De que forma os perfis cognitivos e emocionais identificados pela neuropsicologia contribuem para o

De que forma os perfis cognitivos e emocionais identificados pela neuropsicologia contribuem para o planejamento do tratamento do Transtorno de Personalidade Borderline (TPB)?

4 respostas


No Transtorno de Personalidade Borderline, os perfis cognitivos e emocionais identificados pela neuropsicologia contribuem para o planejamento do tratamento ao evidenciar padrões de funcionamento como impulsividade, alterações em controle inibitório, dificuldade de flexibilidade cognitiva e intensa reatividade emocional, permitindo que as intervenções sejam mais individualizadas e compatíveis com as necessidades reais do paciente; sob uma perspectiva psicanalítica, esses perfis também ajudam a compreender como o sujeito organiza suas defesas diante da angústia e dos vínculos, favorecendo um manejo que articule contenção, construção de recursos psíquicos e abertura para simbolização, e se você quiser aprofundar como isso se aplica ao seu caso de forma mais singular, isso pode ser desenvolvido em acompanhamento clínico.

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Olá, é um prazer te ter aqui para tirar suas dúvidas. Perfis com déficits em mentalização, cognição social, controle inibitório e flexibilidade cognitiva ajudam a definir prioridades terapêuticas. Permitem ajustar técnicas, fortalecer habilidades específicas e integrar intervenções psiquiátricas e psicoterapêuticas, promovendo maior estabilidade emocional e funcionalidade. Atenciosamente, Psicólogo Fernando Segundo @psifernandosegundo fernandosegundo.com Atendimento presencial e online para todo o Brasil e para Vitória‑ES Abraços


Os achados neuropsicológicos fornecem um mapa claro das vulnerabilidades do paciente, permitindo que o plano de cuidado seja altamente personalizado.

Rosani Isobe

Rosani Isobe

Psicólogo

São Paulo

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Os perfis cognitivos e emocionais identificados pela neuropsicologia ajudam a compreender as dificuldades e recursos individuais do paciente, como impulsividade, regulação emocional, atenção e formas de lidar com situações de estresse. Essas informações orientam um tratamento mais personalizado, permitindo escolher estratégias terapêuticas adequadas às necessidades do paciente e ao seu modo de funcionamento.

Todo o conteúdo, em particular perguntas e respostas, é de caráter informativo e em nenhum caso pode substituir um diagnóstico médico.