Meu filho está no quinto surto psicótico com diagnóstico anterior de bipolar, agora de esquizofrenia.

3 respostas
Meu filho está no quinto surto psicótico com diagnóstico anterior de bipolar, agora de esquizofrenia. Hoje fui visita lo, suspenderam o Carbolitium, está com antipsicóticos, percebo memória preservada, um pouco confuso, mas como nós outros surtos não vejo perda cognitiva, é possível ser esquizofrenia?
Para ser esquizofrenia tem que haver uma duração mínima dos sintomas psicótico e perda cognitiva entre os surtos. Essa perda pode ser mais lenta ou mais rápida.
O episódio maníaco-psicótico, pode ser muito parecido com um surto psicótico na esquizofrenia, então para saber ao certo, o psiquiatra deve acompanhar o paciente por um tempos.

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Dr. Tiago Turci Ribeiro
Psiquiatra
São Paulo
Olá !!!
Psicoses podem ocorrer em diversos transtornos psiquiátricos, muitas vezes temos que acompanhar o caso, fazer intervenções terapêuticas e algumas avaliações para chegar a um diagnóstico mais preciso. Os diagnósticos na saúde mental dificilmente são feitos pontualmente, geralmente em um acompanhamento longitudinal que conseguimos realizá-lo.
Enfim, antes do diagnóstico, temos que tratar os sintomas e tirá-lo do surto, fazer uma psicoeducação com o paciente e com familiares para que isso não ocorra novamente. Procure um psiquiatra que acompanhe seu filho com frequência e consiga criar empatia, isso é muito importante para o sucesso terapêutico.
Dr. Thiago Reis
Psiquiatra
Teresina
Tanto transtorno bipolar como esquizofrenia podem apresentar perda cognitiva, mas isso não é critério obrigatório para o diagnóstico e nem precisa ocorrer todas as vezes. Por um lado, na esquizofrenia, espera-se a maior parte dos déficits se estabelecendo nos primeiros cinco anos; por outro, crises psicóticas em qualquer momento indicam uma agressão ao tecido nervoso, implicando em uma possibilidade de progressão dos déficits. Uma parte dos déficits, também, podem corresponder a prejuízos, atencionais ou não, que podem remitir após cessada a crise. No geral, a conduta é encerrar a crise o mais brevemente possível, fazer o tratamento de manutenção e estabelecer a reabilitação cognitiva a mais abrangente possível.

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