Meu esposo sofre de dor neuropática devido a uma cirurgia para retirada de um meningioma da cauda eq
9
respostas
Meu esposo sofre de dor neuropática devido a uma cirurgia para retirada de um meningioma da cauda equina, realizada em 03/2018. A dor está se agravando, aparentemente por causa da recidiva do tumor no mesmo local (L5-S1). Ele está sendo medicado com gabapentina e dipirona, que somente provocam leve diminuição da dor. Gostaria de saber se esse tipo de dor pode ser tratada com ozonioterapia. Grata.
Olá! É muito comum no pos cirúrgico desenvolver esse tipo de dor. São não relacionados so sistema nervoso central. O cérebro passa a produzir a dor. O Ozônio não tem nenhuma aplicabilidade clínica nesse caso. Ele precisa de uma abordagem multidimensional, com um programa de educação em neurociência da dor. Somente assim a dor poderá ser modulada no cérebro e o controle desse tipo de é a longo prazo.
Espero ter ajudado
Espero ter ajudado
Tire todas as dúvidas durante a consulta online
Se precisar de aconselhamento de um especialista, marque uma consulta online. Você terá todas as respostas sem sair de casa.
Mostrar especialistas Como funciona?
Boa tarde!
Primeiramente gostaria de agradecer a pergunta, e fico feliz em saber que cada dia mais as pessoas estão conhecendo esse precioso tratamento que é a Ozonioterapia.
Sem dúvidas o tratamento pode beneficiar seu marido, pois o átomo "O" livre é extremamente reativo, e se acopla em regiões inflamadas e de tumores, gerando através de interleucinas uma regressão tumoral, também desinflama o tecido através de uma melhor oxigenação. Sou fã do procedimento e em breve teremos aplicabilidade em nossa clínica.
Grato!
Wanderson.
Primeiramente gostaria de agradecer a pergunta, e fico feliz em saber que cada dia mais as pessoas estão conhecendo esse precioso tratamento que é a Ozonioterapia.
Sem dúvidas o tratamento pode beneficiar seu marido, pois o átomo "O" livre é extremamente reativo, e se acopla em regiões inflamadas e de tumores, gerando através de interleucinas uma regressão tumoral, também desinflama o tecido através de uma melhor oxigenação. Sou fã do procedimento e em breve teremos aplicabilidade em nossa clínica.
Grato!
Wanderson.
Carboxiterapia ou ozônio seriam escolhas excelentes para ajudar.
Concordo com meu amigo marcelo Rocha , uma intervenção com equipe multidisciplinar e a melhor solução, fatores complexos e opções terapêuticas diversificadas.
Boa noite
É excencial uma avaliação neurocirurgica com exame físico detalhado Além do estudo de exames de imagem a fim de definir a causa de dor. Existem diversas causas com tratamentos muito variáveis a cada caso. Quando não é possível a identificação de um fator físico como gatilho de dor é importante o uso de métodos direcionados.
Atenciosamente
É excencial uma avaliação neurocirurgica com exame físico detalhado Além do estudo de exames de imagem a fim de definir a causa de dor. Existem diversas causas com tratamentos muito variáveis a cada caso. Quando não é possível a identificação de um fator físico como gatilho de dor é importante o uso de métodos direcionados.
Atenciosamente
Te convidamos para uma consulta: Consulta neurocirurgião - R$ 130
Você pode reservar uma consulta através do site Doctoralia, clicando no botão agendar consulta.
Você pode reservar uma consulta através do site Doctoralia, clicando no botão agendar consulta.
Olá, concordo com o posicionamento dos colegas acima, acho muito importante uma abordagem multidisciplinar do quadro. Essas dores neuropáticas possuem uma grande complexidade no seu manejo. Pacientes com dores neuropáticas pouco responsivos a medicações de primeira escolha (Anticonvulsivantes, Antidepressivos ... ) podem ter um componente miofascial (muscular importante) respondendo muito bem ao tratamento com reabilitação por uma Equipe de fisioterapia especializada.
Você pode tentar ozônio, mas pela minha experiência dificilmente vai resolver completamente a dor. Concordo que a dor tem que ser tratada por equipe multidisciplinar. Procure avaliação de um neurocirurgião que tenha experiência na área de dor (neurocirurgia funcional). Se o caso não está melhorando com fisioterapia e outras terapias há outras possibilidades, como por exemplo implante de eletrodo e estimulação.
