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Ler mais25/07/2025
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19 opiniõesOlá! Sou Jéssica Santana, formada em Psicanálise, com especialização em Terapia Cognitivo-Comportamental, Gestão de Pessoas, e atuo há mais de 20 anos na área educacional ajudando famílias, alunos e professores a lidarem com suas emoções, desenvolverem autoconhecimento e superarem dificuldades emocionais.
Tenho experiência no atendimento de mulheres, com foco em questões como ansiedade, depressão, relacionamentos, autoestima e luto.
Meu trabalho é baseado em escuta empática, acolhimento e técnica, sempre respeitando o ritmo e as necessidades de cada pessoa.
Acredito que a psicoterapia é um espaço de transformação, onde você pode se reconectar com quem é e construir novas formas de viver com mais leveza e propósito.
Será um prazer caminhar com você nesse processo!
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Crenças limitantes
Crenças limitantes são pensamentos negativos e automáticos, como “não sou capaz” ou “vou fracassar”, que influenciam nossas emoções, comportamentos e relacionamentos. Geralmente se formam a partir de experiências passadas e funcionam como filtros mentais que restringem nosso potencial. A Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) é eficaz para identificar essas crenças, questioná-las e substituí-las por pensamentos mais realistas. O processo inclui reconhecer padrões disfuncionais, aplicar técnicas como a reestruturação cognitiva e desenvolver novos comportamentos. Assim, é possível fortalecer a autoconfiança e promover mudanças significativas e duradouras.
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19 opiniões
Mais mencionado pelos pacientes
Muito atenciosa, excelente ouvinte e profissional. Recomendaria e recomendo para todos!
Excelente atendimento, atenciosa, coesa e responsável.
O atendimento foi excelente, foi muito atenciosa e profissional.
Gostei muito da consulta. Mesmo na primeira consulta, ela foi atenciosa aos detalhes e nos mostrava alguns pontos que estavam turvos e poderiam ser melhorados. E conseguiu nos fazer refletir logo após a consulta terminar, gerando uma conversa positiva, mesmo em meio a um cenário de caos. Recomendo com certeza. Ansioso pela próxima consulta.
Foi muito atenciosa, e já no primeiro atendimento me fez enxergar uma situação de um outro ângulo. Gostei muito.
Após diversas consultas com outros terapeutas, agora consegui me identificar com Jéssica. Ela e atenciosa e ouve atentamente o que digo e faz perguntas que me fazem pensar sobre como tenho encarado a vida. Recomendo muito.
Jéssica tem sido uma ótima profissional trazendo apontamentos e reflexões que eu jamais havia percebido. Estou muito feliz com o tratamento e já vejo resultados.
Linguagem fácil de entender, bons exemplos que ajudam no entendimento
Maravilhosa. Paciente e muito atenciosa, além de ser clara em todas as explicações, deixando tudo mais fluido.
Muito atenciosa, detalhou e explicou o processo que pretende seguir.
Aguardo anciosa a próxima sessão.
79 dúvidas de pacientes respondidas na Doctoralia
estou prestes a sair de um relacionamento abusivo de 18 anos ! qual profissional devo procurar após me separar dele ?
Um terapeuta para trabalhar os efeitos emocionais da relação: medo, culpa, ambivalência, ansiedade, trauma, dificuldade de confiar, sensação de vazio, dependência emocional, reconstrução da autonomia.
Se possível, procure alguém com experiência em:
atendimento a mulheres;
relacionamentos abusivos;
trauma;
dependência emocional;
Um narcisista pode melhorar se não beber álcool e se for acompanhado psicologicamente os surtos de ciúmes e agressividade serão minimizados
Se estamos falando de alguém com traços narcisistas (o que é relativamente comum), ou mesmo de um quadro de Transtorno de Personalidade Narcisista, a resposta é: sim, é possível haver melhora significativa, mas isso não significa necessariamente que a pessoa deixará de ter características narcisistas.
Sobre os dois fatores que você mencionou:
Álcool
O álcool costuma diminuir o autocontrole e aumentar a impulsividade. Em pessoas que já têm dificuldades para lidar com frustração, rejeição, ciúme ou críticas, a bebida pode intensificar:
explosões de raiva;
comportamentos agressivos;
crises de ciúme;
atitudes controladoras;
interpretações distorcidas das situações.
Portanto, se o álcool tem um papel importante nos episódios, parar de beber pode reduzir bastante a frequência e a intensidade desses surtos.
Psicoterapia
A psicoterapia pode ajudar a pessoa a:
reconhecer gatilhos emocionais;
tolerar melhor sentimentos de rejeição e vergonha;
desenvolver regulação emocional;
compreender padrões de controle e possessividade;
construir relacionamentos mais saudáveis.
Mas há uma condição importante: a pessoa precisa estar minimamente motivada a olhar para si mesma e assumir responsabilidade pelos próprios comportamentos.
Quando alguém acredita que o problema está sempre nos outros, a evolução costuma ser mais lenta.
Ciúme e agressividade podem diminuir?
Sim, podem diminuir bastante em alguns casos, especialmente quando:
há adesão ao tratamento;
existe reconhecimento do problema;
a pessoa abandona o uso abusivo de álcool ou outras substâncias;
aprende estratégias de regulação emocional.
Por outro lado, se a agressividade envolve violência física, ameaças, intimidação ou abuso psicológico, não é prudente assumir que apenas parar de beber resolverá o problema. Muitas vezes o álcool funciona mais como um amplificador de padrões que já existem.
Uma distinção importante é esta: o álcool pode aumentar a agressividade, mas não cria sozinho crenças de posse, controle ou direito sobre o parceiro. Essas questões precisam ser trabalhadas diretamente.
Todos os conteúdos publicados no doctoralia.com.br, principalmente perguntas e respostas na área da medicina, têm caráter meramente informativo e não devem ser, em nenhuma circunstância, considerados como substitutos de aconselhamento médico.