Já tomei venvanse, Atentah, ritalina, lyberdia, todos esses, e o único que me dei bem foi o venvanse
Já tomei venvanse, Atentah, ritalina, lyberdia, todos esses, e o único que me dei bem foi o venvanse e o lyberdia, pq o genérico dele não se dei bem? Não era p da o mesmo efeito?
22 respostas
Essa é uma dúvida bastante comum no consultório. Em teoria, o medicamento de referência, o similar e o genérico aprovados pelos órgãos reguladores devem apresentar equivalência em relação ao princípio ativo e à eficácia. No entanto, na prática, alguns pacientes relatam perceber diferenças na resposta clínica após a troca de fabricante. Isso pode estar relacionado à forma como cada organismo reage, às características da formulação ou até a outros fatores que coincidem com a mudança, e nem sempre é possível identificar uma única causa. Quando um paciente me conta que teve uma resposta muito melhor com uma determinada apresentação e piora consistente após a troca, levo esse relato em consideração e reavalio o tratamento de forma individualizada, em vez de assumir que todas as apresentações terão exatamente a mesma experiência para aquela pessoa.
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olá, espera-se que as medicações tenham o mesmo efeito caso contenham o mesmo princípio ativo, embora pacientes relatem alterações de eficácia conforme alteram a marca. Isso pode ser devido algum fatore psicológico ou muitas vezes outros fatores podem ter envolvimento como outras sustâncias presentes na fabricação que podem propiciar mais efeitos colaterais ou menos eficácia devido menos absorção da medicação.
É uma dúvida bastante comum. Em teoria, o medicamento genérico deve produzir o mesmo efeito clínico do medicamento de referência, pois contém o mesmo princípio ativo, na mesma dose e forma farmacêutica. No entanto, na prática, algumas pessoas relatam diferenças na resposta. No caso do Venvanse e de seus genéricos (lisdexanfetamina), todos precisam demonstrar bioequivalência, ou seja, que a quantidade absorvida pelo organismo fique dentro de uma faixa considerada equivalente pelas agências reguladoras. Ainda assim, pequenas diferenças na velocidade de absorção, nos excipientes (componentes inativos), na formulação e na variabilidade individual podem fazer com que alguns pacientes percebam diferenças na duração do efeito, intensidade, ansiedade, irritabilidade ou efeitos adversos. Além disso, fatores como qualidade do sono, alimentação, uso de outros medicamentos, estresse e até a expectativa em relação ao tratamento podem influenciar a percepção do efeito. Isso não significa que o genérico seja inferior, mas que algumas pessoas podem responder melhor a uma determinada formulação. Como você relata que se adaptou bem ao Venvanse e ao Lyberdia, mas não ao genérico da lisdexanfetamina, vale a pena conversar com o psiquiatra que acompanha seu TDAH. Se essa diferença foi consistente e persistente, o médico pode considerar manter a formulação com a qual você apresentou melhor resposta clínica e tolerabilidade, desde que isso faça sentido para o seu caso. A decisão deve ser baseada na eficácia, nos efeitos adversos e na funcionalidade do tratamento, e não apenas no fato de o medicamento ser de referência, similar ou genérico.
Quando cai a patente de um medicamento, os demais laboratórios podem fabricar para vender. Costumo comparar com um ótimo cozinheiro francês que libera a receita de um prato delicioso para outros cozinheiros poderem fazer o mesmo prato. Um cozinheiro de bairro vai deixar o prato tão saboroso quanto o conhecido cozinheiro francês? Obviamente não. A mesma lógica se aplica a farmacologia.
Embora em teoria a molécula das medicações seja a mesma, há diferença entre diferentes marcas e entre genéricos. Alguns indivíduos apresentam resposta diferente a cada marca, por apresentarem por vezes diferença de biodisponibilidade, farmacocinética, picos de ação, etc. Há também as referências de cada medicação, ou seja, a marca que é considerada o padrão-ouro para aquela molécula, geralmente apresentando critérios mais rigorosos de avaliação de lotes e efeito da molécula. O ideal é que a pessoa permaneça com a marca ou genérico que tenha se adaptado, e evite trocas sempre que possível.
