Boa noite, tenho 27 anos e sofro de ansiedade e pânico já em tratamento corro e já fiz todos os exam
Boa noite, tenho 27 anos e sofro de ansiedade e pânico já em tratamento corro e já fiz todos os exames possíveis do coração, cardio diz que está tudo ok, agora retorno anualmente, corro de 4 a 5x por semana mas mesmo assim as vezes tenho taquicardia como hoje sentado do nada meu coração disparou a 140 bpm 30m pós almoço, tive que sair do trabalho e vir para casa descansar e tomar concardio “todo todos os dias 2.5mg” que era para controlar isso. Deveria olhar mais alguma coisa fazer mais algum exame? Muito obrigado isso me incomoda muito pois além da taquicardia o pânico e o medo tomam conta juntos.
48 respostas
Olá, pelo seu relato parece ser um quadro de crise do pânico, pois a taquicardia vem acompanhada de fortes emoções de medo, procure o quanto antes um Psicólogo Cognitivo-Comportamental e um Psiquiatra para realizar avaliação do seu caso e um tratamento, pois o quadro pode piorar.
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Você precisa fazer um acompanhamento com o psicólogo e com o psiquiatra. procure um profissional que você se identifique e que fique a vontade para falar sobre o que quiser. A psicoterapia irá ajudar bastante.
Olá, bom dia. Pelo seu relato, dá para perceber características do transtorno de pânico, mas você precisa fazer uma avaliação com um profissional para confirmar essa hipótese. O acompanhamento com psiquiatra e um psicólogo da abordagem terapia cognitivo-comportamental pode te ajudar com essas questões. Espero ter ajudado.
Olá!! São crises de pânico e ansiedade. Muito importante para tratamento e qualidade de vida você buscar ajuda com um psicólogo e psiquiatra. Fazer um tratamento com ambos.
Olá! Como alguns colegas já falaram, provavelmente você vem sofrendo de crises de ansiedade e pânico. Entender o que você vem vivendo, sua rotina, seu trabalho, seus relacionamentos, fará com que você identifique novos caminhos. Para isso, as ajudas psicológica e psiquiátrica serão fundamentais. Não adianta apenas tratar o sintoma com medicação, mas cuidar das mudanças de vida que você precisará fazer. Aí entra a ajuda psicológica. Independentemente de linha de trabalho, se comportamental, humanista ou psicanálise, o importante é você se identificar com o trabalho do profissional e caminhar junto dele. Assim, as possibilidades de sucesso serão bem maiores. Boa sorte!
Normalmente as crises de pânico são decorrentes de estilo de vida e a forma como lidamos com nossas demandas do dia a dia. Você precisa contar com a ajuda de um psicólogo para trabalhar as questões comportamentais, compreensões e pensamentos diante da vida. Entenda apenas como sinais de que precisa de ajuda e cuide de sua saúde mental. Terapia e uma consulta ao psiquiatra serão os melhores caminho no momento. Melhoras!!
Bom dia! Talvez você possa investigar outras vias possíveis para além do mal estar físico e entender o que está te causando ansiedade, a Psicoterapia pode te dar elementos para uma maior compreensão de si mesmo.
Olá! Este é o primeiro passo, procurar ajuda e entender que o momento é efetivar todas as opiniões que foram passadas à você e unir forças e decidir o melhor tratamento para você. Entendo não é fácil, assusta, mas sozinho já fez todo o possível. Procure profissionais como psiquiatra e psicólogo com os quais se identifique e que o oriente e façam entender o que todos estes sintomas querem dizer a você. Provavelmente há uma razão. Em breve você irá se sentir bem melhor e usufruir dos benefícios que a corrida pode dar a você. Seja feliz! Um abraço!
Oi, de acordo com seu relato, tudo indica que você está em processo de ansiedade e pânico. Você foi em busca de ajuda pelo caminho certo, descartando qualquer possibilidade de doença física através de avaliação médica. Oriento você a procurar um acompanhamento psicológico independente da abordagem.
