Comecei a tomar Desvenlafaxina 100mg a um mês e meus sintomas de ansiedade generalizada amenizaram,

19 respostas
Comecei a tomar Desvenlafaxina 100mg a um mês e meus sintomas de ansiedade generalizada amenizaram, mas surgiram sintomas de depressão. Será que é o medicamento ou tenho um quadro depressivo?
 Patrícia Vieira Araujo
Psicólogo
São Paulo
Além da medicação você precisa fazer acompanhamento psicológico, as informações sobre os sintomas são avaliadas em terapia.

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Boa sorte
Ansiedade e depressão podem ter sintomas confundidos, apesar de serem distúrbios bem diferentes um do outro. Uma pessoa com ansiedade sofre o medo em si”. Por isso o mecanismo de luta e fuga do cérebro são acionados. Existe alguns sinais que de a emoção está se excedendo os limites considerados “normais” que ajudam a esclarecer o diagnóstico, quando o indivíduo perde a capacidade de comandar suas próprias atitudes, perda de interesse em manter relacionamentos ou até mesmo de sair de casa., o que pode vir a ocorrer com uma pessoa depressiva. Pode sofrer de
distúrbio de ansiedade e depressão. Quanto a medicação sugiro que fale com seu psiquiatra e , posteriormente busque acompanhamento psicológico com um profissional que atue na abordagem cognitivo comportamental. ABS
Antes de qqr medicação, que deve SEMPRE ser prescrita por um médico psiquiatra, te pergunto: vc faz algum acompanhamento com um psicólogo? A medicação só ajudará com os sintomas, sem tratar a raiz do problema. Procure um psicólogo e em dobradinha com o psiquiatra poderão te ajudar muito. Espero ter te ajudado.
 Jamile Peixoto Pereira
Psicólogo, Sexólogo
Porto Alegre
Ansiedade e depressão podem ocorrer de modo alternado, o humor deprimido não necessariamente está relacionado ao uso de medicação ansiolítica! Para avaliar melhor essas oscilações seria importante um acompanhamento em psicoterapia para identificar os gatilhos que acionam tanto a ansiedade quanto a depressão! Busque ajuda de um terapeuta!
 Eduardo Coutinho Lopes
Psicólogo, Psicanalista
Rio de Janeiro
Todo medicamento psiquiatrico deveria ser acompanhado de algum tipo de terapia, os sintomas depreasivos podem sim ter relaçâo com a medicação ( fale com seu psiquiatra). Ansiedade e depressão muitas vezes eatão relacionadas.
 Taciane Motta Marconato
Psicólogo, Psicanalista
São José do Rio Preto
Bom dia!

Toda flutuação de humor que acontece em mudanças de medição ou ao longo do tratamento com psicofármacos deve ser relatada ao seu/sua psiquiatra.

Sugiro que entre em contato com ele/ela e relate como tem se sentido. Isso fará com que seja possível avaliar se haverá necessidade de mudança de medicação, de dosagem ou se apenas é uma reação temporária.

