Como a avaliação das funções executivas pode auxiliar no manejo do Transtorno de Personalidade Borde

Como a avaliação das funções executivas pode auxiliar no manejo do Transtorno de Personalidade Borderline (TPB)?

4 respostas


A avaliação das funções executivas no Transtorno de Personalidade Borderline permite identificar dificuldades em controle inibitório, planejamento, flexibilidade cognitiva e tomada de decisão, oferecendo um entendimento mais preciso de como a impulsividade e a instabilidade se manifestam no cotidiano e orientando estratégias de manejo mais ajustadas; sob uma perspectiva psicanalítica, esses achados ajudam a compreender como o sujeito tenta lidar com a angústia e os conflitos internos, muitas vezes recorrendo ao ato em vez da elaboração, e esse mapeamento pode sustentar um trabalho clínico mais direcionado à simbolização e à construção de limites psíquicos, algo que pode ser aprofundado em acompanhamento terapêutico.

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Olá, é um prazer te ter aqui para tirar suas dúvidas. A avaliação das funções executivas identifica dificuldades em controle inibitório, flexibilidade cognitiva, planejamento e tomada de decisão. Esses achados ajudam a compreender impulsividade, instabilidade emocional e padrões relacionais. Com isso, o manejo clínico pode focar em estratégias de regulação emocional, organização comportamental e redução de respostas impulsivas. Atenciosamente, Psicólogo Fernando Segundo @psifernandosegundo fernandosegundo.com Atendimento presencial e online para todo o Brasil e para Vitória‑ES Abraços


Identificando déficits específicos e cognitivos no TPB, ajuda no manejo clínico, modulando o controle inibitório, a resposta à impulsividade. Talvez ao invés de trabalhar o autocontrole, pode-se trabalhar estratégias para modificação ambiental ou estratégias de barreiras como fator protetivo. Então estratégias usadas como usar cartões de enfrentamento imediato, alarmes, avisos claros no celular, passo a passo de orientações claras sobre rotinas, ou até mesmo uma boa rede de apoio, também podem contribuir significativamente para melhora do quadro, ou do paciente na crise grave.

Christiane Lacerda

Christiane Lacerda

Psicólogo

Belo Horizonte

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A avaliação das funções executivas ajuda a identificar dificuldades em controle de impulsos, tomada de decisão, planejamento e regulação emocional presentes no TPB. Essas informações orientam o tratamento, permitindo desenvolver estratégias para melhorar o autocontrole, manejo das emoções, resolução de problemas e adaptação dos comportamentos do paciente.

Todo o conteúdo, em particular perguntas e respostas, é de caráter informativo e em nenhum caso pode substituir um diagnóstico médico.