Olá, Pelo seu relato, já existe o diagnóstico de ansiedade patológica, que se corrobora com o fato de você já ter realizado os exames cardíacos, confirmado que não existe nenhuma doença física e ainda assim tem crises de taquicardia e ansiedade. Esses sintomas são típicos nas crises de pânico, que tem um fundo emocional. Seria interessante você procurar ajuda de um psiquiatra e de um psicólogo para diagnóstico diferencial e tratamento. Espero tê-lo ajudado.
Procure um psiquiatra, com a medicação adequada você ficará livre disso rapidamente. A psicoterapia é a base para junto com a farmacologia lhe ajudar nesse perfil de ansiedade.
Bom dia! Você deveria iniciar sessões com um psicólogo. Ele poderá lhe auxiliar a descobrir o que está lhe causando esses problemas. Abraços
Os episódios de síndrome do pânico são marcados por crises de ansiedade quase que inexplicáveis, que podem estar associados a sintomas físicos semelhantes ao de um ataque cardíaco, mas são sintomas da própria ansiedade. Sintomas físicos da síndrome do pânico: A síndrome do pânico inclui pelo menos quatro dos seguintes sintomas: Palpitações ou aceleração cardíaca Sudorese Tremores ou estremecimentos Sensações de falta de ar ou sufocação Sentimentos de bloqueio Dor no peito ou desconforto Náuseas ou desconforto abdominal Sentir-se tonto, instável, com cabeça leve ou desmaiar Calafrios ou sensações de calor Parestesia (sensações de dormência ou formigamento) Desrealização (sentimentos de irrealidade) ou despersonalização (sendo separado de si mesmo) Medo de perder o controle ou “enlouquecer” Medo de morrer. Além do tratamento com Psiquiatra e atividades físicas, é muito importante também você cuidar das suas emoções. Procure tratamento psicológico o quanto antes.
Olá! O pânico, o medo, assim como a ansiedade em excesso podem causar efeitos intensos em nosso organismo. Você já descartou a existência de um problema cardíaco. Acho importante que você procure por ajuda psicológica para que você possa cuidar das questões emocionais e tratar destes sintomas que estão te fazendo sofrer.
Os sintomas físicos que voce esta relatando sao sintomas de ansiedade pois voce ja foi ao cardiologista e viu que esses sintomas nao sao de origem organica. Ansiedade é medo. Quando voce sente medo ocorre uma ativaçao da amigdala cerebral e desencadeia a reaçao de fuga e luta. Voce começa a fabricar neurotrasmissores e hormonios, tais como a adrenalina que fazem com que seu coraçao acelere (taquicardia), pode dar sudorese, falta de ar, etc. Esse hormonio prepara o seu corpo para fugir ou lutar diante de um estimulo (ex: um leao na rua). A pessoa que sofre de panico como tem esta area cerebral hiperestimulada interpreta pequenas ameaças como sendo grandes ameaças o que desencadeia toda essa reaçao desagradavel. A sensaçao desagradavel gera interpretacoes erroneas de que pode estar morrendo ou infartando, o que aumenta ainda mais a ansiedade. As medicaçoes agem no cerebro para inibir esses sintomas. No entanto os medos, as crenças disfuncionais e estrategias para lidar com os sintomas e crenças só podem ser tratados em psicoterapia. O padrão ouro no tratamento da ansiedade é aliar a terapia cognitivo comportamental a medicação. abraço
Pelo seu relato, você está sofrendo de transtorno de ansiedade e pânico. Assim indicam os sintomas que você está sentindo, mas é necessário fazer uma avaliação com psicólogo e psicoterapia para identificar as causas desses sintomas . Aliada à medicação psiquiátrica a psicoterapia pode te ajudar a aliviar esses sintomas e mesmo a superar esse problema. Marque uma consulta o mais breve possível. Abraço.
Boa noite. Sua inquietude tem todo sentido.O pânico é um quadro de ansiedade que incomoda imensamente! Se vc já descartou o orgânico através do cardiologista agora vá atrás de um bom psicólogo e psiquiatra que eles te ajudarão a se livrar dessa sensação desconfortável. Sua ansiedade alcança pico máximo em situações onde não há perigo real( por isso aparecem os sintomas citado pelos colegas). Isso se dá devido seu cérebro ter perdido a capacidade de identificar perigos reais de perigos falsos. Daí, dispara um alarme falso mesmo você estando em lugar e situações seguros. Essa capacidade pode ser retomada com a psicoterapia. A medicação também te ajudará a diminuir o número de crises e isso vai te devolver a autoconfiança necessária que vc, provavelmente, tinha antes do primeiro episódio. Nessa pandemia, essa ansiedade( medo do futuro) aumentou em um grande número de pessoas devido ás situações de incertezas... A medida que você for identificando as causas da sua ansiedade na psicoterapia seu quando pode regredir e até zerar. Gde abraço!!!
