Eu e neu namorado temos borderline,ja aconteceu de quase terminarmos mais de 3 vezes,ele uma hora di

20 respostas
Eu e neu namorado temos borderline,ja aconteceu de quase terminarmos mais de 3 vezes,ele uma hora diz que não sente nada e na msm hora que eu abraço ele e choro,ele começa a chorar tbm e diz que não quer terminar e que esta só confuso,eu o amo mt não quero perde-lo o q posso fazer?
 Ricardo Marchi
Terapeuta complementar
São Paulo
Quando duas pessoas com borderline se relacionam, o amor pode ser verdadeiro, mas as emoções tendem a oscilar com intensidade. Dizer que não sente nada e, logo depois, chorar ao ser acolhido não é contradição consciente, é desorganização emocional.

Decisões sobre terminar ou continuar não devem ser tomadas no auge da crise. Amor saudável precisa de segurança emocional, limites e estabilidade, não de ciclos constantes de afastamento e reconciliação.

É importante diferenciar emoção do momento de decisão real, observar atitudes consistentes e estabelecer limites claros sobre o que é aceitável dentro da relação.

Uma reflexão necessária, em momento de calma, é:
“Estou escolhendo essa relação como ela é hoje ou vivendo na esperança de que ela mude?”

CUIDADO TERAPÊUTICO

Quando ambos têm borderline, o acompanhamento terapêutico é fundamental.
A terapia individual ajuda na regulação emocional, autoestima e autonomia.
A terapia de casal auxilia na comunicação, nos acordos emocionais e na quebra de ciclos de crise.

Se você sentir que é o momento de cuidar disso com mais profundidade, eu trabalho com terapia individual e terapia para casais, com foco em estabilidade emocional, vínculos saudáveis e escolhas conscientes. Caso queira fique à vontade para marcar uma consulta comigo. Boa sorte!

Tire todas as dúvidas durante a consulta online

Se precisar de aconselhamento de um especialista, marque uma consulta online. Você terá todas as respostas sem sair de casa.

Mostrar especialistas Como funciona?
Dra. Patricia De Lucia Nadruz
Psicólogo, Terapeuta complementar
São Paulo
Olá, obrigada por compartilhar algo tão sensivel e complexo. Relacionamentos onde há sofrimento emocional intenso com medo da perda e términos recorrentes podem ser desgastantes e trazer muito sofrimento. Acredito que vocês se benificiariam de um processo psicoterapeutico para entender esses padrões que ficam se repetindo e como reagem nos momentos de confronto. Ambos necessitam de uma regulação emocional e aprender novas formas de comunicação mais assertivas e também como lidar com o medo do abandono e sentimentos de rejeição, construindo dessa forma um relacionamento mais estável e menos doloroso para os dois.
 Dayane Arrudas Castizani
Terapeuta complementar
Itapevi
Boa tarde
Primeiramente vocês precisam conversar e descobrir qual o motivo tem desencadeado essas brigas , e procurar minimizar.
Cada um pode buscar terapia individualmente também para solucionar os traumas que estejam impactando a relação.
Dra. Jéssica Santana
Psicanalista, Terapeuta complementar
Brasília
Quando os dois têm borderline, a intensidade emocional é real e não é “drama”.
Quando surgir ameaça de término:
Pause o contato por 20 minutos
Respire profundamente (4–6 segundos)
Pergunte a si mesma:
“Isso é medo ou é decisão?”
Só depois conversem.
Você não está errada por amar.
Mas você também merece segurança emocional, não só intensidade.
É comum em relacionamentos onde ambos têm borderline que os sentimentos mudem rápido: em um momento parece que acabou, no outro há demonstração de afeto. Isso não significa falta de amor, mas dificuldade em lidar com emoções intensas.

Uma forma de melhorar é observar os pensamentos automáticos. Por exemplo: quando ele diz “não sinto nada”, você pode pensar “ele não me ama”. Em vez de reagir com choro imediato, tente questionar: “Será que ele está apenas confuso e não sabe expressar o que sente?”. Esse exercício ajuda a reduzir a interpretação catastrófica.
Imagine que numa discussão ele diga “acho que não sinto nada”. Em vez de pensar “vamos terminar”, você respira fundo, lembra que isso pode ser confusão emocional, e responde: “Entendo que você esteja confuso, mas eu quero entender melhor o que está acontecendo”. Assim, você regula sua reação e ajuda a estabilizar o momento.
 Denis Eustáquio
Terapeuta complementar
Rio de Janeiro
A dinâmica descrita reflete a reatividade emocional e o medo de abandono típicos do TPB, onde o 'não sentir nada' muitas vezes é uma dissociação defensiva diante do estresse. O fato de ele reagir ao seu afeto mostra que o vínculo existe, mas está sobrecarregado pela instabilidade do transtorno; por isso, é vital que ambos fortaleçam a autorregulação via Terapia Dialética Comportamental (DBT) e estabeleçam um pacto de não tomar decisões definitivas durante crises, buscando o apoio de especialistas para mediar essa comunicação.
Dra. Ramone Santos
Terapeuta complementar, Psicanalista
Americana
Quando duas pessoas com TPB (borderline) se relacionam, o vínculo costuma ser muito intenso, cheio de amor, mas também de medo de abandono, confusão emocional e mudanças rápidas de sentimento. Isso não significa que o amor não exista — significa que as emoções ficam amplificadas.

