Já tomei venvanse, Atentah, ritalina, lyberdia, todos esses, e o único que me dei bem foi o venvanse

Já tomei venvanse, Atentah, ritalina, lyberdia, todos esses, e o único que me dei bem foi o venvanse e o lyberdia, pq o genérico dele não se dei bem? Não era p da o mesmo efeito?

16 respostas


Essa é uma dúvida bastante comum no consultório. Em teoria, o medicamento de referência, o similar e o genérico aprovados pelos órgãos reguladores devem apresentar equivalência em relação ao princípio ativo e à eficácia. No entanto, na prática, alguns pacientes relatam perceber diferenças na resposta clínica após a troca de fabricante. Isso pode estar relacionado à forma como cada organismo reage, às características da formulação ou até a outros fatores que coincidem com a mudança, e nem sempre é possível identificar uma única causa. Quando um paciente me conta que teve uma resposta muito melhor com uma determinada apresentação e piora consistente após a troca, levo esse relato em consideração e reavalio o tratamento de forma individualizada, em vez de assumir que todas as apresentações terão exatamente a mesma experiência para aquela pessoa.

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olá, espera-se que as medicações tenham o mesmo efeito caso contenham o mesmo princípio ativo, embora pacientes relatem alterações de eficácia conforme alteram a marca. Isso pode ser devido algum fatore psicológico ou muitas vezes outros fatores podem ter envolvimento como outras sustâncias presentes na fabricação que podem propiciar mais efeitos colaterais ou menos eficácia devido menos absorção da medicação.


É uma dúvida bastante comum. Em teoria, o medicamento genérico deve produzir o mesmo efeito clínico do medicamento de referência, pois contém o mesmo princípio ativo, na mesma dose e forma farmacêutica. No entanto, na prática, algumas pessoas relatam diferenças na resposta. No caso do Venvanse e de seus genéricos (lisdexanfetamina), todos precisam demonstrar bioequivalência, ou seja, que a quantidade absorvida pelo organismo fique dentro de uma faixa considerada equivalente pelas agências reguladoras. Ainda assim, pequenas diferenças na velocidade de absorção, nos excipientes (componentes inativos), na formulação e na variabilidade individual podem fazer com que alguns pacientes percebam diferenças na duração do efeito, intensidade, ansiedade, irritabilidade ou efeitos adversos. Além disso, fatores como qualidade do sono, alimentação, uso de outros medicamentos, estresse e até a expectativa em relação ao tratamento podem influenciar a percepção do efeito. Isso não significa que o genérico seja inferior, mas que algumas pessoas podem responder melhor a uma determinada formulação. Como você relata que se adaptou bem ao Venvanse e ao Lyberdia, mas não ao genérico da lisdexanfetamina, vale a pena conversar com o psiquiatra que acompanha seu TDAH. Se essa diferença foi consistente e persistente, o médico pode considerar manter a formulação com a qual você apresentou melhor resposta clínica e tolerabilidade, desde que isso faça sentido para o seu caso. A decisão deve ser baseada na eficácia, nos efeitos adversos e na funcionalidade do tratamento, e não apenas no fato de o medicamento ser de referência, similar ou genérico.


Quando cai a patente de um medicamento, os demais laboratórios podem fabricar para vender. Costumo comparar com um ótimo cozinheiro francês que libera a receita de um prato delicioso para outros cozinheiros poderem fazer o mesmo prato. Um cozinheiro de bairro vai deixar o prato tão saboroso quanto o conhecido cozinheiro francês? Obviamente não. A mesma lógica se aplica a farmacologia.

Dr. Arthur Lennon Rubião

Dr. Arthur Lennon Rubião

Psiquiatra

Campos Dos Goytacazes

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Embora em teoria a molécula das medicações seja a mesma, há diferença entre diferentes marcas e entre genéricos. Alguns indivíduos apresentam resposta diferente a cada marca, por apresentarem por vezes diferença de biodisponibilidade, farmacocinética, picos de ação, etc. Há também as referências de cada medicação, ou seja, a marca que é considerada o padrão-ouro para aquela molécula, geralmente apresentando critérios mais rigorosos de avaliação de lotes e efeito da molécula. O ideal é que a pessoa permaneça com a marca ou genérico que tenha se adaptado, e evite trocas sempre que possível.

