Gostaria de saber o que devo fazer no caso que um adulto autista leve que apresenta sindrome do panico
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Gostaria de saber o que devo fazer no caso que um adulto autista leve que apresenta sindrome do panico e depressão e não quer tomar os medicamentos que o psiquiatra passou. Devo dar na comida? (ele relata que se tomar o medicamento fica se sentido estranho, como sono e não consegue estudar)
Olá! Nesse caso converse com o Psiquiatra sobre os efeitos colaterais para quem sabe modificar a medicação, para que ele consiga se adaptar melhor. Colocar o remédio escondido na comida seria em último caso, se o paciente estiver trazendo prejuízos a própria vida. É necessário tentar outras formas com o paciente e que tenha ciência. Espero ter ajudado.
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Sim, converse com o médico como orienta a psicóloga Fernanda Freitas Machado, porque a confiança da pessoa na família é fundamental.
O ideal é realmente examinar os efeitos colaterais, se eles realmente existem e atrapalham e ai sim buscar outros medicamentos para sanar este problema. Em segundo lugar e não menos importante é que ele tenha um vínculo, mesmo que pequeno por ter autismo, com quem for receitar ou com que for ^cuidar^ da medicação, assim, caso tenha resistência para usá-la, o vínculo vai melhora a adesão ao tratamento.
Att Eduardo
Att Eduardo
A ética médica não permite que um médico oriente a administração involuntária da medicação a não ser em casos de risco imediato à vida ou quando seu transtorno mental claramente compromete sua autonomia.
Algumas sugestões:
1. Converse com o paciente e procure descobrir porque não quer tomar as medicações. Talvez você mesmo consiga superar o problema.
2. Converse com o psiquiatra e peça orientações a ele.Talvez uma conversa dele com o paciente ou com vocês dois ajude a resolver a situação.
3. Converse com um enfermeiro especializado em Psiquiatria e peça orientações.
4. Converse com um terapeuta comportamental - há dicas que podem estimular a pessoa a aceitar melhor os remédios.
Se o psiquiatra não tiver disponibilidade para discutir as dificuldades que vocês estão tendo para administrar a medicação, talvez possa indicar um colega que tenha. Trata-se de situações frustrantes e difíceis e nem todos têm tempo e paciência para investir na sua resolução.
Algumas sugestões:
1. Converse com o paciente e procure descobrir porque não quer tomar as medicações. Talvez você mesmo consiga superar o problema.
2. Converse com o psiquiatra e peça orientações a ele.Talvez uma conversa dele com o paciente ou com vocês dois ajude a resolver a situação.
3. Converse com um enfermeiro especializado em Psiquiatria e peça orientações.
4. Converse com um terapeuta comportamental - há dicas que podem estimular a pessoa a aceitar melhor os remédios.
Se o psiquiatra não tiver disponibilidade para discutir as dificuldades que vocês estão tendo para administrar a medicação, talvez possa indicar um colega que tenha. Trata-se de situações frustrantes e difíceis e nem todos têm tempo e paciência para investir na sua resolução.
Se o paciente está dizendo que os efeitos colaterais da medicação o atrapalham, é interessante que ele possa relatar isso ao médico psiquiatra que o acompanha. O ideal é que o próprio paciente converse com o médico, porque é importante que haja esse vínculo entre ele e o profissional que o acompanha, independentemente do transtorno. Se o paciente desejar, um acompanhamento com um psicólogo ou psicanalista também pode ajudar no tratamento.
Olá, neste caso somente o psiquiatra do paciente poderá orienta-los da melhor forma para este procedimento. Porén ressalto da importância desse paciente ser assistido por outro profissionais da área como psicologo, por exemplo. A psicoterapia é muito eficaz nos tratamentos de espectro de autista. Mentir para o paciente ou persuadir sua decisão pode ser um meio pouco eficaz na qualidade sua saude.
Como ele é adulto, autista leve, ele tem todo o direito de decidir sobre a sua vida, salvo se não estiver indo contra a própria vida. O melhor é o que os colegas aqui já mencionaram: rever a medicação com o médico e a psicoterapia que é, nesse caso, recomendadíssima.
Olá tudo bem?
O primeiro ponto e orientar que o paciente exponha os motivos de querer tomar as medicações ao seu médico psiquiatra. É portanto muito importante ele tenha uma relação transferencial de confiabilidade com seu médico, até mesmo para que seu médico o oriente e ajude da melhor forma. Outro ponto importante é que tendo em vista que o mesmo possui outros diagnóstico psicopatológicos, que esta pessoa se possível e caso mesmo desejar, passe por um acompanhamento psicoterapêutico com um psicanalista ou psicólogo, pois complementará o tratamento que já vem sendo realizado!
Cordialmente,
Dr. Alessandro Euzébio
O primeiro ponto e orientar que o paciente exponha os motivos de querer tomar as medicações ao seu médico psiquiatra. É portanto muito importante ele tenha uma relação transferencial de confiabilidade com seu médico, até mesmo para que seu médico o oriente e ajude da melhor forma. Outro ponto importante é que tendo em vista que o mesmo possui outros diagnóstico psicopatológicos, que esta pessoa se possível e caso mesmo desejar, passe por um acompanhamento psicoterapêutico com um psicanalista ou psicólogo, pois complementará o tratamento que já vem sendo realizado!
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Dr. Alessandro Euzébio
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