, Osasco 06010-970
Olá! Será um prazer atender você! Pacotes mensais promocionais. Entre em contato. Atendimentos online.
Ler mais25/07/2025
Brasília 5 endereços
Número de registro: Certificado Apresentado
19 opiniõesOlá! Sou Jéssica Santana, formada em Psicanálise, com especialização em Terapia Cognitivo-Comportamental, Gestão de Pessoas, e atuo há mais de 20 anos na área educacional ajudando famílias, alunos e professores a lidarem com suas emoções, desenvolverem autoconhecimento e superarem dificuldades emocionais.
Tenho experiência no atendimento de mulheres, com foco em questões como ansiedade, depressão, relacionamentos, autoestima e luto.
Meu trabalho é baseado em escuta empática, acolhimento e técnica, sempre respeitando o ritmo e as necessidades de cada pessoa.
Acredito que a psicoterapia é um espaço de transformação, onde você pode se reconectar com quem é e construir novas formas de viver com mais leveza e propósito.
Será um prazer caminhar com você nesse processo!
Pagamento online aceito
Economize tempo antes da consulta.
, Osasco 06010-970
Olá! Será um prazer atender você! Pacotes mensais promocionais. Entre em contato. Atendimentos online.
Ler mais25/07/2025
Crenças limitantes
Crenças limitantes são pensamentos negativos e automáticos, como “não sou capaz” ou “vou fracassar”, que influenciam nossas emoções, comportamentos e relacionamentos. Geralmente se formam a partir de experiências passadas e funcionam como filtros mentais que restringem nosso potencial. A Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) é eficaz para identificar essas crenças, questioná-las e substituí-las por pensamentos mais realistas. O processo inclui reconhecer padrões disfuncionais, aplicar técnicas como a reestruturação cognitiva e desenvolver novos comportamentos. Assim, é possível fortalecer a autoconfiança e promover mudanças significativas e duradouras.
Pagamento online aceito
Economize tempo antes da consulta.
Pagamento online aceito
Economize tempo antes da consulta.
Pagamento online aceito
Economize tempo antes da consulta.
Pagamento online aceito
Economize tempo antes da consulta.
Pagamento online aceito
Economize tempo antes da consulta.
Pagamento online aceito
Economize tempo antes da consulta.
Os planos de saúde são aceitos, mas a cobertura varia de acordo com o local e o serviço. Confirme durante a etapa de agendamento!
19 opiniões
Mais mencionado pelos pacientes
Muito atenciosa, excelente ouvinte e profissional. Recomendaria e recomendo para todos!
Excelente atendimento, atenciosa, coesa e responsável.
O atendimento foi excelente, foi muito atenciosa e profissional.
Gostei muito da consulta. Mesmo na primeira consulta, ela foi atenciosa aos detalhes e nos mostrava alguns pontos que estavam turvos e poderiam ser melhorados. E conseguiu nos fazer refletir logo após a consulta terminar, gerando uma conversa positiva, mesmo em meio a um cenário de caos. Recomendo com certeza. Ansioso pela próxima consulta.
Foi muito atenciosa, e já no primeiro atendimento me fez enxergar uma situação de um outro ângulo. Gostei muito.
Após diversas consultas com outros terapeutas, agora consegui me identificar com Jéssica. Ela e atenciosa e ouve atentamente o que digo e faz perguntas que me fazem pensar sobre como tenho encarado a vida. Recomendo muito.
Jéssica tem sido uma ótima profissional trazendo apontamentos e reflexões que eu jamais havia percebido. Estou muito feliz com o tratamento e já vejo resultados.
Linguagem fácil de entender, bons exemplos que ajudam no entendimento
Maravilhosa. Paciente e muito atenciosa, além de ser clara em todas as explicações, deixando tudo mais fluido.
Muito atenciosa, detalhou e explicou o processo que pretende seguir.
Aguardo anciosa a próxima sessão.
81 dúvidas de pacientes respondidas na Doctoralia
Estou passando por um casamento muito desgastado emocionalmente e gostaria de uma orientação do pont
Estou passando por um casamento muito desgastado emocionalmente e gostaria de uma orientação do ponto de vista da psicanálise.
