Me ajudem a me entender, como trabalho em algo eu fico muito focado, mas como pessoas oferecem empre
6
respostas
Me ajudem a me entender, como trabalho em algo eu fico muito focado, mas como pessoas oferecem emprego a mim eu sinto uma resistência muito forte e como aceito não passo muito tempo nesse trabalho, vc acha que e preguiça ou tem outra coisa nisso?
.
Tire todas as dúvidas durante a consulta online
Se precisar de aconselhamento de um especialista, marque uma consulta online. Você terá todas as respostas sem sair de casa.
Mostrar especialistas Como funciona?
Pode existir um conflito entre desejo e obrigação. Quando você escolhe o que faz, há autoria, sentido e identificação. Quando alguém oferece um emprego, pode surgir a pergunta (nem sempre consciente): “isso é realmente meu ou é o que esperam de mim?”. Se essa pergunta não encontra resposta, o corpo e o psiquismo respondem com resistência, desmotivação ou vontade de sair.
Portanto, mais do que rotular isso como preguiça, é importante escutar o que esse movimento está tentando dizer sobre você, sua relação com trabalho, reconhecimento, autonomia e limites. Esses padrões costumam ter raízes na história subjetiva e podem ser elaborados no processo terapêutico, ajudando você a construir escolhas mais sustentáveis e menos angustiantes.
Se você quiser, fico à disposição como profissional para te ajudar a compreender com mais profundidade o que está em jogo nesse movimento e como transformar isso em algo mais consciente e menos sofrido.
Portanto, mais do que rotular isso como preguiça, é importante escutar o que esse movimento está tentando dizer sobre você, sua relação com trabalho, reconhecimento, autonomia e limites. Esses padrões costumam ter raízes na história subjetiva e podem ser elaborados no processo terapêutico, ajudando você a construir escolhas mais sustentáveis e menos angustiantes.
Se você quiser, fico à disposição como profissional para te ajudar a compreender com mais profundidade o que está em jogo nesse movimento e como transformar isso em algo mais consciente e menos sofrido.
Olá. Isso não é "só preguiça". Isso são as crenças e traumas formadas por dinâmicas que você experimentou, agindo para buscar algo que te faltou. Para entender o que faltou e como as crenças moldaram seu comportamento atual, é preciso terapia e empenho seu em descobrir. Abraço.
Quando existe foco intenso no que é escolhido por você, há motivação.
A resistência surge quando o trabalho vem de fora, como exigência ou expectativa do outro.
Isso pode estar ligado a questões de autonomia, controle ou medo de aprisionamento.
Aceitar e logo abandonar pode ser uma forma inconsciente de preservar o próprio desejo.
Também pode haver conflitos com autoridade ou com modelos rígidos de trabalho.
Nada disso define falha de caráter, mas um conflito interno não elaborado.
A resistência surge quando o trabalho vem de fora, como exigência ou expectativa do outro.
Isso pode estar ligado a questões de autonomia, controle ou medo de aprisionamento.
Aceitar e logo abandonar pode ser uma forma inconsciente de preservar o próprio desejo.
Também pode haver conflitos com autoridade ou com modelos rígidos de trabalho.
Nada disso define falha de caráter, mas um conflito interno não elaborado.
Se você estivesse aqui comigo, eu começaria dizendo com clareza:
“Isso não parece preguiça.”
Quando você escolhe algo, existe foco e entrega. A resistência aparece quando o trabalho vem de fora, não de dentro.
O que acontece, muitas vezes, é um **desalinhamento entre quem você é e o lugar que ocupa**. Seu corpo reage quando sente que está apenas correspondendo a expectativas, perdendo autonomia ou sentido.
O autoconhecimento ajuda a perceber:
* onde você se anula,
* que ambientes te adoecem,
* e quais vínculos profissionais respeitam sua identidade.
O padrão não é um defeito. É um sinal.
A pergunta não é *“por que eu não fico?”*, mas *“em que lugares eu consigo permanecer sem me perder?”*
“Isso não parece preguiça.”
Quando você escolhe algo, existe foco e entrega. A resistência aparece quando o trabalho vem de fora, não de dentro.
O que acontece, muitas vezes, é um **desalinhamento entre quem você é e o lugar que ocupa**. Seu corpo reage quando sente que está apenas correspondendo a expectativas, perdendo autonomia ou sentido.
O autoconhecimento ajuda a perceber:
* onde você se anula,
* que ambientes te adoecem,
* e quais vínculos profissionais respeitam sua identidade.
O padrão não é um defeito. É um sinal.
A pergunta não é *“por que eu não fico?”*, mas *“em que lugares eu consigo permanecer sem me perder?”*
Preguiça é raso demais. Isso é conflito psíquico.
Você funciona bem quando escolhe, quando o trabalho nasce do seu desejo.
O problema aparece quando o trabalho vem do Outro: convite, expectativa, projeção alheia. Aí surge a resistência. Não ao trabalho em si, mas ao lugar que te oferecem.
Aceitar o emprego pode estar sendo vivido como:
invasão do seu espaço interno,
perda de controle,
repetição de uma posição antiga de submissão,
ou uma forma sutil de apagar o próprio desejo para atender o desejo do outro.
Por isso você entra, mas não sustenta. O sintoma resolve rápido: você sai.
E aqui entra o ponto central:
o que importa não é achismo nem opinião alheia. É psicanálise.
Não se trata de “força de vontade” ou “ser mais grato”. Isso é moral. Psicanálise não trabalha com moral, trabalha com causa.
A pergunta correta não é “por que eu largo os trabalhos?”,
mas “o que esse trabalho representa para mim inconscientemente?”
E, principalmente: a quem eu estaria servindo se ficasse?
Enquanto isso não for simbolizado, o padrão se repete — não por escolha consciente, mas por fidelidade ao inconsciente.
Isso se analisa. Não se julga.
Fico à disposição
Você funciona bem quando escolhe, quando o trabalho nasce do seu desejo.
O problema aparece quando o trabalho vem do Outro: convite, expectativa, projeção alheia. Aí surge a resistência. Não ao trabalho em si, mas ao lugar que te oferecem.
Aceitar o emprego pode estar sendo vivido como:
invasão do seu espaço interno,
perda de controle,
repetição de uma posição antiga de submissão,
ou uma forma sutil de apagar o próprio desejo para atender o desejo do outro.
Por isso você entra, mas não sustenta. O sintoma resolve rápido: você sai.
E aqui entra o ponto central:
o que importa não é achismo nem opinião alheia. É psicanálise.
Não se trata de “força de vontade” ou “ser mais grato”. Isso é moral. Psicanálise não trabalha com moral, trabalha com causa.
A pergunta correta não é “por que eu largo os trabalhos?”,
mas “o que esse trabalho representa para mim inconscientemente?”
E, principalmente: a quem eu estaria servindo se ficasse?
Enquanto isso não for simbolizado, o padrão se repete — não por escolha consciente, mas por fidelidade ao inconsciente.
Isso se analisa. Não se julga.
Fico à disposição
Não conseguiu encontrar a resposta que procurava? Faça outra pergunta!
Todos os conteúdos publicados no doctoralia.com.br, principalmente perguntas e respostas na área da medicina, têm caráter meramente informativo e não devem ser, em nenhuma circunstância, considerados como substitutos de aconselhamento médico.