Dr. Gustavo Holanda

Neurologista pediátrico · Mais sobre as especializações

Número de registro: CRM PE 21131 RQE Nº: 2805 RQE Nº: 2804

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Experiência

Sou pediatra com especialização em neurologia pediátrica e foco no acompanhamento de pacientes na primeira infância. Tenho experiência em serviço público e consultório privado. Atualmente atendo exclusivamente por Telemedicina prestando assistência a pacientes no Brasil e a famílias brasileiras no exterior. Minhas áreas de expertise são transtornos do neurodesenvolvimento (autismo, TDAH, TOD, deficiência intelectual e outras condições), distúrbios de aprendizagem, epilepsias, paralisia cerebral, avaliação de bebês prematuros, infecções do sistema nervoso central (encefalites e meningites), síndromes neurológicas (Síndrome de Down, Angelman, Prader-Willi, Edwards, etc.), erros inatos do metabolismo e outras moléstias neurológicas da população infantil e adolescente.
Tenho o compromisso científico de dar o diagnóstico mais acurado àquelas famílias que me procuram e o compromisso ético-cristão de oferecer o melhor tratamento disponível aos pequenos pacientes.
Sou casado com Fernanda e pai do Gabriel e do Lucas, o que me permite compreender as dores e delícias de se ter e de se bem manter uma família e a dinâmica entre seus entes. Acho essa informação justa para os pacientes e familiares, me elevou profissional e pessoalmente. Ser marido e pai me fez repensar muitas das minhas condutas e julgamentos.
mais Sobre mim

Experiência em:

  • Neurologia infantil

Pacientes que trato

Crianças (Apenas em alguns endereços)

Formatos de consulta

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Destaques

Serviços e preços

  • Teleconsulta

    R$ 450 - R$ 500

  • Diagnóstico e tratamento de dislexia

    R$ 500

  • Tratamento da epilepsia

    R$ 450 - R$ 500

  • Transtorno do sono

    R$ 500

  • Transtorno de déficit de atenção e hiperatividade - TDAH

    R$ 450 - R$ 500

Artigos

Medicina canábica

A Medicina Canábica é uma área da Medicina que estuda o uso terapêutico da Cannabis, a qual possui substâncias com propriedades medicinais, como o canabidiol e o tetrahidrocanabinol. Essas substâncias podem ser utilizadas no tratamento de diversas condições médicas, como epilepsia, dor crônica, ansiedade e distúrbios do sono. Antes de prescrever medicamentos à base de cannabis, o médico realiza uma avaliação cuidadosa do histórico médico do paciente e dos sintomas apresentados. A dosagem é cuidadosamente monitorada para evitar efeitos colaterais e garantir a eficácia do tratamento. É importante lembrar que o uso recreativo da cannabis pode ter efeitos negativos na saúde e deve ser evitado.


Teleconsulta

A teleconsulta é uma consulta médica realizada por meio de tecnologias de comunicação, como videoconferência, telefone ou chat. Ela é uma opção conveniente e acessível para pacientes que não podem comparecer a uma consulta presencial, seja por motivos de distância, mobilidade reduzida ou falta de tempo. Durante a teleconsulta, o médico irá avaliar os sintomas do paciente, realizar exames físicos visuais e prescrever medicamentos, se necessário. É importante que os pais relatem todas as informações relevantes e siga as orientações médicas. A teleconsulta é uma opção segura e eficaz para muitos casos. Em casos de emergência, é importante procurar atendimento presencial.


Orientação e prescrição de canabidiol (CBD)

A prescrição de canabidiol na pediatria pode ser indicada em casos específicos, como em crianças com epilepsia refratária, que não respondem adequadamente a outros tratamentos. O canabidiol é um composto não psicoativo derivado da planta de maconha e pode ajudar a reduzir a frequência e a intensidade das convulsões. Antes de prescrever o canabidiol, o médico irá avaliar cuidadosamente o histórico médico da criança e realizar exames físicos e neurológicos. A prescrição será baseada nas necessidades individuais da criança, e a dosagem será cuidadosamente monitorada para evitar efeitos colaterais.