Dra. Amanna Vieira Gama

Dra. Amanna Vieira Gama

Psiquiatra

Vitória da Conquista

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Primeiramente, as pessoas geralmente usam errado o termo "genérico", utilizando esta denominação para qualquer remédio que não seja o de referência ou qualquer que seja vendido com o nome da substância química e não um nome fantasia. Na verdade, medicamentos genéricos possuem o mesmo princípio ativo, concentração, forma farmacêutica e indicação terapêutica. São facilmente identificados, na embalagem, pela cor amarela com a letra "G" em destaque. Para que um genérico seja aprovado e comercializado (no Brasil, pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária - Anvisa), deve passar por testes rigorosos de laboratório: biodisponibilidade e bioequivalência: testes garantem que o genérico é absorvido na mesma velocidade e quantidade na corrente sanguínea que o remédio de referência. Isto assegura a mesma eficácia e segurança e o mesmo efeito no organismo que o medicamento de referência. No entanto, a ANVISA exige estes testes apenas para aprovar o genérico, de modo que, em princípio, novos lotes produzidos podem ter alguma diferença, se não houver testagem periódica (que nem todos os laboratórios fazem).


As vezes tem pior qualidade...


Olá! Em teoria, sim. Os genéricos precisam comprovar bioequivalência com o medicamento de referência. Porém, algumas pessoas percebem diferenças na resposta, possivelmente por pequenas variações na formulação ou pela resposta individual do organismo. Se você teve uma resposta melhor com o Venvanse ou o Lyberdia, converse com seu médico para avaliar qual opção é mais adequada para você.

Dra. Brenda Paes Bendassoli

Dra. Brenda Paes Bendassoli

Generalista

São Bernardo do Campo

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Infelizmente há diferenças entre o de marca e o genérico.


Sim, em teoria, o medicamento genérico deve produzir o mesmo efeito terapêutico do medicamento de referência. No entanto, algumas pessoas percebem diferenças na resposta clínica ao trocar de fabricante. Isso pode ocorrer por pequenas variações permitidas na absorção do medicamento (bioequivalência), pelos excipientes utilizados na formulação ou até por características individuais. Embora essas diferenças não sejam relevantes para a maioria dos pacientes, algumas pessoas relatam mudança na eficácia ou nos efeitos adversos após a troca. Se você observou melhora consistente com o Venvanse e o Lyberdia, mas não com outro genérico, converse com seu psiquiatra. O mais importante é utilizar a formulação que proporcione melhor controle dos sintomas e boa tolerabilidade para o seu caso. Respeitosamente, Prof. Dr. Fábio Silva


Olá! Essa é uma dúvida bastante comum. Em teoria, o medicamento genérico deve produzir o mesmo efeito do medicamento de referência, pois possui o mesmo princípio ativo, dose e precisa demonstrar bioequivalência para ser aprovado. No entanto, algumas pessoas relatam perceber diferenças na resposta clínica, especialmente com medicamentos que atuam no sistema nervoso central. Isso pode ocorrer por alguns motivos. Embora o princípio ativo seja o mesmo, podem existir diferenças nos excipientes (componentes inativos), no processo de fabricação e na velocidade de dissolução e absorção dentro dos limites permitidos pelos órgãos reguladores. Para a maioria das pessoas essas diferenças não têm impacto clínico, mas alguns pacientes parecem ser mais sensíveis a essas pequenas variações. Além disso, outros fatores também influenciam a resposta ao tratamento, como qualidade do sono, alimentação, estresse, uso de outros medicamentos e até o momento em que o medicamento foi iniciado. Por isso, nem sempre a diferença percebida é causada exclusivamente pela troca da marca. Se você teve uma resposta claramente melhor com o Venvanse e o Lyberdia e uma piora consistente ao utilizar o genérico, vale a pena relatar isso ao médico que acompanha o seu tratamento. Em alguns casos, após avaliar o histórico e a evolução clínica, o profissional pode optar por manter a formulação que proporcionou melhor controle dos sintomas e melhor tolerabilidade. O mais importante é não fazer trocas frequentes por conta própria. Uma avaliação individualizada permite identificar qual apresentação oferece o melhor equilíbrio entre eficácia, tolerabilidade e segurança para o seu caso.


