Eu ando sentindo muita tonteira. O Otorrino passou os exames e não acusaram nada. Como Tenho Proble
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Eu ando sentindo muita tonteira. O Otorrino passou os exames e não acusaram nada.
Como Tenho Problema de Ansiedade, fui na médica e ela disse que não é problema de ansiedade.
O que poderia ser isso? E qual médico devo procurar?
Como Tenho Problema de Ansiedade, fui na médica e ela disse que não é problema de ansiedade.
O que poderia ser isso? E qual médico devo procurar?
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Olá!
Tontura é um sintoma muito amplo, que pode ter várias causas, desde causas do aparelho vestibular (que fica dentro do ouvido), até causas psicogênicas (como ansiedade).
O ideal é que seja avaliada por um bom médico, que consiga investigar todas essas causas. Sugiro consulta com um bom clínico geral ou geriatra, para uma visão mais ampla do sintoma e adequado tratamento e acompanhamento do mesmo, visando sua qualidade de vida.
Tontura é um sintoma muito amplo, que pode ter várias causas, desde causas do aparelho vestibular (que fica dentro do ouvido), até causas psicogênicas (como ansiedade).
O ideal é que seja avaliada por um bom médico, que consiga investigar todas essas causas. Sugiro consulta com um bom clínico geral ou geriatra, para uma visão mais ampla do sintoma e adequado tratamento e acompanhamento do mesmo, visando sua qualidade de vida.
Olá! A tontura é um sintoma que pode estar relacionada a várias patologias (doenças). Como você já procurou um otorrino e o mesmo disse que você não apresenta alterações na parte dele, é necessário outro tipo de investigação. A tontura também pode ser um efeito colateral de algum medicamento ou algum hábito e para ter certeza disso, o ideal é marcar uma consulta médica para uma avaliação mais detalhada.
A ansiedade pode causar sintomas como tontura, náuseas e vômitos, portanto eu não descartaria essa possibilidade!
Qualquer outra dúvida estou a disposição! Espero que você melhore logo!
A ansiedade pode causar sintomas como tontura, náuseas e vômitos, portanto eu não descartaria essa possibilidade!
Qualquer outra dúvida estou a disposição! Espero que você melhore logo!
Tontura persistente com exames normais pode ter várias causas, incluindo vestibulares, neurológicas ou metabólicas, sendo indicado inicialmente procurar um clínico geral para avaliação ampla e encaminhamento ao especialista adequado. Recomendo agendar uma consulta por Telemedicina, prática, segura e que permite um acompanhamento personalizado sobre esse tema. Estou à disposição para oferecer o suporte necessário nesse processo!
Dr. Matheus Chagas Lima
CRM MG 110200
Dr. Matheus Chagas Lima
CRM MG 110200
Olá! A tontura pode ter várias causas: alterações de pressão, problemas neurológicos, metabólicos, de visão ou mesmo efeitos de medicamentos. Como já foi descartada causa otorrinolaringológica, uma boa opção é procurar um clínico geral ou neurologista para ampliar a investigação. Manter um diário dos sintomas pode ajudar na avaliação, informando dia que teve tontura, sintomas que vieram associados, algum acontecimento/sentimento fora da rotina que possa ter desencadeado, se fez uso de algum remédio…
Olá! A tontura pode ter várias causas além do ouvido e da ansiedade, como alterações da pressão, anemia, problemas na circulação, glicose baixa, efeitos de medicamentos e alterações na coluna cervical. Quando os exames do otorrino estão normais, é importante uma avaliação clínica mais ampla. O especialista mais indicado é o clínico geral ou geriatra, que poderá direcionar para outros exames se necessário. Estou à disposição para te ajudar!
Tontura é um sintoma muito comum e pode ter várias origens. Quando a avaliação com otorrinolaringologista e exames iniciais não mostram alteração, vale lembrar que nem toda tontura é “labirintite” e nem toda tontura tem relação com ansiedade. Em termos gerais, o próximo passo costuma ser ampliar a investigação para outras causas frequentes.
Entre os grupos de causas que mais aparecem na prática estão: alterações de pressão arterial (principalmente queda ao levantar, chamada hipotensão ortostática), desidratação e jejum prolongado; anemia e outras alterações do sangue; problemas de tireoide, glicemia e outras questões metabólicas; efeitos colaterais de medicamentos (inclusive para ansiedade, dor, pressão, alergias); distúrbios do sono e fadiga; enxaqueca vestibular, que pode dar vertigem ou sensação de desequilíbrio mesmo sem dor de cabeça típica; e, em alguns casos, alterações neurológicas ou cardiovasculares que precisam ser descartadas.
