Estava com gânglio aumentado no pescoço, inchou um bem pequeno atrás da orelha ao mesmo tempo e um n
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Estava com gânglio aumentado no pescoço, inchou um bem pequeno atrás da orelha ao mesmo tempo e um na exila bem pequeno tbm, todos móveis. Fiz hemograma, ultrassom cervical e raio x de tórax, além de exames do coração para Check up. Todos deram normais! Tive COVID há quase 1 mês e a médica disse que tem relação com os linfonodos aumentados.
Devo fazer algum exame complementar ou somente aguardar?
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Boa noite,
Os gânglios atrás da orelha são muito comuns em um tipo específico de doença viral: a rubéola. Mas podem aparecer também em outras infecções virais e até em infecções do couro cabeludo. É importante acompanhar a evolução do tamanho e características destes gânglios. A COVID pode sim aumentar gânglios em região cervical, então realmente pode ter relação. Caso perceba mudança da consistência (endurecimento), aumento de tamanho, aderência a planos profundos, ou até mesmo sinais flogísticos (dor, inchaço, vermelhidão e calor
Local) procure novo atendimento com clínico. Espero ter ajudado
Os gânglios atrás da orelha são muito comuns em um tipo específico de doença viral: a rubéola. Mas podem aparecer também em outras infecções virais e até em infecções do couro cabeludo. É importante acompanhar a evolução do tamanho e características destes gânglios. A COVID pode sim aumentar gânglios em região cervical, então realmente pode ter relação. Caso perceba mudança da consistência (endurecimento), aumento de tamanho, aderência a planos profundos, ou até mesmo sinais flogísticos (dor, inchaço, vermelhidão e calor
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Sua pergunta é muito pertinente e demonstra uma preocupação válida, especialmente após ter tido COVID-19. A inflamação dos gânglios linfáticos (linfonodos) pode ocorrer devido a várias causas, incluindo infecções virais como a COVID-19. O fato de você já ter realizado um hemograma, ultrassom cervical e raio X de tórax, e todos os resultados estarem normais, é um bom sinal e indica que não há sinais imediatos de complicações graves.
Os linfonodos aumentados após uma infecção viral, como a COVID-19, são comuns e geralmente não são motivo de preocupação se não houver outros sintomas alarmantes. Os gânglios linfáticos são parte do sistema imunológico e frequentemente aumentam de tamanho em resposta a infecções para ajudar o corpo a combater os patógenos.
A observação recomendada por sua médica é uma abordagem prudente. Acompanhe o tamanho e a consistência dos gânglios linfáticos. Se eles começarem a endurecer, crescer significativamente, aderirem aos planos profundos ou apresentarem sinais flogísticos como dor, inchaço, vermelhidão e calor local, é essencial procurar atendimento médico novamente.
A medicina integrativa pode oferecer um suporte valioso durante este período de recuperação. Além de monitorar os linfonodos, é importante fortalecer seu sistema imunológico e cuidar da sua saúde geral. Isso pode incluir uma dieta balanceada rica em nutrientes, boa hidratação, práticas regulares de exercício físico e técnicas de manejo do estresse, como meditação e ioga.
Se você está preocupado com a possibilidade de outras infecções, como rubéola, e não teve essa doença ou não foi vacinado, converse com seu médico sobre a possibilidade de realizar exames específicos para essas infecções. No entanto, com base nas informações fornecidas e na avaliação médica inicial, parece mais provável que a causa seja relacionada à infecção recente por COVID-19.
Sempre que houver dúvidas ou se os sintomas mudarem, é essencial buscar uma nova avaliação médica. Uma consulta com um profissional de medicina integrativa pode proporcionar uma visão holística e personalizada do seu estado de saúde, ajudando a identificar quaisquer outros fatores que possam estar influenciando sua recuperação e propondo um plano de cuidados abrangente e eficiente.
Dra. Caroline Oliveira - CRM/SP 189586, Medicina Integrativa, com foco em Endocrinologia e nutrologia
Os linfonodos aumentados após uma infecção viral, como a COVID-19, são comuns e geralmente não são motivo de preocupação se não houver outros sintomas alarmantes. Os gânglios linfáticos são parte do sistema imunológico e frequentemente aumentam de tamanho em resposta a infecções para ajudar o corpo a combater os patógenos.
A observação recomendada por sua médica é uma abordagem prudente. Acompanhe o tamanho e a consistência dos gânglios linfáticos. Se eles começarem a endurecer, crescer significativamente, aderirem aos planos profundos ou apresentarem sinais flogísticos como dor, inchaço, vermelhidão e calor local, é essencial procurar atendimento médico novamente.
A medicina integrativa pode oferecer um suporte valioso durante este período de recuperação. Além de monitorar os linfonodos, é importante fortalecer seu sistema imunológico e cuidar da sua saúde geral. Isso pode incluir uma dieta balanceada rica em nutrientes, boa hidratação, práticas regulares de exercício físico e técnicas de manejo do estresse, como meditação e ioga.
Se você está preocupado com a possibilidade de outras infecções, como rubéola, e não teve essa doença ou não foi vacinado, converse com seu médico sobre a possibilidade de realizar exames específicos para essas infecções. No entanto, com base nas informações fornecidas e na avaliação médica inicial, parece mais provável que a causa seja relacionada à infecção recente por COVID-19.
Sempre que houver dúvidas ou se os sintomas mudarem, é essencial buscar uma nova avaliação médica. Uma consulta com um profissional de medicina integrativa pode proporcionar uma visão holística e personalizada do seu estado de saúde, ajudando a identificar quaisquer outros fatores que possam estar influenciando sua recuperação e propondo um plano de cuidados abrangente e eficiente.
Dra. Caroline Oliveira - CRM/SP 189586, Medicina Integrativa, com foco em Endocrinologia e nutrologia
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