Me ajudem a me entender, como trabalho em algo eu fico muito focado, mas como pessoas oferecem empre
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Me ajudem a me entender, como trabalho em algo eu fico muito focado, mas como pessoas oferecem emprego a mim eu sinto uma resistência muito forte e como aceito não passo muito tempo nesse trabalho, vc acha que e preguiça ou tem outra coisa nisso?
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Pode existir um conflito entre desejo e obrigação. Quando você escolhe o que faz, há autoria, sentido e identificação. Quando alguém oferece um emprego, pode surgir a pergunta (nem sempre consciente): “isso é realmente meu ou é o que esperam de mim?”. Se essa pergunta não encontra resposta, o corpo e o psiquismo respondem com resistência, desmotivação ou vontade de sair.
Portanto, mais do que rotular isso como preguiça, é importante escutar o que esse movimento está tentando dizer sobre você, sua relação com trabalho, reconhecimento, autonomia e limites. Esses padrões costumam ter raízes na história subjetiva e podem ser elaborados no processo terapêutico, ajudando você a construir escolhas mais sustentáveis e menos angustiantes.
Se você quiser, fico à disposição como profissional para te ajudar a compreender com mais profundidade o que está em jogo nesse movimento e como transformar isso em algo mais consciente e menos sofrido.
Portanto, mais do que rotular isso como preguiça, é importante escutar o que esse movimento está tentando dizer sobre você, sua relação com trabalho, reconhecimento, autonomia e limites. Esses padrões costumam ter raízes na história subjetiva e podem ser elaborados no processo terapêutico, ajudando você a construir escolhas mais sustentáveis e menos angustiantes.
Se você quiser, fico à disposição como profissional para te ajudar a compreender com mais profundidade o que está em jogo nesse movimento e como transformar isso em algo mais consciente e menos sofrido.
É muito importante começar dizendo que o que você sente não parece, de forma alguma, ser preguiça. A preguiça costuma ser uma falta de vontade generalizada, enquanto o que você descreve é uma dinâmica muito específica: você possui uma grande capacidade de foco quando está executando uma tarefa, mas sente uma barreira emocional intensa no momento em que a relação de emprego é formalizada ou oferecida por outra pessoa. Essa resistência, seguida pela dificuldade de permanecer no vínculo, sugere que o problema não está no trabalho em si, mas naquilo que o emprego representa para você em termos de autonomia, liberdade ou expectativa alheia.
Muitas vezes, quando temos uma facilidade natural para focar de forma profunda em algo, criamos um mundo próprio onde temos controle total sobre o que estamos fazendo. O convite para um emprego formal traz consigo a figura de um patrão, de regras externas e de uma estrutura de autoridade. Para algumas pessoas, essa entrada no mundo do outro é sentida como uma invasão ou como uma perda da própria identidade e liberdade. A resistência forte que você sente pode ser uma forma de proteção da sua mente contra a sensação de ser controlado ou de ter que atender a expectativas que não são as suas. É possível que o seu foco funcione bem apenas quando você se sente o autor do seu próprio movimento, e que, ao aceitar um emprego, essa autoria seja substituída por uma obrigação que drena o seu entusiasmo.
Na psicanálise, olhamos para isso como um conflito entre o desejo de realizar e o medo de ser capturado pelo desejo do outro. Talvez, ao aceitar o emprego, você sinta um peso tão grande de responsabilidade ou de submissão que a única forma de aliviar essa angústia seja saindo do trabalho pouco tempo depois. Não se trata de falta de esforço, mas de um cansaço emocional que surge ao tentar sustentar um papel que parece sufocar a sua essência. O fato de você ser procurado e receber ofertas demonstra que seu talento é visível, mas a sua relação com o compromisso formal ainda precisa ser compreendida com mais gentileza e profundidade.