Te convidamos para uma consulta: Teleconsulta - R$ 800
Você pode reservar uma consulta através do site Doctoralia, clicando no botão agendar consulta.
Você pode reservar uma consulta através do site Doctoralia, clicando no botão agendar consulta.
Desconheço tratamento de ozonioterapia para essa finalidade, mas há muitas formas de se tratar a dor, ele já fez algum bloqueio neurolítico?Eu precisaria de mais informações e contextualização para poder ajudar melhor. Se desejar, estou à disposição para uma consulta e avaliação.
Olá! A sua pergunta é muito importante e mostra um cuidado genuíno com o bem-estar do seu esposo — a dor neuropática após cirurgia de meningioma da cauda equina realmente é uma condição complexa e desafiadora, especialmente quando há suspeita de recidiva tumoral.
A dor neuropática surge quando há lesão direta ou compressão dos nervos espinhais, como ocorre nas cirurgias ou nos tumores que afetam a região lombossacral (L5–S1). Ela se manifesta como queimação, formigamento, dor em pontadas ou choques elétricos, e tende a ser de difícil controle com analgésicos comuns, como dipirona.
A gabapentina é uma das medicações de primeira escolha, mas, em casos de dor persistente ou recidiva tumoral, pode ser necessário ajustar a dose ou associar outros medicamentos neuromoduladores, como pregabalina, duloxetina, amitriptilina ou tramadol, conforme a avaliação do neurologista ou especialista em dor.
Quanto à ozonioterapia, embora existam relatos e estudos preliminares sobre seu uso no alívio de dores musculoesqueléticas e inflamatórias, as evidências científicas para dor neuropática central ou pós-cirúrgica ainda são limitadas e inconclusivas. Atualmente, essa terapia não faz parte das recomendações oficiais das diretrizes neurológicas para o manejo de dor neuropática.
Além disso, quando há recidiva tumoral suspeita, é fundamental confirmar o diagnóstico com exames de imagem (ressonância magnética com contraste) antes de qualquer intervenção. Se o tumor estiver comprimindo novamente as raízes nervosas, o controle da dor só será efetivo após tratar a causa mecânica — o que pode envolver cirurgia, radioterapia ou outras medidas específicas definidas pela equipe oncológica e neurocirúrgica.
Outras abordagens seguras e com boa evidência incluem:
Terapia multimodal da dor, com ajustes de medicamentos neuromoduladores;
Bloqueios anestésicos ou infiltrações guiadas por imagem, realizados por médico especialista em dor;
Fisioterapia neuromuscular, acupuntura e reabilitação funcional;
Apoio psicológico e terapia cognitivo-comportamental, que ajudam a manejar a percepção e o impacto emocional da dor crônica.
Reforço que esta resposta tem caráter informativo e não substitui uma consulta médica presencial. O mais indicado é procurar um neurologista especializado em dor ou um médico da dor (algologista), para revisar o quadro, ajustar o tratamento e discutir com segurança as opções disponíveis — sempre com base científica e em conjunto com o acompanhamento oncológico.
Coloco-me à disposição para ajudar e orientar, com consultas presenciais em Cuiabá e São Paulo e atendimento online em todo o Brasil, com foco em neurologia clínica, tratamento da dor neuropática e acompanhamento de tumores do sistema nervoso, sempre com uma abordagem técnica e humanizada.
Dra. Mariana Santana – Neurologista em Cuiabá | Neurologista em São Paulo | Especialista em Tratamento da Dor
CRM: 5732-MT | RQE nº 5835
A dor neuropática surge quando há lesão direta ou compressão dos nervos espinhais, como ocorre nas cirurgias ou nos tumores que afetam a região lombossacral (L5–S1). Ela se manifesta como queimação, formigamento, dor em pontadas ou choques elétricos, e tende a ser de difícil controle com analgésicos comuns, como dipirona.
A gabapentina é uma das medicações de primeira escolha, mas, em casos de dor persistente ou recidiva tumoral, pode ser necessário ajustar a dose ou associar outros medicamentos neuromoduladores, como pregabalina, duloxetina, amitriptilina ou tramadol, conforme a avaliação do neurologista ou especialista em dor.
Quanto à ozonioterapia, embora existam relatos e estudos preliminares sobre seu uso no alívio de dores musculoesqueléticas e inflamatórias, as evidências científicas para dor neuropática central ou pós-cirúrgica ainda são limitadas e inconclusivas. Atualmente, essa terapia não faz parte das recomendações oficiais das diretrizes neurológicas para o manejo de dor neuropática.
