Como a baixa autoestima se desenvolve em mulheres autistas?
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Como a baixa autoestima se desenvolve em mulheres autistas?
Toda mulher autista ou não que se negligência física, mental e emocionalmente, se critica demais, sendo muito exigente consigo mesmo, vive se comparando com outras mulheres nas redes sociais. tem habito de evitar situações com medo de ser julgada ou quando duvida da sua capacidade te tomar decisões e tende a ter uma postura de vitima perante o mundo e ou os outros consequentemente essa mulher irá desenvolver uma auto estima baixa.
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A baixa autoestima em mulheres autistas geralmente se desenvolve a partir de um processo cumulativo de experiências de não reconhecimento e de tentativas constantes de adaptação ao ambiente social. Muitas meninas autistas passam despercebidas na infância, pois aprendem a mascarar seus comportamentos e dificuldades — o chamado masking. Esse esforço de “parecer neurotípica” pode gerar exaustão emocional e a sensação de inadequação, levando à formação de uma autoimagem frágil e marcada pela culpa ou pela autocrítica.
Do ponto de vista da neuropsicologia, o esforço constante de controle social e sensorial exige alto gasto cognitivo e impede o desenvolvimento espontâneo de estratégias de autoconfiança e autoeficácia. Já sob a ótica psicanalítica, a baixa autoestima pode ser entendida como um resultado da falta de espelhamento simbólico: a mulher autista, muitas vezes, não se vê representada no olhar do outro, o que prejudica a constituição de um sentimento de valor próprio.
O acolhimento terapêutico, quando sensível às especificidades do espectro autista feminino, é essencial para que essas mulheres possam reconstruir a relação com o próprio desejo, validando seus modos singulares de existir e perceber o mundo.
Espero ter ajudado, fico à disposição.
A baixa autoestima em mulheres autistas geralmente se desenvolve a partir de um processo cumulativo de experiências de não reconhecimento e de tentativas constantes de adaptação ao ambiente social. Muitas meninas autistas passam despercebidas na infância, pois aprendem a mascarar seus comportamentos e dificuldades — o chamado masking. Esse esforço de “parecer neurotípica” pode gerar exaustão emocional e a sensação de inadequação, levando à formação de uma autoimagem frágil e marcada pela culpa ou pela autocrítica.
Do ponto de vista da neuropsicologia, o esforço constante de controle social e sensorial exige alto gasto cognitivo e impede o desenvolvimento espontâneo de estratégias de autoconfiança e autoeficácia. Já sob a ótica psicanalítica, a baixa autoestima pode ser entendida como um resultado da falta de espelhamento simbólico: a mulher autista, muitas vezes, não se vê representada no olhar do outro, o que prejudica a constituição de um sentimento de valor próprio.
O acolhimento terapêutico, quando sensível às especificidades do espectro autista feminino, é essencial para que essas mulheres possam reconstruir a relação com o próprio desejo, validando seus modos singulares de existir e perceber o mundo.
Espero ter ajudado, fico à disposição.
A baixa autoestima em mulheres com Transtorno do Espectro Autista pode se desenvolver porque, desde cedo, elas precisam mascarar comportamentos, esforçar-se para parecer neurotípicas e lidar com críticas sobre sensibilidade, comunicação ou jeito de ser. Esse desgaste constante, somado a dificuldades sociais não reconhecidas, pode gerar sensação de inadequação e comparação negativa com outras pessoas. A psicoterapia ajuda a reconstruir a autoestima, validando o funcionamento autista e fortalecendo a autenticidade e a autoconfiança.
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