Estou fazendo a troca da desvenlafaxina 50mg para a fluoxetina 20mg. Tomando meio cp da desve e um i
Estou fazendo a troca da desvenlafaxina 50mg para a fluoxetina 20mg. Tomando meio cp da desve e um inteiro da fluo. Estou me sentindo tonta e ansiosa. Isso é normal?
14 respostas
Os pacientes frequentemente sentem incômodo com o desmame da desvenlafaxina, podendo relatar tontura, dor ou sensação de choque na cabeça. Os primeiros dias de tratamento com a fluoxetina podem causar ansiedade. O que está sentindo provavelmente é efeito da troca e tende a melhorar com o passar dos dias. Se estiver com sintomas muito intensos ou caso piorem, converse com seu/sua psiquiatra para marcarem uma consulta e rever o esquema medicamentoso.
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Durante a troca de antidepressivos, algumas pessoas podem apresentar sintomas como tontura, ansiedade ou desconforto nos primeiros dias. Isso pode acontecer tanto pela adaptação ao novo medicamento quanto pela redução do anterior. Se os sintomas forem intensos, persistentes ou surgirem sinais diferentes do esperado, é importante entrar em contato com o psiquiatra para reavaliar o tratamento. Evite fazer mudanças na medicação por conta própria.
Sim, isso pode acontecer durante a transição entre desvenlafaxina e fluoxetina. A troca desses antidepressivos, especialmente quando há redução gradual da desvenlafaxina e início da fluoxetina, pode provocar sintomas transitórios como tontura, aumento da ansiedade, sensação de instabilidade, irritabilidade, náuseas e alterações do sono. Esses sintomas podem estar relacionados tanto à adaptação ao novo medicamento quanto aos efeitos da redução da desvenlafaxina, que pode causar sintomas de descontinuação em algumas pessoas. Na maioria dos casos, esses efeitos tendem a melhorar ao longo de 1 a 2 semanas, conforme o organismo se adapta à fluoxetina e a retirada da desvenlafaxina é concluída. No entanto, se a tontura ou a ansiedade forem muito intensas, persistirem por vários dias ou vierem acompanhadas de sintomas importantes, como confusão, febre, tremores intensos ou rigidez muscular, é fundamental entrar em contato com o médico para reavaliar o esquema de transição. Não interrompa nem altere as doses por conta própria, pois a troca entre antidepressivos deve ser feita de forma individualizada para reduzir o risco de efeitos adversos e garantir a eficácia do tratamento.
Sim, isso pode acontecer durante a troca de antidepressivos. Tanto a redução da desvenlafaxina quanto o início da fluoxetina podem causar sintomas como tontura, ansiedade e uma sensação de instabilidade nos primeiros dias. Em geral, esses sintomas tendem a melhorar conforme o organismo se adapta. Se forem muito intensos, persistirem ou surgirem outros sintomas, converse com o seu psiquiatra para avaliar se é necessário ajustar a forma como a troca está sendo feita.
"Tontura" pode se referir a muitos sintomas diferentes, tais como vertigem, sensação de "cabeça oca", de "cabeça leve", sensação de que se vai cair, fraqueza etc. Assim, fica difícil saber exatamente o que sente, com base apenas neste termo. Ansiedade pode ser do próprio quadro em tratamento (pois a desvenlafaxina não é das mais indicadas para tratamento de sintomas ansiosos) ou, em algumas pessoas, o início do tratamento com fluoxetina pode levar a sintomas semelhantes aos da ansiedade. Como as informações são insuficientes para responder sua dúvida, o mais seguro é você conversar com seu psiquiatra, para que ele possa orientar você a como melhorar as sensações desagradáveis que está tendo.
