Gostaria de saber o que devo fazer no caso que um adulto autista leve que apresenta sindrome do panico
8
respostas
Gostaria de saber o que devo fazer no caso que um adulto autista leve que apresenta sindrome do panico e depressão e não quer tomar os medicamentos que o psiquiatra passou. Devo dar na comida? (ele relata que se tomar o medicamento fica se sentido estranho, como sono e não consegue estudar)
Olá! Nesse caso converse com o Psiquiatra sobre os efeitos colaterais para quem sabe modificar a medicação, para que ele consiga se adaptar melhor. Colocar o remédio escondido na comida seria em último caso, se o paciente estiver trazendo prejuízos a própria vida. É necessário tentar outras formas com o paciente e que tenha ciência. Espero ter ajudado.
Tire todas as dúvidas durante a consulta online
Se precisar de aconselhamento de um especialista, marque uma consulta online. Você terá todas as respostas sem sair de casa.
Mostrar especialistas Como funciona?
Sim, converse com o médico como orienta a psicóloga Fernanda Freitas Machado, porque a confiança da pessoa na família é fundamental.
O ideal é realmente examinar os efeitos colaterais, se eles realmente existem e atrapalham e ai sim buscar outros medicamentos para sanar este problema. Em segundo lugar e não menos importante é que ele tenha um vínculo, mesmo que pequeno por ter autismo, com quem for receitar ou com que for ^cuidar^ da medicação, assim, caso tenha resistência para usá-la, o vínculo vai melhora a adesão ao tratamento.
Att Eduardo
Att Eduardo
A ética médica não permite que um médico oriente a administração involuntária da medicação a não ser em casos de risco imediato à vida ou quando seu transtorno mental claramente compromete sua autonomia.
Algumas sugestões:
1. Converse com o paciente e procure descobrir porque não quer tomar as medicações. Talvez você mesmo consiga superar o problema.
2. Converse com o psiquiatra e peça orientações a ele.Talvez uma conversa dele com o paciente ou com vocês dois ajude a resolver a situação.
3. Converse com um enfermeiro especializado em Psiquiatria e peça orientações.
4. Converse com um terapeuta comportamental - há dicas que podem estimular a pessoa a aceitar melhor os remédios.
Se o psiquiatra não tiver disponibilidade para discutir as dificuldades que vocês estão tendo para administrar a medicação, talvez possa indicar um colega que tenha. Trata-se de situações frustrantes e difíceis e nem todos têm tempo e paciência para investir na sua resolução.
Algumas sugestões:
1. Converse com o paciente e procure descobrir porque não quer tomar as medicações. Talvez você mesmo consiga superar o problema.
2. Converse com o psiquiatra e peça orientações a ele.Talvez uma conversa dele com o paciente ou com vocês dois ajude a resolver a situação.
3. Converse com um enfermeiro especializado em Psiquiatria e peça orientações.
4. Converse com um terapeuta comportamental - há dicas que podem estimular a pessoa a aceitar melhor os remédios.
Se o psiquiatra não tiver disponibilidade para discutir as dificuldades que vocês estão tendo para administrar a medicação, talvez possa indicar um colega que tenha. Trata-se de situações frustrantes e difíceis e nem todos têm tempo e paciência para investir na sua resolução.
Se o paciente está dizendo que os efeitos colaterais da medicação o atrapalham, é interessante que ele possa relatar isso ao médico psiquiatra que o acompanha. O ideal é que o próprio paciente converse com o médico, porque é importante que haja esse vínculo entre ele e o profissional que o acompanha, independentemente do transtorno. Se o paciente desejar, um acompanhamento com um psicólogo ou psicanalista também pode ajudar no tratamento.
Olá, neste caso somente o psiquiatra do paciente poderá orienta-los da melhor forma para este procedimento. Porén ressalto da importância desse paciente ser assistido por outro profissionais da área como psicologo, por exemplo. A psicoterapia é muito eficaz nos tratamentos de espectro de autista. Mentir para o paciente ou persuadir sua decisão pode ser um meio pouco eficaz na qualidade sua saude.