Sucesso no tratamento e um abraço!
 Matheus Rotta
Psicólogo, Terapeuta complementar
São Paulo
O que você tem é um acúmulo de experiências e temas emocionais mal elaborados que mantém sua mente em estado de desequilíbrio, independente da nomenclatura. O medicamento causa uma alienação da mente em relação às reais causas da ansiedade/depressão (que são duas faces da mesma moeda). Para ajustar seu sistema psíquico são necessárias outras ferramentas, como acupuntura, fitoterapia ou homeopatia e psicoterapia para elaboração das experiências mal resolvidas.
Dra. Valeria Abatemarco
Psicólogo, Psicanalista
São Paulo
Acredito que seja muito eficiente que além da medicação procure uma psicoterapia. A depressão pode estar proveniente não tanto da medicação mas de não saber como reorganizar-se. A terapia é fundamental bum processo de ansiedade e depressão . Os remédios só cuidam de sintomas!
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Dra. Patricia De Lucia Nadruz
Psicólogo, Terapeuta complementar
São Paulo
Você faz Psicoterapia? Você não disse. Acho dificil que seja a medicação, posto que você está tomando um antidepressivo que é bom para a ansiedade também, talvez tenha uma depressão ansiosa. Bom, se ainda não faz terapia vou chover no molhado aqui. Tratamento padrão ouro com evidencias científicas para ansiedade e depressão é medicamento e Terapia Cognitivo Comportamental. Mas medicação associada a qualquer tipo de terapia é mais eficaz. Foi comprovado que a Psicoterapia muda as conecções neuronais e interfere na química cerebral. Faço a seguinte analogia. Se você quer perder peso e faz só dieta, até emagrece, mas perde massa magra e fica flacido. Se fizer só exercicio e continuar comendo muito nao perde peso, no máximo mantém. Você esta fazendo isso. Só fazendo ginastica mas não para de comer. A medicação age na química cerebral nos neurotransmissores, mas se você continuar vendo o mundo sobre o mesmo angulo a quimica cerebral tende a desequilibrar. A eficacia somente da psicoterapia a longo prazo tem se mostrado em alguns estudos mais efetiva que a medicação. Abraço e boa sorte.
Olá, é recomendável relatar ao seu médico os novos sintomas. Porém vale reforçar que este tipo de tratamento deve ser acompanhado também por um psicólogo, afim de investigar possíveis causas da ansiedade e depressão. Cuide da sua saúde mental, assim terá melhor qualidade de vida.
Dr. Luiz Paulo Wigderowitz
Psicólogo
Rio de Janeiro
Olá, o mais seguro é voce manter sempre contato com o seu médico, cada organismo reage de uma forma diferente tanto quanto ao medicamento, quanto à dosagem. Mas o mais importante, é que voce não deixa de procurar uma ajuda psicológica, porque a ansiedade é apenas um sintoma e somente quando vamos trabalhar nas causas é que conseguimos eliminar os problemas. Fique bem. Abraço
 Raquel Schmidt Ferraz
Psicólogo, Psicanalista
Santo André, SP
Olá, além do tratamento medicamentoso, é importante fazer uma avaliação com um psicólogo. Falar o que você está sentindo pode ajudá-lo a encontrar a causa dos seus sintomas. A medicação alivia a ansiedade, porém para chegar na origem é só durante o processo de análise.Abraços.
 Clayton Senhoreli
Psicólogo
São Paulo
Olá. Necessário além da medicação e acompanhamento regular com o profissional da Psiquiatria, que você inicie um processo psicoterápico. Com a terapia você irá adquirir maior consciência das causas dos seus sintomas. Abç.
 Joel Lerner Amato
Psicólogo
São Paulo
Olá! É preciso cautela na hora de interpretarmos se algo é um sintoma depressivo, ou uma variação comum do nosso emocional (que, até certo ponto, também pode ser trabalhada). Acredito que seria importante verificar com seu psiquiatra se o que você está chamando de sintomas depressivos possam ter alguma relação com a medicação que você está tomando. Além disso, de preferência junto a um psicólogo, seria estratégico refletir e buscar compreender esses sintomas depressivos, e se há ou não relação deles com a ansiedade que estava ocorrendo. Os nossos sofrimentos podem nos desgastar ás vezes, frustrar, nos deixar "psicologicamente cansados", o que pode, em alguns casos, ser um dos fatores que contribui com o surgimento da depressão. Fico a disposição se quiser conversar mais a respeito. Abs.
Dra. Andressa Dorothea
Psicólogo, Psicanalista
São Caetano do Sul
Consulte um psicólogo para entender com maior profundidade seus sintomas ansiosos e depressivos. Isso faz parte da sua história e merece ser tratado.
Dra. Daniele De Faria Gaspar
Psiquiatra, Médico de família
Praia Grande
Olá! A desvenlafaxina é um antidepressivo que costuma ajudar bastante nos quadros de ansiedade generalizada, mas em alguns casos, após a melhora da ansiedade, os sintomas depressivos começam a ficar mais evidentes. Isso pode acontecer porque, no início, a ansiedade intensa encobria sinais de depressão, como desânimo, falta de prazer nas atividades e apatia emocional.