Estou em um relacionamento em que há muitos conflitos, ofensas e perda de respeito mútuo. As brigas são frequentes e muitas vezes acontecem na frente dos nossos filhos. Já não existe mais convivência afetiva entre nós: não dormimos mais juntos e o carinho praticamente desapareceu.
Sinto que, ao longo do relacionamento, houve um acúmulo de mágoas e quebra de confiança. Antes do casamento, minha esposa teve comportamentos que me geraram muita insegurança e desconfiança, o que fez com que eu entrasse no casamento já com o respeito e a admiração bastante abalados. Com o tempo, apesar de tentativas de reconstrução, o relacionamento foi se desgastando ainda mais.
Hoje percebo um ciclo constante de conflito: eu reconheço meus erros e tento assumir responsabilidade pelas minhas atitudes durante as brigas, mas sinto que minha esposa não reconhece a própria participação nos problemas, o que me gera frustração e sensação de impotência. Isso acaba intensificando os conflitos entre nós.
Também percebo em mim um grande desgaste emocional, sentimentos de baixa autoestima, medo de ficar sozinho e dúvida constante sobre se devo continuar tentando ou me afastar. Ao mesmo tempo, amo muito meus filhos e tenho muito medo de prejudicar a convivência com eles caso haja separação.
Gostaria de entender, sob uma perspectiva psicanalítica, como esses padrões emocionais e relacionais podem estar se repetindo na minha vida e de que forma um processo terapêutico poderia me ajudar a compreender melhor minhas escolhas, meus vínculos afetivos e minha dificuldade em lidar com essa situação.
Também gostaria de saber como a psicanálise enxerga situações em que há perda de respeito e repetição de conflitos dentro do casal, e quando isso pode indicar um limite emocional para a continuidade da relação.
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O que você descreve não parece ser apenas uma crise pontual do casamento, mas um vínculo que, ao longo do tempo, foi se organizando em torno de sofrimento, ressentimento e repetição de conflitos. Do ponto de vista psicanalítico, a pergunta mais importante talvez não seja apenas "devo me separar ou permanecer?", mas "o que faz com que esse vínculo tenha assumido essa forma e por que ele continua se mantendo apesar do sofrimento?".
A psicanálise não tem como objetivo dizer se uma pessoa deve terminar ou permanecer em um relacionamento. Ela procura compreender o que está em jogo subjetivamente para cada um dos envolvidos.
Pelo que você relata, alguns aspectos chamam atenção.
A relação começou com uma ferida na confiança
Você diz que entrou no casamento já com o respeito e a admiração abalados por acontecimentos anteriores ao casamento. Em termos psicanalíticos, isso é bastante significativo.
Quando um vínculo amoroso se constitui sobre uma ferida narcísica — isto é, uma experiência de humilhação, rejeição ou perda de confiança — o parceiro deixa de ocupar apenas o lugar de objeto amado e passa também a representar aquele que causou uma dor difícil de elaborar.
Quando essa ferida não encontra elaboração, cada novo conflito tende a atualizar o sofrimento antigo. Assim, muitas discussões aparentemente "sobre o presente" carregam afetos muito anteriores.
Em outras palavras, vocês podem não estar brigando apenas pelo motivo imediato, mas por uma história emocional que nunca conseguiu ser simbolizada.
O ciclo da repetição
Um conceito central da psicanálise é a compulsão à repetição.
Às vezes, mesmo desejando paz, a pessoa acaba revivendo continuamente determinadas experiências emocionais.
Isso não significa que ela "goste de sofrer". Significa que existe algo inconsciente tentando encontrar uma solução para um conflito que permanece aberto.
No seu relato aparece um movimento interessante:
você sente que reconhece seus erros;
sente que sua esposa não reconhece os dela;
isso produz impotência;
a impotência gera novas discussões;
as discussões confirmam a sensação de não ser compreendido.
Esse ciclo parece se alimentar sozinho.
