Eu e neu namorado temos borderline,ja aconteceu de quase terminarmos mais de 3 vezes,ele uma hora di

16 respostas
Eu e neu namorado temos borderline,ja aconteceu de quase terminarmos mais de 3 vezes,ele uma hora diz que não sente nada e na msm hora que eu abraço ele e choro,ele começa a chorar tbm e diz que não quer terminar e que esta só confuso,eu o amo mt não quero perde-lo o q posso fazer?
 Ricardo Marchi
Terapeuta complementar
São Paulo
Quando duas pessoas com borderline se relacionam, o amor pode ser verdadeiro, mas as emoções tendem a oscilar com intensidade. Dizer que não sente nada e, logo depois, chorar ao ser acolhido não é contradição consciente, é desorganização emocional.

Decisões sobre terminar ou continuar não devem ser tomadas no auge da crise. Amor saudável precisa de segurança emocional, limites e estabilidade, não de ciclos constantes de afastamento e reconciliação.

É importante diferenciar emoção do momento de decisão real, observar atitudes consistentes e estabelecer limites claros sobre o que é aceitável dentro da relação.

Uma reflexão necessária, em momento de calma, é:
“Estou escolhendo essa relação como ela é hoje ou vivendo na esperança de que ela mude?”

CUIDADO TERAPÊUTICO

Quando ambos têm borderline, o acompanhamento terapêutico é fundamental.
A terapia individual ajuda na regulação emocional, autoestima e autonomia.
A terapia de casal auxilia na comunicação, nos acordos emocionais e na quebra de ciclos de crise.

Se você sentir que é o momento de cuidar disso com mais profundidade, eu trabalho com terapia individual e terapia para casais, com foco em estabilidade emocional, vínculos saudáveis e escolhas conscientes. Caso queira fique à vontade para marcar uma consulta comigo. Boa sorte!

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Dra. Patricia De Lucia Nadruz
Psicólogo, Terapeuta complementar
São Paulo
Olá, obrigada por compartilhar algo tão sensivel e complexo. Relacionamentos onde há sofrimento emocional intenso com medo da perda e términos recorrentes podem ser desgastantes e trazer muito sofrimento. Acredito que vocês se benificiariam de um processo psicoterapeutico para entender esses padrões que ficam se repetindo e como reagem nos momentos de confronto. Ambos necessitam de uma regulação emocional e aprender novas formas de comunicação mais assertivas e também como lidar com o medo do abandono e sentimentos de rejeição, construindo dessa forma um relacionamento mais estável e menos doloroso para os dois.
 Dayane Arrudas Castizani
Terapeuta complementar
Itapevi
Boa tarde
Primeiramente vocês precisam conversar e descobrir qual o motivo tem desencadeado essas brigas , e procurar minimizar.
Cada um pode buscar terapia individualmente também para solucionar os traumas que estejam impactando a relação.
Dra. Jéssica Santana
Psicanalista, Terapeuta complementar
Brasília
Quando os dois têm borderline, a intensidade emocional é real e não é “drama”.
Quando surgir ameaça de término:
Pause o contato por 20 minutos
Respire profundamente (4–6 segundos)
Pergunte a si mesma:
“Isso é medo ou é decisão?”
Só depois conversem.
Você não está errada por amar.
Mas você também merece segurança emocional, não só intensidade.
É comum em relacionamentos onde ambos têm borderline que os sentimentos mudem rápido: em um momento parece que acabou, no outro há demonstração de afeto. Isso não significa falta de amor, mas dificuldade em lidar com emoções intensas.

