Estou com muita do no estômago depois q comecei a toma venlafaxina isso pode ser efeito colateral?

6 respostas
Estou com muita do no estômago depois q comecei a toma venlafaxina isso pode ser efeito colateral?
É um efeito comum da venlafaxina. Consulte um psiquiatra com experiência para avaliar o diagnóstico e outras opções de tratamento medicamentoso.
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Dra. Giovanna Filpi
Psiquiatra
Santana do Riacho
Sim pode ser.
A depender da dose do farmaco exista a possibilidade de divisão das tomadas, mas a principal orientação é tomar após alimentação. Caso fique insuportavel, procurar seu medico para trocar de substancia ou de marca.
Olá, como vai você? A Venlafaxina é um medicamento da classe dos antidepressivos e alguns dos efeitos colaterais mais comuns são relacionados ao trato gastrointestinal, como náusea, queimação/dor no estômago, intestino preso, diarreia, entre outros. Em geral, são sintomas que surgem após alguns dias de início de uso ou de aumento de dose. Recomendo que essa questão seja melhor avaliada em consulta médica.
Dr. Tobias Macêdo Barros Pereira
Psiquiatra
Belo Horizonte
Sim, sintomas digestivos (como por exemplo uma dor de estômago) estão entre os efeitos colaterais comuns com o uso da venlafaxina, mas esse quadro geralmente é passageiro durando de uma a três semanas e na maioria das vezes não leva a interrupção do tratamento. Mas se o quadro persistir por mais tempo ou a dor for muito incomada a medicação deveria ser substituída para evitar esse desconforto ao paciente.
Dra. Fernanda Souza de Abreu Júdice
Psiquiatra, Médico perito, Médico clínico geral
Rio de Janeiro
Sim, a dor no estômago pode ser um efeito colateral da venlafaxina, principalmente no início do tratamento. Esse medicamento pode irritar o revestimento do estômago e causar desconforto, náuseas, azia ou até sensação de queimação. É bastante comum que esses sintomas apareçam nas primeiras semanas, enquanto o corpo se ajusta ao remédio.

Para aliviar, é importante tomar a venlafaxina junto com alimentos, evitar comidas muito pesadas ou gordurosas, e manter uma alimentação leve. Se a dor for muito intensa, persistente ou vier acompanhada de outros sintomas, como vômitos, sangue nas fezes ou falta de apetite, procure seu médico imediatamente.

Se quiser, posso te ajudar a entender melhor esses efeitos e a organizar o tratamento para que fique mais confortável para você. Estou à disposição.
Dra. Camila Cirino Pereira
Neurologista, Médico do sono, Psiquiatra
São Paulo
Sim, a dor no estômago pode ser um efeito colateral comum no início do uso da venlafaxina, especialmente nas primeiras semanas de tratamento. Esse medicamento é um antidepressivo da classe dos inibidores da recaptação de serotonina e noradrenalina (IRSN), e atua aumentando esses neurotransmissores no sistema nervoso central. No entanto, a serotonina também age no trato gastrointestinal, e por isso pode causar sintomas como dor ou queimação no estômago, náusea, azia, desconforto abdominal, enjoo ou refluxo — principalmente quando tomada em jejum ou sem hidratação adequada. Esses sintomas costumam diminuir após 7 a 15 dias, à medida que o corpo se adapta ao medicamento. Algumas estratégias ajudam a reduzir o desconforto: tomar a venlafaxina após uma refeição leve, preferir o uso pela manhã, manter boa hidratação e evitar café, álcool e alimentos muito ácidos ou gordurosos, que irritam o estômago. Em alguns casos, o médico pode associar protetores gástricos por um curto período (como omeprazol ou pantoprazol) até a adaptação completa. Contudo, se a dor persistir por mais de duas semanas, for intensa ou vier acompanhada de náuseas fortes, vômitos, perda de apetite ou fezes escuras, é fundamental reavaliar o tratamento, pois pode haver irritação gástrica mais significativa ou necessidade de ajuste de dose. Em resumo: sim, o desconforto no estômago pode estar relacionado ao início do uso da venlafaxina e, na maioria das vezes, é temporário e manejável. Converse com seu médico antes de interromper o tratamento, pois a suspensão abrupta pode causar sintomas de abstinência. Reforço que esta resposta tem caráter informativo e não substitui uma consulta médica individual. O acompanhamento com seu neurologista é essencial para confirmar o diagnóstico e garantir segurança no uso. Coloco-me à disposição para ajudar e orientar, com consultas presenciais e atendimento online em todo o Brasil, com foco em neurologia clínica, saúde mental e regulação neurofuncional, sempre com uma abordagem técnica, empática e humanizada. Dra. Camila Cirino Pereira – Neurologista | Especialista em TDAH | Especialista em Medicina do Sono | Especialista em Saúde Mental CRM CE 12028 | RQE Nº 11695 | RQE Nº 11728

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