Como ele é adulto, autista leve, ele tem todo o direito de decidir sobre a sua vida, salvo se não estiver indo contra a própria vida. O melhor é o que os colegas aqui já mencionaram: rever a medicação com o médico e a psicoterapia que é, nesse caso, recomendadíssima.
Olá tudo bem?
O primeiro ponto e orientar que o paciente exponha os motivos de querer tomar as medicações ao seu médico psiquiatra. É portanto muito importante ele tenha uma relação transferencial de confiabilidade com seu médico, até mesmo para que seu médico o oriente e ajude da melhor forma. Outro ponto importante é que tendo em vista que o mesmo possui outros diagnóstico psicopatológicos, que esta pessoa se possível e caso mesmo desejar, passe por um acompanhamento psicoterapêutico com um psicanalista ou psicólogo, pois complementará o tratamento que já vem sendo realizado!
Cordialmente,
Dr. Alessandro Euzébio
O primeiro ponto e orientar que o paciente exponha os motivos de querer tomar as medicações ao seu médico psiquiatra. É portanto muito importante ele tenha uma relação transferencial de confiabilidade com seu médico, até mesmo para que seu médico o oriente e ajude da melhor forma. Outro ponto importante é que tendo em vista que o mesmo possui outros diagnóstico psicopatológicos, que esta pessoa se possível e caso mesmo desejar, passe por um acompanhamento psicoterapêutico com um psicanalista ou psicólogo, pois complementará o tratamento que já vem sendo realizado!
Cordialmente,
Dr. Alessandro Euzébio
Especialistas
Perguntas relacionadas
- Eu tenho uma irmã com as doenças dos sequintes codigos:f=F 84.0 Autismo Infantil,F71.1 Retardo Mental Moderado e F29 Psicose nao organica nao especificada,ela fica rodando o tempo todo,nao tem paciencia para nada,e tem coisas por exemplo apertar um botao,ela aperta um monte de vezes,gostaria de saber…
- Olá, Tenho 24 anos e às vezes acordo batendo com a cabeça no travesseiro, isso é normal?
- Como a ruminação da raiva afeta indivíduos com autismo?
- Tive diagnóstico de autismo ano passado, aos 38 anos. Tenho comorbidades como ansiedade generalizada, toc, e possível bipolaridade (sem diagnóstico). O médico neurologista me receitou 50mg de desvenlafaxina, tomei por dez dias e passei muito mal, falta de apetite, sudorese, sonolência, fadiga, falta…
- Li num site q autistas têm menos força muscular. É vdd? Pq isso acontece ?
- Eu queria tirar uma dúvida sobre um comportamento que venho observando. É sobre medos aparentemente sem explicação, especialmente medo de bonecos e quadros com rostos. Isso pode acontecer em pessoas com deficiência intelectual ou com autismo? Se sim em qual grau da deficiência intelectual isso se manifesta?…
- oi, eu tenho 17 anos e vou fazer 18 mês que vem. queria tirar uma dúvida, sempre que eu assisto qualquer coisa de ficção, tipo filme, série ou desenho, eu percebo que tenho uma dificuldade estranha de entender o que os personagens estão falando, mesmo quando tá em português. dublado, as vezes são frases…
- Eu queria tirar uma dúvida que tem me deixado muito preocupado. Quando eu era criança, com uns 6, 7, 8 ou 9 anos, eu tinha um comportamento que hoje fico pensando se pode ter relação com deficiência intelectual ou autismo. Eu só conseguia conversar com algumas pessoas específicas, tipo minhas primas…
- Qual a diferença entre Transtorno do Espectro Autista – TEA (autismo) e Síndrome de Asperger?
- Bom dia! Tenho um menino de 1 ano e 1 mês que ainda não anda, começou a ficar em pé com apoio agora, e ainda não fala a não ser a palavra mama ou papa. Desde os dois meses de vida balança a cabeça como se fosse o sinal "não", e de 3 meses pra cá tem batido as mãos na cabeça e bate a cabeça no chão. Seria…
Você quer enviar sua pergunta?
Nossos especialistas responderam a 365 perguntas sobre Autismo
Todos os conteúdos publicados no doctoralia.com.br, principalmente perguntas e respostas na área da medicina, têm caráter meramente informativo e não devem ser, em nenhuma circunstância, considerados como substitutos de aconselhamento médico.