Além disso, quando há recidiva tumoral suspeita, é fundamental confirmar o diagnóstico com exames de imagem (ressonância magnética com contraste) antes de qualquer intervenção. Se o tumor estiver comprimindo novamente as raízes nervosas, o controle da dor só será efetivo após tratar a causa mecânica — o que pode envolver cirurgia, radioterapia ou outras medidas específicas definidas pela equipe oncológica e neurocirúrgica.
Outras abordagens seguras e com boa evidência incluem:
Terapia multimodal da dor, com ajustes de medicamentos neuromoduladores;
Bloqueios anestésicos ou infiltrações guiadas por imagem, realizados por médico especialista em dor;
Fisioterapia neuromuscular, acupuntura e reabilitação funcional;
Apoio psicológico e terapia cognitivo-comportamental, que ajudam a manejar a percepção e o impacto emocional da dor crônica.
Reforço que esta resposta tem caráter informativo e não substitui uma consulta médica presencial. O mais indicado é procurar um neurologista especializado em dor ou um médico da dor (algologista), para revisar o quadro, ajustar o tratamento e discutir com segurança as opções disponíveis — sempre com base científica e em conjunto com o acompanhamento oncológico.
Coloco-me à disposição para ajudar e orientar, com consultas presenciais em Cuiabá e São Paulo e atendimento online em todo o Brasil, com foco em neurologia clínica, tratamento da dor neuropática e acompanhamento de tumores do sistema nervoso, sempre com uma abordagem técnica e humanizada.
Dra. Mariana Santana – Neurologista em Cuiabá | Neurologista em São Paulo | Especialista em Tratamento da Dor
CRM: 5732-MT | RQE nº 5835
Especialistas
Perguntas relacionadas
- Sinto um grande desconforto que não passa no abdômen em baixo da costela do lago esquerdo o que pode ser ? Estou aguardando minha consulta com o gastro
- Após discectomia percutânea (sem ter hérnia de disco e sem dor que justificasse) passei a sentir uma dor terrível. Pelo que entendi, o disco, raíz nervosa e osso foram lesionados. Existe tratamento ou só paliativo para controle da dor?
- Tenho escoliose lombar moderada trabalho de zeladora, o que fazer? Qual especialista devo procurar?
- Levei uma queda da escada bati minhas costas nos degraus . Só que no outro dia amanheci com muitas dores nas costas e barriga. A barriga dói quando eu me levanto , me deito ou me viro na cama. Sinto as mesmas dores de quando fiz minha cesárea (faz 1 e meio). Já estou a dois dias com essas dores. É normal…
- Estou com dor no cóccix há mais de 3 meses, fiz ressonância para coluna lombar e deu uma pequena escoliose para esquerda, o ortopedista passou 10 sessões de RPG e continuo com as mesmas dores, decidi ir em um ortopedista especialista em coluna e ele me passou ressonância coluna sacral, pois sinto dor…
- Estou grávida de 17 semanas. Tenho pontada nas costas a 3 dias. Estou tomando paracetamol 500 mas a dor não passa. Já fui ao médico e me deram 3 possibilidades da dor ser pq dormi de mal jeito, constipação ou muscular. O que me dizem? Qual médico procurar?
- Quando se preocupar com a dor nas costas? Quando procurar um especialista?
- Bati a cintura criou um galo por dentro tem algum perigo
- Tenho muitas dores intensa nas mãos pés e todo o corpo tomo tramadol pra dor mais quando passa o efeito a dor é mais intensa não posso ficar muito tempo em pé nem sentada nem muito deitada dor intensa nas costa o que fazer
- Olá, sou do sexo feiminino e o meu lado esquerdo do meu tórax está elevado, sinto muita dor diariamente e não tenho problemas na coluna, as vezes sinto pequenas dores no peito esquerdo. Fui ao médico e o mesmo falou que devido à minha idade ( 15 anos) os ossos estão se desenvolvendo, ele passou remédio…
Você quer enviar sua pergunta?
Nossos especialistas responderam a 156 perguntas sobre Dor nas costas
Todos os conteúdos publicados no doctoralia.com.br, principalmente perguntas e respostas na área da medicina, têm caráter meramente informativo e não devem ser, em nenhuma circunstância, considerados como substitutos de aconselhamento médico.