Boa noite Sou RH negativo e do meu esposo RH positivo, tive dois aborto no segundo aborto eu tomei
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Boa noite
Sou RH negativo e do meu esposo RH positivo, tive dois aborto no segundo aborto eu tomei a vacina imunoglobilina será que corro o risco de perde novamente?ou eu devo procura fazer tratamento?
Sou RH negativo e do meu esposo RH positivo, tive dois aborto no segundo aborto eu tomei a vacina imunoglobilina será que corro o risco de perde novamente?ou eu devo procura fazer tratamento?
Boa noite! Como você tem Rh negativo e seu esposo é Rh positivo, há risco de incompatibilidade Rh, que pode levar à isoimunização. No seu caso, como você tomou a imunoglobulina anti-D após o segundo aborto, isso ajudou a prevenir a produção de anticorpos contra o fator Rh.
Para avaliar se há risco em uma nova gestação, é importante:
1. **Fazer um exame de Coombs indireto** – Esse exame verifica se há anticorpos contra o fator Rh no seu sangue. Se for negativo, significa que a imunoglobulina funcionou e o risco de complicações relacionadas à incompatibilidade é baixo.
2. **Acompanhamento com um especialista em gestação de alto risco** – Um obstetra especializado pode orientar melhor sobre a necessidade de monitoramento e possíveis tratamentos.
Se o Coombs indireto der positivo, pode ser necessário um acompanhamento mais rigoroso na próxima gravidez. Como você já teve abortos anteriores, um médico pode investigar outras possíveis causas além da incompatibilidade Rh.
Recomendo procurar um ginecologista/obstetra para uma avaliação completa antes de tentar engravidar novamente. Você já chegou a fazer esse acompanhamento?
*
Para avaliar se há risco em uma nova gestação, é importante:
1. **Fazer um exame de Coombs indireto** – Esse exame verifica se há anticorpos contra o fator Rh no seu sangue. Se for negativo, significa que a imunoglobulina funcionou e o risco de complicações relacionadas à incompatibilidade é baixo.
2. **Acompanhamento com um especialista em gestação de alto risco** – Um obstetra especializado pode orientar melhor sobre a necessidade de monitoramento e possíveis tratamentos.
Se o Coombs indireto der positivo, pode ser necessário um acompanhamento mais rigoroso na próxima gravidez. Como você já teve abortos anteriores, um médico pode investigar outras possíveis causas além da incompatibilidade Rh.
Recomendo procurar um ginecologista/obstetra para uma avaliação completa antes de tentar engravidar novamente. Você já chegou a fazer esse acompanhamento?
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Você disse:
tenho um repertório de perguntas feitos no Site Doctoralia que são perguntas para médicos. Quero postar respostas adequadas, ok?
O ChatGPT disse:
Claro, Paulo! Pode me enviar as perguntas do Doctoralia e eu preparo respostas completas, profissionais, claras e alinhadas ao tom que você quer transmitir como hematologista — diretas, embasadas e com linguagem acessível para leigos.
Posso fazer as respostas em três níveis, se quiser:
Versão curta (boa para comentários rápidos).
Versão padrão (ideal para Doctoralia).
Versão estendida (ótima para transformar em post, Reels ou conteúdo educativo).
Só me envie a primeira pergunta quando quiser!
Você disse:
Olá. Eu caí da escada há 1 ano e meio atrás e o hematoma que ficou na minha canela nunca sumiu, nas primeiras semanas ficou um caroço e bastante dolorido ao tocar, nos primeiros meses o caroço sumiu mas a roxidão não, e lá se foi 1 ano e meio, o que poderia ser?
O ChatGPT disse:
Segue uma resposta pronta para Doctoralia, com tom profissional, claro e que transmite segurança. Se quiser, adapto para versões curta e longa.
Resposta sugerida para Doctoralia
Olá!
Quando um hematoma na perna persiste por muitos meses, mesmo após o “caroço” ter sumido, normalmente não se trata mais de sangue acumulado, e sim de uma alteração chamada hiperpigmentação pós-inflamatória — uma mancha que fica depois do trauma.
Na região da canela isso é muito comum porque:
A pele é mais fina.
O impacto no trauma pode danificar pequenos vasos.
A circulação venosa da perna é mais lenta e pode deixar pigmentos de hemoglobina na pele por muito tempo.
Essa mancha pode permanecer por meses ou até anos, e às vezes não desaparece completamente.