Olá! Sim, o que você está sentindo pode ser esperado nessa fase de troca. A tontura e a ansiedade são comuns nas transições entre antidepressivos, por dois motivos que podem acontecer ao mesmo tempo. A redução da desvenlafaxina pode causar sintomas de retirada, sendo a tontura um dos mais típicos. E a fluoxetina, no início, pode aumentar um pouco a ansiedade nas primeiras uma a duas semanas. Costuma ser passageiro e melhora conforme o corpo se adapta. Ainda assim, vale comunicar seu médico se a tontura for muito intensa, se a ansiedade ficar difícil de suportar, ou se surgirem sinais como agitação forte, confusão, tremores intensos, febre ou batimentos muito acelerados. Minha orientação é seguir exatamente o esquema que seu médico indicou e relatar esses sintomas a ele, já que às vezes um ajuste no ritmo da troca deixa a transição mais suave. Não altere as doses por conta própria antes dessa conversa. Melhoras!
Olá! Sim, isso pode acontecer. Durante a transição da desvenlafaxina para a fluoxetina, é comum que algumas pessoas apresentem tontura, aumento da ansiedade e outros sintomas temporários, que podem estar relacionados tanto à redução da desvenlafaxina quanto ao período de adaptação à fluoxetina. Esses sintomas costumam melhorar com o tempo. Se forem muito intensos, persistirem ou piorarem, entre em contato com o médico que acompanha seu tratamento para uma reavaliação. Não faça alterações na medicação por conta própria.
Olá! O que você está sentindo é completamente comum e esperado durante esse processo de transição. Quando fazemos a troca de um antidepressivo para o outro — especialmente da desvenlafaxina para a fluoxetina —, o corpo passa por um período de turbulência que chamamos de janela de descontinuação misturada com a fase de adaptação. A desvenlafaxina é um ISRN (inibidor da recaptação de serotonina e noradrenalina) e tem uma "vida média" curta no organismo, o que significa que o corpo sente a falta dela muito rápido. Mesmo você cortando o comprimido ao meio (o que reduz a dose), a queda nos níveis de noradrenalina e serotonina aos quais seu cérebro estava acostumado costuma causar tontura. A fluoxetina é um ISRS (inibidor seletivo da recaptação de serotonina) conhecido por ser bastante ativador no início do tratamento. Nos primeiros 7 a 14 dias, ela eleva a serotonina de uma forma que pode causar uma agitação interna, tremores, nervosismo e um aumento temporário da ansiedade. Você está somando a "abstinência" leve da desvenlafaxina com a "fase de adaptação" energética da fluoxetina. O resultado clássico é justamente tontura e ansiedade.
Sim, é bastante normal. Essa fase de troca de medicações mexe muito com o organismo. A tontura e a ansiedade que você está sentindo podem ser tanto sintomas da redução da desvenlafaxina quanto efeitos da adaptação inicial à fluoxetina. Um ponto de atenção importante é que a desvenlafaxina costuma ser fabricada em comprimidos de liberação prolongada. Quebrar esse comprimido ao meio destrói essa tecnologia, fazendo o remédio ser absorvido de uma vez só. Isso piora os efeitos colaterais e aumenta a sensação de abstinência no resto do dia. Vale a pena rever essa estratégia de retirada com seu médico. Como psiquiatra acredito que é importante o psiquiatra estar disponível por whatsapp para tirada de duvidas. Assim o paciente não precisa procurar a internet para receber assistência sobre o seu tratamento durante essas transições delicadas. Eu valorizo que meus pacientes tenham essa facilidade. Se isso faz sentido para você, minha agenda está aberta para novos pacientes.
