É correto relatar pra psico do namorado que ele fala sobre morrer?
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É correto relatar pra psico do namorado que ele fala sobre morrer?
Olá, se você está percebendo que seu namorado pode realmente tentar ou cometer tal ato, acho prudente você comunicar sim a terapeuta dele e familiares próximos.
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Olá! Questões que estão ligadas a saúde e a morte do cliente/paciente é muito importante ser compartilhado com os profissionais que o cercam. Esses assuntos, por vezes, não são discutidos na terapia por conta de que essas decisões muitas vezes só ficam guardadas com o cliente, por vergonha, dificuldade de falar sobre si etc. As vezes também pode partir de uma inexperiência do profissional que o acompanha. De qualquer forma, qualquer coisa fico a disposição. Abraços!
Olá! Lamento que isso esteja ocorrendo.
Se ele tem dito coisas nesse sentido, você pode comunicar se se sentir a vontade. Caso ele tenha contato direto com algum familiar, você pode avisar essa pessoa também.
Um forte abraço
Se ele tem dito coisas nesse sentido, você pode comunicar se se sentir a vontade. Caso ele tenha contato direto com algum familiar, você pode avisar essa pessoa também.
Um forte abraço
Olá Bom dia! Bom comunicar familiares mais próximos e caso possível motivar ele a fazer terapia para compreender tais anseios e sentimentos que motiva ele a falar isso. Abraço!
Olá, é possível comunicar ao profissional que o está acompanhando, e também importante comunicar as pessoas que são próximas para que possam estar mais atentas e o ajudarem se necessário. Carregar isso apenas consigo mesma deve ser algo bem difícil, busque ajuda você também e cerque-se do que for ajudar a ambos, você e seu namorado. Espero ter ajudado, sinto muito.
Boa noite. Sim, é possível relatar à profissional que o acompanha.
Mas, penso que seja importante conversar com ele também, verificar se ele já não relatou isso a ela ou sugerir que comente.
Além disso, é fundamental ter uma boa rede de apoio, para ajudá-lo.
Espero ter ajudado.
Mas, penso que seja importante conversar com ele também, verificar se ele já não relatou isso a ela ou sugerir que comente.
Além disso, é fundamental ter uma boa rede de apoio, para ajudá-lo.
Espero ter ajudado.
Olá! Pode ser uma informação importante caso estejamos falando sobre ele atentar sobre a própria vida. Só devemos ter um cuidado em não tornar constante a procura pela terapeuta para não atrapalhar o processo clínico do seu namorado e nem a relação dele com a terapeuta, que é muito baseada na confiança.
Olá, espero que esteja bem. Quando falamos de risco contra a própria vida, é importante que quem tem essa informação haja a fim de diminuir as possibilidades disso acontecer. Vale a conversa com ele para saber se esse assunto já foi abordado na terapia. Caso não, incentivá-lo a falar é um bom começo. Se houver recusa, comunicar a rede de apoio dele, que estão em contato direto diariamente com ele, é essencial. A prevenção precisa acontecer. Se você se sentir a vontade, pode entrar em contato com a/o profissional que o atende, até porque carregar isso sozinha pode não ser tão fácil. Espero que você e ele fiquem bem. Abraços!
Ola, é importante que você relate a terapeuta, sim.
Olá, boa noite! Lamento pela situação! E sim, caso você se sinta a vontade, não somente para os profissionais que o acompanha, como também para os seus familiares. Essa informação é crucial para que o profissional possa avaliar a situação e fornecer o apoio adequado. A segurança e o bem-estar emocional do seu namorado são prioridades, e nesse sentido o profissional sabendo da situação pode ajudá-lo a lidar com esses sentimentos de forma segura e saudável.
Olá. É correto informar a profissional que o acompanha bem como os familiares. Isso é cuidado. Caso seja uma ideação suicida que tenha surgido recentemente e ainda não tenha sido mencionada na sessão, irá ajudar sim. Desejo que tudo fique bem!
Sugiro que, se possível, na presença de seu namorado, abordem o assunto com as pessoas de vínculo direto e profundo, e em sequência, vocês e essas pessoas busquem auxílio da psicóloga para um plano de auxílio, seja ele a compreensão de como todos podem auxiliar, seja para também buscar ajuda psiquiátrica e tantas outras alternativas.
Olá!
