Em pacientes com Alzheimer que apresentam quadro intenso de ansiedade e agressividade não solucionadas

Em pacientes com Alzheimer que apresentam quadro intenso de ansiedade e agressividade não solucionadas com Rivotril, a Quetiapina é uma boa alternativa?

6 respostas


Agressividade e ansiedade são muito comuns em quadro demenciais, somente o médico que a acompanha neste estágio da doença poderá manipular nesta Medicação. Atenciosamente

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Olá! Respondendo à sua pergunta, a quetiapina até é uma alternativa na tentativa de manejo de sintomas como agitação e agressividade em pacientes com Alzheimer. Porém, sempre precisamos entender em quais situações a pessoa está ficando mais agitada, e se alguma medida não farmacológica poderia ser empregada, como alguma orientação, por exemplo. Além disso, existem outras opções medicamentosas possíveis. Por isso, entender melhor o caso é fundamental. Já vi até pacientes que ficaram menos agitados quando controlamos alguma dor que estava descontrolada!


Olá boa noite. Sim é uma opção para os quadros demenciais, porém é sempre importante ressaltar sobre os diagnósticos diferenciais do Alzheimer e afastar outras causas de demência. Sugiro que procure um Neuro para avaliação do caso e assim também sobre o tratamento. A disposição para avaliação.


A Quetiapina é sim uma boa opção para os casos de agitação em idosos com Sindromes demenciais. É possivel fracionar a dose ao longo do dia de acordo com os periodos de maior agitação. Procure um Neurologista para que possa prescrever as doses e horarios adequados!


Olá, a quetiapina por sim ser usada para controle de ansiedade e agressividade. É fundamental entender se há alguma causa para essa agressividade, se está associada com algum momento do dia, com alguma pessoa e também tem que ser descartado infecções, dor, alucinações, efeito colateral de algum medicamento. Se o paciente tiver insônia é fundamental que essa questão seja abordada e tratada para que ele fique mais calmo (a quetiapina inclusive pode ajudar o paciente a dormir melhor). Procure um neurologista da sua confiança para avaliação do caso. Um abraço.


Quanto a mudança de medicação é muito importante está sendo acompanhado pelo médico. A mudanças medicamentosas geram dúvidas e ansiedades, tanto ao paciente quanto familiares. O especialista responsável deve além de retirar dúvidas estar disposto a orientar ao longo do tratamento.

Todo o conteúdo, em particular perguntas e respostas, é de caráter informativo e em nenhum caso pode substituir um diagnóstico médico.