Família monoparental, a filha sustenta a casa. Namorado da filha vive deitado em casa (a pedido da

Família monoparental, a filha sustenta a casa. Namorado da filha vive deitado em casa (a pedido da filha), trabalhando esporadicamente, não contribuindo nem participando em convívio com a família. Dada a insistência para que esta situação acabe, houve falta de respeito da parte dele. O que fazer?

12 respostas


Evidentemente, há uma desordem no sistema familiar, o qual pode estar provocando toda a situação. Uma terapia dentro da vertente da Constelação Familiar poderia mostrar qual o emaranhamento que causa todo o conflito. Só deposito uso da técnica, seria possível colocar as coisas nos seus devidos lugares, com todos os integrantes assumindo a postura que lhes cabe.

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Acho que essa questão tem um problema: qual o lugar de quem faz a pergunta nessa dinâmica familiar? Porque existe a narrativa de uma situação familiar, mas a angústia não aparece localizada em nenhum dos atores relatados, nem na filha, nem no namorado, nem dos outros membros da família; a angústia é de quem faz a pergunta: "O que fazer?" Acho que em primeiro lugar, vc quem pergunta, precisa poder se localizar dentro disso. Talvez um caminho seja se questionar: Os outros estão preocupados com essa situação como eu estou? Será que para começar a mudar algo nisso, os outros também precisam querer que ela mude? Qual a parte que me cabe nisso e que eu posso AJUDAR a tentar resolver e não se responsabilizar por resover sozinho? Talvez refletir sobre essas questões possa ser um começo. Espero ter ajudado


Primeiro que deve ser perguntado: qual sua relação com o ocorrido? Participa do ambiente familiar? Uma segunda questão é porque a existência desse "visitante" lhe atinge? será que o fato da filha ter uma certa dominância sobre a casa lhe implica? Em um terceiro momento a pergunta a ser feita seria: porque a relação que a filha tem com o namorado me influência? É importante ver primeiramente o que é questão da pessoa que enuncia esses problemas com o que é da família. Uma terapia familiar é indicada, mas uma individual seria mais precisa.


Hoje em dia, há várias modalidades de atendimento terapêutico para as diversas questões. Terapia de Família seria uma das alternativas, bem como Terapia de Casal ou um processo individual para quem se prontificar, o importante é buscar ajuda pra uma melhor saúde relacional dos indivíduos envolvidos, se assim desejarem.


Boa tarde, A pergunta me parece bem interessante,quem está incomodado com a situação familiar? Quem sustenta a casa? Quem namora? Nem sempre temos as respostas mas é a partir das perguntas que podemos começar a entender como esse sistema familiar está funcionando .Quem está se sentindo sem voz,poder de fala? Indico uma terapia breve familiar para que esses nós sejam desatados e que o sofrimento seja amenizado.Grata pela pergunta.Espero ter podido orientá-lo.

Solange Bluvol

Solange Bluvol

Psicanalista

Rio de Janeiro

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Como podemos ver são questões que devem ser analisadas com um profissional da área! Hoje em dia há várias modalidades de atendimento terapêutico para as diversas questões. Terapia de Família seria uma das alternativas, bem como Terapia de Casal ou um processo individual para quem se prontificar, o importante é buscar ajuda pra uma melhor saúde relacional dos indivíduos envolvidos, se assim desejarem, pois são questões inerentes a família!!!

Ana Fudoli

Ana Fudoli

Psicólogo

Sorocaba

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Olá, acredito que a psicoterapia de família possa ajudar essa família. Nela vão ser trabalhadas todas as relações e isso pode ajudá-los a conviverem de uma maneira melhor e mais respeitosa. Qualquer coisa, estou à disposição.

Milena Puga Araujo

Milena Puga Araujo

Psicólogo

Rio de Janeiro

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Obrigado por me perguntar mas casos familiares só interfiro se houver permissão de todos os elementos da família. A segunda condição é a de que estejam todos presentes nas sessões que faremos no mesmo local de moradia destas pessoas. Se cuidem, fiquem com Deus.


Nesse caso, estamos falando de situações de conflito familiares, o qual seria importante procurar auxílio de um espe4cialista em Terapia Familiar, desde que todos estejam dispostos a participar, pode ser vc e sua filha ou junto com o namorado dela. Sou psicóloga, especialista em Terapia Familiar pela PUC-SP e costumo receber diversas famílias com queixas similares...e com a terapia, a comunicação, os conflitos e a s crises tendem a ser amenizadas, desde que haja o interesse em ajustar essas e outras questões que atrapalhem o bom convívio familiar.


Precisam trabalhar limites e papéis. Dentro de uma família, cada um desempenha um papel, e a interação entre eles é o relacionamento familiar. Trabalhar limites para impor o sadio desempenho desses papéis. Um psicoterapeuta familiar pode auxiliar o desenho da estrutura dessa família.

Najma Alencar

Najma Alencar

Psicólogo

Belo Horizonte

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Conflitos familiares relacionados à convivência, responsabilidades financeiras e participação nas tarefas domésticas podem gerar desgaste emocional importante, especialmente quando os limites da residência não estão claramente definidos. Nessa situação, é fundamental diferenciar o relacionamento afetivo da sua filha das regras de convivência que precisam ser respeitadas por todos os moradores. Recomendo uma conversa objetiva, preferencialmente em momento de tranquilidade, para estabelecer expectativas sobre contribuição financeira, tarefas, respeito mútuo e permanência na residência. Evite discussões baseadas exclusivamente em acusações, priorizando acordos concretos e consequências proporcionais. A terapia familiar pode ajudar quando existem dificuldades persistentes de comunicação e conflitos entre os envolvidos. Entretanto, se houver ameaças ou comportamentos agressivos, a segurança deve ser priorizada. Uma avaliação psicológica pode auxiliar a família a reorganizar limites e responsabilidades sem transformar o conflito em uma disputa de poder.

Dra. Joyce Moreno

Dra. Joyce Moreno

Psiquiatra

Rio de Janeiro

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Situações como essa envolvem questões importantes relacionadas aos limites familiares, à convivência e à distribuição de responsabilidades dentro de casa. Quando uma pessoa permanece no ambiente familiar sem contribuir ou participar da rotina, podem surgir sentimentos de injustiça, sobrecarga e desrespeito. Entretanto, é importante compreender que a filha, por sustentar financeiramente a residência, também pode perceber essa relação de maneira diferente. O caminho mais adequado costuma envolver uma conversa objetiva, preferencialmente em um momento de tranquilidade, para estabelecer regras claras sobre permanência, contribuição financeira, tarefas domésticas e respeito mútuo. Não é necessário aceitar comportamentos ofensivos para preservar a harmonia familiar. A psicoterapia familiar pode auxiliar na comunicação, na definição de limites e na redução dos conflitos. Caso existam ameaças ou agressões, priorize sua segurança. Uma avaliação psicológica pode ajudar a construir estratégias de convivência mais saudáveis e sustentáveis.

Todo o conteúdo, em particular perguntas e respostas, é de caráter informativo e em nenhum caso pode substituir um diagnóstico médico.