O que você descreve é comum no TPB:
ele diz que não sente nada → você se desespera → o vínculo ativa → vocês choram → o medo de perder fala mais alto → vem a reconexão.
Isso não é manipulação, é desregulação emocional.
Se quiser, posso te ajudar a:

pensar o que dizer pra ele numa conversa mais estável

entender quando insistir e quando se proteger

transformar esse vínculo em algo menos doloroso pra você
 Dejalma Scoton
Terapeuta complementar
Piracicaba
Boa tarde. A terapia Trg com a qual trabalho, pode ajudá-los a aprender a conviver melhor. A terapia vai à raiz das dores emocionais zerando-as, faz-se uma varredura de todos os traumas e você vai sentir-se mais leve e com maior autoconhecimento. Fale comigo que lhe explico os detalhes.
Prof. Nilson Soares jr
Terapeuta complementar
São Paulo
Lidar com um relacionamento onde ambos possuem Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) apresenta desafios únicos devido à intensidade emocional e ao medo do abandono, mas com apoio e estratégias adequadas, é possível construir uma relação mais estável e gratificante.
Em situações de crise ou quando sentimentos de confusão surgem, pode ser útil focar em algumas abordagens:
Busca por Terapia Individual e de Casal
Comunicação Clara e Calma
Estabelecimento de Limites Saudáveis
Foco no Apoio Mútuo
Dra. Edina Alves
Terapeuta complementar
Juiz de Fora
Orientação e Terapia de casais. Após, façam Acompanhamento Terapêutico TRG, TCC, individual.
 Leila   Gisleide Sehn
Terapeuta complementar
Ijuí
olá tudo bem , trabalho com constelação familiar , e nesta terapia consigo te ajudar olhando para seu problema e seu sistema familiar ,
Vamos agendar um horário para conversar ?
 Alessandra Vàrgas
Terapeuta complementar
São Paulo
Ambos precisam de cuidados, a terapia pode ajudá-los. Ressignificar a causa que está levando ao transtorno.
 Alessandro Carvalho de Sousa
Terapeuta complementar
Itaúna
O que você pode fazer é tentar interromper o ciclo da crise, não resolver o relacionamento no meio dela. Quando ele disser que não sente nada, encare isso como confusão emocional, não como verdade definitiva. Evite discutir, insistir ou implorar nesse momento, porque isso aumenta a desregulação dos dois. Pause, se afaste um pouco e retome a conversa apenas quando ambos estiverem mais calmos.
Estabeleça acordos prévios em momentos tranquilos, como não falar em término durante crises emocionais e dar um tempo antes de qualquer decisão. Cuide da sua própria regulação emocional, porque você não consegue estabilizar os dois ao mesmo tempo. Amor existe aí, mas ele só se sustenta se houver limites, tratamento individual e menos decisões tomadas no auge da dor.
Dr. Isaías Amorim
Psicanalista, Terapeuta complementar
Brasília
O que você está vivendo é muito intenso e desgastante, e é completamente compreensível se sentir confusa e até desesperada às vezes

Quando duas pessoas com transtorno de personalidade borderline (TPB) se relacionam, é comum que haja altos e baixos emocionais muito fortes, medo de abandono, mudanças rápidas na percepção do afeto e dificuldade em tolerar frustrações. Isso não significa que o amor não exista, mas sim que os sentimentos podem se manifestar de forma intensa e contraditória.

Algumas estratégias que podem ajudar:

Estabelecer limites claros e saudáveis – por exemplo, conversar sobre comportamentos que machucam e definir o que é aceitável ou não dentro da relação.

Reconhecer os padrões emocionais – observar juntos quando surgem crises, sentimentos de abandono ou insegurança, sem se culpar.

Terapia individual e de casal – a psicanálise ou outras abordagens podem ajudar a compreender os gatilhos emocionais, trabalhar a regulação afetiva e fortalecer a relação sem dependência emocional.

Autocuidado constante – cuidar de você, de seus hobbies, amizades e limites, mesmo que a relação seja muito intensa.

Amar alguém com TPB exige paciência e autocompreensão. O mais importante é que vocês possam dialogar sobre o que sentem, buscar acompanhamento profissional e não se perder no sofrimento do outro.

