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Ler mais25/07/2025
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18 opiniõesPacientes deste especialista retornam para outras consultas.
Olá! Sou Jéssica Santana, formada em Psicanálise, com especialização em Terapia Cognitivo-Comportamental, Gestão de Pessoas, e atuo há mais de 20 anos na área educacional ajudando famílias, alunos e professores a lidarem com suas emoções, desenvolverem autoconhecimento e superarem dificuldades emocionais.
Tenho experiência no atendimento de mulheres, com foco em questões como ansiedade, depressão, relacionamentos, autoestima e luto.
Meu trabalho é baseado em escuta empática, acolhimento e técnica, sempre respeitando o ritmo e as necessidades de cada pessoa.
Acredito que a psicoterapia é um espaço de transformação, onde você pode se reconectar com quem é e construir novas formas de viver com mais leveza e propósito.
Será um prazer caminhar com você nesse processo!
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Crenças limitantes
Crenças limitantes são pensamentos negativos e automáticos, como “não sou capaz” ou “vou fracassar”, que influenciam nossas emoções, comportamentos e relacionamentos. Geralmente se formam a partir de experiências passadas e funcionam como filtros mentais que restringem nosso potencial. A Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) é eficaz para identificar essas crenças, questioná-las e substituí-las por pensamentos mais realistas. O processo inclui reconhecer padrões disfuncionais, aplicar técnicas como a reestruturação cognitiva e desenvolver novos comportamentos. Assim, é possível fortalecer a autoconfiança e promover mudanças significativas e duradouras.
Aceito
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18 opiniões
Excelente atendimento, atenciosa, coesa e responsável.
O atendimento foi excelente, foi muito atenciosa e profissional.
Gostei muito da consulta. Mesmo na primeira consulta, ela foi atenciosa aos detalhes e nos mostrava alguns pontos que estavam turvos e poderiam ser melhorados. E conseguiu nos fazer refletir logo após a consulta terminar, gerando uma conversa positiva, mesmo em meio a um cenário de caos. Recomendo com certeza. Ansioso pela próxima consulta.
Foi muito atenciosa, e já no primeiro atendimento me fez enxergar uma situação de um outro ângulo. Gostei muito.
Após diversas consultas com outros terapeutas, agora consegui me identificar com Jéssica. Ela e atenciosa e ouve atentamente o que digo e faz perguntas que me fazem pensar sobre como tenho encarado a vida. Recomendo muito.
Jéssica tem sido uma ótima profissional trazendo apontamentos e reflexões que eu jamais havia percebido. Estou muito feliz com o tratamento e já vejo resultados.
Linguagem fácil de entender, bons exemplos que ajudam no entendimento
Maravilhosa. Paciente e muito atenciosa, além de ser clara em todas as explicações, deixando tudo mais fluido.
Muito atenciosa, detalhou e explicou o processo que pretende seguir.
Aguardo anciosa a próxima sessão.
Ótima sessão. Profissional e atenciosa com uma comunicação excelente
71 dúvidas de pacientes respondidas na Doctoralia
Estou casado há 22 anos, há alguns meses me envolvi com outra mulher, não consigo deixá-la, mas também não consigo abandonar meu casamento que é harmonioso e tenho um filho com a minha mulher. Não consigo sair dessa situação, porém não me sinto bem nela, está me consumindo. O que fazer?
O que você descreve não é só uma “indecisão prática” — pela lente da psicanálise, isso costuma revelar um conflito interno mais profundo, muitas vezes inconsciente, que está se expressando através dessa situação.
Você não está apenas entre duas pessoas. Você parece estar entre duas posições psíquicas:
De um lado, o casamento de longa data — que representa vínculo, história, estabilidade, אולי até uma parte de você mais estruturada e comprometida.
Do outro, essa nova relação — que pode estar ligada a desejo, vitalidade, redescoberta de si, ou algo que talvez estivesse adormecido.
A dificuldade em sair de qualquer um dos lados indica que ambos têm um valor psíquico importante para você. Por isso, simplesmente “escolher racionalmente” não resolve — porque o conflito não é só racional.
Na psicanálise, situações como essa muitas vezes apontam para:
Desejos contraditórios que coexistem (segurança × novidade, estabilidade × liberdade);
Repetições inconscientes (padrões de relação que se atualizam);
Ou até uma tentativa de responder a algo que falta, mas que ainda não está claro para você.
