Meu bebe tem 2 anos e 4 meses. Fala nomes de animais, conta até 10, canta músicas. Fala “vem mamãe”
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Meu bebe tem 2 anos e 4 meses. Fala nomes de animais, conta até 10, canta músicas. Fala “vem mamãe” “ vem papai”. Porém quando começa a falar, parece que está fazendo um discurso só que na língua dele, não dá pra entender nada. Ele faz acompanhamento com a fono. É esperado para idade?
Gostaria de uma opinião de um neuropediatra. Obrigada
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É importante a avaliação de um Neuropediatra neste caso pois palavras simples deveriam ser compreensíveis ainda que com alguma troca fonética. Vale a pena solicitar também o relatório de avaliação fonoaudiológica para levar ao Neuropediatra para melhor compreensão clínica
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Entendo sua preocupação. Quando um filho começa a falar algumas palavras, cantar músicas, contar números e nomear animais, mas ainda usa uma linguagem que os pais não conseguem compreender, é natural surgir a dúvida se isso faz parte do desenvolvimento esperado ou se merece uma investigação mais aprofundada.
Pelo que você descreve, seu filho de 2 anos e 4 meses apresenta alguns sinais bastante positivos. Ele já possui vocabulário funcional, utiliza palavras com significado, forma pequenas frases como “vem mamãe” e “vem papai”, reconhece conceitos, canta músicas e demonstra capacidade de memorização. Tudo isso sugere que existe desenvolvimento da linguagem acontecendo.
Por outro lado, a fala nessa idade deveria estar se tornando progressivamente mais compreensível. É comum que crianças de 2 anos ainda pronunciem muitas palavras de forma incorreta e que parte do que falam seja entendida apenas pelos familiares mais próximos. No entanto, quando a criança faz longos “discursos” em uma linguagem própria, semelhante a uma conversa, mas com poucas palavras reconhecíveis, vale a pena acompanhar de perto a evolução.
Existe um fenômeno chamado “jargão infantil”, em que a criança utiliza entonação, ritmo e expressões parecidas com a fala dos adultos, mas mistura palavras conhecidas com sons e palavras inventadas. Em muitos casos isso faz parte do desenvolvimento normal da linguagem. Entretanto, a frequência, a intensidade e a persistência desse comportamento precisam ser analisadas dentro do contexto global do desenvolvimento da criança.
Por isso, considero muito acertado o fato de ele já estar sendo acompanhado por uma fonoaudióloga. A fono é a profissional mais indicada para avaliar a qualidade da linguagem expressiva, a articulação dos sons, a compreensão da fala e a evolução ao longo do tempo. Além disso, é importante observar outros aspectos, como contato visual, interação social, brincadeiras de faz de conta, capacidade de seguir comandos, atenção compartilhada e interesse pela comunicação com outras pessoas.
Como neuropediatra, costumo dizer aos pais que não devemos nos preocupar apenas com quantas palavras a criança fala, mas principalmente com como ela se comunica. Uma criança pode falar pouco e estar dentro do esperado, enquanto outra pode falar bastante, mas apresentar dificuldades em usar a linguagem de forma funcional. Cada caso precisa ser analisado individualmente.
Meu conselho é continuar estimulando a linguagem por meio de conversas, leitura de livros, músicas, brincadeiras e interação familiar. Grave vídeos espontâneos dessas situações, pois eles ajudam muito na avaliação da evolução ao longo dos meses. Como diria o ET Bilu: “Busque conhecimento!”. Quanto mais informações reunirmos sobre o desenvolvimento da criança, mais precisa será a orientação.
Uma teleconsulta pode ajudar bastante nesse momento. Atualmente, a Telemedicina permite avaliações, orientações e segundas opiniões de forma rápida, segura e discreta. Durante a consulta, é possível analisar vídeos da criança, revisar o histórico do desenvolvimento, interpretar relatórios da fonoaudióloga e esclarecer dúvidas específicas da família. A própria plataforma Doctoralia facilita a escolha de médicos com excelentes avaliações e alto índice de satisfação dos pacientes.