Entender se essa resistência vem de um medo de falhar, de uma necessidade extrema de independência ou de experiências passadas de desamparo pode mudar completamente a sua forma de ver a carreira. Pode ser que o modelo tradicional de emprego não seja o que melhor se adapta ao seu jeito de ser, e que caminhos como o trabalho autônomo ou projetos com prazos definidos permitam que você use o seu foco sem se sentir preso a uma estrutura que lhe causa sofrimento. O caminho do autoconhecimento, que você já valoriza tanto, ajudará a transformar essa resistência em uma escolha consciente sobre como você quer oferecer o seu talento ao mundo.
Gostaria que eu falasse um pouco mais sobre como a psicanálise entende a dificuldade de lidar com figuras de autoridade e como isso reflete na nossa vida profissional?
Muitas vezes, quando temos uma facilidade natural para focar de forma profunda em algo, criamos um mundo próprio onde temos controle total sobre o que estamos fazendo. O convite para um emprego formal traz consigo a figura de um patrão, de regras externas e de uma estrutura de autoridade. Para algumas pessoas, essa entrada no mundo do outro é sentida como uma invasão ou como uma perda da própria identidade e liberdade. A resistência forte que você sente pode ser uma forma de proteção da sua mente contra a sensação de ser controlado ou de ter que atender a expectativas que não são as suas. É possível que o seu foco funcione bem apenas quando você se sente o autor do seu próprio movimento, e que, ao aceitar um emprego, essa autoria seja substituída por uma obrigação que drena o seu entusiasmo.
Na psicanálise, olhamos para isso como um conflito entre o desejo de realizar e o medo de ser capturado pelo desejo do outro. Talvez, ao aceitar o emprego, você sinta um peso tão grande de responsabilidade ou de submissão que a única forma de aliviar essa angústia seja saindo do trabalho pouco tempo depois. Não se trata de falta de esforço, mas de um cansaço emocional que surge ao tentar sustentar um papel que parece sufocar a sua essência. O fato de você ser procurado e receber ofertas demonstra que seu talento é visível, mas a sua relação com o compromisso formal ainda precisa ser compreendida com mais gentileza e profundidade.
Entender se essa resistência vem de um medo de falhar, de uma necessidade extrema de independência ou de experiências passadas de desamparo pode mudar completamente a sua forma de ver a carreira. Pode ser que o modelo tradicional de emprego não seja o que melhor se adapta ao seu jeito de ser, e que caminhos como o trabalho autônomo ou projetos com prazos definidos permitam que você use o seu foco sem se sentir preso a uma estrutura que lhe causa sofrimento. O caminho do autoconhecimento, que você já valoriza tanto, ajudará a transformar essa resistência em uma escolha consciente sobre como você quer oferecer o seu talento ao mundo.
Gostaria que eu falasse um pouco mais sobre como a psicanálise entende a dificuldade de lidar com figuras de autoridade e como isso reflete na nossa vida profissional?
Olá. Isso não é "só preguiça". Isso são as crenças e traumas formadas por dinâmicas que você experimentou, agindo para buscar algo que te faltou. Para entender o que faltou e como as crenças moldaram seu comportamento atual, é preciso terapia e empenho seu em descobrir. Abraço.
Quando existe foco intenso no que é escolhido por você, há motivação.
A resistência surge quando o trabalho vem de fora, como exigência ou expectativa do outro.
Isso pode estar ligado a questões de autonomia, controle ou medo de aprisionamento.
Aceitar e logo abandonar pode ser uma forma inconsciente de preservar o próprio desejo.
Também pode haver conflitos com autoridade ou com modelos rígidos de trabalho.
Nada disso define falha de caráter, mas um conflito interno não elaborado.
A resistência surge quando o trabalho vem de fora, como exigência ou expectativa do outro.
Isso pode estar ligado a questões de autonomia, controle ou medo de aprisionamento.
Aceitar e logo abandonar pode ser uma forma inconsciente de preservar o próprio desejo.
Também pode haver conflitos com autoridade ou com modelos rígidos de trabalho.