E tem um ponto importante: o sofrimento que você descreve (“está me consumindo”) costuma surgir quando a pessoa tenta sustentar duas verdades ao mesmo tempo sem conseguir simbolizar o conflito — ou seja, sem conseguir dar um sentido mais profundo ao que está acontecendo dentro de si.
Então, ao invés de começar pela pergunta “o que eu faço?”, a psicanálise convida você a ir antes para:
O que essa outra relação representa para mim?
O que mudou em mim nesses 22 anos de casamento?
O que eu encontro em cada uma dessas relações — e o que falta em cada uma?
O que eu temo perder em cada escolha?
Percebe que não é só sobre “ficar ou sair”? É sobre entender o que está em jogo dentro de você.
Uma coisa precisa ser dita com clareza: permanecer nessa posição por muito tempo tende a aumentar o sofrimento — porque você fica dividido, muitas vezes com culpa, ansiedade e desgaste emocional constante. Em algum momento, uma elaboração mais profunda (e possivelmente uma decisão) vai ser necessária.
Nesse tipo de situação, a psicanálise não oferece uma resposta pronta, mas oferece algo mais valioso: um espaço para você se escutar de verdade, sem julgamento, e entender o sentido disso tudo na sua história.
Se você puder, buscar um processo analítico pode ser muito importante agora. Não para alguém te dizer o que fazer, mas para te ajudar a não ficar preso nesse impasse.
Se quiser, posso te ajudar a organizar melhor essas perguntas ou até pensar em como iniciar esse processo — porque dá pra sair desse lugar, mas não na pressa nem só na força de decisão.
Descobri uma traição do meu parceiro e terminei, como posso trabalhar o medo de que essa situação se repita em outros vínculos?"
O que você está sentindo faz muito sentido. Quando há uma traição, não é só o vínculo que se rompe — a confiança no outro e, muitas vezes, em si mesmo também fica abalada. Esse medo de que “isso vai acontecer de novo” costuma aparecer como uma tentativa do psiquismo de te proteger de uma nova dor.
Pela psicanálise, esse medo não é algo a ser simplesmente eliminado, mas escutado e compreendido.
Primeiro ponto importante: o que aconteceu foi uma experiência concreta, mas o medo que fica depois muitas vezes se amplia e ganha um caráter mais geral — como se todo vínculo futuro carregasse esse risco inevitável. Isso acontece porque o psiquismo tenta evitar a repetição do trauma criando uma espécie de alerta constante.
Mas aí surge uma questão central:
esse medo fala só sobre o outro… ou também sobre algo em você?
Não no sentido de culpa, mas de como você se posiciona nos vínculos.
Algumas perguntas que podem te ajudar nesse processo:
O que essa relação representava para você?
Houve sinais que você percebeu e deixou passar, ou foi algo totalmente inesperado?
Como você costuma se implicar nas relações — mais confiante, mais vigilante, mais disponível, mais receoso?
O que exatamente você teme que se repita: a traição em si ou a sensação de não ter controle sobre o que o outro faz?
Na psicanálise, trabalhamos muito com a ideia de que não repetimos situações por acaso, mas também não estamos condenados a repeti-las. O que faz diferença é ganhar consciência sobre nossos padrões, escolhas e pontos de vulnerabilidade.
Outro ponto importante:
O medo pode te levar para dois extremos que parecem opostos, mas têm a mesma raiz:
confiar “rápido demais”, tentando evitar o desconforto da dúvida;
ou desconfiar de tudo, tentando evitar qualquer risco.
O desafio está em construir um lugar mais intermediário:
uma confiança que não é ingênua, mas também não é paralisada pelo medo.
E isso passa por reconstruir algo fundamental:
a confiança em si mesmo — na sua capacidade de perceber, de se posicionar, de sair de uma situação que te faz mal (como você já fez agora).
Você terminou. Isso é importante. Mostra que você não ficou preso a algo que te feriu.
Por fim, esse tipo de vivência deixa marcas — e elaborar isso com alguém (em análise, por exemplo) pode te ajudar a transformar essa dor em algo que te dê mais clareza, e não mais medo.
Que tal agendarmos uma sessão? Posso te ajudar a identificar sinais saudáveis de vínculo ou formas práticas de ir reconstruindo essa segurança aos poucos.
Todos os conteúdos publicados no doctoralia.com.br, principalmente perguntas e respostas na área da medicina, têm caráter meramente informativo e não devem ser, em nenhuma circunstância, considerados como substitutos de aconselhamento médico.