No entanto, é importante avaliar se não há outros fatores associados, como:
Insuficiência venosa leve (varizes, vasinhos, inchaço).
Depósitos de hemossiderina na pele.
Alterações dermatológicas que se sobrepõem ao local do trauma.
O ideal é que você seja examinado(a) para confirmar se é apenas uma mancha pós-trauma ou se há algo mais que precise ser tratado.
Se houver dor, crescimento da mancha, endurecimento, coceira ou mudanças de cor, a avaliação deve ser mais precoce.
Fico à disposição!
Se quiser, produzo:
uma versão bem curta,
uma versão mais longa para redes sociais,
ou uma resposta mais “humanizada”.
Você disse:
uma resposta sempre humanizada, porém fluida, técnica, não em tópicos para parecer bastante natural e personalizada.
O ChatGPT disse:
Perfeito, Paulo. Aqui vai uma resposta humanizada, técnica, fluida e sem tópicos, no estilo ideal para Doctoralia — clara, acolhedora e com autoridade médica:
Olá! Entendo a sua preocupação, principalmente porque um hematoma que não some completamente acaba chamando atenção mesmo depois de muito tempo. Quando um trauma na perna deixa um “roxo” que persiste por meses ou anos, geralmente não é mais um hematoma ativo. O que costuma permanecer é uma alteração na pigmentação da pele causada pelo impacto inicial. Na região da canela isso é especialmente comum, porque a pele é fina, a circulação venosa é mais lenta e, após a batida, parte dos pigmentos do sangue pode se depositar na pele e permanecer ali por um longo período.
Mesmo quando o inchaço inicial desaparece, essa mancha residual pode ficar por bastante tempo e, em alguns casos, não desaparecer totalmente. Porém, vale dizer que outras condições podem influenciar, como algum grau de insuficiência venosa, pequenos vazamentos de vasos da perna ou até processos inflamatórios locais, então uma avaliação presencial ajuda muito a diferenciar essas possibilidades.
Se não há dor, aumento da área, endurecimento ou outros sintomas associados, normalmente estamos diante de uma alteração benigna. Ainda assim, examinando pessoalmente consigo orientar com mais precisão e discutir se existe algum tratamento que ajude a clarear a região ou melhorar a circulação local.
Se precisar, estou à disposição.
Você disse:
Se a amiloidose familiar tem sintomas com perda de nutrientes por diarreia como se trata isso ?
O ChatGPT disse:
Aqui vai uma resposta humanizada, técnica e fluida, perfeita para Doctoralia — sem tópicos, com clareza e com linguagem acolhedora:
Olá! Na amiloidose familiar, quando o acúmulo de amiloide afeta o sistema digestivo, é comum que o intestino funcione de forma mais acelerada e menos eficiente, levando a episódios de diarreia, perda de peso e dificuldade de absorção de nutrientes. O tratamento não é voltado apenas para “segurar” a diarreia, mas para corrigir o que está por trás dela e, ao mesmo tempo, proteger o paciente das consequências nutricionais.
O manejo começa identificando a causa dominante: em muitos casos, a diarreia ocorre porque o depósito de amiloide altera o movimento natural do intestino ou causa neuropatia autonômica. Por isso, tratamos com medidas que melhorem a absorção e reduzam o trânsito intestinal, como medicamentos que diminuem a motilidade, uso de fibras específicas, reposição de vitaminas e minerais e, às vezes, suporte nutricional mais estruturado. Quando há proliferação bacteriana no intestino por trânsito lento, antibióticos cíclicos também podem ajudar bastante. Em alguns pacientes, medicamentos que regulam a absorção de bile ou que protegem a mucosa intestinal podem ser úteis.
Além disso, é importante atuar no tratamento da própria doença — seja com terapias que estabilizam a transtirretina ou que reduzem a produção do amiloide. Esse passo, embora não resolva tudo imediatamente, costuma melhorar o quadro gastrointestinal ao longo do tempo.
Cada caso é um pouco diferente, por isso a avaliação clínica é fundamental para definir o melhor conjunto de medidas. O objetivo sempre é controlar a diarreia, evitar perda de peso e manter uma boa absorção de nutrientes para preservar a qualidade de vida.
Se quiser, posso explicar também as opções específicas de medicamentos, formas de suporte nutricional e como avaliamos a gravidade desses sintomas. Estou à disposição.