Nada disso define falha de caráter, mas um conflito interno não elaborado.
Se você estivesse aqui comigo, eu começaria dizendo com clareza:
“Isso não parece preguiça.”
Quando você escolhe algo, existe foco e entrega. A resistência aparece quando o trabalho vem de fora, não de dentro.
O que acontece, muitas vezes, é um **desalinhamento entre quem você é e o lugar que ocupa**. Seu corpo reage quando sente que está apenas correspondendo a expectativas, perdendo autonomia ou sentido.
O autoconhecimento ajuda a perceber:
* onde você se anula,
* que ambientes te adoecem,
* e quais vínculos profissionais respeitam sua identidade.
O padrão não é um defeito. É um sinal.
A pergunta não é *“por que eu não fico?”*, mas *“em que lugares eu consigo permanecer sem me perder?”*
“Isso não parece preguiça.”
Quando você escolhe algo, existe foco e entrega. A resistência aparece quando o trabalho vem de fora, não de dentro.
O que acontece, muitas vezes, é um **desalinhamento entre quem você é e o lugar que ocupa**. Seu corpo reage quando sente que está apenas correspondendo a expectativas, perdendo autonomia ou sentido.
O autoconhecimento ajuda a perceber:
* onde você se anula,
* que ambientes te adoecem,
* e quais vínculos profissionais respeitam sua identidade.
O padrão não é um defeito. É um sinal.
A pergunta não é *“por que eu não fico?”*, mas *“em que lugares eu consigo permanecer sem me perder?”*
Preguiça é raso demais. Isso é conflito psíquico.
Você funciona bem quando escolhe, quando o trabalho nasce do seu desejo.
O problema aparece quando o trabalho vem do Outro: convite, expectativa, projeção alheia. Aí surge a resistência. Não ao trabalho em si, mas ao lugar que te oferecem.
Aceitar o emprego pode estar sendo vivido como:
invasão do seu espaço interno,
perda de controle,
repetição de uma posição antiga de submissão,
ou uma forma sutil de apagar o próprio desejo para atender o desejo do outro.
Por isso você entra, mas não sustenta. O sintoma resolve rápido: você sai.
E aqui entra o ponto central:
o que importa não é achismo nem opinião alheia. É psicanálise.
Não se trata de “força de vontade” ou “ser mais grato”. Isso é moral. Psicanálise não trabalha com moral, trabalha com causa.
A pergunta correta não é “por que eu largo os trabalhos?”,
mas “o que esse trabalho representa para mim inconscientemente?”
E, principalmente: a quem eu estaria servindo se ficasse?
Enquanto isso não for simbolizado, o padrão se repete — não por escolha consciente, mas por fidelidade ao inconsciente.
Isso se analisa. Não se julga.
Fico à disposição
Você funciona bem quando escolhe, quando o trabalho nasce do seu desejo.
O problema aparece quando o trabalho vem do Outro: convite, expectativa, projeção alheia. Aí surge a resistência. Não ao trabalho em si, mas ao lugar que te oferecem.
Aceitar o emprego pode estar sendo vivido como:
invasão do seu espaço interno,
perda de controle,
repetição de uma posição antiga de submissão,
ou uma forma sutil de apagar o próprio desejo para atender o desejo do outro.
Por isso você entra, mas não sustenta. O sintoma resolve rápido: você sai.
E aqui entra o ponto central:
o que importa não é achismo nem opinião alheia. É psicanálise.
Não se trata de “força de vontade” ou “ser mais grato”. Isso é moral. Psicanálise não trabalha com moral, trabalha com causa.
A pergunta correta não é “por que eu largo os trabalhos?”,
mas “o que esse trabalho representa para mim inconscientemente?”
E, principalmente: a quem eu estaria servindo se ficasse?
Enquanto isso não for simbolizado, o padrão se repete — não por escolha consciente, mas por fidelidade ao inconsciente.
Isso se analisa. Não se julga.