O medo e a ansiedade possui a mesma fisiologia. Elas são emoções excitatórias e por isso você sente seus batimentos cardíacos acelerados. É comum pessoas que possuem transtornos de ansiedade desenvolverem pânico também. o tratamento ouro para estes casos é psicoterapia (terapia cognitivo-comportamental) e pode associar ao medicamento. o tratamento é relativamente fácil. Busque ajuda especializada.
Não há cura para ansiedade, visto que, sem ansiedade não há motivação para fazer as coisas no dia a dia. Há sim, treinamento para controle da ansiedade. O Transtorno de Panico é facilmente resolvido com a Terapia Cognitivo Comportamental, indicada pela OMS. Procure um psicólogo dessa abordagem.
Olá, pelo seu relato é evidente que essa situação é bem incomoda. Para casos de crises ansiosas o acompanhamento psiquiátrico e psicológico é fundamental, sobretudo para o seu caso que parece envolver episódios ansiosos que são facilmente e frequentemente desencadeados. Os exames que você fez ajudam a descartar hipóteses orgânicas, se há algum problema de saúde subjacente. Contudo, ainda se faz importante compreender quais fatores psicológicos, contextuais, históricos, entre diversos outros, têm contribuído para a intensidade do seu caso, além de entender como tais fatores o afetam.
Olá! Além dos cuidados com a saúde física, especificamente com a saúde cardiovascular, também é necessário cuidar da saúde emocional. É preciso tratar essas crises de ansiedade e de pânico, e, para isso, o psicólogo e o psiquiatra são os profissionais indicados. Espero ter contribuído!
Olá, Boa tarde. Conforme você mesmo relatou, não é um problema cardiológico, embora reverbere nos domínios da Cardiologia; é um infindável processo de ataques de pânico dos quais você não está conseguindo se livrar. E, embora você esteja em terapia, a terapia não o está ajudando a sair deste quadro desconfortável. Então, vou lhe dizer uma coisa: talvez você precise trocar de psicoterapeuta. Converse com o seu psicoterapeuta, dê um tempo nesta terapia, e procure alguém na rede que lhe pareça mais adequado para seguir com a sua psicoterapia. Isto é uma coisa normal. Às vezes, o próprio terapeuta reconhece que ele não está conseguindo tirá-lo de um quadro difícil, e ele próprio reencaminha você para um colega. Outras vezes, o terapeuta não percebe os seus próprios limites, e é você quem tem que fazer este movimento. O quadro clínico que você está relatando, é um quadro intermediário, em termos psíquicos. E você necessita de um terapeuta que consiga tirá-lo deste quadro clínico, para seguir adiante com o trabalho terapêutico, para que você se entenda melhor, se conheça, e não volte mais a apresentar estes sintomas clínicos desconfortáveis. Procure com calma. Um abraço.
Boa tarde, pelo seu relato e pela exclusão de possíveis patologias físicas, é bastante provável se tratar de um quadro de ansiedade. A indicação de tratamento seria a psicoterapia com foco na regulação emocional. Muitas vezes pode ser necessário acompanhamento psiquiátrico. Importante fazeres uma avaliação com psicólogo ou psiquiatra. espero ter ajudado. Qualquer dúvida fico à disposição!
Olá! Parece ter sido um ataque de pânico mesmo, recomendo que volte ao seu psiquiatra para ele determinar qual a melhor alternativa e, se possível, faça acompanhamento psicológico. Boa sorte, se cuide!