A pergunta analítica seria:
O que essa posição de quem tenta reparar continuamente, enquanto espera um reconhecimento que nunca chega, representa na sua história?
Essa dinâmica pode ou não estar ligada a experiências anteriores da sua vida. É justamente isso que a análise procura investigar.
A perda do respeito
Na psicanálise, o amor não é sustentado apenas pelo afeto.
Ele depende também de elementos como:
reconhecimento do outro como sujeito;
possibilidade de admiração;
preservação do desejo;
respeito pelos limites individuais.
Quando a relação passa a ser organizada predominantemente por:
humilhações;
ofensas;
ataques pessoais;
desprezo;
violência verbal constante,
o vínculo deixa de ser um espaço de investimento afetivo e passa a funcionar principalmente como cenário de repetição do sofrimento.
Isso não significa automaticamente que a separação seja a única saída.
Mas significa que existe um comprometimento importante da capacidade do casal de sustentar um encontro subjetivo.
O medo de ficar sozinho
Esse trecho do seu relato chama bastante atenção.
Você diz sentir:
baixa autoestima;
medo de ficar sozinho;
dúvidas constantes sobre permanecer ou sair.
Na clínica psicanalítica, muitas vezes descobrimos que o medo da separação não corresponde apenas ao medo da perda do parceiro.
Às vezes ele está ligado a questões mais profundas, como:
medo do abandono;
medo de não ser amado;
sensação de fracasso;
culpa;
necessidade de manter um vínculo mesmo quando ele produz sofrimento.
Ou seja, permanecer pode estar respondendo tanto ao amor quanto ao medo.
E essas duas motivações são muito diferentes.
Uma análise ajuda justamente a diferenciá-las.
Os filhos
Você demonstra uma preocupação muito legítima com eles.
Do ponto de vista psicanalítico, o sofrimento das crianças não depende apenas da existência ou não da separação.
Depende, sobretudo, da qualidade do ambiente emocional em que vivem.
Quando os conflitos são frequentes e acontecem diante dos filhos, eles podem experimentar:
insegurança;
ansiedade;
culpa (algumas crianças acreditam ser responsáveis pelas brigas);
necessidade de assumir funções de mediação entre os pais;
dificuldades futuras na construção dos próprios vínculos amorosos.
Isso não significa que toda separação seja benéfica.
Mas também não significa que permanecer juntos seja necessariamente o melhor para as crianças.
O mais importante costuma ser a possibilidade de os adultos exercerem a função parental com responsabilidade, independentemente da configuração conjugal.
Existe um limite emocional para a continuidade da relação?
A psicanálise não estabelece um critério objetivo do tipo "a partir daqui deve terminar".
Ela convida a observar algumas questões:
Ainda existe espaço para escutar o outro?
Ainda existe desejo de compreender, e não apenas vencer as discussões?
Há possibilidade de responsabilização de ambos?
Existe algum investimento afetivo restante ou apenas ressentimento?
O vínculo ainda favorece crescimento psíquico ou apenas sofrimento?
Quando uma relação passa a funcionar exclusivamente como repetição de ataques, humilhações e ressentimentos, costuma ser um sinal de que algo importante se rompeu na dinâmica do casal.
Isso não significa que seja irreversível, mas indica que mudanças profundas seriam necessárias.
Como a análise poderia ajudá-lo
Pela sua descrição, parece haver duas questões diferentes que merecem ser trabalhadas:
A primeira é compreender o casamento.
A segunda é compreender você dentro desse casamento.
Uma análise poderia ajudá-lo a explorar perguntas como:
Por que permaneci mesmo quando já havia perdido a confiança?
O que busco continuamente quando espero que ela reconheça sua responsabilidade?
Qual é a origem do meu medo da solidão?
Em que momentos da minha vida já ocupei posições semelhantes às que ocupo hoje?
Como construo meus vínculos amorosos?
Que expectativas deposito no outro?
O que significa, para mim, separar-me?
Responder a essas perguntas não leva necessariamente à separação nem à reconciliação.
Leva a uma posição mais livre, em que a decisão deixa de ser movida apenas pelo medo, pela culpa ou pela repetição.