Primeiramente, as pessoas geralmente usam errado o termo "genérico", utilizando esta denominação para qualquer remédio que não seja o de referência ou qualquer que seja vendido com o nome da substância química e não um nome fantasia. Na verdade, medicamentos genéricos possuem o mesmo princípio ativo, concentração, forma farmacêutica e indicação terapêutica. São facilmente identificados, na embalagem, pela cor amarela com a letra "G" em destaque. Para que um genérico seja aprovado e comercializado (no Brasil, pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária - Anvisa), deve passar por testes rigorosos de laboratório: biodisponibilidade e bioequivalência: testes garantem que o genérico é absorvido na mesma velocidade e quantidade na corrente sanguínea que o remédio de referência. Isto assegura a mesma eficácia e segurança e o mesmo efeito no organismo que o medicamento de referência. No entanto, a ANVISA exige estes testes apenas para aprovar o genérico, de modo que, em princípio, novos lotes produzidos podem ter alguma diferença, se não houver testagem periódica (que nem todos os laboratórios fazem).
Olá! Em teoria, sim. Os genéricos precisam comprovar bioequivalência com o medicamento de referência. Porém, algumas pessoas percebem diferenças na resposta, possivelmente por pequenas variações na formulação ou pela resposta individual do organismo. Se você teve uma resposta melhor com o Venvanse ou o Lyberdia, converse com seu médico para avaliar qual opção é mais adequada para você.
Sim, em teoria, o medicamento genérico deve produzir o mesmo efeito terapêutico do medicamento de referência. No entanto, algumas pessoas percebem diferenças na resposta clínica ao trocar de fabricante. Isso pode ocorrer por pequenas variações permitidas na absorção do medicamento (bioequivalência), pelos excipientes utilizados na formulação ou até por características individuais. Embora essas diferenças não sejam relevantes para a maioria dos pacientes, algumas pessoas relatam mudança na eficácia ou nos efeitos adversos após a troca. Se você observou melhora consistente com o Venvanse e o Lyberdia, mas não com outro genérico, converse com seu psiquiatra. O mais importante é utilizar a formulação que proporcione melhor controle dos sintomas e boa tolerabilidade para o seu caso. Respeitosamente, Prof. Dr. Fábio Silva
Olá! Essa é uma dúvida bastante comum. Em teoria, o medicamento genérico deve produzir o mesmo efeito do medicamento de referência, pois possui o mesmo princípio ativo, dose e precisa demonstrar bioequivalência para ser aprovado. No entanto, algumas pessoas relatam perceber diferenças na resposta clínica, especialmente com medicamentos que atuam no sistema nervoso central. Isso pode ocorrer por alguns motivos. Embora o princípio ativo seja o mesmo, podem existir diferenças nos excipientes (componentes inativos), no processo de fabricação e na velocidade de dissolução e absorção dentro dos limites permitidos pelos órgãos reguladores. Para a maioria das pessoas essas diferenças não têm impacto clínico, mas alguns pacientes parecem ser mais sensíveis a essas pequenas variações. Além disso, outros fatores também influenciam a resposta ao tratamento, como qualidade do sono, alimentação, estresse, uso de outros medicamentos e até o momento em que o medicamento foi iniciado. Por isso, nem sempre a diferença percebida é causada exclusivamente pela troca da marca. Se você teve uma resposta claramente melhor com o Venvanse e o Lyberdia e uma piora consistente ao utilizar o genérico, vale a pena relatar isso ao médico que acompanha o seu tratamento. Em alguns casos, após avaliar o histórico e a evolução clínica, o profissional pode optar por manter a formulação que proporcionou melhor controle dos sintomas e melhor tolerabilidade. O mais importante é não fazer trocas frequentes por conta própria. Uma avaliação individualizada permite identificar qual apresentação oferece o melhor equilíbrio entre eficácia, tolerabilidade e segurança para o seu caso.
Embora medicamentos como Venvanse® e Lyberdia® tenham o mesmo princípio ativo (lisdexanfetamina), algumas pessoas relatam diferenças na resposta entre marcas, apresentações ou fabricantes. Isso pode acontecer porque o medicamento não é composto apenas pelo princípio ativo: existem diferenças nos excipientes (componentes inativos), processos de fabricação, controle de qualidade, características de liberação e tolerabilidade individual. Em teoria, medicamentos genéricos aprovados pela Anvisa devem demonstrar equivalência farmacêutica e bioequivalência, ou seja, devem entregar o mesmo princípio ativo de forma comparável ao medicamento de referência. Porém, na prática clínica, alguns pacientes percebem diferenças em duração do efeito, intensidade, efeitos colaterais ou sensação subjetiva de resposta, especialmente em medicamentos que atuam no sistema nervoso central, como os utilizados para TDAH em adultos. Além disso, fatores como sono, alimentação, ansiedade, estresse e outros medicamentos podem influenciar bastante a percepção do efeito. Se você teve boa resposta com Venvanse e Lyberdia, mas não se adaptou ao genérico, vale conversar com o psiquiatra para avaliar a possibilidade de manter uma apresentação que funcione melhor para você ou investigar outros fatores envolvidos. O ajuste deve sempre ser individualizado, considerando eficácia e qualidade de vida.