Olá! Pelo o seu relato está claro que são crises de pânico. Sugiro procurar um psicólogo para iniciar a psicoterapia e avaliar a necessidade de um médico psiquiatra. Um abraço
Boa noite! Pelo seu relato é bem possível sim que se trate de episódios de pânico, onde taquicardia é uma resposta corporal muito recorrente. Os exames que você fez averiguam o funcionamento fisiológico do seu corpo, contudo, se estes episódios referem-se a medos e aspectos emocionais, é necessário elaborar melhor essas vivências, buscando entender do que se tratam esses sentimentos, quais os aspectos históricos, relacionais e contextuais envolvidos, nesse sentido a terapia pode ajudar bastante. Considera-se também o quão proveitoso pode ser uma avaliação psiquiátrica e o cuidado interdisciplinar. Um abraço.
Talvez mais exames te cause ainda mais ansiedade. Precisa entender a causa destes sintomas em trabalho de psicoterapia, para só assim conseguir viver de uma maneira mais leve. Procure um Psicólogo!
Olá! O manejo das crises de ansiedade é objeto de trabalho nas psicoterapias cognitivas e comportamentais. Se não está tendo esse acompanhamento, sugiro que procure um psicólogo dessa área. Crises de podem ser superadas, aprender a enfrentá-las é importantíssimo.
Olá! É importante uma reavaliação da medicação com o psiquiatra. Além disso, é recomendável que você entre em um processo de autoconhecimento com psicoterapia em conjunto com a medicação adequada para que seja eficaz todo o tratamento. Um abraço.
O relato do que você sente é característico de crises de ansiedade e pânico. E como você assinalou que fez todos os exames cardíacos e não encontrou nada, é mais um sinal de que talvez não haja um problema com o coração em si. E sendo assim, é necessário a busca de um psiquiatra e psicólogo para tratar esses sintomas, pois são coisas que pertencem à esfera mental. Desejo melhoras.
Olá, como vc está hoje? Se você já fez todos os exames físicos, e nada foi constatado, então sim, é possível que todos esses sintomas sejam resultados de um quadro de ansiedade e pânico, pois o medo toma conta de vc também. A ansiedade se apresenta com um amplo número de sintomas, desde dores no corpo, medos, falta de ar, pensamentos perturbadores, dentre outros. Além disso, pode estar associada a outros transtornos, como a hipocondria, que é o medo intenso de ter uma doença. Recomendo que você procure ajuda de um profissional da Psicologia. Em psicoterapias, os seus sintomas serão melhores investigados, e as suas questões emocionais e contextos de sua vida que podem influenciar esses sintomas serão trabalhados também. Se for necessário, também poderá fazer um tratamento com um psiquiatra, com o uso de medicamentos. Espero ter esclarecido! Estou à disposição! sou a Letícia e sou psicóloga @leticiafernandespsi
Minha orientação é fazer uma consulta com psicólogo para explorar as questões emocionais envolvidas. Abraço
Olá, espero que esteja melhor! Muitas vezes demoramos de entender que na verdade nosso corpos falam através de sintomas físicos sobre nossas emoções! Talvez seja o momento de buscar u atendimento psicológico para tentar entender melhor o que sente!
Entendo como a taquicardia e os episódios de pânico podem ser extremamente desconfortáveis e assustadores, especialmente quando já se fez todos os exames cardíacos e os resultados são normais. É importante saber que, mesmo com boa saúde cardíaca, a ansiedade pode causar sintomas físicos intensos, como a taquicardia. Exercícios físicos regulares são excelentes para a saúde mental e física, mas é possível que a ansiedade ainda esteja desencadeando esses sintomas. A taquicardia pós-almoço que você mencionou pode estar relacionada ao sistema nervoso autônomo, que é responsável por regular a resposta ao estresse. Embora você já esteja em tratamento e tomando Concardio, é válido discutir esses episódios com seu médico para garantir que sua medicação e abordagem terapêutica estejam adequadas. Além dos exames médicos, a terapia cognitivo-comportamental (TCC) pode ser extremamente eficaz no manejo da ansiedade e do pânico, ajudando a identificar e modificar os padrões de pensamento que desencadeiam esses sintomas. Se você quiser explorar mais sobre como a TCC pode ajudar no seu caso específico e discutir estratégias para gerenciar a ansiedade e a taquicardia, estou disponível para uma consulta on-line. Um abraço, Renata Caetano
É compreensível que você se sinta incomodado com esses episódios de taquicardia, especialmente quando associada ao pânico e ao medo. O fato de você já ter feito exames cardíacos e ter acompanhamento médico é um bom passo, e o retorno anual é importante para monitorar a saúde. O uso do Concórdio também pode ajudar a controlar a taquicardia, mas, como a ansiedade e o pânico continuam presentes, é possível que esses sintomas ainda se manifestem de tempos em tempos. A psicoterapia pode ser muito útil para ajudá-lo a compreender melhor os gatilhos do pânico e da ansiedade e a desenvolver formas de lidar com essas emoções. Ao trabalhar o emocional, você pode reduzir a intensidade e a frequência desses episódios, melhorando sua qualidade de vida. Caso os sintomas persistam ou se intensifiquem, sempre é válido discutir com seu médico a necessidade de ajustes no tratamento.