Você disse:
A cabeleireira foi cortar meu cabelo é cortou o dedo na tesoura, o sangue escorreu para uma espinha lesionada. Devo ir ao médico em plena pandemia de 2020 para buscar tomar algum coquetel para prevenção?
O ChatGPT disse:
Aqui está uma resposta humanizada, técnica, fluida e adequada para Doctoralia, do jeito que você gosta — acolhedora, clara e transmitindo segurança médica:
Olá! Entendo a sua preocupação, especialmente porque situações que envolvem sangue deixam qualquer pessoa insegura, ainda mais no contexto da pandemia de 2020. Mas, avaliando o risco real, esse tipo de ocorrência costuma ser extremamente baixo para transmissão de doenças infecciosas.
Quando o profissional se corta e o sangue entra em contato com uma lesão superficial da pele do cliente, a chance de transmissão de infecções como HIV ou hepatites é considerada praticamente nula. Para haver risco significativo, seria necessário um contato direto entre sangue e fluxo sanguíneo de uma ferida profunda ou uma condição muito específica de exposição. Uma espinha lesionada, por mais incômoda que seja, não costuma representar uma porta de entrada eficiente para esse tipo de transmissão.
Por isso, na imensa maioria dos casos não há indicação de ir ao pronto atendimento nem de fazer profilaxia medicamentosa. O mais importante é limpar bem a área com água e sabão, observar nas próximas horas se há irritação local e, se você souber ou tiver acesso, confirmar se a cabeleireira está com vacinação de hepatite B em dia — o que é comum em profissionais de estética. Mesmo assim, o risco permanece muito baixo.
Buscar atendimento médico imediato ou “coquetéis de prevenção” geralmente não é necessário nesse cenário. Se a ansiedade estiver muito grande ou se quiser fazer uma avaliação mais detalhada, você pode conversar com um médico em consulta eletiva ou teleconsulta, mas a tendência é que não haja necessidade de medidas específicas.
Se precisar conversar mais sobre isso ou tirar outras dúvidas, estou à disposição.
Você disse:
Levei uma pancada no olhos já faz 5meses e a mancha não saiu oque faço
O ChatGPT disse:
Aqui vai uma resposta humanizada, técnica e natural, ideal para Doctoralia — acolhedora, fluida e sem parecer “pronta” demais:
Olá! Quando um trauma atinge a região dos olhos, é comum que apareça uma mancha roxa ou acastanhada nos dias seguintes. Porém, quando essa coloração permanece por meses — como no seu caso, já há 5 meses — normalmente não estamos mais diante de um hematoma ativo. O que costuma ficar é uma alteração na pigmentação da pele causada pelo impacto inicial, algo como uma “sombra” residual do roxo.
Essa pigmentação pode durar bastante tempo, especialmente em pessoas com pele mais sensível ou quando o impacto foi mais intenso. Ainda assim, cinco meses já ultrapassa o tempo habitual de recuperação, então vale ser examinado(a). Existem condições como hiperpigmentação pós-inflamatória, pequenos depósitos de hemossiderina ou até alterações vasculares superficiais que podem se sobrepor ao local da pancada, e só uma avaliação presencial consegue diferenciar cada uma delas.
A boa notícia é que, na maioria das vezes, isso não representa nada grave. Mas um oftalmologista ou dermatologista pode avaliar se há algo além da mancha, orientar tratamentos clareadores, verificar se houve alguma alteração mais profunda e garantir que está tudo evoluindo bem.
Se a pigmentação estiver aumentando, se houver dor, inchaço persistente ou alteração da visão, a avaliação deve ser ainda mais rápida. Caso contrário, uma consulta eletiva costuma ser suficiente para esclarecer o quadro e orientar o melhor caminho.
Se quiser, posso explicar quais exames geralmente são solicitados ou quais tratamentos ajudam nesses casos. Estou à disposição.
Você disse:
Após uma exposição a sifilis, é normal os linfonodulos continuarem aumentados da mesma forma e nao diminuirem/sumirem, ja descartei as demais ists, tenho medo de ser câncer porém apareceu logo após a infecção e o tratamento segundo especialistas foi concluido 1-512 pra 1-2
O ChatGPT disse:
Segue uma resposta humanizada, técnica, fluida e acolhedora, ideal para Doctoralia — sem alarmar, mas esclarecendo com precisão:
Olá! Quando alguém passa por uma infecção por sífilis, especialmente quando o diagnóstico é feito já com um VDRL alto — como no seu caso, de 1:512 — é muito comum que os linfonodos aumentem de tamanho. Isso faz parte da resposta imunológica normal do corpo. O que muitas pessoas não sabem é que esses gânglios podem demorar bastante para voltar ao tamanho habitual, mesmo depois do tratamento estar correto e a infecção já controlada.
