Como psicólogos e psiquiatras podem abordar comportamentos autolesivos em pacientes com Transtorno d

3 respostas
Como psicólogos e psiquiatras podem abordar comportamentos autolesivos em pacientes com Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) ?
Olá, é um prazer te ter aqui para tirar suas dúvidas.

Psicólogos e psiquiatras atuam com acolhimento, segurança e compreensão das funções emocionais do comportamento. Trabalham identificação de gatilhos, desenvolvimento de alternativas seguras e regulação emocional. O psiquiatra pode intervir com medicação para reduzir impulsividade e sofrimento intenso. O foco é reduzir risco, fortalecer habilidades e construir estratégias de enfrentamento que substituam a autolesão. É fundamental manter postura não punitiva e validar o sofrimento sem validar o comportamento.

Atenciosamente,
Psicólogo Fernando Segundo
@psifernandosegundo
fernandosegundo.com
Atendimento presencial e online para todo o Brasil e para Vitória‑ES
Abraços

Tire todas as dúvidas durante a consulta online

Se precisar de aconselhamento de um especialista, marque uma consulta online. Você terá todas as respostas sem sair de casa.

Mostrar especialistas Como funciona?
A abordagem dos comportamentos autolesivos no TPB exige uma postura clínica firme, mas não punitiva, compreendendo o ato como uma forma de comunicação do sofrimento psíquico quando a simbolização falha. Psicólogos e psiquiatras devem atuar de modo integrado, priorizando a avaliação de risco, a construção de um enquadre seguro e a oferta de alternativas de regulação emocional, sem reduzir o sujeito ao comportamento. No campo psicoterápico, é essencial trabalhar a função do autoferimento na economia psíquica do paciente, frequentemente ligada a alívio de tensão, autopunição ou tentativa de lidar com angústias de abandono, enquanto se fortalecem recursos de mentalização e tolerância ao afeto. Já a psiquiatria pode contribuir com manejo medicamentoso quando necessário, especialmente para impulsividade e sintomas associados, sempre como suporte e não substituição do trabalho psíquico.
No Transtorno de Personalidade Borderline, psicólogos e psiquiatras abordam autolesão com:

Avaliação de risco suicida e segurança imediata
Intervenções de regulação emocional e tolerância ao estresse (ex.: TCC/DBT)
Plano de crise e estratégias de prevenção
Trabalho com gatilhos interpessoais e padrões de apego
Medicação quando há comorbidades (depressão, ansiedade)
Fortalecimento do vínculo terapêutico e suporte contínuo

Especialistas

Anna Paula Balduci Brasil Lage

Anna Paula Balduci Brasil Lage

Psicólogo

Rio de Janeiro

Renato Furigo

Renato Furigo

Psicólogo

São Paulo

Claudia Matias Santos

Claudia Matias Santos

Psicólogo

Rio de Janeiro

Tamires Pimentel Souza

Tamires Pimentel Souza

Psicólogo

São Leopoldo

Tainá Silva

Tainá Silva

Psicólogo

Florianópolis

Renata Camargo

Renata Camargo

Psicólogo

Camaquã

Perguntas relacionadas

Você quer enviar sua pergunta?

Nossos especialistas responderam a 5134 perguntas sobre Transtorno da personalidade borderline
  • A sua pergunta será publicada de forma anônima.
  • Faça uma pergunta de saúde clara, objetiva seja breve.
  • A pergunta será enviada para todos os especialistas que utilizam este site e não para um profissional de saúde específico.
  • Este serviço não substitui uma consulta com um profissional de saúde. Se tiver algum problema ou urgência, dirija-se ao seu médico/especialista ou provedor de saúde da sua região.
  • Não são permitidas perguntas sobre casos específicos, nem pedidos de segunda opinião.
  • Por uma questão de saúde, quantidades e doses de medicamentos não serão publicadas.

Este valor é muito curto. Deveria ter __LIMIT__ caracteres ou mais.


Escolha a especialidade dos profissionais que podem responder sua dúvida
Iremos utilizá-lo para o notificar sobre a resposta, que não será publicada online.

Seu caso é parecido? Esses profissionais podem te ajudar.

Todos os conteúdos publicados no doctoralia.com.br, principalmente perguntas e respostas na área da medicina, têm caráter meramente informativo e não devem ser, em nenhuma circunstância, considerados como substitutos de aconselhamento médico.