Seria interessante procurar um psicólogo para falar sobre outras coisas mais aí que aparecem sem aparecerem tanto, você já faz muita coisa, já fez muitos exames, já faz alguns tratamentos e está procurando algo a mais, pode ser interessante falar sobre isso. Parece que existe um algo a mais aí em sua vida a ser sempre feito, um tratamento, um medicamento, uma coisa nova a ser feita para a saúde, às vezes contar sobre isso em uma terapia pode ser legal para diminuir esse sentimento de pânico que surge muitas vezes e que te deixa com essa preocupação. Às vezes é complexo lidar com as limitações frente a situações de vida. Espero ter ajudado, até mais.
Seria importante saber a história de vida e familiar, bem como hábitos, gatilhos etc.. Entre na minha página Google e fique à vontade para tirar suas dúvidas! Busque o contato e tire suas dúvidas. Busque ajuda e recupere sua qualidade de vida. Tire suas dúvidas compromisso.
Os sintomas que você está enfrentando, como taquicardia, pânico e medo, são comuns em pessoas que sofrem de ansiedade e transtornos relacionados. O fato de você já ter feito todos os exames cardíacos e ter recebido um diagnóstico positivo é um bom sinal, indicando que suas palpitações podem estar mais relacionadas à sua condição de ansiedade do que a problemas cardíacos. A taquicardia que você experimenta, especialmente em momentos de estresse ou após refeições, pode ser uma resposta do seu corpo à ansiedade. O uso do Concórdia (bisoprolol) pode ajudar a controlar a frequência cardíaca, mas se você ainda está enfrentando episódios frequentes de pânico e taquicardia, pode ser útil discutir com seu médico a possibilidade de ajustar seu tratamento. Além da medicação, a terapia pode ser uma parte importante do seu tratamento. A psicanálise pode ajudar a explorar as raízes emocionais da sua ansiedade e pânico, permitindo que você compreenda melhor suas experiências e desenvolva estratégias para lidar com esses sentimentos. A psicanálise foca em entender os conflitos internos e as experiências passadas que podem estar contribuindo para o seu estado atual. Se você sentir que a medicação não está sendo suficiente ou se novos sintomas surgirem, pode ser sensato realizar exames adicionais ou consultar um especialista em saúde mental. Um acompanhamento contínuo com um psiquiatra ou psicólogo pode ajudar a identificar as melhores opções de tratamento para você. É importante cuidar da sua saúde mental e emocional. Se precisar de mais apoio ou informações sobre como lidar com esses sentimentos, estou aqui para ajudar!
Ola, o tratamento adequado seria psicoterapia e medicação, caso necessário, indicada por um psiquiatra. Mesmo assim, importante saber que alguns sintomas te acompanharão e que será necessário criar formas de administração pessoal para lidar, isto é o tratamento que vai construindo.