Outra possibilidade é que a dose ou o perfil do medicamento esteja controlando melhor a ansiedade do que a parte depressiva do quadro, o que não é incomum. Cada organismo responde de forma diferente, e às vezes é necessário ajustar o tratamento — seja na dose, na escolha do antidepressivo ou na associação com psicoterapia.

Se você está notando perda de interesse, tristeza frequente, cansaço extremo ou sensação de vazio, recomendo que retorne ao psiquiatra para uma reavaliação. Esses sintomas não devem ser ignorados, e o ajuste certo pode fazer toda a diferença.

Estou à disposição caso precise de orientação profissional. Você não precisa enfrentar isso sozinha.
Dra. Fernanda Souza de Abreu Júdice
Psiquiatra, Médico perito, Médico clínico geral
Rio de Janeiro
É possível que os sintomas de depressão que você está sentindo após começar a desvenlafaxina estejam relacionados ao próprio quadro de ansiedade, ao medicamento ou à combinação dos dois. A desvenlafaxina é um antidepressivo que também atua na ansiedade, e em muitas pessoas ajuda a melhorar os sintomas. Porém, nos primeiros meses de tratamento, algumas pessoas podem apresentar alterações no humor, incluindo piora temporária da depressão ou surgimento de sintomas novos.

Outra possibilidade é que, como a ansiedade e a depressão frequentemente andam juntas, o que você está experimentando pode ser parte do quadro depressivo que ainda não estava tão evidente ou que está se manifestando agora.

É fundamental conversar com seu médico para avaliar esses sintomas, entender se são transitórios, relacionados ao medicamento ou indicam a necessidade de ajustar o tratamento. Nunca interrompa o uso sem orientação, pois isso pode piorar o quadro.

Se quiser, posso ajudar a esclarecer melhor essa situação e apoiar seu acompanhamento para que você se sinta segura e amparada. Estou à disposição.

Esse conteúdo é apenas informativo e não substitui uma consulta médica individualizada.
Dra. Camila Cirino Pereira
Neurologista, Médico do sono, Psiquiatra
São Paulo
A desvenlafaxina é um antidepressivo da classe dos inibidores da recaptação de serotonina e noradrenalina (ISRSN), indicado para tratar tanto a depressão quanto o transtorno de ansiedade generalizada. Quando há melhora da ansiedade, mas surgimento de sintomas depressivos, algumas hipóteses devem ser consideradas. A primeira é que o medicamento ainda está em fase de estabilização: a desvenlafaxina costuma atingir efeito completo entre 6 e 8 semanas, e nesse período podem ocorrer oscilações emocionais transitórias, como apatia, tristeza ou falta de motivação. Outra possibilidade é que o quadro depressivo já existisse de forma mais discreta e tenha se tornado mais evidente à medida que a ansiedade diminuiu — um fenômeno relativamente comum, pois a ansiedade muitas vezes “mascara” sintomas depressivos. Também é importante considerar fatores externos, como estresse, sobrecarga emocional, sono irregular ou uso de outras substâncias que possam interferir no equilíbrio neuroquímico. Em alguns casos, a dose de 100 mg pode ser alta para pessoas mais sensíveis à noradrenalina, o que pode gerar certa oscilação de humor. Por isso, é essencial não ajustar a dose por conta própria e retornar ao médico para uma reavaliação. O tratamento ideal envolve acompanhamento próximo nas primeiras semanas e, se necessário, associação com psicoterapia cognitivo-comportamental, que potencializa os efeitos positivos do medicamento e ajuda na reorganização emocional. Reforço que esta resposta tem caráter informativo e não substitui uma consulta médica individual. O acompanhamento com seu neurologista é essencial para confirmar o diagnóstico e garantir segurança no uso. Coloco-me à disposição para ajudar e orientar, com consultas presenciais e atendimento online em todo o Brasil, com foco em neurologia clínica, ansiedade, depressão e regulação neurofuncional, sempre com uma abordagem técnica, empática e humanizada. Dra. Camila Cirino Pereira - Neurologista | Especialista em TDAH | Especialista em Medicina do Sono | Especialista em Saúde Mental CRM CE 12028 | RQE Nº 11695 | RQE Nº 11728

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