Consulta de retorno

A consulta de retorno é uma revisão da consulta anterior e não se trata de uma nova consulta. Ela é agendada para verificar a evolução do tratamento e avaliar se novas medidas são necessárias. Durante a consulta, o médico irá avaliar o histórico médico do paciente desde a última consulta, observar os sintomas relatados e realizar exames físicos e/ou complementares, se necessário. É importante que o paciente esteja presente na consulta e siga as orientações médicas. Se houver mudanças na condição de saúde ou dúvidas, é importante entrar em contato com o médico para agendar uma nova consulta.


Consulta de neuropediatria

A consulta com um neuropediatra é indicada para avaliar e tratar condições neurológicas que afetam o desenvolvimento e o comportamento da criança. O médico irá realizar uma avaliação clínica detalhada, observando o comportamento da criança e realizando exames físicos e neurológicos. Além disso, o neuropediatra pode solicitar exames complementares, como ressonância magnética ou eletroencefalograma, para auxiliar no diagnóstico e tratamento. A consulta com um neuropediatra é importante para garantir um desenvolvimento saudável da criança, identificar e tratar condições neurológicas precocemente. É importante que os pais relatem todos os sintomas e preocupações e sigam as orientações médicas.


Transtorno opositivo desafiador (TOD)

O Transtorno Opositor-Desafiador (TOD) é uma condição que afeta principalmente crianças e adolescentes. Ela se caracteriza por um padrão de comportamento desafiador, teimoso e impulsivo, que pode causar dificuldades no convívio social e escolar. O diagnóstico do TOD é feito por meio de avaliação médica e psicológica, observando o comportamento da criança e suas relações sociais. O tratamento pode envolver terapia comportamental e ocupacional, além de medicação em casos específicos. Além disso, o suporte da família e da escola é fundamental para ajudar a criança a desenvolver habilidades sociais e comportamentais.

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Destaque

  • T

    Ótimo profissional, muito competente e humano.
    Nos auxílio bastante e foi bem claro nas questões ali passadas durante a consulta.

     • Telemedicina Neurologista infantil  • 

    Dr. Gustavo Holanda

    Agradeço profundamente suas palavras, Sr. Tiago, e a confiança em meu trabalho! Fico muito feliz em saber que o atendimento foi claro e que pude ajudá-lo. Estou sempre à disposição para oferecer o melhor suporte possível. Muito obrigado por compartilhar sua experiência!


  • J

    Meu filho é acompanhado com Dr Gustavo há alguns anos. Sua consulta on-line p mim chega a ser melhor pelo fato do meu filho ser inquieto e eu precisar está focada nele.entao nesse caso eu consigo passar todas as informações e ter uma compreensão melhor quanto as explicações. Hoje eu tirei todas as dúvidas com respostas claras. Obrigada Dr Gustavo!

     • Telemedicina Acompanhamento de transtorno do espectro autista (TEA)  • 

    Dr. Gustavo Holanda

    Fico profundamente grato por suas palavras e pela confiança de tantos anos, Sra. Juliana! Saber que a consulta online tem facilitado o acompanhamento e permitido uma comunicação mais clara e produtiva me deixa muito feliz. Estou sempre à disposição para ajudar no que for necessário e continuar acompanhando o desenvolvimento do seu filho. Muito obrigado por compartilhar sua experiência!


  • J

    Levei meu filho ao Dr. Gustavo para acompanhamento e fiquei muito satisfeita com a consulta. O Dr. Gustavo foi extremamente atencioso, paciente, ouviu e esclareceu todas as nossas dúvidas de forma clara.

    Saí da consulta muito mais tranquila, com um plano de ação bem definido. Agradeço muito pela dedicação e cuidado do Dr. Gustavo.

     • Telemedicina Teleconsulta  • 

    Dr. Gustavo Holanda


    Fico profundamente grato por suas palavras e pela confiança, Sra. Juliana! Saber que a consulta trouxe clareza, tranquilidade e um plano de ação bem definido me deixa muito feliz. Estou sempre à disposição para acompanhar e ajudar no que for necessário para o bem-estar do seu filho. Muito obrigado por compartilhar sua experiência!


  • J

    Bastante objetivo, e eficaz, gostamos da forma de tratamento oferecido

     • Telemedicina Consulta Neurologia Pediátrica  • 

  • E

    O atendimento foi excelente, Dr Gustavo foi bastante atencioso, foi a primeira consulta, mas estou bastante confiante que teremos resultado positivo durante o tratamento.