Alguns sinais ajudam a orientar o grau de urgência. Tonturas leves e intermitentes, relacionadas a ficar muito tempo sem comer, pouca hidratação, mudança rápida de posição ou períodos de estresse e sono ruim, com exame neurológico normal, frequentemente têm causa benigna. Já é importante procurar atendimento com mais rapidez, e de preferência em pronto atendimento, se houver qualquer um destes sinais: fraqueza ou dormência em um lado do corpo, dificuldade para falar, alteração visual importante, desmaio, dor de cabeça súbita muito forte, dor no peito, palpitações intensas, falta de ar, febre alta com rigidez de nuca, ou piora progressiva importante do equilíbrio.
Quanto a qual médico procurar, de modo geral a melhor porta de entrada é um clínico geral ou médico de família, porque consegue organizar a investigação e revisar medicações, sinais vitais e exames básicos. Dependendo do padrão da tontura e do que aparecer na avaliação, pode ser indicado encaminhamento para neurologista (se houver suspeita de enxaqueca vestibular, alterações neurológicas ou tontura persistente sem explicação) ou cardiologista (se houver palpitações, desmaios, quedas de pressão, sensação de “apagão” ou suspeita de arritmia). Se houver queixa associada de dor de cabeça recorrente, sensibilidade à luz, enjoo e crises que vão e voltam, o neurologista costuma ser particularmente útil.
Como orientação prática para a consulta, costuma ajudar levar um “diário” curto das crises: quando começou, duração, se é sensação de rotação (vertigem) ou mais “cabeça leve”, se piora ao levantar ou virar na cama, sintomas associados (náusea, zumbido, pressão no ouvido, dor de cabeça, palpitações), e uso de cafeína, álcool, energéticos e medicamentos. Isso aumenta bastante a chance de direcionar os exames corretos.
Entre os grupos de causas que mais aparecem na prática estão: alterações de pressão arterial (principalmente queda ao levantar, chamada hipotensão ortostática), desidratação e jejum prolongado; anemia e outras alterações do sangue; problemas de tireoide, glicemia e outras questões metabólicas; efeitos colaterais de medicamentos (inclusive para ansiedade, dor, pressão, alergias); distúrbios do sono e fadiga; enxaqueca vestibular, que pode dar vertigem ou sensação de desequilíbrio mesmo sem dor de cabeça típica; e, em alguns casos, alterações neurológicas ou cardiovasculares que precisam ser descartadas.
Alguns sinais ajudam a orientar o grau de urgência. Tonturas leves e intermitentes, relacionadas a ficar muito tempo sem comer, pouca hidratação, mudança rápida de posição ou períodos de estresse e sono ruim, com exame neurológico normal, frequentemente têm causa benigna. Já é importante procurar atendimento com mais rapidez, e de preferência em pronto atendimento, se houver qualquer um destes sinais: fraqueza ou dormência em um lado do corpo, dificuldade para falar, alteração visual importante, desmaio, dor de cabeça súbita muito forte, dor no peito, palpitações intensas, falta de ar, febre alta com rigidez de nuca, ou piora progressiva importante do equilíbrio.
Quanto a qual médico procurar, de modo geral a melhor porta de entrada é um clínico geral ou médico de família, porque consegue organizar a investigação e revisar medicações, sinais vitais e exames básicos. Dependendo do padrão da tontura e do que aparecer na avaliação, pode ser indicado encaminhamento para neurologista (se houver suspeita de enxaqueca vestibular, alterações neurológicas ou tontura persistente sem explicação) ou cardiologista (se houver palpitações, desmaios, quedas de pressão, sensação de “apagão” ou suspeita de arritmia). Se houver queixa associada de dor de cabeça recorrente, sensibilidade à luz, enjoo e crises que vão e voltam, o neurologista costuma ser particularmente útil.
Como orientação prática para a consulta, costuma ajudar levar um “diário” curto das crises: quando começou, duração, se é sensação de rotação (vertigem) ou mais “cabeça leve”, se piora ao levantar ou virar na cama, sintomas associados (náusea, zumbido, pressão no ouvido, dor de cabeça, palpitações), e uso de cafeína, álcool, energéticos e medicamentos. Isso aumenta bastante a chance de direcionar os exames corretos.
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