Estou tomando risperidona e está saindo leite do meu seio, e só consigo ver meu psiquiatra daq dois
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Estou tomando risperidona e está saindo leite do meu seio, e só consigo ver meu psiquiatra daq dois meses, é perigoso eu continuar tomando até lá?
Um dos efeitos colaterais da risperidona é a hiperprolactinemia, que por consequência causa galactorreia (saída de leite). Usualmente avaliamos por exame laboratorial o valor da prolactina para decidirmos com mais precisão a conduta - a depender do aumento e do benefício que você teve com a medicação é possível continuar, mas em algumas situações é mandatória a interrupção. Recomendo que você adiante o atendimento com seu psiquiatra.
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Boa tarde. A saída de leite pode ser efeito colateral do medicamento. No entanto, em curto prazo, não há riscos significativos para manutenção do uso do medicamento. O que mais comumente pode ocorrer são irregularidades no ciclo menstrual, aumento do tamanho das mamas e alterações de libido. No entanto, não recomendo que você suspenda o tratamento sem uma avaliação prévia. Provavelmente será necessário substituir o medicamento, mas os riscos com relação a suspensão da risperidona podem ser muito mais graves dependendo do seu diagnóstico de base. Procure adiantar sua consulta!
A galactorreia (saída de leite) é efeito colateral conhecido da risperidona — ocorre por bloqueio dopaminérgico que eleva prolactina. É incômodo, mas não é emergência.
Risco real: Continuar 2 meses sem avaliação pode causar:
Hiperprolactinemia crônica (afeta densidade óssea, fertilidade, libido)
Desconforto mamário progressivo
Possível ginecomastia
Não recomendo esperar 2 meses.
Ações imediatas:
Procure seu clínico geral ou ginecologista antes — eles podem solicitar dosagem de prolactina e avaliar necessidade de intervenção
Entre em contato com meu consultório — posso fazer ajustes via teleconsulta (reduzir dose, adicionar antagonista de prolactina, ou trocar medicação)
Não interrompa risperidona sozinho — risco de surto psicótico
Opções terapêuticas:
Trocar para antipsicótico com menor impacto prolactínico (aripiprazol, quetiapina)
Adicionar domperidona ou bromocriptina
Reduzir dose se clinicamente viável
Risco real: Continuar 2 meses sem avaliação pode causar:
Hiperprolactinemia crônica (afeta densidade óssea, fertilidade, libido)
Desconforto mamário progressivo
Possível ginecomastia
Não recomendo esperar 2 meses.
Ações imediatas:
Procure seu clínico geral ou ginecologista antes — eles podem solicitar dosagem de prolactina e avaliar necessidade de intervenção
Entre em contato com meu consultório — posso fazer ajustes via teleconsulta (reduzir dose, adicionar antagonista de prolactina, ou trocar medicação)
Não interrompa risperidona sozinho — risco de surto psicótico
Opções terapêuticas:
Trocar para antipsicótico com menor impacto prolactínico (aripiprazol, quetiapina)
Adicionar domperidona ou bromocriptina
Reduzir dose se clinicamente viável
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