Uma forma de melhorar é observar os pensamentos automáticos. Por exemplo: quando ele diz “não sinto nada”, você pode pensar “ele não me ama”. Em vez de reagir com choro imediato, tente questionar: “Será que ele está apenas confuso e não sabe expressar o que sente?”. Esse exercício ajuda a reduzir a interpretação catastrófica.
Imagine que numa discussão ele diga “acho que não sinto nada”. Em vez de pensar “vamos terminar”, você respira fundo, lembra que isso pode ser confusão emocional, e responde: “Entendo que você esteja confuso, mas eu quero entender melhor o que está acontecendo”. Assim, você regula sua reação e ajuda a estabilizar o momento.
 Denis Eustáquio
Terapeuta complementar
Rio de Janeiro
A dinâmica descrita reflete a reatividade emocional e o medo de abandono típicos do TPB, onde o 'não sentir nada' muitas vezes é uma dissociação defensiva diante do estresse. O fato de ele reagir ao seu afeto mostra que o vínculo existe, mas está sobrecarregado pela instabilidade do transtorno; por isso, é vital que ambos fortaleçam a autorregulação via Terapia Dialética Comportamental (DBT) e estabeleçam um pacto de não tomar decisões definitivas durante crises, buscando o apoio de especialistas para mediar essa comunicação.
Dra. Ramone Santos
Terapeuta complementar, Psicanalista
Americana
Quando duas pessoas com TPB (borderline) se relacionam, o vínculo costuma ser muito intenso, cheio de amor, mas também de medo de abandono, confusão emocional e mudanças rápidas de sentimento. Isso não significa que o amor não exista — significa que as emoções ficam amplificadas.

O que você descreve é comum no TPB:
ele diz que não sente nada → você se desespera → o vínculo ativa → vocês choram → o medo de perder fala mais alto → vem a reconexão.
Isso não é manipulação, é desregulação emocional.
Se quiser, posso te ajudar a:

pensar o que dizer pra ele numa conversa mais estável

entender quando insistir e quando se proteger

transformar esse vínculo em algo menos doloroso pra você
 Dejalma Scoton
Terapeuta complementar
Piracicaba
Boa tarde. A terapia Trg com a qual trabalho, pode ajudá-los a aprender a conviver melhor. A terapia vai à raiz das dores emocionais zerando-as, faz-se uma varredura de todos os traumas e você vai sentir-se mais leve e com maior autoconhecimento. Fale comigo que lhe explico os detalhes.
Prof. Nilson Soares jr
Terapeuta complementar
São Paulo
Lidar com um relacionamento onde ambos possuem Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) apresenta desafios únicos devido à intensidade emocional e ao medo do abandono, mas com apoio e estratégias adequadas, é possível construir uma relação mais estável e gratificante.
Em situações de crise ou quando sentimentos de confusão surgem, pode ser útil focar em algumas abordagens:
Busca por Terapia Individual e de Casal
Comunicação Clara e Calma
Estabelecimento de Limites Saudáveis
Foco no Apoio Mútuo
Dra. Edina Alves
Terapeuta complementar
Juiz de Fora
Orientação e Terapia de casais. Após, façam Acompanhamento Terapêutico TRG, TCC, individual.
 Leila   Gisleide Sehn
Terapeuta complementar
Ijuí
olá tudo bem , trabalho com constelação familiar , e nesta terapia consigo te ajudar olhando para seu problema e seu sistema familiar ,
Vamos agendar um horário para conversar ?
 Alessandra Vàrgas
Terapeuta complementar
São Paulo
Ambos precisam de cuidados, a terapia pode ajudá-los. Ressignificar a causa que está levando ao transtorno.
 Alessandro Carvalho de Sousa
Terapeuta complementar
Itaúna
O que você pode fazer é tentar interromper o ciclo da crise, não resolver o relacionamento no meio dela. Quando ele disser que não sente nada, encare isso como confusão emocional, não como verdade definitiva. Evite discutir, insistir ou implorar nesse momento, porque isso aumenta a desregulação dos dois. Pause, se afaste um pouco e retome a conversa apenas quando ambos estiverem mais calmos.
Estabeleça acordos prévios em momentos tranquilos, como não falar em término durante crises emocionais e dar um tempo antes de qualquer decisão. Cuide da sua própria regulação emocional, porque você não consegue estabilizar os dois ao mesmo tempo. Amor existe aí, mas ele só se sustenta se houver limites, tratamento individual e menos decisões tomadas no auge da dor.
Dr. Isaías Amorim
Psicanalista, Terapeuta complementar
Brasília
O que você está vivendo é muito intenso e desgastante, e é completamente compreensível se sentir confusa e até desesperada às vezes

Quando duas pessoas com transtorno de personalidade borderline (TPB) se relacionam, é comum que haja altos e baixos emocionais muito fortes, medo de abandono, mudanças rápidas na percepção do afeto e dificuldade em tolerar frustrações. Isso não significa que o amor não exista, mas sim que os sentimentos podem se manifestar de forma intensa e contraditória.

