É normal uma pessoa ficar dos 40 aos 60 anos sem atividade sexual com o parceiro, vivendo só com mas

2 respostas
É normal uma pessoa ficar dos 40 aos 60 anos sem atividade sexual com o parceiro, vivendo só com masturbação?
Dra. Aparecida Collepiccolo
Psicólogo, Sexólogo, Psicanalista
Jundiaí
Sim, isso pode acontecer.
Há pessoas que passam longos períodos da vida sem atividade sexual com outra pessoa e mantêm sua sexualidade por meio da masturbação. Isso, por si só, não é um problema.
A masturbação é uma prática saudável. O ponto central é como a pessoa se sente em relação a isso: se é uma escolha tranquila ou se existe sofrimento, frustração ou desejo de mudança.
Quando essa vivência gera incômodo, a procura por terapia pode ajudar a compreender melhor esse momento, ressignificar a sexualidade e ampliar as possibilidades de prazer, vínculo e intimidade.

Tire todas as dúvidas durante a consulta online

Se precisar de aconselhamento de um especialista, marque uma consulta online. Você terá todas as respostas sem sair de casa.

Mostrar especialistas Como funciona?
 Marcos Santos
Psicólogo, Sexólogo
Blumenau
É possível, sim, que uma pessoa passe muitos anos sem atividade sexual com o parceiro e utilize apenas a masturbação. Isso, por si só, não significa doença ou anormalidade.

O mais importante não é a frequência sexual, mas como a pessoa vive essa situação. Quando não há sofrimento, culpa, conflito no casal ou prejuízo emocional, pode se tratar de uma adaptação ou de um acordo (explícito ou implícito) da relação.

Por outro lado, vale atenção quando:

existe frustração, tristeza ou sensação de perda;

o desejo está presente, mas é constantemente evitado;

a masturbação surge como única forma de sexualidade por medo, rejeição ou conflitos não resolvidos;

há impacto na autoestima, no vínculo ou na qualidade de vida.

A masturbação é uma prática sexual saudável em qualquer fase da vida, mas não substitui automaticamente a sexualidade relacional quando o desejo de intimidade com o parceiro existe.

Em clínica, a pergunta central não é “isso é normal?”, mas sim:
“Isso faz sentido para você hoje ou está te causando sofrimento?”

Quando há sofrimento ou ambivalência, a escuta psicológica e a abordagem sexológica podem ajudar a compreender escolhas, limites e possibilidades.

Especialistas

Patricia Ribas

Patricia Ribas

Médico de família, Médico clínico geral

Curitiba

Agendar uma visita
Leane Dhara Dalle Laste

Leane Dhara Dalle Laste

Médico clínico geral, Generalista, Médico de família

São Paulo

Agendar uma visita
Elton Luiz Berça

Elton Luiz Berça

Especialista em clínica médica, Intensivista, Médico de emergência

Goiânia

Agendar uma visita
Ana  Apoloni

Ana Apoloni

Médico clínico geral

Campinas

Agendar uma visita
Thiago Cezar Rocha Azevedo

Thiago Cezar Rocha Azevedo

Médico clínico geral

Recife

Neide Feldhaus

Neide Feldhaus

Intensivista

São Paulo

Perguntas relacionadas

Você quer enviar sua pergunta?

Nossos especialistas responderam a 510 perguntas sobre Atendimento para esclarecimentos e dúvidas
  • A sua pergunta será publicada de forma anônima.
  • Faça uma pergunta de saúde clara, objetiva seja breve.
  • A pergunta será enviada para todos os especialistas que utilizam este site e não para um profissional de saúde específico.
  • Este serviço não substitui uma consulta com um profissional de saúde. Se tiver algum problema ou urgência, dirija-se ao seu médico/especialista ou provedor de saúde da sua região.
  • Não são permitidas perguntas sobre casos específicos, nem pedidos de segunda opinião.
  • Por uma questão de saúde, quantidades e doses de medicamentos não serão publicadas.

Este valor é muito curto. Deveria ter __LIMIT__ caracteres ou mais.


Escolha a especialidade dos profissionais que podem responder sua dúvida
Iremos utilizá-lo para o notificar sobre a resposta, que não será publicada online.
Todos os conteúdos publicados no doctoralia.com.br, principalmente perguntas e respostas na área da medicina, têm caráter meramente informativo e não devem ser, em nenhuma circunstância, considerados como substitutos de aconselhamento médico.