Como o Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) afeta a autoimagem e autoestima do paciente?
Como o Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) afeta a autoimagem e autoestima do paciente?
4 respostas
Olá, tudo bem? A autoestima no TPB não é só baixa ela é dependente, instável e vulnerável ao ambiente. Com o olhar da terapia do esquema, compreende-se este indivíduo que em maioria das vezes tem os esquemas ativados de Abandono, Defectividade/vergonha, Privação emocional, Instabilidade do self Não é “eu me acho ruim”. É mais: “eu nem sei quem eu sou e isso muda o tempo todo.”
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Oii, tudo bem? Como você está? Obrigada pela sua pergunta, o que eu puder ajudar, estou por aqui. O Transtorno de Personalidade Borderline pode afetar a autoimagem e a autoestima, principalmente pela instabilidade na forma como a pessoa se percebe. Isso pode se manifestar como dúvidas sobre quem se é, mudanças frequentes na autoimagem e oscilações na autoestima, indo de percepções mais positivas para mais negativas em pouco tempo. Muitas vezes, essa percepção também pode ser influenciada pelas relações e pelas experiências emocionais vividas. Cada pessoa vivencia isso de forma singular, mas, com acompanhamento psicológico, é possível fortalecer a construção de si, favorecendo uma autoestima mais estável e integrada ao longo do tempo.
O Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) frequentemente afeta a autoimagem e a autoestima, gerando sentimentos instáveis sobre si mesmo, autocrítica intensa e dificuldade em perceber seu próprio valor de forma consistente. Essa oscilação pode levar a comportamentos impulsivos, insegurança nas relações e sensações de vazio emocional. A psicoterapia auxilia na construção de uma autoimagem mais estável e na melhoria da autoestima ao trabalhar a regulação emocional e estratégias de autocompaixão. Para orientação ou acompanhamento, estou disponível na agenda do Doctoralia ou pelo WhatsApp.
Olá, é um prazer te ter aqui para tirar suas dúvidas. O TPB causa instabilidade na forma como o paciente se vê. Ele pode alternar entre sentir-se “bom demais” e “horrível demais”, dependendo da emoção do momento. A autoestima fica vulnerável, oscilando conforme relações, frustrações e validação externa. A terapia ajuda a construir uma identidade mais sólida, baseada em valores e autocompaixão, reduzindo extremos e fortalecendo segurança interna. Atenciosamente, Fernando Segundo Psicólogo e Neuropsicólogo fernandosegundo.com Abraços
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