     • Telemedicina Consulta Neurologia Pediátrica  • 

  • M

    Um ótimo profissional
    atencioso Minha gratidão é imensa pela sua competência cuida e esforço em trazer alívio e bem-estar. Ao paciente e aos país que tem seus filhos autista Seu trabalho faz uma grande diferença obrigado.

     • Telemedicina Diagnóstico e tratamento de autismo/transtorno do espectro autista  • 

  • L

    Obrigado doutor Gustavo vc e maravilhoso ótimo profissional

     • Telemedicina Consulta Neurologia Pediátrica  • 

  • C

    Ótimo médico, acompanha meu menino desde o diagnóstico para autismo, sempre foi atencioso.

     • Telemedicina Teleconsulta  • 

  • A

    Excelente médico. Já acompanha nosso filho há muito tempo. Humano, capacitado e profissional.

     • Telemedicina Teleconsulta  • 

  • R

    Excelente profissional, pontual, atencioso e muito ético

     • Telemedicina Acompanhamento de transtorno do espectro autista (TEA)  • 

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Dúvidas respondidas

3564 dúvidas de pacientes respondidas na Doctoralia

Meu bebê vai fazer 11 meses. Come bem, mas não para quieto pra comer, nem em carrinho sentado, nem na cadeira pra alimentação, nem no colo. Ele geralmente fica no chiqueirinho ( enorme ) brincando e você tem que ir dando a comida pra ele. Se não for assim não come. Devo me preocupar com algo do tipo TDAH?

Compreendo sua preocupação. Quando um bebê não para quieto para comer, isso costuma gerar insegurança e até a sensação de que algo mais sério pode estar acontecendo.

Na maioria das vezes, esse comportamento nessa faixa etária é absolutamente esperado. Por volta dos 10 a 12 meses, a criança entra em uma fase de intensa curiosidade, exploração e movimento. O mundo ao redor passa a ser mais interessante do que ficar sentado, parado, comendo. O cérebro está “pedindo” estímulos, descobertas, ação. Isso não é doença, é desenvolvimento.

O diagnóstico de Transtorno do Déficit de Atenção e Hiperatividade não pode ser feito em bebês. Trata-se de um transtorno do neurodesenvolvimento que exige tempo, observação longitudinal e critérios bem definidos, geralmente avaliados apenas após os 5 ou 6 anos de idade. Antes disso, o comportamento infantil é muito variável e, muitas vezes, reflete apenas características normais da idade.

O que você descreve — a necessidade de se movimentar, brincar enquanto come, dificuldade de permanecer sentado — é muito comum. Algumas crianças têm um perfil mais ativo, outras são mais tranquilas. Isso faz parte da individualidade.

Vale observar alguns pontos práticos. O ambiente das refeições deve ser previsível, com menos distrações possíveis. A rotina ajuda muito, mas não significa que a criança vai colaborar sempre. Forçar ou transformar o momento da alimentação em uma disputa costuma piorar a situação. Às vezes, adaptar temporariamente — como você já está fazendo — é uma forma inteligente de garantir a alimentação sem estresse.

Sinais de alerta seriam perda de peso, recusa alimentar persistente, dificuldade importante de mastigação ou engasgos frequentes. Fora isso, a inquietação isolada, nessa idade, raramente indica um transtorno.

Também é importante considerar o seu cansaço. Cuidar de um bebê ativo exige energia, paciência e repetição diária. Muitas vezes, a preocupação com diagnósticos surge justamente quando os pais estão sobrecarregados.

Se ainda houver dúvida ou ansiedade, a avaliação com um pediatra ou neuropediatra pode trazer tranquilidade, observando o desenvolvimento global da criança — não apenas o comportamento na hora de comer.

Em uma teleconsulta, é possível analisar com mais detalhes a rotina, o padrão alimentar, o desenvolvimento e orientar estratégias práticas para o seu dia a dia. Plataformas como a Doctoralia reúnem profissionais com alto índice de satisfação, facilitando a escolha segura.

Em tempos de infecções como COVID-19, MPOX, Parvovírus B19 e variantes da gripe aviária H5N1, o atendimento por telemedicina oferece segurança para você e sua família. Evita deslocamentos, salas de espera e permite acesso rápido a orientação qualificada. Além disso, poupa tempo e se integra à transformação digital da saúde, cada vez mais apoiada por tecnologia e inteligência artificial.