Fico à disposição
Agradeço por trazer essa reflexão. Dificuldades em manter vínculos de trabalho ou uma resistência intensa ao aceitar propostas não costumam se explicar apenas por “preguiça”. Muitas vezes estão relacionadas a fatores emocionais, experiências anteriores, conflitos internos, expectativas externas, medo de perda de autonomia, sobrecarga psíquica ou modos específicos de funcionamento que só podem ser compreendidos no contexto da história de cada pessoa. O fato de você conseguir se concentrar intensamente em atividades que fazem sentido indica que há capacidade de foco, o que reforça que vale investigar com mais cuidado o que está em jogo nessa resistência. Um acompanhamento profissional pode ajudar a compreender esses padrões, sem rótulos, respeitando sua singularidade e favorecendo escolhas mais conscientes.
A psicanálise entende que o inconsciente reage com resistência quando há uma vivência de perda de autonomia ou de repetição de conflitos anteriores. Abandonar rapidamente pode estar ligado a uma dinâmica inconsciente de evitar frustração, ou até de repetir um padrão de “não se fixar” em algo que não é vivido como seu. Não se trata de preguiça, mas de um sintoma que envolve desejo, autonomia e relação com o outro. Em análise, podemos investigar juntos esse padrão através do seu inconsciente. Agende uma consulta comigo.
A preguiça é uma forma de lidar com alguma coisa que esteja acontecendo. Também é possível interpretar que, diante das tais propostas que se recebe, não conseguiu se sentir energético.
Dar espaço para se falar sobre como se lida com a dinâmica de trabalho e o foco que se tem é um caminho para dar alguma luz para a pergunta.
Dar espaço para se falar sobre como se lida com a dinâmica de trabalho e o foco que se tem é um caminho para dar alguma luz para a pergunta.
“O que você descreve não soa como preguiça. Há uma diferença clara entre quando o trabalho parte de você — onde há foco e investimento — e quando vem como oferta do outro, onde surge uma resistência forte. Isso sugere que a questão pode estar menos no trabalho em si e mais no lugar que você ocupa quando alguém te convoca ou te escolhe.
A análise pode ajudar a entender o que está em jogo nessa recusa que se repete e por que aceitar algo vindo do outro se torna difícil de sustentar. Se quiser, podemos conversar melhor sobre isso em um primeiro encontro.”
A análise pode ajudar a entender o que está em jogo nessa recusa que se repete e por que aceitar algo vindo do outro se torna difícil de sustentar. Se quiser, podemos conversar melhor sobre isso em um primeiro encontro.”
Olá você deve avaliar se de fato o momento que você esta vivendo existe da sua parte disponibilidade ou desejo de trabalhar. Outrossim, se não houver disponibilidade qualquer emprego não será aceito, mas, por que você deve investigar os porquês dessa rejeição ou resistência referente ao cumprimento exigido pelo emprego. Talvez o emprego ou tais questões esteja sinalizando para outra questões a ser trabalhadas.
Olá, você não nos explica o que você sente no trabalho como empregado. Acho que quase ninguém gosta trabalhar e receber ordens. A dificuldade na vida, para todos que trabalham numa posição subalterna, que são a grande maioria da população, é de aceitar esta condição. Não é automático. Parece que muitos aceitam o emprego por necessicidade simplesmente. Outros ficam revoltados internamente. E você recusa. A sua recusa parece mostrar que você tem mais dificuldade para aceitar a condição do trabalhador. Se você quer mudar, vai precisar madurecer a sua personalidade para poder aceitar ordens e ao mesmo tempo não se sentir humilhado. Este caminho é longo mas talvez inevitável. Conversad com um terapeuta profissional podem lhe ajudar.
Possivelmente, associa a ambivalência;quanto mais algo importa, se afasta, desejo = fuga. Mecanismo de sobrevivência emocional.
