Dr, Bom dia! Mês passado dia 20 eu acordei engasgado e com falta de ar, refluxo. De lá pra cá eu
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Dr, Bom dia!
Mês passado dia 20 eu acordei engasgado e com falta de ar, refluxo. De lá pra cá eu não sei o que é dormir. Sinto muita ansiedade, pontadas no peito, falta de ar. Já fiz o eletrocardiograma e deu normal. Meu nariz está saindo meleca com sanfue.
Meu colesterol está 208. Tenho refluxo e azia. A medica me passou Domperidona para tomar 3x ao dia. Porém, eu sinto dor no peito e falta de ar. É normal? Eu parei de tomar, pois fiquei com medo.
Ja parei na emergência 2x em menos de 1 mês por conta da ansiedade, falta de ar, dor no peito. Me deram diazepan, dexametasona. Sinto que tem catarro preso, pois quando tento puxar, fico engasgado.
Qual especialista devo procurar?
Mês passado dia 20 eu acordei engasgado e com falta de ar, refluxo. De lá pra cá eu não sei o que é dormir. Sinto muita ansiedade, pontadas no peito, falta de ar. Já fiz o eletrocardiograma e deu normal. Meu nariz está saindo meleca com sanfue.
Meu colesterol está 208. Tenho refluxo e azia. A medica me passou Domperidona para tomar 3x ao dia. Porém, eu sinto dor no peito e falta de ar. É normal? Eu parei de tomar, pois fiquei com medo.
Ja parei na emergência 2x em menos de 1 mês por conta da ansiedade, falta de ar, dor no peito. Me deram diazepan, dexametasona. Sinto que tem catarro preso, pois quando tento puxar, fico engasgado.
Qual especialista devo procurar?
Seus sintomas podem estar relacionados ao refluxo, que causa engasgos noturnos, sensação de catarro preso, azia e dor no peito que imita problema no coração. O eletrocardiograma normal é tranquilizador, mas é importante descartar causa cardíaca com cardiologista. O mais indicado é o uso de medicamentos como omeprazol ou similares, associados a mudanças no estilo de vida (não deitar após comer, elevar a cabeceira da cama, evitar alimentos ácidos e gordurosos). A ansiedade pode intensificar muito a falta de ar e a dor no peito, por isso acompanhamento com psiquiatra ou psicólogo também ajuda bastante. O sangue no nariz pode vir de irritação ou rinite, sendo indicado avaliar com otorrino se persistir. Procure gastroenterologista para o refluxo, cardiologista para descartar problemas cardíacos, e se a dor no peito vier forte ou com falta de ar intensa, vá à emergência imediatamente.
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Ola!
O refluxo gastro-esofágico, principalmente quando exuberante, pode mimetizar uma dor em queimação no peito e muitos pacientes ficam muito ansiosos com essa condição, visto que gera muito desconforto. A indicação do uso de Domperidona está correta, mas outros detalhes devem ser checados para o melhor cuidado dessa questão bem como para exclusão de outras possíveis condições associadas. Indicaria a consulta com um especialista em Clínica Médica para centralizar essas queixas e conduzir o caso.
O refluxo gastro-esofágico, principalmente quando exuberante, pode mimetizar uma dor em queimação no peito e muitos pacientes ficam muito ansiosos com essa condição, visto que gera muito desconforto. A indicação do uso de Domperidona está correta, mas outros detalhes devem ser checados para o melhor cuidado dessa questão bem como para exclusão de outras possíveis condições associadas. Indicaria a consulta com um especialista em Clínica Médica para centralizar essas queixas e conduzir o caso.
Olá, espero que esteja tudo bem por aí.
Pelos sintomas que você descreveu, o ideal é procurar um clínico geral inicialmente, que poderá avaliar de forma completa e, se necessário, encaminhar para um gastroenterologista ou cardiologista. O refluxo pode sim causar dor no peito, sensação de falta de ar e ansiedade, mas é fundamental descartar outras causas e tratar de forma adequada.
Recomendo que não interrompa ou mude as medicações por conta própria e busque atendimento para avaliar o seu caso mais de perto.
Atenciosamente.
Pelos sintomas que você descreveu, o ideal é procurar um clínico geral inicialmente, que poderá avaliar de forma completa e, se necessário, encaminhar para um gastroenterologista ou cardiologista. O refluxo pode sim causar dor no peito, sensação de falta de ar e ansiedade, mas é fundamental descartar outras causas e tratar de forma adequada.