Algumas estratégias que podem ajudar:

Estabelecer limites claros e saudáveis – por exemplo, conversar sobre comportamentos que machucam e definir o que é aceitável ou não dentro da relação.

Reconhecer os padrões emocionais – observar juntos quando surgem crises, sentimentos de abandono ou insegurança, sem se culpar.

Terapia individual e de casal – a psicanálise ou outras abordagens podem ajudar a compreender os gatilhos emocionais, trabalhar a regulação afetiva e fortalecer a relação sem dependência emocional.

Autocuidado constante – cuidar de você, de seus hobbies, amizades e limites, mesmo que a relação seja muito intensa.

Amar alguém com TPB exige paciência e autocompreensão. O mais importante é que vocês possam dialogar sobre o que sentem, buscar acompanhamento profissional e não se perder no sofrimento do outro.

Se quiser, podemos conversar sobre formas de lidar com essa intensidade emocional de maneira segura e saudável, tanto para você quanto para ele
Prof. José Vieira Borges
Terapeuta complementar
Maringá
Quando duas pessoas com traços ou diagnóstico de Transtorno de Personalidade Borderline estão em um relacionamento, é comum acontecer exatamente o que você descreveu: momentos intensos de amor seguidos por confusão, medo de abandono, impulsividade emocional e dúvidas repentinas. Isso não significa que o amor de vocês seja falso. Muitas vezes significa que as emoções estão muito intensas e difíceis de regular.
Vou explicar algumas coisas importantes para você entender melhor o que está acontecendo.
1. O “não sinto nada” muitas vezes é defesa emocional
Pessoas com borderline podem sentir emoções tão fortes que, em certos momentos, o cérebro tenta se proteger desligando os sentimentos.
Então ele pode dizer que não sente nada, mas quando você o abraça e a emoção volta, ele chora e diz que não quer terminar.
Isso mostra que existe vínculo emocional, mas também muita confusão interna.
2. O medo de abandono pode criar ciclos
No borderline é comum existir: medo intenso de perder a pessoa
impulsos de terminar antes de ser abandonado
depois arrependimento e medo de perder de verdade, Isso cria ciclos de:
aproximação → conflito → ameaça de término → reconciliação.
3. O que pode ajudar o relacionamento de vocês
Algumas atitudes fazem muita diferença:
Criar momentos de conversa calma
Não discutir sobre terminar quando os dois estão emocionais. Falem quando estiverem tranquilos.
Não tomar decisões no pico da emoção
Se surgir briga, combinem algo como:
“Vamos esperar 24 horas antes de falar em terminar.”
Aprender regulação emocional
Terapias específicas para borderline ajudam muito, principalmente a Terapia Comportamental Dialética (DBT), que ensina controle emocional e melhora relacionamentos.
Manter identidade individual
Mesmo se amando muito, é importante que cada um tenha: amigos
atividades próprias, momentos sozinho
Isso reduz a intensidade emocional do relacionamento.
4. Uma coisa muito importante
Amar alguém não significa que você precisa sofrer constantemente.
Um relacionamento saudável precisa ter: segurança emocional, respeito
estabilidade com o tempo
Se os dois realmente se amam, buscar ajuda terapêutica pode transformar completamente a relação.
5. Algo positivo na sua história, O fato de:você abraçar ele, vocês chorarem juntos
ele dizer que não quer terminar
mostra que existe conexão emocional real entre vocês. Isso é algo valioso que pode ser trabalhado e fortalecido.
Uma frase simples que às vezes ajuda em momentos de crise no borderline é:
“Eu sei que estamos confusos agora, mas não precisamos decidir nada hoje.”
Isso diminui muito a intensidade do momento.
Dra. Janete Augusta Ferreira
Terapeuta complementar
Rio de Janeiro
Olá, a terapia funciona bem para estabilizar o emocional descobrindo a raiz desse problema, me coloco a disposição para uma avaliação do casal

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