Se você já passou por avaliação cardiológica completa e os exames estão normais, é muito provável que esses episódios de taquicardia estejam ligados à ansiedade e ao pânico, e não a uma causa cardíaca. O que fazer: Não realizar exames repetidamente se o cardiologista já descartou causas orgânicas, isso reforça o ciclo de medo e vigilância corporal. Registrar os episódios: anote o contexto, horário, alimentação e nível de estresse antes da crise; isso ajuda a identificar gatilhos. Trabalhar o controle da resposta física: técnicas de respiração lenta e diafragmática, relaxamento muscular e atenção plena reduzem o disparo do sistema nervoso. Psicoterapia cognitivo-comportamental (TCC): fundamental para tratar o medo da sensação física e o pânico associado. Acompanhamento médico contínuo: continue com o psiquiatra e o cardiologista conforme orientação, sem interromper a medicação por conta própria. Não parece haver indício cardíaco novo, mas sim resposta ansiosa condicionada. O foco agora deve ser psicológico e comportamental, com apoio terapêutico para quebrar o ciclo “sensação física, medo, mais taquicardia”.
Olá, tudo bem? Que bom que você trouxe isso com tanto detalhe, dá para sentir o quanto essa experiência tem sido desgastante e, ao mesmo tempo, confusa para você. Quando o corpo faz algo tão intenso “do nada”, mesmo com exames normais e uma rotina saudável como a sua, a mente tende a entrar em modo de alerta máximo, quase como se dissesse: “tem algo errado e eu preciso descobrir agora”. Pelo que você descreve, é importante fazer um pequeno ajuste conceitual com cuidado e respeito. Taquicardia isolada, especialmente em quem já investigou exaustivamente o coração e segue acompanhamento regular com cardiologia, não costuma indicar um problema cardíaco estrutural novo. Em quadros de ansiedade e pânico, o sistema nervoso autônomo pode disparar respostas muito rápidas e intensas, mesmo em repouso, como se o corpo estivesse reagindo a um perigo invisível. O curioso é que quanto mais saudável e atento ao corpo a pessoa é, mais fácil fica perceber essas variações — e isso, paradoxalmente, aumenta o susto. Algo que vale refletir é menos “o que mais eu preciso investigar” e mais “o que acontece dentro de mim no momento em que isso começa”. Você percebe se, antes da taquicardia, houve algum pensamento específico, uma sensação corporal diferente, um desconforto emocional ou até um estado de vigilância maior após comer ou sentar em silêncio? Quando o coração acelera, sua atenção vai imediatamente para o medo de perder o controle ou de que algo grave esteja acontecendo? E como você costuma interpretar esse pico de batimentos: como um evento passageiro ou como um sinal de ameaça real? É compreensível que o pânico venha junto, porque o cérebro emocional aprende rápido a associar aceleração cardíaca a perigo, mesmo quando a razão já recebeu vários “atestados de que está tudo bem”. É como se a parte mais primitiva do cérebro ainda não tivesse sido convencida, e ela fala alto. Nesses casos, mais exames nem sempre trazem a paz esperada; às vezes, trazem apenas um alívio curto, seguido da próxima dúvida. Como você já está em tratamento, pode ser muito valioso levar exatamente esse episódio para o profissional que te acompanha, explorando não só o sintoma físico, mas a relação que você construiu com ele ao longo do tempo. Em alguns casos, quando há uso de medicação, também faz sentido alinhar periodicamente com o psiquiatra se a dosagem e a estratégia continuam adequadas ao seu momento atual, mas sempre dentro de um cuidado integrado. Esse incômodo que você descreve merece ser compreendido com profundidade, não combatido como um inimigo. Quando quiser, a terapia pode ser um espaço seguro para ajudar seu corpo e sua mente a saírem desse estado constante de vigilância. Caso precise, estou à disposição.
Olá, pelo que entendi você faz uso de medicação e tem vida saudável, mas está em psicoterapia? Às vezes questões internas mal resolvidas iniciam as crises de tal forma que mesmo com uma vida estável e devidamente medicado nã é suficiente para evitar esse sofrimento.
Olá, entendo o quanto isso assusta, principalmente porque quando o coração dispara o corpo inteiro entra em estado de alerta e o pânico acaba vindo junto, como se confirmasse que algo grave está acontecendo. O fato de você já ter investigado com cardiologista e os exames estarem normais é algo importante e tranquilizador, ainda mais mantendo acompanhamento regular e uma rotina de exercícios. Em muitos quadros de ansiedade e Síndrome do Pânico, a taquicardia pode acontecer exatamente dessa forma, até em repouso ou depois de refeições, e o medo que surge depois acaba alimentando ainda mais o ciclo físico. Ainda assim, como isso está te trazendo muito sofrimento, vale continuar acompanhando com seus médicos e conversar sobre a frequência desses episódios e sobre a medicação, para avaliar se algo precisa ser ajustado. O mais importante é que você não está “inventando” isso, o corpo realmente sente, e viver em constante vigilância é muito desgastante. Um abraço, Vinicius.