Recomendo que não interrompa ou mude as medicações por conta própria e busque atendimento para avaliar o seu caso mais de perto.
Atenciosamente.
Seus sintomas podem estar relacionados ao refluxo e à ansiedade, mas como há dor no peito e falta de ar recorrentes, é importante descartar causas cardíacas. O ideal é procurar primeiro um gastroenterologista para avaliar o refluxo, e um cardiologista para segurança. Enquanto isso, evite deitar após comer, mantenha a cabeceira da cama elevada e reduza café, álcool, tabaco e alimentos gordurosos.
Boa noite! É de suma importância chegar a um diagnóstico para guiar o tratamento definitivo e prevenir novas crises. O clínico é um especialista que saberá lidar com suas queixas e chegar a um diagnóstico.
Entendo sua preocupação. A combinação de um episódio de engasgo ao acordar com refluxo, seguida de dificuldade para dormir, sensação de falta de ar, “pontadas” no peito e muco na garganta pode acontecer em alguns quadros comuns, mas como você relata dor no peito e falta de ar recorrentes a ponto de procurar emergência, isso precisa de uma avaliação médica organizada e presencial para separar o que é funcional (ansiedade/pânico, irritação de vias aéreas, refluxo) do que exige investigação adicional.
Em termos gerais, o refluxo pode “subir” até a garganta (refluxo laringofaríngeo) e irritar a laringe, causando sensação de sufocação ao acordar, tosse, pigarro, sensação de catarro preso e até um espasmo momentâneo da laringe. Esse tipo de experiência assusta muito e pode desencadear um ciclo de hipervigilância e ansiedade, com sintomas físicos reais como aperto no peito, respiração curta e sensação de descontrole. Além disso, secreção nasal com sangue costuma ocorrer por irritação e ressecamento da mucosa, rinite/sinusite, ou trauma ao assoar, mas também merece exame se for frequente ou em grande quantidade.
Sobre a domperidona: ela é usada para sintomas gastrointestinais em algumas situações, porém qualquer medicação que, após iniciada, coincida com palpitações, dor no peito, tontura importante ou piora da falta de ar deve ser comunicada ao médico que prescreveu antes de manter ou reiniciar. Existe um motivo de segurança para isso: em algumas pessoas, esse tipo de remédio pode interferir no ritmo do coração, e por isso a decisão de usar, a dose e o tempo de uso precisam ser individualizados pelo seu médico, considerando seus sintomas e seu histórico.
Como orientação de segurança, procure atendimento de urgência imediatamente se houver falta de ar importante em repouso, dor no peito intensa ou em aperto que não melhora, desmaio, sudorese fria, palpitações fortes com tontura, confusão, lábios arroxeados, tosse com sangue, febre alta persistente, ou sangramento nasal volumoso ou que não cessa. Mesmo com eletrocardiograma normal, esses sinais precisam ser reavaliados na hora.
Quanto a qual especialista procurar, o mais eficiente costuma ser começar por um clínico geral ou médico de família para coordenar a investigação e encaminhar, mas, pelos seus sintomas, estes especialistas são os mais relacionados:
* Gastroenterologista, para avaliação do refluxo e azia, discutir medidas e exames quando indicados (por exemplo, endoscopia em casos selecionados, e ajuste de tratamento com segurança).
* Otorrinolaringologista, para examinar nariz e garganta, investigar a secreção com sangue, rinite/sinusite, gotejamento pós-nasal e sinais de refluxo na laringe.
* Pneumologista, se a falta de ar, tosse, chiado, sensação de catarro “preso” ou engasgos persistirem, para avaliar vias aéreas e descartar causas respiratórias associadas.
* Cardiologista pode ser considerado se a dor no peito e palpitações persistirem, porque às vezes são necessários outros exames além do eletrocardiograma, dependendo do padrão dos sintomas.
* Profissional de saúde mental (psiquiatra e/ou psicólogo) pode ajudar muito quando há crises de ansiedade com sintomas físicos, especialmente depois de um episódio assustador como o que você descreveu, para quebrar o ciclo de medo-sintoma-medo.
O colesterol total de 208, isoladamente, não explica esse quadro agudo. Ele deve ser interpretado junto com LDL, HDL, triglicerídeos, idade, pressão, histórico familiar e hábitos, para definir se há necessidade de mudanças de estilo de vida e, em alguns casos, tratamento, mas isso não costuma ser a causa de falta de ar súbita após refluxo.