O fato de o seu VDRL ter caído de 1:512 para 1:2 é um excelente sinal. Essa redução mostra uma resposta terapêutica robusta e indica que o tratamento foi efetivo. Quando a queda é tão expressiva, o risco de falha terapêutica é extremamente baixo.
Os linfonodos, porém, são mais lentos para regredir. Eles podem levar meses para diminuir, e em algumas pessoas, principalmente quando a inflamação inicial foi forte, podem permanecer discretamente aumentados por muito tempo sem que isso represente algo grave. Além disso, o próprio trauma infeccioso pode deixar o tecido linfático mais perceptível ao toque mesmo após a cura.
O seu relato — linfonodos que surgiram logo após a infecção, que permanecem estáveis e sem outros sintomas — é compatível com uma evolução benigna pós-inflamatória. A preocupação com câncer é compreensível, mas os gânglios reativos que aparecem junto de uma IST e regem ao tratamento dificilmente têm relação com doenças malignas.
Sinais que mereceriam avaliação mais imediata seriam gânglios que continuam crescendo, tornam-se duros como pedra, aderidos, muito dolorosos, ou que vêm acompanhados de febre persistente, suor noturno ou perda de peso sem explicação. Caso não haja nada disso, a tendência é que seja apenas uma resposta residual do sistema linfático.
Se quiser, posso detalhar o que normalmente esperamos no acompanhamento do VDRL e como distinguir um gânglio reacional de outras causas. Estou à disposição para ajudar.
Você disse:
O paciente oncológico que faz quimioterapia oral pode consumir açaí
O ChatGPT disse:
Aqui vai uma resposta humanizada, técnica e natural, ideal para Doctoralia — clara, acolhedora e sem alarmar:
Olá! De modo geral, o paciente oncológico que está em tratamento com quimioterapia oral pode consumir açaí, desde que seja um produto bem preparado, higienizado e de boa procedência. O ponto mais importante não é o açaí em si, mas sim o cuidado com contaminações, porque a imunidade pode estar mais baixa durante o tratamento.
Quando o açaí é industrializado ou vem de estabelecimentos confiáveis, o risco é muito baixo e ele acaba sendo até interessante do ponto de vista nutricional, já que é calórico, ajuda a manter o peso e fornece antioxidantes naturais. O que recomendamos evitar é o açaí artesanal feito sem controle sanitário, especialmente batido em locais onde a higiene é duvidosa, por causa do risco de contaminações por bactérias ou por ações como a da doença de Chagas em regiões específicas.
Se houver náuseas, diarreia ou mucosite em algum momento do tratamento, vale observar a tolerância, porque cada organismo reage de um jeito. Mas, fora isso, o açaí não interfere na quimioterapia e não reduz a eficácia do tratamento.
Se quiser, posso explicar quais alimentos costumam exigir mais cuidado durante a quimioterapia oral e como montar uma alimentação segura e nutritiva nesse período. Estou à disposição.
Você disse:
Quem tem lupos e já teve herpes zoster pode tomar a vacina da herpes zoster?
O ChatGPT disse:
Aqui está uma resposta humanizada, técnica e fluida, ideal para Doctoralia — clara, acolhedora e transmitindo segurança:
Olá! Quem tem lúpus — mesmo quem já teve um episódio de herpes zoster no passado — pode sim tomar a vacina contra herpes zoster, e na verdade essa proteção costuma ser até recomendada em muitos casos. O ponto mais importante é avaliar qual vacina será usada e em que fase da doença o paciente está.
A vacina que utilizamos atualmente e que é segura para quem tem lúpus é a vacina recombinante (Shingrix®). Ela não contém vírus vivo, portanto pode ser aplicada mesmo em pessoas que usam imunossupressores ou corticoides, desde que o lúpus esteja razoavelmente controlado. Essa vacina reduz muito o risco de um novo episódio de zoster e também diminui a chance de neuralgia pós-herpética, que pode ser bastante incapacitante.
