Existe algum remédio recente e mais eficaz para retarde os sintomas do parkinson?

Existe algum remédio recente e mais eficaz para retarde os sintomas do parkinson?

5 respostas


Concordo com Dr. Espedito Rocha de Carvalho Junior. Acrescentando. Os tratamentos fisioterápicos como a Hidroterapia, pode melhorar muito a qualidade de vida do paciente e evitar futuros problemas provocados pela falta de atividades física e os sintomas característicos da doença.

Dr. Ruy J. Dornelas Maia

Dr. Ruy J. Dornelas Maia

Fisioterapeuta

Angra Dos Reis

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A Doença de Parkinson é uma doença crônica-degenerativa, que inicia no cérebro muitos anos antes de iniciar os primeiros sintomas. Ainda é uma doença de causa não definida. Parece que na maioria das pessoas que tem Parkinson, possa ter relação com fatores ambientais (agrotóxico, medicações, poluição ...) e uma minoria com fatores genéticos. Em relação à prevenção ainda não tem nenhum dado concreto. O mais importante é reconhecer os sinais precocemente e iniciar um acompanhamento médico. Por incrível que pareça, a doença de Parkinson é identificada tardiamente e a maioria dos pacientes são sub medicados, fazendo que estes tenham uma vida com muitas limitações.


Existem medicações novas que estão sendo lançadas no mercado com um melhor perfil de tolerância do paciente por um menor número de efeitos colaterais e por manter mais estável a liberação da droga e consequentemente mantendo o paciente com menor intensidade de sintomas. Procure um médico especializado para conversar mais sobre o assunto.


As medicações usadas no tratamento da Doença de Parkinson ajudam a controlar os sintomas e sem dúvida melhoram a qualidade de vida e retardam o declínio funcional com a doença, mas não mudam sua evolução fisiopatológica. Além do tratamento medicamentoso, o acompanhamento com fisioterapeuta e o tratamento cirúrgico em casos específicos funcionam da mesma forma, melhorando os ganhos funcionais mas sem modificar a evolução natural da doença.


Existem trabalhos que mostram que a rasagilina possui um efeito “neuroprotetor”. Sendo assim, supostamente ela “retardaria” a progressão da doença. Porém, se alguém ja tem o diagnóstico de Parkinson, provavelmente ela ja apresenta os sintomas motores. Deve ser acompanhada por um neurologista clínico que tenha experiência com os distúrbios do movimento para garantir um tratamento que permita a pessoa viver com suas potencialidades da melhor maneira possível com tratamento medicamentoso e multiprofissional.

Todo o conteúdo, em particular perguntas e respostas, é de caráter informativo e em nenhum caso pode substituir um diagnóstico médico.