Uma reflexão final
Há um aspecto do seu relato que me chamou a atenção: você descreve o relacionamento quase todo em termos de sofrimento, desgaste, perda de respeito, quebra de confiança e conflitos. Ao mesmo tempo, quando fala das razões para permanecer, aparecem principalmente o amor pelos filhos e o medo da solidão.
Talvez uma pergunta importante — que uma análise poderia desenvolver sem pressa — seja:
O que, hoje, ainda sustenta esse casamento como relação entre vocês dois, para além da parentalidade e do receio da separação?
Essa não é uma pergunta para ser respondida rapidamente. Ela exige tempo, porque toca tanto a realidade do vínculo quanto a sua própria história afetiva.
Independentemente de qual venha a ser a decisão sobre o casamento, um processo psicanalítico pode ajudá-lo a compreender por que você chegou a esse ponto, como certos padrões relacionais foram se constituindo e como fazer escolhas mais conscientes daqui em diante, reduzindo a força das repetições inconscientes que hoje parecem prender você a um ciclo de sofrimento.
Estou passando pelo primeiro luto significativo da minha vida, primeira vez que perco alguém com gra
Estou passando pelo primeiro luto significativo da minha vida, primeira vez que perco alguém com grande vínculo, que no caso foi a minha gatinha de 13 anos...a dor é tão dilacerante, que simplesmente não consigo suportar. Sinto muitas culpas, pelas decisões tomadas sobre os tratamentos, pelo tempo que não curti ela porque estava envolta em problemas do cotidiano, embora cuidei, amei, fiquei muito com ela, sinto que ainda sim, foi pouco, que eu era muito mas muito feliz com ela, eu tinha tudo, e agora ela se foi, a nova realidade me assola de tristeza, nunca mais terei a felicidade com ela. Não sei como lidar com tudo isso?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Antes de qualquer coisa, sinto muito pela perda da sua gatinha.
Pelo que você escreveu, não parece que você esteja apenas triste. Parece que você está vivendo aquilo que muitas pessoas descrevem como um rompimento da própria continuidade da vida. Quando alguém que esteve presente por 13 anos morre, não desaparece apenas um animal de estimação; desaparece uma presença cotidiana, uma testemunha silenciosa da sua história, alguém que fazia parte da organização afetiva da sua vida.
Do ponto de vista da psicanálise, o luto não é apenas sentir falta. É um trabalho psíquico muito profundo, no qual a realidade insiste em dizer: "ela não voltará", enquanto outra parte de você ainda continua procurando por ela.
É por isso que essa dor pode parecer insuportável.
A culpa quase sempre acompanha o amor
O que mais me chamou atenção foi a quantidade de culpa que você sente.
Você escreveu:
"Sinto muitas culpas pelas decisões tomadas sobre os tratamentos."
"Sinto culpa pelo tempo que não curti ela porque estava envolta em problemas do cotidiano."
Esses pensamentos são extremamente comuns quando perdemos alguém que amamos profundamente.
A psicanálise entende que, depois da perda, nossa mente tenta recuperar uma sensação de controle. Então ela começa a pensar:
"E se eu tivesse feito diferente?"
"E se eu tivesse levado antes?"
"E se eu tivesse brincado mais?"
"E se eu tivesse escolhido outro tratamento?"
Existe um paradoxo doloroso nisso.
Enquanto a morte nos confronta com nossa impotência, a culpa cria a ilusão de que talvez tudo dependesse de nós.
Porque, se foi culpa minha, então talvez houvesse uma forma de impedir.
Mas, infelizmente, nem sempre havia.
A culpa, muitas vezes, é uma tentativa desesperada da mente de não aceitar que existem perdas que escapam completamente ao nosso controle.
Você não está sofrendo porque amou pouco.
Está sofrendo porque amou muito.
Quando você diz:
"Eu tinha tudo."
Essa frase é muito bonita e muito triste ao mesmo tempo.
Ela mostra que sua gatinha ocupava um lugar enorme na sua vida emocional.
E justamente por isso a ausência dela parece deixar um vazio impossível de preencher.