Sim, tontura e aumento da ansiedade podem ocorrer durante a troca da desvenlafaxina pela fluoxetina, especialmente nos primeiros dias ou semanas. A desvenlafaxina atua sobre serotonina e noradrenalina. Ao reduzir sua dose, algumas pessoas apresentam sintomas de descontinuação (abstinência), como tontura, desequilíbrio, náusea, irritabilidade e ansiedade. Ao mesmo tempo, a fluoxetina aumenta a atividade serotoninérgica e, no início do tratamento, pode causar uma fase de adaptação com inquietação, ansiedade, náusea ou alterações do sono. Portanto, seus sintomas podem resultar tanto da redução da desvenlafaxina quanto da introdução da fluoxetina ou da combinação dessas duas mudanças. A relação temporal entre o início dos sintomas e a troca das medicações ajuda bastante a esclarecer a causa. Como há uso simultâneo de dois antidepressivos serotoninérgicos durante a transição, o esquema deve ser individualizado e acompanhado pelo psiquiatra. Se a tontura e a ansiedade forem intensas, persistentes ou estiverem piorando, converse com o psiquiatra que orientou a troca para avaliar a velocidade da transição e as doses utilizadas. Não modifique ou interrompa as medicações por conta própria. Respeitosamente, Prof. Dr. Fábio José Pereira da Silva
Pode acontecer nessa fase, sim. Você está reduzindo a desvenlafaxina e começando a fluoxetina ao mesmo tempo, então a tontura pode vir da queda da primeira, enquanto a ansiedade pode aparecer na adaptação à segunda. Isso, por si só, não significa que a troca deu errado. O detalhe que eu conferiria é o meio comprimido da desvenlafaxina. Se a sua apresentação for de liberação prolongada, ela geralmente deve ser tomada inteira, porque partir pode alterar a forma como o medicamento é liberado. A orientação oficial do Pristiq, por exemplo, é não dividir o comprimido. Se os sintomas estão leves e oscilando, podem fazer parte da transição. Mas, se a tontura está dificultando trabalhar, dirigir ou ficar em pé, ou se a ansiedade está claramente piorando, vale revisar o esquema com o médico que organizou a troca. Uma reavaliação bem feita consegue separar o que é retirada da desvenlafaxina, adaptação à fluoxetina e o que pode estar vindo do próprio modo como essa troca foi montada.
A troca da desvenlafaxina pela fluoxetina pode causar sintomas de adaptação, especialmente nas primeiras semanas, pois são medicamentos que atuam no sistema da serotonina, mas possuem características farmacológicas diferentes. A redução da desvenlafaxina pode levar a sintomas de descontinuação, como tontura, sensação de desequilíbrio, ansiedade, irritabilidade, alterações do sono e sensações corporais incomuns. Ao mesmo tempo, a introdução da fluoxetina pode causar, no início, aumento transitório de ansiedade, inquietação ou desconfortos físicos até que o organismo se adapte. Como você está fazendo uma troca com redução de uma medicação e início de outra, é possível que esses sintomas estejam relacionados ao período de ajuste. Entretanto, é importante manter contato com o médico que orientou a mudança para avaliar se o esquema de transição está adequado para o seu caso, pois a velocidade da troca deve ser individualizada. Não interrompa ou altere as doses por conta própria. Procure avaliação mais rapidamente se houver piora intensa da ansiedade, agitação incomum, pensamentos de autoagressão, confusão, tremores importantes ou outros sintomas diferentes do habitual. Com acompanhamento adequado, esses efeitos costumam melhorar à medida que o tratamento se estabiliza.
A troca da desvenlafaxina pela fluoxetina pode causar sintomas de adaptação, principalmente nas primeiras semanas, pois embora ambas atuem no sistema da serotonina, possuem características diferentes de ação e duração no organismo. A redução da desvenlafaxina pode provocar sintomas de descontinuação, como tontura, sensação de desequilíbrio, ansiedade, irritabilidade, alterações do sono e sensações corporais incomuns. Ao mesmo tempo, a introdução da fluoxetina pode, em algumas pessoas, causar uma fase inicial de maior ativação, com aumento transitório da ansiedade, inquietação ou desconforto físico antes que os efeitos terapêuticos apareçam. Como você está fazendo uma troca de medicação, esses sintomas podem ocorrer durante o período de ajuste. É importante manter contato com o médico que orientou a mudança, pois a velocidade da transição deve ser individualizada conforme o histórico, sintomas e tolerância. Não altere as doses ou interrompa o tratamento por conta própria, pois isso pode intensificar sintomas de adaptação. Procure orientação mais rapidamente se houver piora intensa da ansiedade, agitação incomum, pensamentos de autoagressão, confusão ou sintomas físicos importantes. Com acompanhamento adequado, muitas pessoas apresentam melhora progressiva à medida que o organismo se adapta ao novo esquema terapêutico.
Todo o conteúdo, em particular perguntas e respostas, é de caráter informativo e em nenhum caso pode substituir um diagnóstico médico.