Entendo que esteja profundamente preocupada(o) com ele, e, por isso, deseje que ele possa trabalhar essa questão o mais breve possível com a terapeuta dele. Compreensível, uma vez que queremos ver as pessoas que amamos se sentindo bem e felizes com suas próprias vidas. O assunto é muito delicado e, por isso, é importante que ele mesmo encontre-se encorajado para decidir quando deve falar a respeito, aberta e espontaneamente. Assumir a frente dele pode ser como tomar uma decisão cujas consequências (tanto positivas quanto negativas) ele pode ainda não estar preparado para lidar, além de, quem sabe, expô-los ao risco de fragilizar o vínculo de confiança que ele tem com você e até com a terapeuta dele, o que pode não parecer muito viável, quanto mais nessa situação em que ele se encontra, num momento de vida tão sensível.
Numa hora como essas, pode ser muito válido que se aproxime dele e reforce que você pode ser uma base de apoio e que quer ajudá-lo a passar por essa situação, fazendo o máximo e melhor que pode, dentro dos seus limites. Considere conversar sobre a hipótese dele falar com a profissional que o acompanha sobre esse assunto, e que você quer habilitá-lo a fazer isso por conta própria, mas que gostaria muito que ele fosse honesto com ela a respeito, uma vez que estaria fazendo, acima de tudo, um bem enorme pra si mesmo e, também, para você e para a relação que existe entre os dois.
Que tal trabalharmos tudo isso, juntos?
Estou à disposição, se você sentir a necessidade de um espaço seguro para lidar com essas questões.
Obrigado por compartilhar sua dúvida conosco!
Um abraço. Desejo que tudo fique bem com ele e com você também.
Entendo que esteja profundamente preocupada(o) com ele, e, por isso, deseje que ele possa trabalhar essa questão o mais breve possível com a terapeuta dele. Compreensível, uma vez que queremos ver as pessoas que amamos se sentindo bem e felizes com suas próprias vidas. O assunto é muito delicado e, por isso, é importante que ele mesmo encontre-se encorajado para decidir quando deve falar a respeito, aberta e espontaneamente. Assumir a frente dele pode ser como tomar uma decisão cujas consequências (tanto positivas quanto negativas) ele pode ainda não estar preparado para lidar, além de, quem sabe, expô-los ao risco de fragilizar o vínculo de confiança que ele tem com você e até com a terapeuta dele, o que pode não parecer muito viável, quanto mais nessa situação em que ele se encontra, num momento de vida tão sensível.
Numa hora como essas, pode ser muito válido que se aproxime dele e reforce que você pode ser uma base de apoio e que quer ajudá-lo a passar por essa situação, fazendo o máximo e melhor que pode, dentro dos seus limites. Considere conversar sobre a hipótese dele falar com a profissional que o acompanha sobre esse assunto, e que você quer habilitá-lo a fazer isso por conta própria, mas que gostaria muito que ele fosse honesto com ela a respeito, uma vez que estaria fazendo, acima de tudo, um bem enorme pra si mesmo e, também, para você e para a relação que existe entre os dois.
Que tal trabalharmos tudo isso, juntos?
Estou à disposição, se você sentir a necessidade de um espaço seguro para lidar com essas questões.
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Um abraço. Desejo que tudo fique bem com ele e com você também.
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Ola!! Encoraje-o (a) a falar, com seu psicólogo(a) e com sua família, sobre a ideação suicída. Mas procure um profissional da psicologia também para você. É muito difícil para quem está num relacionamento tão próximo de uma pessoa neste estado psíquico.
Olá! É importante conversar com ele e buscar encorajá-lo a ele mesmo falar sobre isso na terapia. Caso não veja resultado, sugiro comunicar aos familiares para você não carregar este fardo sozinha. Se necessário, pode comunicar à psicóloga sim, mas oriente-se com ela de que forma isso pode ser feito sem interferir na relação de confiança dele com a profissional. Busque psicoterapia para você também, o peso emocional por ver uma pessoa que ama nessa situação é muito grande. Cuide-se! Estou à disposição.
Olá! Não há nada de errado em relatar isso se você se sente preocupada(o) com ele.
É muito importante relatar qualquer comportamento ou preocupação que envolva pensamentos sobre morte ou suicídio de um parceiro para um profissional de saúde mental, como a psicóloga, principalmente se esses pensamentos forem frequentes ou indicarem risco de autolesão. Essa atitude demonstra cuidado e responsabilidade com a saúde emocional e mental dele.
