Boa noite! Tive covid à 26 dias tomei azitromicina, dexametasona e alektos receitado pela médica.
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Boa noite!
Tive covid à 26 dias tomei azitromicina, dexametasona e alektos receitado pela médica.
Tive sintomas com 9 dias, amargor na boca, inchaço no céu da boca e liquido no nariz, tomei a medicação e fiquei bem.
Mais depois de 14 dias começou um inchaço na axilas direta, pode ser sequelas da covid?
Obrigada!
Tive covid à 26 dias tomei azitromicina, dexametasona e alektos receitado pela médica.
Tive sintomas com 9 dias, amargor na boca, inchaço no céu da boca e liquido no nariz, tomei a medicação e fiquei bem.
Mais depois de 14 dias começou um inchaço na axilas direta, pode ser sequelas da covid?
Obrigada!
Boa noite!
É necessário uma avaliação desse inchaço nas axilas pra saber se pode ou não ser do COVID. Aparentemente não deve ser, mas uma avaliação é necessária.
É necessário uma avaliação desse inchaço nas axilas pra saber se pode ou não ser do COVID. Aparentemente não deve ser, mas uma avaliação é necessária.
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Olá, espero que esteja tudo bem por aí.
O inchaço nas axilas após a COVID pode ser uma reação do sistema imunológico e, em alguns casos, uma sequela da infecção. É importante acompanhar e investigar se houver aumento, dor intensa ou outros sintomas associados.
Se necessário, estou disponível para teleconsulta para avaliar o inchaço, orientar exames e definir o melhor acompanhamento.
Atenciosamente.
O inchaço nas axilas após a COVID pode ser uma reação do sistema imunológico e, em alguns casos, uma sequela da infecção. É importante acompanhar e investigar se houver aumento, dor intensa ou outros sintomas associados.
Se necessário, estou disponível para teleconsulta para avaliar o inchaço, orientar exames e definir o melhor acompanhamento.
Atenciosamente.
Boa tarde! O inchaço na axila após a COVID pode ter algumas explicações possíveis. Vou destacar as principais e o caminho da investigação.
Causas mais prováveis:
1) LINFONODOMEGALIA REATIVA pós-viral — após a COVID-19 (e também após VACINA, se você tomou nas últimas semanas no braço do mesmo lado), os linfonodos da axila podem aumentar temporariamente como parte da resposta imune. Em geral somem em 4-6 semanas. É a explicação mais comum.
2) HIDRADENITE/foliculite — infecção das glândulas sudoríparas/folículos pilosos da axila; vermelhidão, dor, calor local.
3) Reação inflamatória/abscesso (mais raro, mas precisa avaliar).
4) Por linfadenite específica (ex: gato, tuberculose, doenças autoimunes).
5) Causas menos comuns mas importantes de descartar: doenças linfoproliferativas (linfomas) — quando o linfonodo é grande, duro, indolor, persistente.
Sobre a medicação que você usou:
• Azitromicina e dexametasona são frequentemente prescritas em COVID, embora ambas tenham indicações específicas. Dexametasona em quadros leves não é o ideal — mas já passou.
• "Alektos" é uma combinação de paracetamol+pseudoefedrina+clorfeniramina, sintomática.
• Nenhuma dessas medicações é causa típica de linfonodomegalia axilar isolada.
Sinais que apontam para causa benigna e auto-limitada (pode esperar 4 semanas com observação):
• Linfonodo móvel, fibroelástico, doloroso ou sensível.
• <2 cm.
• Sem outros sintomas sistêmicos.
• Pele íntegra sobre o nódulo.
• Aparecimento próximo de uma infecção viral ou vacina recente.
Sinais que pedem AVALIAÇÃO MÉDICA com EXAMES (logo):
• Linfonodo duro, fixo (não desliza ao toque).
• >2 cm e crescente.
• Acompanhado de febre persistente, sudorese noturna, perda de peso inexplicada.
• Vários linfonodos em várias regiões.
• Dor que piora ou pele avermelhada/com pus.
Procure pronto-socorro IMEDIATAMENTE se aparecer:
• Falta de ar nova, dor torácica.
