Após uma cirurgia de remoção de um leiomiossarcoma de grau 2 (>5cm, <15cm), a probabilidade de metás

Após uma cirurgia de remoção de um leiomiossarcoma de grau 2 (>5cm, <15cm), a probabilidade de metástase pós cirurgia ou então de sintomas que representem o insucesso da mesma aparecem em quantos dias, meses ou anos? Em caso de uma pessoa que realizou a cirurgia e após 4 meses demonstrou uma melhora e nenhum contra, pode-se constatar o sucesso da cirurgia ou ainda deve-se estar atento a uma possibilidade de um retorno violento? Em casos que o leiomiossarcoma retorna, é possível quantificar em quanto tempo em média os pacientes retornam com os sintomas?

3 respostas


Bom dia! Na sua pergunta, observamos que você não faz referência ao local do tumor. Respondendo as suas perguntas: 1. De forma geral, o grau histológico é mais importante que o tamanho da lesão (baixo ou alto grau) quando falamos sobre sarcomas. 2. A maioria das recidivas de cânceres ocorrem nos primeiros 02 anos (cerca de 80% delas). Sendo assim, o tempo de acompanhamento é fundamental para identificação de eventuais recidivas 3. Os sarcomas tendem a se disseminar para os pulmões (alto grau) ou retornarem no mesmo local (baixo e alto grau) Recomendo que procure um especialista em oncologia para informações adicionais

Dr. Ramiro Martins

Dr. Ramiro Martins

Cirurgião oncológico

Salvador

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Depende do estadiamento inicial da doença. Todo cancer tem a chance de retornar,porem depende muitos dos subtipos e da agressividade de cada um.

Dra. Cristiane  Rabello

Dra. Cristiane Rabello

Cirurgião oncológico

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O leiomiossarcoma é um tumor de comportamento variável, e mesmo após uma cirurgia aparentemente bem-sucedida, o risco de recidiva local ou metástase depende de fatores como o grau histológico, o tamanho do tumor, a profundidade e as margens cirúrgicas. No grau 2, esse risco é considerado intermediário. A maioria das recidivas, quando ocorre, surge nos primeiros 2 a 3 anos após a cirurgia, mas há casos de retorno tardio, até 5 anos ou mais. O fato de o paciente estar assintomático e com boa recuperação aos 4 meses é um sinal muito positivo, mas não é suficiente para considerar cura definitiva. O acompanhamento periódico com o cirurgião oncológico é essencial, incluindo tomografias ou ressonâncias de controle. Quando o leiomiossarcoma recidiva, o tempo médio descrito na literatura varia de 12 a 24 meses após a cirurgia, podendo ser local ou em órgãos como pulmões ou fígado. Por isso, o seguimento regular e prolongado é fundamental, mesmo em casos de aparente sucesso inicial.

Dr. João Alves de Lima Júnior

Dr. João Alves de Lima Júnior

Cirurgião oncológico

São Paulo

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Todo o conteúdo, em particular perguntas e respostas, é de caráter informativo e em nenhum caso pode substituir um diagnóstico médico.