Bom dia, espero que esteja bem, sou isabela abigail psicanalista, é necessário identificar a raízes disso, não quer dizer que é preguiça, mas pode ser um trauma que esta te impedindo prosseguir , mas antes de tudo é necessário entendermos as raízes por trás, identificar medos, traumas, oque esta dominando qual das 7 raízes que esta no controle, a rejeição, medo, abandono, culpa, desistência, injustiça, raiva.
Você não precisa enfrentar isso sozinha(o). Com o acompanhamento certo, é possível compreender suas emoções, fortalecer sua estrutura interna e promover mudanças consistentes.
Se fizer sentido para você, será um prazer conduzir esse processo terapêutico ao seu lado.
Você não precisa enfrentar isso sozinha(o). Com o acompanhamento certo, é possível compreender suas emoções, fortalecer sua estrutura interna e promover mudanças consistentes.
Se fizer sentido para você, será um prazer conduzir esse processo terapêutico ao seu lado.
Essa resistência que surge quando o emprego chega mostra que algo dentro de você quer ser ouvido com carinho, sem julgamento. Na psicanálise a gente faz exatamente isso: escutar juntos, no seu ritmo, o que essa barreira protege e o que ela quer te mostrar da sua história.
Aos poucos, se conhecendo melhor, você ganha mais liberdade pra escolher caminhos que fluem de verdade, sem tanto peso.
Você já sente que tem algo mais profundo aí… isso já é “uma luz”. Se quiser explorar isso, num lugar seguro, a psicanálise pode contribuir. Um passo de cada vez, confiando no processo, q tendência é que suas escolhas sejam cada vez mais conscientes.
Aos poucos, se conhecendo melhor, você ganha mais liberdade pra escolher caminhos que fluem de verdade, sem tanto peso.
Você já sente que tem algo mais profundo aí… isso já é “uma luz”. Se quiser explorar isso, num lugar seguro, a psicanálise pode contribuir. Um passo de cada vez, confiando no processo, q tendência é que suas escolhas sejam cada vez mais conscientes.
A sua pergunta é muito válida e é importante você já perceber que talvez não se trate simplesmente de “preguiça”. Quando alguém sente facilidade para se dedicar a algo que escolhe, mas resistência quando o trabalho vem de fora, podemos pensar que há questões mais profundas envolvidas, ligadas à autonomia, ao reconhecimento, ao desejo e até à forma como a autoridade ou as exigências do outro são vividas internamente.
Na psicanálise, olhamos para o trabalho não só como função prática, mas como lugar de identidade, valor pessoal e relação com o próprio desejo. Às vezes, a dificuldade em permanecer pode estar ligada a conflitos inconscientes: medo de fracassar, de não corresponder, de se submeter, ou até de não se sentir verdadeiramente pertencente àquilo que faz.
Mais do que rotular como falta de esforço, pode ser muito rico investigar o que se ativa em você quando alguém te oferece uma oportunidade: o que você sente, que pensamentos surgem, que desconfortos aparecem e que padrões se repetem.
A terapia pode ser um espaço importante para compreender essas resistências com mais profundidade, não para te forçar a se adaptar, mas para te ajudar a entender onde está o seu desejo e como construir uma relação mais autêntica com o trabalho e com suas escolhas de vida.
Na psicanálise, olhamos para o trabalho não só como função prática, mas como lugar de identidade, valor pessoal e relação com o próprio desejo. Às vezes, a dificuldade em permanecer pode estar ligada a conflitos inconscientes: medo de fracassar, de não corresponder, de se submeter, ou até de não se sentir verdadeiramente pertencente àquilo que faz.
Mais do que rotular como falta de esforço, pode ser muito rico investigar o que se ativa em você quando alguém te oferece uma oportunidade: o que você sente, que pensamentos surgem, que desconfortos aparecem e que padrões se repetem.
A terapia pode ser um espaço importante para compreender essas resistências com mais profundidade, não para te forçar a se adaptar, mas para te ajudar a entender onde está o seu desejo e como construir uma relação mais autêntica com o trabalho e com suas escolhas de vida.