Embora você não deva invadir a privacidade do seu namorado, a segurança emocional dele deve ser uma prioridade, e a psicóloga dele está lá para ajudá-lo a lidar com essas questões de forma apropriada. Muitas vezes, uma pessoa que tem pensamentos sobre morte ou suicídio pode estar buscando ajuda de maneiras indiretas, e a psicóloga pode ser um recurso importante para ajudá-lo a explorar e compreender esses sentimentos, além de fornecer a orientação necessária.
Aqui estão algumas razões pelas quais relatar esses pensamentos à psicóloga pode ser útil:
Apoio Profissional: A psicóloga pode ajudar seu namorado a lidar com esses pensamentos, entendendo a causa subjacente e propondo estratégias terapêuticas adequadas.
Prevenção de Riscos: Se houver um risco iminente de suicídio ou autolesão, a psicóloga pode intervir para garantir a segurança do seu namorado.
Facilitar o Diálogo: Muitas vezes, a pessoa com esses pensamentos pode ter dificuldade em pedir ajuda diretamente. Compartilhar isso com a psicóloga pode ser um passo para ajudá-lo a superar o estigma ou a vergonha que pode sentir.
Se você não tem certeza de como abordar isso, você pode começar de forma cuidadosa e empática, expressando que se preocupa com ele e que está buscando formas de apoiá-lo da melhor maneira possível.
Se você estiver preocupada com a segurança dele, pode ser útil buscar orientação adicional de um profissional para saber como proceder. Segurança sempre vem em primeiro lugar.
Embora você não deva invadir a privacidade do seu namorado, a segurança emocional dele deve ser uma prioridade, e a psicóloga dele está lá para ajudá-lo a lidar com essas questões de forma apropriada. Muitas vezes, uma pessoa que tem pensamentos sobre morte ou suicídio pode estar buscando ajuda de maneiras indiretas, e a psicóloga pode ser um recurso importante para ajudá-lo a explorar e compreender esses sentimentos, além de fornecer a orientação necessária.
Aqui estão algumas razões pelas quais relatar esses pensamentos à psicóloga pode ser útil:
Apoio Profissional: A psicóloga pode ajudar seu namorado a lidar com esses pensamentos, entendendo a causa subjacente e propondo estratégias terapêuticas adequadas.
Prevenção de Riscos: Se houver um risco iminente de suicídio ou autolesão, a psicóloga pode intervir para garantir a segurança do seu namorado.
Facilitar o Diálogo: Muitas vezes, a pessoa com esses pensamentos pode ter dificuldade em pedir ajuda diretamente. Compartilhar isso com a psicóloga pode ser um passo para ajudá-lo a superar o estigma ou a vergonha que pode sentir.
Se você não tem certeza de como abordar isso, você pode começar de forma cuidadosa e empática, expressando que se preocupa com ele e que está buscando formas de apoiá-lo da melhor maneira possível.
Se você estiver preocupada com a segurança dele, pode ser útil buscar orientação adicional de um profissional para saber como proceder. Segurança sempre vem em primeiro lugar.
O quanto isto afeta voce? Pode relatar o que quiser e sentir necessidade para a terapeuta,ela escuta e acolhe sem julgamentos.
Se o seu namorado está falando sobre morrer, é importante que você leve essa situação a sério.
Falar sobre morrer pode ser um sinal de que ele está passando por um momento difícil e pode precisar de ajuda.
É fundamental que você busque apoio e orientação de um profissional de saúde mental.
Como psicólogo, posso ajudar o seu namorado a identificar as causas dos pensamentos de morte.
Posso também ajudá-lo a desenvolver estratégias para lidar com esses pensamentos.
Além disso, posso oferecer apoio e orientação para que você possa ajudar o seu namorado.
É importante lembrar que a saúde mental é tão importante quanto a saúde física.
Se você estiver preocupado com o bem-estar do seu namorado, não hesite em procurar ajuda.
Entre em contato comigo para saber mais sobre como posso ajudar.
Falar sobre morrer pode ser um sinal de que ele está passando por um momento difícil e pode precisar de ajuda.
É fundamental que você busque apoio e orientação de um profissional de saúde mental.
Como psicólogo, posso ajudar o seu namorado a identificar as causas dos pensamentos de morte.
Posso também ajudá-lo a desenvolver estratégias para lidar com esses pensamentos.
