Criança de 4 anos c diagnóstico de espinha bífida pode usar minilax?

2 respostas
Criança de 4 anos c diagnóstico de espinha bífida pode usar minilax?
Dr. Gustavo Holanda
Neurologista pediátrico
Recife
Olá! Entendo que você esteja preocupado com o uso do laxante Minilax em uma criança de 4 anos com diagnóstico de espinha bífida.

A espinha bífida é uma condição que afeta o desenvolvimento da medula espinhal e pode levar a problemas de controle intestinal e vesical. Nesse sentido, é importante que qualquer medicação ou tratamento utilizado seja discutido com o médico que acompanha a criança.

Em relação ao uso do laxante Minilax, é importante que você consulte o médico antes de administrá-lo à criança. O médico poderá avaliar a condição de saúde da criança e determinar se o uso do laxante é seguro e apropriado para ela.

O uso de laxantes pode ser útil para ajudar a regularizar a função intestinal de crianças com espinha bífida, mas é importante que isso seja feito com supervisão médica adequada. Além disso, outras medidas como uma dieta adequada, exercícios físicos e terapia podem ser recomendadas para ajudar a melhorar o controle intestinal.

Espero ter ajudado a esclarecer suas dúvidas. Agende uma consulta com o médico para discutir o uso de laxantes e outras medidas que possam ajudar a melhorar a condição dela.
Te convidamos para uma consulta: Teleconsulta - R$ 800
Você pode reservar uma consulta através do site Doctoralia, clicando no botão agendar consulta.

Tire todas as dúvidas durante a consulta online

Se precisar de aconselhamento de um especialista, marque uma consulta online. Você terá todas as respostas sem sair de casa.

Mostrar especialistas Como funciona?
Dr. Jadson Fraga
Neurologista pediátrico, Pediatra
Petrolina
Criança de 4 anos com espinha bífida pode usar Minilax?

Pode, sim.
O Minilax (laxante retal osmótico) é frequentemente utilizado em crianças com espinha bífida, principalmente quando há:

intestino neurogênico

dificuldade para evacuar

constipação importante

Ele ajuda a estimular a evacuação localmente, sem ser absorvido pelo organismo.

Cuidados importantes (muito importantes nesse diagnóstico)

Usar apenas com orientação médica
Crianças com espinha bífida costumam precisar de um programa intestinal estruturado, e não apenas uso ocasional.

Evitar uso excessivo ou diário sem plano
O uso repetido e sem rotina pode:

causar dependência do estímulo retal

dificultar a organização do intestino a longo prazo

Observar desconforto
Algumas crianças podem apresentar:

cólica

desconforto anal

choro durante o uso

O que costuma ser recomendado nesses casos

Geralmente, o manejo ideal inclui:

rotina fixa de evacuação

dieta rica em fibras (quando possível)

hidratação adequada

às vezes laxantes orais

e, em alguns casos, uso programado de laxante retal como o Minilax

Tudo isso deve ser ajustado pelo neuropediatra, gastro pediátrico ou urologista que acompanha a criança.

Quando NÃO usar sem reavaliar

dor abdominal intensa

distensão abdominal importante

vômitos

sangramento anal

Perguntas relacionadas

Você quer enviar sua pergunta?

Nossos especialistas responderam a 379 perguntas sobre Minilax
  • A sua pergunta será publicada de forma anônima.
  • Faça uma pergunta de saúde clara, objetiva seja breve.
  • A pergunta será enviada para todos os especialistas que utilizam este site e não para um profissional de saúde específico.
  • Este serviço não substitui uma consulta com um profissional de saúde. Se tiver algum problema ou urgência, dirija-se ao seu médico/especialista ou provedor de saúde da sua região.
  • Não são permitidas perguntas sobre casos específicos, nem pedidos de segunda opinião.
  • Por uma questão de saúde, quantidades e doses de medicamentos não serão publicadas.

Este valor é muito curto. Deveria ter __LIMIT__ caracteres ou mais.


Escolha a especialidade dos profissionais que podem responder sua dúvida
Iremos utilizá-lo para o notificar sobre a resposta, que não será publicada online.
Todos os conteúdos publicados no doctoralia.com.br, principalmente perguntas e respostas na área da medicina, têm caráter meramente informativo e não devem ser, em nenhuma circunstância, considerados como substitutos de aconselhamento médico.