Como faço se não vende mais lorax e eu não me acústico com frontal?

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Como faço se não vende mais lorax e eu não me acústico com frontal?
boa noite!
O lorazepam,que é o genérico,está sendo vendido ainda.

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Dr. Mateus Abreu
Psiquiatra
Belo Horizonte
Existem outras opções de benzodiazepinicos, como bromazepam, flunitrazepam, clonazepam e flurazepam. Para entender qual pode substituir o lorazepam é necessário entender por qual motivo vc faz uso. Além disso, ainda é encontrado o lorazepam genérico.
Olá, como vai você? Acredito que essa seja uma questão importante para você, mas é preciso avaliar de modo mais detalhado em consulta para que seja possível compreender melhor do que pode se tratar e assim pensar no tratamento mais adequado. Não é possível indicar ou contraindicar medicamentos sem um atendimento. Fico à disposição.
Dra. Fernanda Souza de Abreu Júdice
Psiquiatra, Médico perito, Médico clínico geral
Rio de Janeiro
Essa situação é mais comum do que parece. Quando uma pessoa usa o Lorax (lorazepam) por muito tempo, o corpo se acostuma com o perfil dele — o tempo de ação, a forma como “entra” e “sai” do organismo, o efeito calmante específico — e trocar por outro benzodiazepínico, como o Frontal (alprazolam), pode sim causar um desconforto enorme, mesmo que tecnicamente sejam da mesma classe.

O Frontal é mais “rápido e agudo”, enquanto o Lorax tem um efeito mais suave e prolongado. Por isso, a sensação de “não me adapto” não é frescura — é real, e o cérebro percebe.

O que pode ser feito: em vez de forçar a adaptação ao Frontal, existem outras estratégias que seu médico pode considerar. Como o Diazepam (Valium), que tem ação mais próxima ao lorazepam, ou até fazer uma retirada gradual com suporte de outras medicações ansiolíticas não-benzodiazepínicas, como pregabalina ou antidepressivos que controlam bem a ansiedade.

Você não precisa aceitar se sentir mal com uma troca que não funciona pra você. E também não precisa voltar a sofrer com a ansiedade de antes. Existe sim um caminho seguro e individualizado pra retomar o equilíbrio, sem se sentir refém de uma medicação específica.

Esse conteúdo é apenas informativo e não substitui uma avaliação médica. Posso te ajudar com a psiquiatria e fico à disposição.
Dra. Camila Cirino Pereira
Neurologista, Médico do sono, Psiquiatra
São Paulo
O Lorax (lorazepam) e o Frontal (alprazolam) pertencem à mesma classe de medicamentos — os benzodiazepínicos —, mas têm diferenças importantes no tempo de ação e nos efeitos. O Lorax costuma ter um perfil mais equilibrado, com efeito mais suave e duração intermediária, enquanto o Frontal age mais rápido e pode causar maior sedação, irritabilidade ou sonolência de rebote em algumas pessoas. Se você não se adaptou ao Frontal e não encontra o Lorax, existem outras opções da mesma classe, como Bromazepam, Clonazepam (Rivotril) ou Diazepam, que o médico pode avaliar conforme o seu caso. Também é possível substituir gradualmente o benzodiazepínico por um antidepressivo ansiolítico (como Sertralina, Escitalopram ou Venlafaxina) e associar psicoterapia cognitivo-comportamental (TCC), que ajuda a reduzir a dependência do uso contínuo de calmantes. Evite trocar ou suspender por conta própria, pois isso pode causar efeitos de abstinência e piora da ansiedade. Reforço que esta resposta tem caráter informativo e não substitui uma consulta médica individual. O acompanhamento com seu neurologista é essencial para confirmar o diagnóstico e garantir segurança no uso. Coloco-me à disposição para ajudar e orientar, com consultas presenciais e atendimento online em todo o Brasil, com foco em neurologia clínica, regulação emocional e medicina do sono, sempre com uma abordagem técnica, empática e humanizada. Dra. Camila Cirino Pereira – Neurologista | Especialista em TDAH | Especialista em Medicina do Sono | Especialista em Saúde Mental CRM CE 12028 | RQE Nº 11695 | RQE Nº 11728

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