Embora medicamentos genéricos devam apresentar o mesmo princípio ativo e demonstrar equivalência farmacêutica e bioequivalência, algumas pessoas relatam diferenças de resposta entre marcas, especialmente em medicamentos que atuam no sistema nervoso central, como os utilizados para TDAH em adultos. O Venvanse® e o Lyberdia® possuem lisdexanfetamina, assim como os genéricos desse princípio ativo. Porém, além da substância ativa, existem diferenças nos excipientes (componentes inativos), processo de fabricação, características da formulação e variações individuais de absorção e metabolismo. Essas diferenças, dentro dos limites permitidos pelos órgãos reguladores, podem fazer com que algumas pessoas percebam mudanças na duração do efeito, intensidade, controle dos sintomas ou efeitos adversos. Também é importante considerar que a resposta ao tratamento do TDAH envolve vários fatores, como sono, alimentação, ansiedade, estresse, rotina e outras condições associadas. Uma pessoa pode ter excelente resposta a uma apresentação e menor tolerabilidade a outra, mesmo contendo o mesmo princípio ativo. Como você teve boa resposta com Venvanse e Lyberdia, mas não se adaptou ao genérico, vale conversar com o psiquiatra para avaliar essa diferença de resposta e definir a melhor opção de tratamento, considerando eficácia, segurança e possibilidade de manutenção a longo prazo.
Olá! Sua percepção não deve ser descartada. O Venvanse, o Lyberdia e os genéricos contêm lisdexanfetamina, e os produtos aprovados precisam demonstrar equivalência com o medicamento de referência. Isso significa que se espera uma resposta semelhante, mas não que todas as pessoas terão uma experiência subjetivamente idêntica. Podem existir diferenças nos componentes da cápsula e pequenas variações na absorção dentro dos limites permitidos. Além disso, sono, alimentação, ansiedade e rotina influenciam bastante o início, a duração e a “qualidade” do efeito. Como você se adaptou bem ao Venvanse e ao Lyberdia, mas percebeu repetidamente outra resposta com determinado genérico, vale registrar o laboratório, a duração do efeito e o que exatamente mudou. Esse padrão ajuda a distinguir uma diferença consistente da formulação de uma oscilação do próprio tratamento e a escolher a opção que lhe oferece maior estabilidade. Estou à disposição para esclarecimentos.
Em teoria, o genérico deve produzir efeito equivalente, pois contém o mesmo princípio ativo e comprova bioequivalência. Porém, algumas pessoas percebem diferenças por variações individuais, excipientes ou adaptação à formulação. Vale relatar ao psiquiatra para comparar dose, duração do efeito e efeitos adversos antes de definir a melhor opção.
O Venvanse e o Lyberdia possuem como princípio ativo a lisdexanfetamina, portanto, em teoria, devem apresentar o mesmo efeito terapêutico quando comparadas doses equivalentes. Porém, algumas pessoas relatam diferenças na resposta entre medicamentos de referência e versões genéricas ou similares, mesmo com o mesmo princípio ativo. Isso pode ocorrer por diferenças nos excipientes (componentes que acompanham o princípio ativo), características de fabricação, absorção individual, tolerabilidade ou pela percepção do organismo em relação à formulação. Pequenas variações podem influenciar sintomas como foco, ansiedade, apetite, disposição, duração do efeito ou efeitos adversos. Como você apresentou boa resposta ao Venvanse e ao Lyberdia, mas não se adaptou ao genérico, é importante relatar isso ao psiquiatra. No tratamento do TDAH em adultos, a escolha da medicação deve considerar não apenas o princípio ativo, mas também a resposta clínica individual, efeitos colaterais e qualidade de vida.
Isso pode acontecer, sim — mesmo genéricos aprovados como bioequivalentes ao medicamento de referência podem, em alguns pacientes, produzir efeito diferente na prática. Por que o genérico do Lyberdia pode ter dado efeito diferente: As medicações genéricas precisam apenas provar bioequivalência dentro de uma faixa de variação aceita (80% a 125% da exposição do medicamento original). Isso significa que pequenas diferenças na absorção e no pico de concentração no sangue são permitidas e consideradas "equivalentes" pelas ANVISA — mas em alguns pacientes essa pequena diferença é suficiente para mudar a percepção do efeito. Isso já foi documentado com outros estimulantes: Em um estudo em crianças com TDAH, a troca para formulações genéricas de liberação prolongada de metilfenidato com perfil diferente do medicamento original resultou em piora dos sintomas de desatenção, revertida ao voltar para uma formulação mais parecida com a original
Em teoria, sim, pois têm o mesmo princípio ativo. Mas excipientes, formulação e resposta individual podem fazer a experiência ser diferente.
