Fiz vasectomia a um ano e sinto dor qndo fico em ereção e ao ejacular, o que fazer?
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A dor durante a ereção ou ejaculação após a vasectomia pode ocorrer em uma pequena parcela dos pacientes e, na maioria dos casos, está relacionada a um quadro chamado síndrome da dor pós-vasectomia.
Essa condição pode ser causada por acúmulo de pressão nos ductos deferentes, inflamação local residual, formação de pequenos granulomas espermáticos (reação do organismo ao esperma retido) ou aderências cicatriciais próximas ao local da cirurgia.
Os sintomas podem incluir:
Dor ou peso nos testículos;
Sensação de tração durante a ejaculação;
Dor leve e contínua após o ato sexual.
Na maioria dos casos, o tratamento é clínico e eficaz, envolvendo:
Anti-inflamatórios por períodos curtos;
Aplicação local de calor ou suporte escrotal;
Fisioterapia pélvica ou bloqueios anestésicos, quando necessário.
Em situações persistentes, o urologista pode solicitar exames como ultrassom escrotal e, em casos raros, indicar reabordagem cirúrgica (ex.: vasovasostomia ou denervação do cordão espermático).
Em resumo: a dor que você descreve não é normal após um ano, mas é tratável — procure o urologista para uma avaliação detalhada e manejo individualizado.
Essa condição pode ser causada por acúmulo de pressão nos ductos deferentes, inflamação local residual, formação de pequenos granulomas espermáticos (reação do organismo ao esperma retido) ou aderências cicatriciais próximas ao local da cirurgia.
Os sintomas podem incluir:
Dor ou peso nos testículos;
Sensação de tração durante a ejaculação;
Dor leve e contínua após o ato sexual.
Na maioria dos casos, o tratamento é clínico e eficaz, envolvendo:
Anti-inflamatórios por períodos curtos;
Aplicação local de calor ou suporte escrotal;
Fisioterapia pélvica ou bloqueios anestésicos, quando necessário.
Em situações persistentes, o urologista pode solicitar exames como ultrassom escrotal e, em casos raros, indicar reabordagem cirúrgica (ex.: vasovasostomia ou denervação do cordão espermático).
Em resumo: a dor que você descreve não é normal após um ano, mas é tratável — procure o urologista para uma avaliação detalhada e manejo individualizado.
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