Além da praticidade, o atendimento online reduz deslocamentos, evita salas de espera e diminui a exposição a doenças infectocontagiosas, como COVID-19, MPOX (varíola dos macacos), Parvovírus B19, influenza e outras infecções respiratórias. Você ganha tempo para dedicar ao trabalho, aos estudos e à família, aproveitando os avanços da transformação digital na saúde. Mesmo que não precise de mim neste momento, vale a pena conhecer meu perfil, acompanhar minhas redes sociais e manter meu contato salvo para futuras dúvidas. Uma segunda opinião em Neuropediatria pode trazer mais tranquilidade e segurança para acompanhar essa fase tão importante do desenvolvimento infantil.
Pelo que você descreve, seu filho de 2 anos e 4 meses apresenta alguns sinais bastante positivos. Ele já possui vocabulário funcional, utiliza palavras com significado, forma pequenas frases como “vem mamãe” e “vem papai”, reconhece conceitos, canta músicas e demonstra capacidade de memorização. Tudo isso sugere que existe desenvolvimento da linguagem acontecendo.
Por outro lado, a fala nessa idade deveria estar se tornando progressivamente mais compreensível. É comum que crianças de 2 anos ainda pronunciem muitas palavras de forma incorreta e que parte do que falam seja entendida apenas pelos familiares mais próximos. No entanto, quando a criança faz longos “discursos” em uma linguagem própria, semelhante a uma conversa, mas com poucas palavras reconhecíveis, vale a pena acompanhar de perto a evolução.
Existe um fenômeno chamado “jargão infantil”, em que a criança utiliza entonação, ritmo e expressões parecidas com a fala dos adultos, mas mistura palavras conhecidas com sons e palavras inventadas. Em muitos casos isso faz parte do desenvolvimento normal da linguagem. Entretanto, a frequência, a intensidade e a persistência desse comportamento precisam ser analisadas dentro do contexto global do desenvolvimento da criança.
Por isso, considero muito acertado o fato de ele já estar sendo acompanhado por uma fonoaudióloga. A fono é a profissional mais indicada para avaliar a qualidade da linguagem expressiva, a articulação dos sons, a compreensão da fala e a evolução ao longo do tempo. Além disso, é importante observar outros aspectos, como contato visual, interação social, brincadeiras de faz de conta, capacidade de seguir comandos, atenção compartilhada e interesse pela comunicação com outras pessoas.
Como neuropediatra, costumo dizer aos pais que não devemos nos preocupar apenas com quantas palavras a criança fala, mas principalmente com como ela se comunica. Uma criança pode falar pouco e estar dentro do esperado, enquanto outra pode falar bastante, mas apresentar dificuldades em usar a linguagem de forma funcional. Cada caso precisa ser analisado individualmente.
Meu conselho é continuar estimulando a linguagem por meio de conversas, leitura de livros, músicas, brincadeiras e interação familiar. Grave vídeos espontâneos dessas situações, pois eles ajudam muito na avaliação da evolução ao longo dos meses. Como diria o ET Bilu: “Busque conhecimento!”. Quanto mais informações reunirmos sobre o desenvolvimento da criança, mais precisa será a orientação.
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Além da praticidade, o atendimento online reduz deslocamentos, evita salas de espera e diminui a exposição a doenças infectocontagiosas, como COVID-19, MPOX (varíola dos macacos), Parvovírus B19, influenza e outras infecções respiratórias. Você ganha tempo para dedicar ao trabalho, aos estudos e à família, aproveitando os avanços da transformação digital na saúde. Mesmo que não precise de mim neste momento, vale a pena conhecer meu perfil, acompanhar minhas redes sociais e manter meu contato salvo para futuras dúvidas. Uma segunda opinião em Neuropediatria pode trazer mais tranquilidade e segurança para acompanhar essa fase tão importante do desenvolvimento infantil.
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