Se quiser, podemos conversar sobre formas de lidar com essa intensidade emocional de maneira segura e saudável, tanto para você quanto para ele
Prof. José Vieira Borges
Terapeuta complementar
Maringá
Quando duas pessoas com traços ou diagnóstico de Transtorno de Personalidade Borderline estão em um relacionamento, é comum acontecer exatamente o que você descreveu: momentos intensos de amor seguidos por confusão, medo de abandono, impulsividade emocional e dúvidas repentinas. Isso não significa que o amor de vocês seja falso. Muitas vezes significa que as emoções estão muito intensas e difíceis de regular.
Vou explicar algumas coisas importantes para você entender melhor o que está acontecendo.
1. O “não sinto nada” muitas vezes é defesa emocional
Pessoas com borderline podem sentir emoções tão fortes que, em certos momentos, o cérebro tenta se proteger desligando os sentimentos.
Então ele pode dizer que não sente nada, mas quando você o abraça e a emoção volta, ele chora e diz que não quer terminar.
Isso mostra que existe vínculo emocional, mas também muita confusão interna.
2. O medo de abandono pode criar ciclos
No borderline é comum existir: medo intenso de perder a pessoa
impulsos de terminar antes de ser abandonado
depois arrependimento e medo de perder de verdade, Isso cria ciclos de:
aproximação → conflito → ameaça de término → reconciliação.
3. O que pode ajudar o relacionamento de vocês
Algumas atitudes fazem muita diferença:
Criar momentos de conversa calma
Não discutir sobre terminar quando os dois estão emocionais. Falem quando estiverem tranquilos.
Não tomar decisões no pico da emoção
Se surgir briga, combinem algo como:
“Vamos esperar 24 horas antes de falar em terminar.”
Aprender regulação emocional
Terapias específicas para borderline ajudam muito, principalmente a Terapia Comportamental Dialética (DBT), que ensina controle emocional e melhora relacionamentos.
Manter identidade individual
Mesmo se amando muito, é importante que cada um tenha: amigos
atividades próprias, momentos sozinho
Isso reduz a intensidade emocional do relacionamento.
4. Uma coisa muito importante
Amar alguém não significa que você precisa sofrer constantemente.
Um relacionamento saudável precisa ter: segurança emocional, respeito
estabilidade com o tempo
Se os dois realmente se amam, buscar ajuda terapêutica pode transformar completamente a relação.
5. Algo positivo na sua história, O fato de:você abraçar ele, vocês chorarem juntos
ele dizer que não quer terminar
mostra que existe conexão emocional real entre vocês. Isso é algo valioso que pode ser trabalhado e fortalecido.
Uma frase simples que às vezes ajuda em momentos de crise no borderline é:
“Eu sei que estamos confusos agora, mas não precisamos decidir nada hoje.”
Isso diminui muito a intensidade do momento.
Dra. Janete Augusta Ferreira
Terapeuta complementar
Rio de Janeiro
Olá, a terapia funciona bem para estabilizar o emocional descobrindo a raiz desse problema, me coloco a disposição para uma avaliação do casal
Dr. André Schefer
Terapeuta complementar
Porto Alegre
Olá! Entendo perfeitamente o seu desespero e o tamanho da sua dor agora. Viver com o transtorno Borderline já é como ter o "volume" das emoções no máximo o tempo todo. Quando duas pessoas com Borderline se relacionam, vocês acabam se tornando o amplificador um do outro. É uma montanha-russa exaustiva para ambos.

O que você me descreve tem uma explicação neurobiológica muito clara. Aqui está o que está acontecendo e o que você pode fazer:

1. Entenda o "Curto-Circuito" dele:
Quando ele diz que "não sente nada", não é verdade que o amor acabou. O cérebro de quem tem Borderline, diante de um estresse extremo ou medo de abandono, faz um "desligamento de emergência" (dissociação) para não sentir dor. Ele fica anestesiado. Quando você o abraça e chora, o seu afeto quebra essa barreira de proteção dele, e toda a emoção represada transborda de uma vez. Por isso ele chora junto e confessa que está apenas confuso. Não é maldade, é falta de regulação emocional.

2. O que você pode fazer na prática:

A Regra do "Botão de Pausa": O maior erro de casais com Borderline é tentar resolver a relação no meio do furacão. Quando ele ameaçar terminar ou disser que está confuso, o cérebro de vocês dois está no modo "sobrevivência". Nenhuma decisão boa sai daí. Você precisa dizer algo como: "Eu te amo e quero ficar com você, mas estamos muito alterados agora. Vamos dar uma pausa de duas horas para o nosso corpo acalmar e depois conversamos." E afaste-se fisicamente por esse tempo.