Olá! Pelo que você descreve, você já realizou uma investigação cardiológica, faz acompanhamento com o cardiologista, pratica atividade física regularmente e foi orientado de que, até o momento, não há alterações cardíacas que expliquem esses episódios. Isso é um dado importante, pois reduz a probabilidade de uma doença cardíaca estrutural ser a causa dos sintomas. Ainda assim, é compreensível que uma taquicardia de início súbito, acompanhada de medo intenso, seja muito assustadora. Em pessoas com transtorno de ansiedade e síndrome do pânico, é comum que a aceleração dos batimentos desencadeie um ciclo em que o coração acelera, a pessoa interpreta isso como um sinal de perigo, o medo aumenta e, consequentemente, a frequência cardíaca sobe ainda mais. Como você relata que o episódio ocorreu mesmo estando sentado e já faz uso de medicação para controlar a frequência cardíaca, acredito que seja importante informar o cardiologista sobre esse novo evento. Dependendo da frequência desses episódios e da avaliação clínica, ele poderá decidir se há necessidade de repetir algum exame, solicitar um monitoramento prolongado, como um Holter, ou investigar outras possíveis causas clínicas, como alterações hormonais, metabólicas ou relacionadas ao uso de medicamentos. Essa decisão deve ser individualizada e baseada na sua história clínica. Do ponto de vista psicológico, também considero importante trabalhar o medo das próprias sensações corporais. Muitas pessoas passam a viver em estado de vigilância constante em relação aos batimentos cardíacos, e isso acaba aumentando a ansiedade e mantendo o problema. Nas terapias cognitivas comportamentais contextuais, busca-se desenvolver uma relação diferente com essas sensações, reduzindo o ciclo entre taquicardia, medo e pânico. Como você já está em tratamento, vale a pena conversar tanto com seu cardiologista quanto com o profissional que acompanha sua ansiedade sobre esses episódios recentes. Um cuidado integrado costuma trazer melhores resultados do que abordar apenas um dos aspectos do problema. Espero ter ajudado. Rodrigo Vieira Psicólogo Clínico (CRP 06/204166)
Entendo como deve ser difícil conviver com essa situação. Como você já realizou uma investigação cardiológica e segue em acompanhamento médico, também pode ser importante compreender os aspectos emocionais envolvidos nesses episódios. Na Psicologia Analítica Junguiana, buscamos compreender de forma mais profunda a origem desses sintomas e os possíveis conflitos emocionais relacionados a eles. Vale observar se existe algum gatilho antes da aceleração do coração e como você costuma reagir nesses momentos. Também pode ser útil refletir, quando isso acontece, para quem você busca ajuda ou apoio?