Embora medicamentos como Venvanse® e Lyberdia® tenham o mesmo princípio ativo (lisdexanfetamina), algumas pessoas relatam diferenças na resposta entre marcas, apresentações ou fabricantes. Isso pode acontecer porque o medicamento não é composto apenas pelo princípio ativo: existem diferenças nos excipientes (componentes inativos), processos de fabricação, controle de qualidade, características de liberação e tolerabilidade individual. Em teoria, medicamentos genéricos aprovados pela Anvisa devem demonstrar equivalência farmacêutica e bioequivalência, ou seja, devem entregar o mesmo princípio ativo de forma comparável ao medicamento de referência. Porém, na prática clínica, alguns pacientes percebem diferenças em duração do efeito, intensidade, efeitos colaterais ou sensação subjetiva de resposta, especialmente em medicamentos que atuam no sistema nervoso central, como os utilizados para TDAH em adultos. Além disso, fatores como sono, alimentação, ansiedade, estresse e outros medicamentos podem influenciar bastante a percepção do efeito. Se você teve boa resposta com Venvanse e Lyberdia, mas não se adaptou ao genérico, vale conversar com o psiquiatra para avaliar a possibilidade de manter uma apresentação que funcione melhor para você ou investigar outros fatores envolvidos. O ajuste deve sempre ser individualizado, considerando eficácia e qualidade de vida.


Embora medicamentos genéricos devam apresentar o mesmo princípio ativo e demonstrar equivalência farmacêutica e bioequivalência, algumas pessoas relatam diferenças de resposta entre marcas, especialmente em medicamentos que atuam no sistema nervoso central, como os utilizados para TDAH em adultos. O Venvanse® e o Lyberdia® possuem lisdexanfetamina, assim como os genéricos desse princípio ativo. Porém, além da substância ativa, existem diferenças nos excipientes (componentes inativos), processo de fabricação, características da formulação e variações individuais de absorção e metabolismo. Essas diferenças, dentro dos limites permitidos pelos órgãos reguladores, podem fazer com que algumas pessoas percebam mudanças na duração do efeito, intensidade, controle dos sintomas ou efeitos adversos. Também é importante considerar que a resposta ao tratamento do TDAH envolve vários fatores, como sono, alimentação, ansiedade, estresse, rotina e outras condições associadas. Uma pessoa pode ter excelente resposta a uma apresentação e menor tolerabilidade a outra, mesmo contendo o mesmo princípio ativo. Como você teve boa resposta com Venvanse e Lyberdia, mas não se adaptou ao genérico, vale conversar com o psiquiatra para avaliar essa diferença de resposta e definir a melhor opção de tratamento, considerando eficácia, segurança e possibilidade de manutenção a longo prazo.


Olá! Sua percepção não deve ser descartada. O Venvanse, o Lyberdia e os genéricos contêm lisdexanfetamina, e os produtos aprovados precisam demonstrar equivalência com o medicamento de referência. Isso significa que se espera uma resposta semelhante, mas não que todas as pessoas terão uma experiência subjetivamente idêntica. Podem existir diferenças nos componentes da cápsula e pequenas variações na absorção dentro dos limites permitidos. Além disso, sono, alimentação, ansiedade e rotina influenciam bastante o início, a duração e a “qualidade” do efeito. Como você se adaptou bem ao Venvanse e ao Lyberdia, mas percebeu repetidamente outra resposta com determinado genérico, vale registrar o laboratório, a duração do efeito e o que exatamente mudou. Esse padrão ajuda a distinguir uma diferença consistente da formulação de uma oscilação do próprio tratamento e a escolher a opção que lhe oferece maior estabilidade. Estou à disposição para esclarecimentos.


Em teoria, o genérico deve produzir efeito equivalente, pois contém o mesmo princípio ativo e comprova bioequivalência. Porém, algumas pessoas percebem diferenças por variações individuais, excipientes ou adaptação à formulação. Vale relatar ao psiquiatra para comparar dose, duração do efeito e efeitos adversos antes de definir a melhor opção.


O Venvanse e o Lyberdia possuem como princípio ativo a lisdexanfetamina, portanto, em teoria, devem apresentar o mesmo efeito terapêutico quando comparadas doses equivalentes. Porém, algumas pessoas relatam diferenças na resposta entre medicamentos de referência e versões genéricas ou similares, mesmo com o mesmo princípio ativo. Isso pode ocorrer por diferenças nos excipientes (componentes que acompanham o princípio ativo), características de fabricação, absorção individual, tolerabilidade ou pela percepção do organismo em relação à formulação. Pequenas variações podem influenciar sintomas como foco, ansiedade, apetite, disposição, duração do efeito ou efeitos adversos. Como você apresentou boa resposta ao Venvanse e ao Lyberdia, mas não se adaptou ao genérico, é importante relatar isso ao psiquiatra. No tratamento do TDAH em adultos, a escolha da medicação deve considerar não apenas o princípio ativo, mas também a resposta clínica individual, efeitos colaterais e qualidade de vida.

Todo o conteúdo, em particular perguntas e respostas, é de caráter informativo e em nenhum caso pode substituir um diagnóstico médico.