Quebre o Ciclo de "Crise e Resgate": Chorar abraçada com ele traz um alívio momentâneo e vocês fazem as pazes, mas isso vicia o cérebro de vocês a precisarem de uma crise quase-término para sentirem que se amam. Vocês precisam aprender a se conectar na paz, e não no desespero.

Regule a sua própria âncora: Você tem um medo enorme de perdê-lo, e esse medo te faz agir por impulso. Lembre-se: você não pode controlar a confusão dele, você só pode controlar a sua reação a ela. Se você se mantiver calma e firme, a tempestade dele perde a força.

O amor entre vocês parece ser muito verdadeiro, mas só o amor não sustenta a relação se o sistema nervoso de vocês estiver sempre em guerra.

Como psicoterapeuta, a minha orientação mais urgente é: vocês dois estão fazendo terapia individualmente? Se não estiverem, o relacionamento continuará refém dessas crises. O tratamento é fundamental para dar a vocês as "ferramentas" que o cérebro de vocês não desenvolveu sozinho.
 Rosana Cristina Viegas Barbarini
Psicanalista, Terapeuta complementar
Campinas
Olá,

O que você descreve é muito compreensível dentro da dinâmica de relações em que há traços de funcionamento borderline. Não se trata de “falta de sentimento”, mas de uma grande instabilidade emocional, onde o vínculo pode oscilar intensamente em pouco tempo.

Quando seu namorado diz que “não sente nada” e, logo em seguida, se emociona e diz que não quer terminar, isso pode indicar uma dificuldade em sustentar os próprios afetos de forma contínua. Na perspectiva psicanalítica, isso se relaciona com movimentos internos de aproximação e afastamento, muitas vezes ligados ao medo de abandono e, ao mesmo tempo, ao medo de se envolver profundamente.

O abraço, o choro e o contato emocional direto podem reativar o vínculo afetivo naquele momento, fazendo com que sentimentos que pareciam “ausentes” reapareçam. Ou seja, não é que o sentimento não exista, mas sim que ele não se mantém estável.

Em relações assim, é comum que ambos entrem em um ciclo:
— aproximação intensa
— conflito
— afastamento
— reconexão emocional

Esse movimento pode ser muito desgastante se não for compreendido.

Um ponto importante é que, quando os dois apresentam esse tipo de funcionamento, a intensidade tende a ser ainda maior, e a relação pode oscilar entre momentos de muita conexão e momentos de grande ruptura.

Mais do que tentar “provar” o amor um do outro, o fundamental seria observar:
— como vocês lidam com conflitos
— como reagem ao medo de perder o outro
— o que acontece emocionalmente nesses momentos de ruptura

Um acompanhamento terapêutico (individual e, se possível, também para o casal) pode ajudar muito a dar mais estabilidade a esses vínculos.

Não é que não exista amor — mas ele pode estar atravessado por dificuldades em sustentar o vínculo de forma mais segura.

Um abraço,
Rosana Viegas Mentoria de Carreira e Psicanálise Clínica
Olá, vocês tem oscilação de humor, transtorno que a terapia poderá ajudar vocês. Os dois terão que fazer a terapia posso ajudar vocês.
 Carla Rabetti
Terapeuta complementar
São Paulo
Olá,

É importante que ambos se mantenham em processo terapêutico para terem o devido suporte psicológico nas diferentes demandas, inclusive de relacionamento afetivo.
A TCC - Terapia Cognitivo Comportamental, tem se mostrado muito eficaz no tratamento de transtornos de personalidade, recomendo que procure um profissional com essa especialidade para suporte ao tratamento.

Perguntas relacionadas

Não conseguiu encontrar a resposta que procurava? Faça outra pergunta!

  • A sua pergunta será publicada de forma anônima.
  • Faça uma pergunta de saúde clara, objetiva seja breve.
  • A pergunta será enviada para todos os especialistas que utilizam este site e não para um profissional de saúde específico.
  • Este serviço não substitui uma consulta com um profissional de saúde. Se tiver algum problema ou urgência, dirija-se ao seu médico/especialista ou provedor de saúde da sua região.
  • Não são permitidas perguntas sobre casos específicos, nem pedidos de segunda opinião.
  • Por uma questão de saúde, quantidades e doses de medicamentos não serão publicadas.

Este valor é muito curto. Deveria ter __LIMIT__ caracteres ou mais.


Escolha a especialidade dos profissionais que podem responder sua dúvida
Iremos utilizá-lo para o notificar sobre a resposta, que não será publicada online.

Seu caso é parecido? Esses profissionais podem te ajudar.

Todos os conteúdos publicados no doctoralia.com.br, principalmente perguntas e respostas na área da medicina, têm caráter meramente informativo e não devem ser, em nenhuma circunstância, considerados como substitutos de aconselhamento médico.