Boa noite! Entendo como isso pode ser angustiante. Você está sentado, aparentemente tranquilo, e de repente percebe que o coração acelerou. Depois vem o pensamento: “Por que isso aconteceu?” “Será que tem alguma coisa errada?” “E se acontecer algo comigo?” E, junto com a taquicardia, o pânico e o medo tomam conta. O fato de você já ter feito acompanhamento cardiológico e exames que não mostraram alterações importantes é uma informação tranquilizadora. Mas, como você continua tendo episódios de taquicardia, acredito que seja importante conversar novamente com o cardiologista que acompanha você e explicar exatamente o que aconteceu. Principalmente porque não é possível, por uma pergunta na internet, dizer se todo episódio de coração acelerado é causado pela ansiedade. Também não é indicado fazer novos exames ou mudar a medicação por conta própria. O médico que conhece a sua história poderá avaliar se é necessário investigar mais alguma coisa ou apenas acompanhar o quadro. Mas existe outro ponto importante no que você contou. Você disse que, além da taquicardia, **o pânico e o medo tomam conta juntos**. E talvez seja aí que exista um ciclo. Imagina que seu coração acelera. Você percebe. Então pensa: “Isso não deveria estar acontecendo.” O medo aumenta. Seu corpo entra ainda mais em alerta. A atenção vai toda para o coração. E agora, além de sentir a taquicardia, você também está tentando descobrir se ela significa que algo grave vai acontecer. Às vezes, o sintoma físico pode ser real e, ao mesmo tempo, o medo que surge depois pode fazer toda a experiência ficar ainda mais intensa. Na terapia, eu não trabalharia apenas com a ideia de “fazer o coração parar de acelerar”. Eu também procuraria entender: **O que acontece dentro de você no momento em que percebe a taquicardia?** Qual é o primeiro pensamento? Do que você tem medo? O que você faz para tentar se sentir seguro? Porque talvez o coração acelere por alguns minutos, mas o medo de que aquilo aconteça novamente faça você passar o restante do dia em estado de alerta. Você já está fazendo algo importante, que é manter o acompanhamento médico. Mas, se os exames estão sendo acompanhados e o medo continua ocupando tanto espaço, a terapia também pode ajudar a trabalhar a relação que você passou a ter com essas sensações do seu corpo. O objetivo não seria convencer você de que “não vai acontecer nada”. Seria ajudar você a entender o que está acontecendo, aprender a lidar com o medo e não deixar que cada palpitação ou aceleração passe a controlar o seu dia. Se os episódios mudarem de padrão, vierem acompanhados de desmaio, dor intensa no peito, falta de ar importante ou mal-estar intenso, procure atendimento médico imediatamente.
Pode haver uma participação importante da ansiedade e do pânico, mas eu faria uma distinção importante: nem toda taquicardia precisa começar pela ansiedade. Às vezes acontece: coração acelera primeiro → você percebe → pensa “por que está acontecendo se meu coração está normal?” → surge medo de algo grave → o pânico aumenta ainda mais a frequência cardíaca. Em outras situações, é a própria ansiedade que inicia a aceleração. Por isso, o fato de você já ter feito uma investigação cardiológica ampla e ter recebido liberação do cardiologista é tranquilizador, mas não significa que todo episódio futuro deva ser automaticamente chamado de ansiedade. Uma frequência em torno de 140 bpm enquanto você estava sentado, com desconforto suficiente para interromper o trabalho, é algo que eu relataria ao seu cardiologista, principalmente se estiver se repetindo ou for diferente dos episódios anteriores. Dependendo do padrão, ele poderá avaliar se vale a pena registrar o ritmo cardíaco durante as crises com Holter ou outro tipo de monitorização. Quem decide isso é o médico com base na sua história e nos exames já realizados. Também não faça ajustes no Concor por conta própria. Se ele foi prescrito diariamente, mantenha a orientação que recebeu e relate ao cardiologista que houve esse episódio apesar do tratamento. Na Terapia Cognitivo-Comportamental, eu trabalharia justamente a outra metade do problema: o que acontece emocionalmente quando o coração acelera. Pode surgir um ciclo como: taquicardia → “vou ter alguma coisa” → atenção total no coração → medo → adrenalina → mais taquicardia → pânico. Esse é um tipo de demanda que trabalho com frequência na TCC. Além de trabalhar pensamentos catastróficos e hipervigilância corporal, podemos usar exposição interoceptiva de forma planejada para que você aprenda a experimentar aceleração cardíaca e outras sensações sem interpretá-las automaticamente como ameaça. Como você corre 4 a 5 vezes por semana, existe também uma oportunidade importante de diferenciar “coração acelerado” de “coração em perigo”. O tratamento psicológico ajuda justamente a desfazer essa associação. Se houver desmaio, dor forte no peito, falta de ar intensa, fraqueza importante, palpitação claramente irregular ou uma taquicardia muito prolongada que não melhora, procure atendimento médico de urgência. Então eu faria duas coisas em paralelo: comunicaria esse episódio ao cardiologista e trabalharia em psicoterapia o medo que transforma cada aceleração do coração em uma possível catástrofe.
Todo o conteúdo, em particular perguntas e respostas, é de caráter informativo e em nenhum caso pode substituir um diagnóstico médico.





