"Foi pouco."
Essa talvez seja a frase mais universal de quem perde alguém amado.
Quase ninguém termina um vínculo importante pensando:
"Pronto. Aproveitei exatamente o suficiente."
Quase todos pensam:
devia ter abraçado mais;
devia ter fotografado mais;
devia ter ficado mais tempo;
devia ter dito mais vezes que amava.
Porque o amor nunca acha suficiente quando encontra o fim.
O problema é que a morte muda completamente a forma como olhamos para o passado.
Aquilo que antes parecia rotina passa a parecer um tesouro.
Mas você não sabia que estava vivendo os últimos meses.
Ninguém sabe.
Você viveu como qualquer pessoa vive: dividindo o amor com trabalho, preocupações, cansaço, responsabilidades e problemas.
Isso não significa que você a amou menos.
Significa apenas que você era humana.
"Nunca mais terei aquela felicidade."
Essa talvez seja a parte mais difícil de ler.
Porque, neste momento, é bem possível que isso seja exatamente o que você sente.
E eu não gostaria de responder com frases como "você vai ficar bem" ou "o tempo cura tudo", porque elas costumam soar vazias para quem está vivendo um luto tão recente.
A felicidade que existia com ela era única.
Ela realmente não voltará da mesma forma.
Nenhum outro animal será ela.
Nenhuma outra relação apagará essa.
A psicanálise não propõe esquecer quem morreu.
Ela propõe transformar a forma dessa presença.
No início, a ausência ocupa todo o espaço.
Com o tempo — e esse tempo não pode ser apressado — a presença deixa de existir no mundo externo e passa a existir de outro modo dentro da nossa história.
Não é substituir.
É integrar.
Permita-se sofrer
Vivemos numa cultura que trata o luto quase como um problema a ser resolvido.
Mas perder alguém depois de 13 anos não é uma pequena mudança.
É uma reorganização inteira da vida.
Você provavelmente vai:
esperar ouvi-la andando pela casa;
olhar para os lugares onde ela dormia;
sentir vontade de chamá-la;
estranhar o silêncio;
chorar de repente.
Nada disso significa que você está "presa".
Significa que seu psiquismo ainda está tentando compreender uma realidade que seu coração ainda não consegue acompanhar.
Uma coisa que gostaria que você guardasse
Quando você pensa:
"Foi pouco."
Eu gostaria de lhe fazer outra pergunta.
Durante esses 13 anos...
...quem era a pessoa que ela procurava quando queria segurança?
Quem a alimentava?
Quem a levava ao veterinário?
Quem conhecia seus hábitos?
Quem percebeu quando ela começou a adoecer?
Quem estava ali até o fim?
Pelo que você contou, era você.
Ela não viveu 13 anos ao lado de alguém indiferente.
Ela viveu 13 anos ao lado de alguém que hoje está devastada justamente porque esse amor existiu.
E, por fim...
Existe uma frase do próprio Sigmund Freud que considero muito verdadeira sobre o luto. Em uma carta, ele escreveu que, depois de uma perda importante, sabemos que a dor diminuirá, mas também sabemos que permaneceremos inconsoláveis em certo sentido, e que nunca encontraremos um substituto exato para quem perdemos. Essa não era uma visão pessimista; era o reconhecimento de que alguns vínculos são insubstituíveis, e justamente por isso têm tanto valor.
Sua gatinha foi uma dessas presenças.
Ela ocupou um lugar único na sua vida, e é natural que a dor seja proporcional a esse lugar.
Se eu pudesse lhe deixar apenas uma ideia hoje, seria esta:
Tente desconfiar da culpa e confiar mais na história de vocês.
A culpa está falando dos últimos dias.
O amor está falando de treze anos.
E, quando olhamos para uma vida inteira compartilhada, os últimos dias não apagam tudo o que foi construído antes.
Todos os conteúdos publicados no doctoralia.com.br, principalmente perguntas e respostas na área da medicina, têm caráter meramente informativo e não devem ser, em nenhuma circunstância, considerados como substitutos de aconselhamento médico.