Faleceu o pai de uma jovem diagnosticada com Asperger. Os dois eram bastante ligados e, agora, está

Faleceu o pai de uma jovem diagnosticada com Asperger. Os dois eram bastante ligados e, agora, está difícil reajustar a rotina. O que fazer para ajudar?

6 respostas


Olá. O processo de luto pode ser facilitado procurando um profissional para realizar psicoterapia. A perda de pessoas próximas podem desajustar a rotina de pessoas com ou sem alguma dificuldade adicional. É importante lembrar que a pessoa em questão deve querer e, principalmente, se sentir a vontade com o profissional escolhido para que o processo tenha melhores resultados.

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É uma situação bastante delicada. Primeiro temos de saber se você já tem um bom acesso a esta jovem. Segundo, saber o quanto de tempo e persistência você está disponível para dedicar-se a ela neste período. Terceiro, qual o tipo de reação que esta jovem tem à sua pessoa. A sua conduta inicial será guiada pela solidariedade, que pode se expressar com a naturalidade de uma visita com tempo para ficar em companhia dela, providenciar algo que você sabe que ela poderá aceitar bem. Repetir regularmente as suas visitas com o propósito de oferecer atenção e saber perceber quando é o momento de retirar-se. Se houver outros familiares, tentar apoiar também caso eles aceitem este movimento seu; buscar informações importantes sobre a rotina diária da jovem, neste momento de ausência do pai. Se for possível e se a jovem se dispor, perceber se há necessidade e condição de um acompanhamento com psicólogo ou psiquiatra. O Insituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas, em São Paulo, é muito bom.

Maria de Lourdes Tomé

Maria de Lourdes Tomé

Psicólogo

São Bernardo do Campo

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Se for possível, sugiro que você indique uma psicoterapia. Procure um Psicólogo Clínico, independente da linha teórica que ele siga. O tratamento vai melhorar muito a qualidade de vida do portador da Síndrome de Asperger, independente até da situação de vida que ele esteja enfrentando no momento.

Paulo Renato Oliveira

Paulo Renato Oliveira

Psicanalista

Rio de Janeiro

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Bem, sabemos o quanto é difícil para os asperger lidarem com mudança de rotinas e regras. No caso desta criança, ela perdeu de uma certa forma, o NORTE dela, precisará ser feito um trabalho estruturado para ela neste momento tão delicado. Recomendo muita delicadeza, sutileza, cautela, empatia. E principalmente um terapeuta que use o método ABA como instrumento. Me coloco à disposição.


Perdas fazem parte da vida, e consequentemente, o luto. Passamos por situações de luto em vários momentos e situações ao longo da vida. Apresentar dificuldade de se adaptar pode ser uma resposta dessa jovem a essa perda tão significativa em sua vida. Não necessariamente esse "desajuste" é um mau sinal, de repente é apenas a forma que ela tem, de no momento expressar a dor e a dificuldade que sente diante do falecimento do pai. É importante estar presente, oferecer apoio, acompanhar junto das pessoas próximas, dar a ela a oportunidade de falar, ou de expressar da forma que conseguir o que está sentindo. Cada um reage a uma perda de uma forma, e o luto nem sempre precisa de intervenção profissional, aliás, na maioria das vezes não precisa. Perdas fazem parte da vida, e talvez ela precise apenas aprender isso, que por mais doído que seja, faz parte. Acolha, acompanhe, dê apoio e oportunidade. Caso se veja impossibilitada de ajudar, procure apoio profissional.


Olá! O ideal é você buscar uma especialista em luto e leva lo para elaborar a perda. E um processo que nescessita nescessita de um tempo para encontrar significados para continuar a vida. So assim sentirá melhor!

Todo o conteúdo, em particular perguntas e respostas, é de caráter informativo e em nenhum caso pode substituir um diagnóstico médico.