Esketamina e ECT são os tratamentos mais eficazes para a depressão resistente? Existem outras aborda
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Esketamina e ECT são os tratamentos mais eficazes para a depressão resistente? Existem outras abordagens que podem ser consideradas?
A esquetamina é apenas uma alternativa de tratamento, comprovada sobretudo como tratamento inicial. Não há tratamento de manutenção suficientemente comprovado, apesar de, em alguns casos, ser usado. A eletroconvulsoterapia (ECT) pode ser mais eficaz que antidepressivos, em alguns casos de depressão resistente e, em alguns casos, o efeito pode ser mais rápido que o dos antidepressivos. Mas, como qualquer tratamento, pode não funcionar ou funcionar parcialmente e pode demorar a fazer efeito como os antidepressivos. Mas, é um bom tratamento e não deve ser deixado apenas como última opção. Muitos casos de depressão que recebo no consultório como sendo "resistentes", apenas não tomaram doses suficientes de medicação, por tempo suficiente. No caso de depressões realmente resistentes ao tratamento, sempre há a possibilidade de se usar mais de uma medicação, simultaneamente, se uma não teve efeito suficiente e de passar para remédios cada vez mais potentes, como os antidepressivos tricíclicos e os inibidores de monoamino-oxidase. Também se pode associar estimulação magnética transcraniana e/ou terapias comportamentais (por exemplo, cognitivo-comportamental ou behavioral activation).
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Sim, a esketamina e a terapia eletroconvulsiva (ECT) são consideradas opções eficazes para a depressão resistente, especialmente quando outros tratamentos não funcionam. Além dessas, existem outras abordagens que podem ser consideradas, como diferentes medicações, psicoterapia, estimulação magnética transcraniana, e mudanças no estilo de vida, como exercícios e práticas de mindfulness. Também há tratamentos experimentais, como a terapia com ketamina intravenosa. É fundamental discutir essas opções com um médico para encontrar a melhor abordagem para o seu caso.
A depressão resistente ocorre quando o paciente não responde a pelo menos dois antidepressivos, em doses alvo e em tempo adequado. Nesses casos, a esketamina intranasal ( Spravato) e a eletroconvulsoterapia (ECT) podem ser opções de tratamentos eficazes, com resposta rápida. Também são consideradas estratégias de potencialização do tratamento com lítio, antipsicóticos ou hormônio tireoidiano (T3), além da estimulação magnética transcraniana. O plano deve ser individualizado, conforme gravidade e histórico do paciente. Se você ou alguém próximo está enfrentando sintomas persistentes, agende uma consulta — vamos juntos encontrar o melhor caminho para sua recuperação.
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