Dificilmente isso é preguiça. A preguiça é a falta de disposição para o esforço, e você mesmo disse que, quando está trabalhando, fica muito focado. O "preguiçoso" não sustenta esse nível de entrega.
O que você descreve parece muito mais uma resistência psíquica ligada à autonomia e ao desejo. Já parou para conversar com seu analista sobre os seus desejos, o que te move. Existe uma grande diferença entre o seu desejo e o desejo do outro.
O que você descreve parece muito mais uma resistência psíquica ligada à autonomia e ao desejo. Já parou para conversar com seu analista sobre os seus desejos, o que te move. Existe uma grande diferença entre o seu desejo e o desejo do outro.
Primeiro: só pelo jeito que você descreveu já dá para perceber uma coisa importante — não parece preguiça. Preguiça geralmente vem com desinteresse total. No seu caso, você diz que quando trabalha em algo consegue ficar muito focado. Isso muda bastante a leitura.
Resistência à autoridade ou perda de autonomia
Quando o trabalho vem de alguém oferecendo ou empregando, pode surgir uma sensação inconsciente de:
estar sendo controlado
ter que corresponder às expectativas do outro
perder liberdade
Aí aparece uma resistência interna.
Não é racional — é quase corporal: desânimo, vontade de sair, perda de interesse.
Na psicanálise, isso às vezes aparece como um conflito com a posição de “ter que servir ao desejo do outro”.
Conflito com expectativas ou cobrança
Algumas pessoas funcionam muito bem quando:
escolhem o que fazer
criam algo próprio
têm autonomia
Mas quando entram numa estrutura com:
regras
avaliação
hierarquia
o psiquismo pode reagir como se estivesse sendo pressionado demais.
A mente cria uma saída: abandonar antes de se sentir preso ou julgado.
Medo inconsciente de fracassar (ou até de dar certo)
Parece estranho, mas acontece muito.
Se você fica pouco tempo no trabalho, você nunca precisa lidar profundamente com:
crítica
avaliação
fracasso real
responsabilidade crescente
Ir embora cedo pode funcionar como uma proteção inconsciente.
erguntas que podem te ajudar a se observar
Tenta refletir com honestidade:
O desconforto começa antes de aceitar o trabalho ou depois que entra?
Você sente mais incômodo com ordens, rotina ou cobrança?
Quando pensa em trabalhar por conta própria, sente a mesma resistência?
Você costuma sair quando começam expectativas maiores sobre você?
Essas respostas dizem muito sobre o que está acontecendo.
Resistência à autoridade ou perda de autonomia
Quando o trabalho vem de alguém oferecendo ou empregando, pode surgir uma sensação inconsciente de:
estar sendo controlado
ter que corresponder às expectativas do outro
perder liberdade
Aí aparece uma resistência interna.
Não é racional — é quase corporal: desânimo, vontade de sair, perda de interesse.
Na psicanálise, isso às vezes aparece como um conflito com a posição de “ter que servir ao desejo do outro”.
Conflito com expectativas ou cobrança
Algumas pessoas funcionam muito bem quando:
escolhem o que fazer
criam algo próprio
têm autonomia
Mas quando entram numa estrutura com:
regras
avaliação
hierarquia
o psiquismo pode reagir como se estivesse sendo pressionado demais.
A mente cria uma saída: abandonar antes de se sentir preso ou julgado.
Medo inconsciente de fracassar (ou até de dar certo)
Parece estranho, mas acontece muito.
Se você fica pouco tempo no trabalho, você nunca precisa lidar profundamente com:
crítica
avaliação
fracasso real
responsabilidade crescente
Ir embora cedo pode funcionar como uma proteção inconsciente.
erguntas que podem te ajudar a se observar
Tenta refletir com honestidade:
O desconforto começa antes de aceitar o trabalho ou depois que entra?
Você sente mais incômodo com ordens, rotina ou cobrança?
