e devem ser investigadas. É importante realizar uma avaliação clínica e cardiológica. Inicialmente, o eletrocardiograma é um exame fundamental. Dependendo da história clínica, do exame físico e dos achados iniciais, podem ser necessários exames como Holter de 24 horas, monitor de ritmo por período mais prolongado e outros exames complementares para esclarecer a causa dos sintomas. Caso os episódios sejam acompanhados de dor no peito, falta de ar importante, desmaio ou perda de consciência, procure atendimento médico imediatamente.
Ideal seria fazer uma avaliação básica com exames laboratoriais, já que, por exemplo, alterações em eletrólitos do sangue e hormônios da tireóide podem causar alterações nos batimentos cardíacos. Até infecções e alterações no funcionamento dos órgãos (coração, rins, fígado) pode causar batimentos cardíacos alterados. Além disso, uma avaliação cardiologica básica inicial (ECG, ECO, teste de esforço se não houver alguma contraindicacao). Se tudo der normal, restaria tentar fazer um ECG no exato momento da palpitação, caso ela não apareça no Holter de 24h, 48h ou 7 dias. Em alguns casos, fazemos a monitoração por 30 dias (Looper). Se tiver um smartwatch, ele pode ajudar também no registro dos eventos.
Olá, essas medicações não causam taquicardia, mas pelos sintomas que você descreveu é importante passar consulta cardiológica para entender o que pode estar causando essa taquicardia e mal-estar. Esse quadro pode ser causado por vários fatores e uma avaliação média detalhada poderá ajudar a identificar e tratar esse problema. Espero ter te ajudado.
Esses medicamentos não costumam causar crises de taquicardia como efeito principal, mas podem contribuir indiretamente em algumas situações. A indapamida e a espironolactona, por exemplo, podem alterar eletrólitos como potássio e sódio, e uma queda excessiva da pressão também pode fazer o coração acelerar. Como você relata episódios acima de 110 bpm que começam e depois passam, é importante tentar identificar qual ritmo cardíaco está acontecendo durante a crise. Um Holter normal é uma boa notícia, mas, se a taquicardia não aconteceu nas 24 horas em que você estava usando o aparelho, ele pode não registrar o problema. Eu avaliaria também pressão arterial, exames de sangue com eletrólitos e função dos rins e, dependendo da frequência dos episódios, uma monitorização cardíaca por um período maior. Não suspenda nenhum desses medicamentos por conta própria. Se a taquicardia vier acompanhada de dor no peito, falta de ar importante, desmaio ou mal-estar intenso, procure atendimento de urgência.
Sua observação é muito boa e a resposta é sim, existe plausibilidade nessa relação, ainda que ela precise ser confirmada com avaliação. O anlodipino pode provocar taquicardia reflexa, ou seja, o coração acelera como resposta à dilatação das artérias. Além disso, você usa duas medicações com ação diurética, a indapamida e a espironolactona, e essa combinação pode alterar os níveis de sódio, potássio e magnésio no sangue, além de favorecer queda da pressão ao mudar de posição. Não é por acaso que o episódio mais forte ocorreu quando você levantou da cama de madrugada, situação clássica de hipotensão postural com aceleração compensatória dos batimentos. Um ponto importante: um Holter normal feito antes do início desses episódios não descarta o que você sente hoje, porque o exame só registra o período em que foi usado. Quando os sintomas são intermitentes, muitas vezes é necessário repetir o monitoramento por um período mais longo, além de checar eletrólitos, função renal e tireoide. Não altere nem suspenda nada por conta própria. Procure atendimento imediato se houver desmaio, dor no peito, falta de ar ou se a aceleração for prolongada. Vamos agendar uma consulta para investigarmos isso com o exame adequado e revermos seu esquema de medicações com segurança. Estou à disposição.
Esses medicamentos podem, em algumas pessoas, causar palpitações ou alterações dos sais do sangue, principalmente potássio e sódio, o que pode contribuir para alterações dos batimentos. Mas uma frequência acima de 110 bpm que começa de repente e depois passa também pode ter outras causas, inclusive alguma arritmia. O Holter normal é tranquilizador, mas não exclui uma arritmia que não aconteceu durante o exame. Como os episódios são esporádicos, pode ser interessante usar um aparelho como o Kardia ou um relógio desses eletrônicos com ECG para tentar registrar o ritmo exatamente no momento dos sintomas. Também recomendo procurar seu cardiologista para revisar os medicamentos e avaliar exames como eletrocardiograma, potássio, sódio, função renal e tireoide.
Todo o conteúdo, em particular perguntas e respostas, é de caráter informativo e em nenhum caso pode substituir um diagnóstico médico.





