Como a Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) formula o pertencimento social no Transtorno de Person
Como a Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) formula o pertencimento social no Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) ?
3 respostas
Sob uma formulação cognitiva sobre o funcionamento borderline, o pertencimento social tende a ser entendido como uma experiência profundamente atravessada por crenças centrais de abandono, desvalor e rejeição, que organizam a forma como o sujeito percebe e interpreta os vínculos, levando a uma hipersensibilidade a sinais de exclusão e a leituras rápidas de ameaça nas relações. Esses padrões cognitivos se articulam a estados emocionais intensos, que podem gerar movimentos de aproximação desesperada ou afastamento defensivo, mantendo ciclos relacionais instáveis que reforçam a própria sensação de não pertencimento. Em uma leitura psicanalítica, esse sofrimento pode ser compreendido como expressão de falhas na consolidação interna de uma experiência estável de ser com o outro, marcada por angústias de abandono e por formas primitivas de defesa diante da incerteza afetiva. Nesse contexto, o trabalho psicoterapêutico pode sustentar um espaço de elaboração dessas vivências, favorecendo a construção gradual de uma experiência mais contínua e menos ameaçada de pertencimento nas relações.
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Olá, é um prazer te ter aqui para tirar suas dúvidas. A TCC entende o pertencimento social como resultado de crenças centrais, habilidades de regulação emocional e padrões de interpretação social. No TPB, crenças de rejeição, medo de abandono e leitura distorcida de intenções dificultam vínculos. A terapia trabalha reestruturação cognitiva, habilidades sociais e exposição gradual a relações seguras. Atenciosamente, Psicólogo Fernando Segundo @psifernandosegundo fernandosegundo.com Atendimento presencial e online para todo o Brasil e para Vitória‑ES Abraços
Na Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) e na Terapia do Esquema, o pertencimento social no Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) é caracterizado por esquemas de abandono e desamor . O sujeito vivencia os vínculos sob a ótica da rejeição, resultando em uma hipersensibilidade que oscila entre o pavor da exclusão e o apego excessivo.
Todo o conteúdo, em particular perguntas e respostas, é de caráter informativo e em nenhum caso pode substituir um diagnóstico médico.