A única ressalva é evitar aplicar durante uma crise ativa do lúpus ou em momentos de imunossupressão muito intensa, porque a resposta imunológica pode não ser ideal. Mas, fora esses cenários, a vacina é considerada segura e eficaz.
Já a vacina antiga, que era feita com vírus vivo atenuado, não é indicada para quem tem lúpus em uso de imunossupressores. Hoje praticamente não a utilizamos mais por esse motivo.
Se quiser, posso explicar quais medicamentos usados no lúpus exigem mais cautela e qual o melhor momento para fazer a imunização. Estou à disposição para ajudar.
Você disse:
Tomei uma injeção benzetacil no glúteo faz a um mês, formou um caroço e coça e a 3 dias venho tendo dores na coluna e na perna que foi injetado, é normal? Passa com o tempo?
O ChatGPT disse:
Aqui vai uma resposta humanizada, técnica e natural, ideal para Doctoralia — fluida, acolhedora e esclarecedora:
Olá! A Benzetacil pode, sim, deixar um nódulo endurecido no local da aplicação, às vezes acompanhado de coceira ou sensibilidade por algumas semanas. Isso acontece porque o medicamento é espesso, fica depositado no músculo e leva tempo para ser totalmente absorvido. Esse caroço costuma desaparecer gradualmente, mas a melhora pode ser lenta em algumas pessoas.
A parte importante do seu relato é o surgimento recente de dores na coluna e na perna do lado aplicado. Nem sempre isso está diretamente relacionado à injeção em si. Muitas vezes, o desconforto pode vir de uma contratura muscular, da postura ao caminhar para evitar apoiar o lado dolorido ou até por irritação do nervo ciático, já que a região dos glúteos é muito próxima ao trajeto do nervo.
Quando a aplicação atinge de leve o trajeto do ciático ou causa inflamação local, a dor pode irradiar para a perna dias ou até semanas depois. Apesar de incômodo, na maioria dos casos isso melhora com o tempo, conforme o músculo recupera e o depósito da medicação se desfaz.
Sinais de alerta seriam aumento progressivo da dor, dificuldade para andar, perda de força, dormência intensa, febre ou vermelhidão importante no local — nesses casos, vale procurar atendimento para avaliação. Mas se o nódulo está estável, sem sinais de infecção, e a dor está mais relacionada à irradiação ou postura, a tendência é de melhora espontânea.
Se quiser, posso orientar formas de aliviar o nódulo, acelerar a absorção e diferenciar quando a dor pode ser do ciático ou apenas muscular. Estou à disposição.
Você disse:
Boa noite Sou RH negativo e do meu esposo RH positivo, tive dois aborto no segundo aborto eu tomei a vacina imunoglobilina será que corro o risco de perde novamente?ou eu devo procura fazer tratamento?
O ChatGPT disse:
Aqui vai uma resposta humanizada, técnica e fluida, exatamente no estilo ideal para Doctoralia — acolhedora, clara e transmitindo segurança:
Olá! Entendo a sua preocupação, especialmente depois de duas perdas gestacionais. A questão do fator Rh realmente gera muitas dúvidas, mas, no seu caso, o fato de você ter recebido a imunoglobulina anti-D no segundo aborto é algo muito positivo. Essa medicação existe justamente para impedir a sensibilização, ou seja, evitar que o seu organismo produza anticorpos contra o sangue Rh positivo do bebê. Quando a imunoglobulina é aplicada corretamente, o risco de complicações relacionadas ao fator Rh costuma cair de forma muito importante.
É importante lembrar que a maioria das perdas gestacionais precoces não tem relação com o fator Rh, e sim com causas genéticas, hormonais ou estruturais — e muitas vezes acontecem por motivos que não se repetem. Mesmo quem já teve dois abortos tem grandes chances de ter uma gestação saudável depois, especialmente quando há acompanhamento apropriado.
O ideal agora é fazer uma avaliação com o obstetra para garantir que:
– você não ficou sensibilizada (isso é checado com um exame chamado “Coombs indireto”),
– a sua saúde geral está em ordem,
– e não há outros fatores que precisem de cuidado.
Na maioria das vezes, o plano é simplesmente acompanhar a próxima gestação de perto e aplicar a imunoglobulina no momento certo, como já foi feito. Na grande maioria dos casos, isso é suficiente para uma gestação tranquila.
Procure atendimento não porque você “precisa de um tratamento específico”, mas para que tudo seja bem monitorado e você siga com segurança. Suas chances de gestar novamente com sucesso são altas.
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