Eu e neu namorado temos borderline,ja aconteceu de quase terminarmos mais de 3 vezes,ele uma hora di

8 respostas
Eu e neu namorado temos borderline,ja aconteceu de quase terminarmos mais de 3 vezes,ele uma hora diz que não sente nada e na msm hora que eu abraço ele e choro,ele começa a chorar tbm e diz que não quer terminar e que esta só confuso,eu o amo mt não quero perde-lo o q posso fazer?
 Ricardo Marchi
Terapeuta complementar
São Paulo
Quando duas pessoas com borderline se relacionam, o amor pode ser verdadeiro, mas as emoções tendem a oscilar com intensidade. Dizer que não sente nada e, logo depois, chorar ao ser acolhido não é contradição consciente, é desorganização emocional.

Decisões sobre terminar ou continuar não devem ser tomadas no auge da crise. Amor saudável precisa de segurança emocional, limites e estabilidade, não de ciclos constantes de afastamento e reconciliação.

É importante diferenciar emoção do momento de decisão real, observar atitudes consistentes e estabelecer limites claros sobre o que é aceitável dentro da relação.

Uma reflexão necessária, em momento de calma, é:
“Estou escolhendo essa relação como ela é hoje ou vivendo na esperança de que ela mude?”

CUIDADO TERAPÊUTICO

Quando ambos têm borderline, o acompanhamento terapêutico é fundamental.
A terapia individual ajuda na regulação emocional, autoestima e autonomia.
A terapia de casal auxilia na comunicação, nos acordos emocionais e na quebra de ciclos de crise.

Se você sentir que é o momento de cuidar disso com mais profundidade, eu trabalho com terapia individual e terapia para casais, com foco em estabilidade emocional, vínculos saudáveis e escolhas conscientes. Caso queira fique à vontade para marcar uma consulta comigo. Boa sorte!

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Dra. Patricia De Lucia Nadruz
Psicólogo, Terapeuta complementar
São Paulo
Olá, obrigada por compartilhar algo tão sensivel e complexo. Relacionamentos onde há sofrimento emocional intenso com medo da perda e términos recorrentes podem ser desgastantes e trazer muito sofrimento. Acredito que vocês se benificiariam de um processo psicoterapeutico para entender esses padrões que ficam se repetindo e como reagem nos momentos de confronto. Ambos necessitam de uma regulação emocional e aprender novas formas de comunicação mais assertivas e também como lidar com o medo do abandono e sentimentos de rejeição, construindo dessa forma um relacionamento mais estável e menos doloroso para os dois.
 Dayane Arrudas Castizani
Terapeuta complementar
Itapevi
Boa tarde
Primeiramente vocês precisam conversar e descobrir qual o motivo tem desencadeado essas brigas , e procurar minimizar.
Cada um pode buscar terapia individualmente também para solucionar os traumas que estejam impactando a relação.
Dra. Jéssica Santana
Psicanalista, Terapeuta complementar
Brasília
Quando os dois têm borderline, a intensidade emocional é real e não é “drama”.
Quando surgir ameaça de término:
Pause o contato por 20 minutos
Respire profundamente (4–6 segundos)
Pergunte a si mesma:
“Isso é medo ou é decisão?”
Só depois conversem.
Você não está errada por amar.
Mas você também merece segurança emocional, não só intensidade.
É comum em relacionamentos onde ambos têm borderline que os sentimentos mudem rápido: em um momento parece que acabou, no outro há demonstração de afeto. Isso não significa falta de amor, mas dificuldade em lidar com emoções intensas.

Uma forma de melhorar é observar os pensamentos automáticos. Por exemplo: quando ele diz “não sinto nada”, você pode pensar “ele não me ama”. Em vez de reagir com choro imediato, tente questionar: “Será que ele está apenas confuso e não sabe expressar o que sente?”. Esse exercício ajuda a reduzir a interpretação catastrófica.
Imagine que numa discussão ele diga “acho que não sinto nada”. Em vez de pensar “vamos terminar”, você respira fundo, lembra que isso pode ser confusão emocional, e responde: “Entendo que você esteja confuso, mas eu quero entender melhor o que está acontecendo”. Assim, você regula sua reação e ajuda a estabilizar o momento.
 Denis Eustáquio
Terapeuta complementar
Rio de Janeiro
A dinâmica descrita reflete a reatividade emocional e o medo de abandono típicos do TPB, onde o 'não sentir nada' muitas vezes é uma dissociação defensiva diante do estresse. O fato de ele reagir ao seu afeto mostra que o vínculo existe, mas está sobrecarregado pela instabilidade do transtorno; por isso, é vital que ambos fortaleçam a autorregulação via Terapia Dialética Comportamental (DBT) e estabeleçam um pacto de não tomar decisões definitivas durante crises, buscando o apoio de especialistas para mediar essa comunicação.
Dra. Ramone Santos
Terapeuta complementar, Psicanalista
Americana
Quando duas pessoas com TPB (borderline) se relacionam, o vínculo costuma ser muito intenso, cheio de amor, mas também de medo de abandono, confusão emocional e mudanças rápidas de sentimento. Isso não significa que o amor não exista — significa que as emoções ficam amplificadas.

O que você descreve é comum no TPB:
ele diz que não sente nada → você se desespera → o vínculo ativa → vocês choram → o medo de perder fala mais alto → vem a reconexão.
Isso não é manipulação, é desregulação emocional.
Se quiser, posso te ajudar a:

pensar o que dizer pra ele numa conversa mais estável

entender quando insistir e quando se proteger

transformar esse vínculo em algo menos doloroso pra você
 Dejalma Scoton
Terapeuta complementar
Piracicaba
Boa tarde. A terapia Trg com a qual trabalho, pode ajudá-los a aprender a conviver melhor. A terapia vai à raiz das dores emocionais zerando-as, faz-se uma varredura de todos os traumas e você vai sentir-se mais leve e com maior autoconhecimento. Fale comigo que lhe explico os detalhes.

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