A telemedicina também possibilita segunda opinião de forma prática, discreta e confiável, com acesso a profissionais experientes. Caso faça sentido para você, basta acessar o perfil e agendar. Mesmo que não precise agora, vale manter esse recurso à mão para quando surgir qualquer dúvida ao longo do desenvolvimento do seu filho.

Dr. Gustavo Holanda

Fui à reunião de meu filho que tem 3a e 9m, a professora me pontuou que acha estranho ele só querer sentar em um lugar específico na sala e tbm no refeitório.
Também sinalizou que ele tem atraso de fala para a idade, vou levar ao médico mas esse comportamento é realmente estranho?
Considero tão normal o fato de querer sentar em um só lugar na sala, ela disse que depois de insistir ele senta no lugar proposto , mas na primeira oportunidade volta pro local que gosta.
Pontuou tbm que na sala ele só brinca com dinossauros, mas em casa ele brinca tudo, mas ele realmente gosta de dinossauros. Também não vejo isso como um problema, o que acham doutores?
Só queria ter algumas opniões.
Agradeço desde já.

Entendo sua preocupação. Quando a escola traz observações sobre comportamento e linguagem, é natural que isso gere dúvida, principalmente quando em casa a criança parece bem e dentro do esperado.

O que você descreve não é, isoladamente, algo necessariamente “estranho”. Muitas crianças nessa idade desenvolvem preferências claras, como sentar sempre no mesmo lugar ou brincar repetidamente com um tema específico. Isso pode representar uma busca por previsibilidade e segurança. O cérebro infantil ainda está organizando o mundo, e repetir padrões ajuda nesse processo. Gostar muito de dinossauros, por exemplo, é comum e faz parte do desenvolvimento do interesse e da imaginação.

No entanto, alguns pontos merecem atenção quando aparecem juntos. A insistência em rotinas rígidas, a dificuldade em flexibilizar comportamentos e, principalmente, o atraso na fala aos 3 anos e 9 meses precisam ser avaliados com cuidado. Nessa idade, espera-se que a criança já consiga se comunicar com frases, expressar vontades com clareza e interagir verbalmente com outras pessoas. Quando isso não acontece, é importante investigar.

O fato de ele conseguir mudar de lugar após insistência é um bom sinal. Mostra que há alguma flexibilidade. Por outro lado, o retorno imediato ao local preferido pode indicar uma necessidade maior de controle do ambiente. Isso não define um diagnóstico, mas serve como um alerta para observar o conjunto do desenvolvimento.

Outro ponto relevante é a diferença entre o comportamento em casa e na escola. Muitas crianças se comportam de forma distinta em ambientes diferentes. A escola exige mais interação social, regras coletivas e adaptação, o que pode tornar algumas características mais evidentes.

O mais importante agora é não rotular, mas avaliar. Um olhar especializado, como o de um pediatra do desenvolvimento, neuropediatra ou fonoaudiólogo, pode ajudar a entender se estamos diante de uma variação normal do desenvolvimento ou de algo que precisa de intervenção precoce. Quanto antes se investiga, melhores são os resultados quando há necessidade de estímulo.

Em uma teleconsulta, é possível aprofundar essa análise com calma, entender melhor o contexto, orientar os próximos passos e tirar suas dúvidas de forma individualizada. Plataformas como a Doctoralia permitem acessar profissionais bem avaliados, com experiência em desenvolvimento infantil e alta satisfação dos pacientes.

Além da praticidade, o atendimento online se tornou uma forma segura de cuidado. Em um cenário com circulação de infecções como COVID-19, MPOX, parvovírus B19 e variantes de influenza, evitar deslocamentos e ambientes de espera reduz riscos para você e sua família. Você ganha tempo, mantém sua rotina e ainda recebe orientação qualificada.

A telemedicina hoje permite inclusive segunda opinião médica, com rapidez, discrição e acesso a profissionais experientes. Se for necessário, posso te orientar nesse processo. Mesmo que não seja o momento de uma consulta, vale a pena conhecer o perfil dos especialistas, acompanhar conteúdos e manter esse contato disponível.

Dr. Gustavo Holanda
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