Como você já foi duas vezes à emergência e segue com sintomas que te impedem de dormir, recomendo que agende uma consulta presencial em breve (idealmente com clínico/médico de família ou gastro/otorrino) levando: lista de medicações usadas (incluindo o diazepam e a dexametasona que recebeu), horários em que os sintomas pioram (especialmente após refeições e ao deitar), e o resultado do eletrocardiograma. Isso ajuda o médico a organizar a investigação e definir o caminho mais seguro para você.
Em termos gerais, o refluxo pode “subir” até a garganta (refluxo laringofaríngeo) e irritar a laringe, causando sensação de sufocação ao acordar, tosse, pigarro, sensação de catarro preso e até um espasmo momentâneo da laringe. Esse tipo de experiência assusta muito e pode desencadear um ciclo de hipervigilância e ansiedade, com sintomas físicos reais como aperto no peito, respiração curta e sensação de descontrole. Além disso, secreção nasal com sangue costuma ocorrer por irritação e ressecamento da mucosa, rinite/sinusite, ou trauma ao assoar, mas também merece exame se for frequente ou em grande quantidade.
Sobre a domperidona: ela é usada para sintomas gastrointestinais em algumas situações, porém qualquer medicação que, após iniciada, coincida com palpitações, dor no peito, tontura importante ou piora da falta de ar deve ser comunicada ao médico que prescreveu antes de manter ou reiniciar. Existe um motivo de segurança para isso: em algumas pessoas, esse tipo de remédio pode interferir no ritmo do coração, e por isso a decisão de usar, a dose e o tempo de uso precisam ser individualizados pelo seu médico, considerando seus sintomas e seu histórico.
Como orientação de segurança, procure atendimento de urgência imediatamente se houver falta de ar importante em repouso, dor no peito intensa ou em aperto que não melhora, desmaio, sudorese fria, palpitações fortes com tontura, confusão, lábios arroxeados, tosse com sangue, febre alta persistente, ou sangramento nasal volumoso ou que não cessa. Mesmo com eletrocardiograma normal, esses sinais precisam ser reavaliados na hora.
Quanto a qual especialista procurar, o mais eficiente costuma ser começar por um clínico geral ou médico de família para coordenar a investigação e encaminhar, mas, pelos seus sintomas, estes especialistas são os mais relacionados:
* Gastroenterologista, para avaliação do refluxo e azia, discutir medidas e exames quando indicados (por exemplo, endoscopia em casos selecionados, e ajuste de tratamento com segurança).
* Otorrinolaringologista, para examinar nariz e garganta, investigar a secreção com sangue, rinite/sinusite, gotejamento pós-nasal e sinais de refluxo na laringe.
* Pneumologista, se a falta de ar, tosse, chiado, sensação de catarro “preso” ou engasgos persistirem, para avaliar vias aéreas e descartar causas respiratórias associadas.
* Cardiologista pode ser considerado se a dor no peito e palpitações persistirem, porque às vezes são necessários outros exames além do eletrocardiograma, dependendo do padrão dos sintomas.
* Profissional de saúde mental (psiquiatra e/ou psicólogo) pode ajudar muito quando há crises de ansiedade com sintomas físicos, especialmente depois de um episódio assustador como o que você descreveu, para quebrar o ciclo de medo-sintoma-medo.
O colesterol total de 208, isoladamente, não explica esse quadro agudo. Ele deve ser interpretado junto com LDL, HDL, triglicerídeos, idade, pressão, histórico familiar e hábitos, para definir se há necessidade de mudanças de estilo de vida e, em alguns casos, tratamento, mas isso não costuma ser a causa de falta de ar súbita após refluxo.
Como você já foi duas vezes à emergência e segue com sintomas que te impedem de dormir, recomendo que agende uma consulta presencial em breve (idealmente com clínico/médico de família ou gastro/otorrino) levando: lista de medicações usadas (incluindo o diazepam e a dexametasona que recebeu), horários em que os sintomas pioram (especialmente após refeições e ao deitar), e o resultado do eletrocardiograma. Isso ajuda o médico a organizar a investigação e definir o caminho mais seguro para você.
Oriento fazer uma consulta com gastroenterologista, investigar hernia de hiato esofágico
Especialistas
Fabio Vizeu Medaglia Filho
Cirurgião do aparelho digestivo, Cirurgião geral, Médico clínico geral
Brusque
Pedro Luiz Bertevello
Cirurgião do aparelho digestivo, Cirurgião oncológico, Cirurgião geral
São Paulo
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