O Venvanse e o Lyberdia têm o mesmo princípio ativo: a lisdexanfetamina. Portanto, quando falamos de um genérico de lisdexanfetamina, estamos falando da mesma molécula. O medicamento precisa cumprir critérios de bioequivalência para ser aprovado como genérico. Já o Atentah e a Ritalina são medicamentos diferentes. O Atentah contém atomoxetina e a Ritalina contém metilfenidato. Ou seja, cada medicamento atua de uma maneira diferente no cérebro e em vias diferentes. Por isso, é perfeitamente possível você se adaptar muito bem a um e não se adaptar a outro. No caso do genérico, embora o princípio ativo seja o mesmo, algumas pessoas relatam perceber diferença em relação ao medicamento de referência. Isso pode estar relacionado aos excipientes, às características da formulação e a pequenas diferenças na absorção e na exposição ao medicamento, mesmo dentro dos limites considerados bioequivalentes. Isso não significa que o genérico seja inferior, mas que a resposta individual pode variar. Então, se você percebeu que Venvanse e Lyberdia funcionam bem para você, mas determinado genérico não, vale observar exatamente qual produto você utilizou, qual dose e o que mudou na sua resposta. Com essas informações, seu médico pode avaliar se faz sentido manter aquele produto ou testar outra apresentação de lisdexanfetamina. Atenciosamente, Dr. Gabriel Garcia
Quando encontramos um tratamento que traz foco e estabilidade após várias tentativas, deparar-se com uma resposta diferente ao trocar pelo genérico gera uma insegurança natural, tornando muito importante entender por que essa variação pode acontecer. O nosso organismo pode ser comparado a uma fechadura de alta precisão que precisa de uma chave perfeitamente esculpida para abrir suavemente. A dimesilato de lisdexanfetamina, princípio ativo dessas medicações, atua no cérebro regulando a disponibilidade de dopamina e noradrenalina para melhorar a atenção e o controle dos impulsos. Embora o genérico possua exatamente a mesma molécula principal da chave, os outros componentes que formam a cápsula, chamados de excipientes, funcionam como a liga metálica e o revestimento dessa chave. Pequenas variações na tecnologia de fabricação desses excipientes podem alterar a velocidade com que o remédio é dissolvido e absorvido no estômago, fazendo com que a entrada da substância nos circuitos neurais ocorra em um ritmo ligeiramente diferente, o que algumas pessoas mais sensíveis conseguem perceber com clareza. Como a resposta biológica a essas sutilezas de absorção varia de pessoa para pessoa, a avaliação médica individualizada é indispensável para definir o melhor caminho. Converse abertamente com o médico psiquiatra que acompanha o seu tratamento sobre essas percepções, permitindo que ele oriente a escolha da apresentação mais adequada com total segurança, clareza e acolhimento.
Pode acontecer, embora medicamentos com o mesmo princípio ativo devam, em geral, produzir efeitos semelhantes. Venvanse e Lyberdia contêm lisdexanfetamina, mas diferentes fabricantes podem utilizar excipientes e formulações diferentes, e algumas pessoas percebem diferenças na tolerabilidade, duração, início do efeito ou controle dos sintomas. Além disso, a resposta ao tratamento não depende apenas do princípio ativo: sono, alimentação, ansiedade, horário e outros medicamentos também podem influenciar bastante. Se você se deu bem com Venvanse e Lyberdia, mas teve uma resposta ruim com uma versão genérica, vale informar ao psiquiatra exatamente qual produto e dose você utilizou e quais efeitos percebeu. Isso não significa necessariamente que o genérico seja “mais fraco” ou inferior, mas que sua resposta individual pode ter sido diferente.
Medicamentos genéricos aprovados precisam atender critérios regulatórios de equivalência e bioequivalência, portanto espera-se eficácia clínica comparável ao medicamento de referência. Ainda assim, alguns pacientes relatam diferenças subjetivas entre apresentações, que podem estar relacionadas a excipientes, características individuais, rotina, alimentação, sono e variabilidade dos próprios sintomas do TDAH. Como você já utilizou diferentes medicamentos, vale discutir essa experiência detalhadamente com seu psiquiatra. Estimulantes não devem ter dose ou apresentação modificadas por conta própria.
Todo o conteúdo, em particular perguntas e respostas, é de caráter informativo e em nenhum caso pode substituir um diagnóstico médico.