• Vermelhidão e calor importante sobre o nódulo (sinal de abscesso).
• Febre alta.
Exames habituais para investigar:
• Ultrassonografia da axila (caracteriza o linfonodo — tamanho, hilo, vascularização).
• Hemograma, PCR, VHS, função renal/hepática, sorologias se indicado.
• Em casos selecionados, punção aspirativa ou biópsia.
Fontes: SBPC/ML — Diagnóstico laboratorial em linfadenites; UpToDate "Evaluation of peripheral lymphadenopathy in adults"; CDC — COVID-19 vaccines and lymphadenopathy; AMA — Post-acute sequelae of COVID-19.
Posso te avaliar em teleconsulta — examinar histórico, solicitar a ultrassonografia da axila, hemograma e exames complementares para diferenciar entre causa benigna pós-viral e algo que precise de investigação mais profunda. Agende pelo meu perfil aqui na Doctoralia, atendo 24h em todo o Brasil. — Dr. Jonas Spezia, CRM-RS 52340.
Causas mais prováveis:
1) LINFONODOMEGALIA REATIVA pós-viral — após a COVID-19 (e também após VACINA, se você tomou nas últimas semanas no braço do mesmo lado), os linfonodos da axila podem aumentar temporariamente como parte da resposta imune. Em geral somem em 4-6 semanas. É a explicação mais comum.
2) HIDRADENITE/foliculite — infecção das glândulas sudoríparas/folículos pilosos da axila; vermelhidão, dor, calor local.
3) Reação inflamatória/abscesso (mais raro, mas precisa avaliar).
4) Por linfadenite específica (ex: gato, tuberculose, doenças autoimunes).
5) Causas menos comuns mas importantes de descartar: doenças linfoproliferativas (linfomas) — quando o linfonodo é grande, duro, indolor, persistente.
Sobre a medicação que você usou:
• Azitromicina e dexametasona são frequentemente prescritas em COVID, embora ambas tenham indicações específicas. Dexametasona em quadros leves não é o ideal — mas já passou.
• "Alektos" é uma combinação de paracetamol+pseudoefedrina+clorfeniramina, sintomática.
• Nenhuma dessas medicações é causa típica de linfonodomegalia axilar isolada.
Sinais que apontam para causa benigna e auto-limitada (pode esperar 4 semanas com observação):
• Linfonodo móvel, fibroelástico, doloroso ou sensível.
• <2 cm.
• Sem outros sintomas sistêmicos.
• Pele íntegra sobre o nódulo.
• Aparecimento próximo de uma infecção viral ou vacina recente.
Sinais que pedem AVALIAÇÃO MÉDICA com EXAMES (logo):
• Linfonodo duro, fixo (não desliza ao toque).
• >2 cm e crescente.
• Acompanhado de febre persistente, sudorese noturna, perda de peso inexplicada.
• Vários linfonodos em várias regiões.
• Dor que piora ou pele avermelhada/com pus.
Procure pronto-socorro IMEDIATAMENTE se aparecer:
• Falta de ar nova, dor torácica.
• Vermelhidão e calor importante sobre o nódulo (sinal de abscesso).
• Febre alta.
Exames habituais para investigar:
• Ultrassonografia da axila (caracteriza o linfonodo — tamanho, hilo, vascularização).
• Hemograma, PCR, VHS, função renal/hepática, sorologias se indicado.
• Em casos selecionados, punção aspirativa ou biópsia.
Fontes: SBPC/ML — Diagnóstico laboratorial em linfadenites; UpToDate "Evaluation of peripheral lymphadenopathy in adults"; CDC — COVID-19 vaccines and lymphadenopathy; AMA — Post-acute sequelae of COVID-19.
Posso te avaliar em teleconsulta — examinar histórico, solicitar a ultrassonografia da axila, hemograma e exames complementares para diferenciar entre causa benigna pós-viral e algo que precise de investigação mais profunda. Agende pelo meu perfil aqui na Doctoralia, atendo 24h em todo o Brasil. — Dr. Jonas Spezia, CRM-RS 52340.
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