Quando pensa em trabalhar por conta própria, sente a mesma resistência?
Você costuma sair quando começam expectativas maiores sobre você?
Essas respostas dizem muito sobre o que está acontecendo.
Ola, provavelmente existe mais situações porem precisa de um acopanhamento para poder avaliar as causa e como agir diante das situações
conheça meu trabalho no insta
conheça meu trabalho no insta
Não parece preguiça; essa resistência pode indicar um conflito interno com a ideia de trabalho quando ele vem do desejo do outro.
Às vezes a pessoa consegue se dedicar muito quando sente que escolheu aquilo, mas quando a oportunidade vem de fora surge uma pressão inconsciente, como se estivesse correspondendo a expectativas alheias.
Esse tipo de reação pode estar ligado à relação com autoridade, autonomia ou até medo de se sentir preso ou avaliado.
Explorar em um processo terapêutico o que exatamente aparece dentro de você quando alguém oferece um emprego pode ajudar a compreender melhor esse padrão.
Se sentir que precisa de um espaço online seguro, acolhedor e sem julgamentos para conversar sobre o que você está passando, aqui na plataforma você pode encontrar excelentes profissionais da área terapêutica, caso queira buscar apoio. Se tiver qualquer dúvida, fique à vontade para me enviar uma mensagem. Terei prazer em ajudar no que for possível. Fique bem.
Às vezes a pessoa consegue se dedicar muito quando sente que escolheu aquilo, mas quando a oportunidade vem de fora surge uma pressão inconsciente, como se estivesse correspondendo a expectativas alheias.
Esse tipo de reação pode estar ligado à relação com autoridade, autonomia ou até medo de se sentir preso ou avaliado.
Explorar em um processo terapêutico o que exatamente aparece dentro de você quando alguém oferece um emprego pode ajudar a compreender melhor esse padrão.
Se sentir que precisa de um espaço online seguro, acolhedor e sem julgamentos para conversar sobre o que você está passando, aqui na plataforma você pode encontrar excelentes profissionais da área terapêutica, caso queira buscar apoio. Se tiver qualquer dúvida, fique à vontade para me enviar uma mensagem. Terei prazer em ajudar no que for possível. Fique bem.
Nem sempre esse tipo de dificuldade está ligado simplesmente à preguiça. Às vezes a pessoa consegue se dedicar muito quando algo parte do próprio interesse, mas sente resistência quando a demanda vem do outro ou quando se vê colocada em determinada posição.
Na psicanálise, esse tipo de repetição costuma ser investigado para entender o que está em jogo na relação com o trabalho, com a expectativa dos outros e com o próprio desejo.
Ao falar sobre essas experiências e observar como esse padrão se repete, muitas vezes é possível compreender melhor o que está por trás dessa resistência.
Na psicanálise, esse tipo de repetição costuma ser investigado para entender o que está em jogo na relação com o trabalho, com a expectativa dos outros e com o próprio desejo.
Ao falar sobre essas experiências e observar como esse padrão se repete, muitas vezes é possível compreender melhor o que está por trás dessa resistência.
Você pode investir no processo de terapia online, buscando uma abordagem na psicanálise, que é uma técnica que atua além dos conflitos atuais, buscando a origem dos acontecimentos e do pensamento que toma conta do dia e define suas escolhas. Ao longo do processo, é possível acessar conflitos psíquicos que não aparecem de forma racional. Isso permite uma elaboração mais profunda e mudanças mais duradouras. Invista nesta técnica, vc vai gostar da pessoa que se tornará com ela.
Olá,
Seria necessário mais tempo e mais informações para compreender o sentido do que você esta trazendo. Acredito que você se beneficiaria de um trabalho psicoterápico, te indico a Psicanálise.
Seria necessário mais tempo e mais informações para compreender o sentido do que você esta trazendo. Acredito que você se beneficiaria de um trabalho psicoterápico, te indico a Psicanálise.
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