Além disso, posso oferecer apoio e orientação para que você possa ajudar o seu namorado.
É importante lembrar que a saúde mental é tão importante quanto a saúde física.
Se você estiver preocupado com o bem-estar do seu namorado, não hesite em procurar ajuda.
Entre em contato comigo para saber mais sobre como posso ajudar.
Olá, tudo bem?
Essa é uma situação delicada, e sua preocupação com ele já mostra o quanto você se importa. Quando alguém menciona ideias sobre morrer, isso pode ser um sinal de que está lidando com angústias profundas, mesmo que não signifique necessariamente um desejo real de tirar a própria vida. O mais importante aqui é entender o contexto dessas falas: ele expressa isso de forma frequente? Com que tom ele fala sobre isso? Você percebe mudanças no comportamento dele, como isolamento, desesperança ou desânimo acentuado?
Na neurociência, sabemos que pensamentos sobre morte podem estar ligados a uma sobrecarga emocional, dificuldades na regulação das emoções ou mesmo a estados depressivos, onde o cérebro entra em um ciclo de negatividade difícil de quebrar sozinho. Quando a dor emocional se torna intensa, a pessoa pode ter dificuldades em enxergar alternativas para lidar com o que sente. É por isso que apoio e escuta fazem diferença.
Sobre contar à psicóloga dele, a questão principal é: ele deu sinais de que gostaria que isso fosse compartilhado? A relação terapêutica é baseada em confiança, e levar essa informação sem o consentimento dele pode ser algo a se considerar com cuidado. Uma alternativa pode ser incentivá-lo a falar diretamente com a profissional sobre esses sentimentos. Você já tentou perguntar a ele como se sente ao dizer isso? Ele parece buscar ajuda ou minimizar o que fala?
Se você sente que há um risco real e ele não busca apoio, talvez seja o caso de pensar em outras formas de ajudá-lo a perceber que não precisa carregar isso sozinho. Mas a forma como essa ajuda será oferecida pode fazer toda a diferença. Se quiser conversar mais sobre isso, estou à disposição.
Essa é uma situação delicada, e sua preocupação com ele já mostra o quanto você se importa. Quando alguém menciona ideias sobre morrer, isso pode ser um sinal de que está lidando com angústias profundas, mesmo que não signifique necessariamente um desejo real de tirar a própria vida. O mais importante aqui é entender o contexto dessas falas: ele expressa isso de forma frequente? Com que tom ele fala sobre isso? Você percebe mudanças no comportamento dele, como isolamento, desesperança ou desânimo acentuado?
Na neurociência, sabemos que pensamentos sobre morte podem estar ligados a uma sobrecarga emocional, dificuldades na regulação das emoções ou mesmo a estados depressivos, onde o cérebro entra em um ciclo de negatividade difícil de quebrar sozinho. Quando a dor emocional se torna intensa, a pessoa pode ter dificuldades em enxergar alternativas para lidar com o que sente. É por isso que apoio e escuta fazem diferença.
Sobre contar à psicóloga dele, a questão principal é: ele deu sinais de que gostaria que isso fosse compartilhado? A relação terapêutica é baseada em confiança, e levar essa informação sem o consentimento dele pode ser algo a se considerar com cuidado. Uma alternativa pode ser incentivá-lo a falar diretamente com a profissional sobre esses sentimentos. Você já tentou perguntar a ele como se sente ao dizer isso? Ele parece buscar ajuda ou minimizar o que fala?
Se você sente que há um risco real e ele não busca apoio, talvez seja o caso de pensar em outras formas de ajudá-lo a perceber que não precisa carregar isso sozinho. Mas a forma como essa ajuda será oferecida pode fazer toda a diferença. Se quiser conversar mais sobre isso, estou à disposição.
Guardar um pedido de socorro em silêncio… pode ser tão perigoso quanto o próprio sofrimento que ele carrega. Sabe aquelas conversas em que a pessoa começa a falar sobre morrer, como se fosse algo comum… mas por dentro, você sente um alerta? Se o seu namorado está dando sinais assim, é importante levar a sério. O ideal é que ele mesmo compartilhe isso com a psicóloga dele, mas se você perceber risco real e imediato, buscar ajuda pode ser um ato de cuidado e proteção. Sua preocupação já mostra o quanto você se importa… Que tal conversar com um psicólogo pra entender a melhor forma de agir sem invadir, mas também sem ignorar?
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