Meu filho tem 4 anos e não fala apenas emite alguns sons ja consultei com varios especialistas como
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Meu filho tem 4 anos e não fala apenas emite alguns sons ja consultei com varios especialistas como neurologista, fonoaudiologa, psicologo, otorrino e faz varios exames e nada não foi diagnosticado nada até agora o que mais poderia fazer será que existe alguma outra especialidade para consultar?
Complementando as informações do colega, acho importantíssimo se realizar uma avaliação neuropsicológica para avaliar detalhadamente as funções cognitivas dessas criança. Tais como linguagem, atenção, memória, eficiência intelectual, planejamento, controle inibitório, as funções executivas, aspectos comportamentais e principalmente emocionais. A avaliação neuropsicológica, ajuda o médico a nortear sua conduta clínica e leva dados para serem trabalhados numa reabilitação.
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Aos 4 anos espera-se que a criança já consiga se comunicar através de frases complexas e de modo fluente, embora ainda sejam esperados alguns erros ortográficos e fonéticos. Se o seu filho apenas emite sons ele, a fala está atrasada e certamente necessita ser avaliado.
Para diagnosticar o que está acontecendo é necessário que ele seja consultado com um neurologista pediátrico. Como você não ficou satisfeita com o primeiro médico que consultou sugiro que procure uma segunda opinião, e é fundamental que seja com um médico com formação e experiência no atendimento de crianças.
As causas para isso são diversas, e incluem a surdez, transtornos do espectro autista, distúrbios específicos de linguagem e atrasos globais do desenvolvimento. Alguns exames específicos podem ser solicitados de acordo com o caso, mas o mais importante no diagnóstico é a história colhida com os pais e o exame físico da criança.
Para diagnosticar o que está acontecendo é necessário que ele seja consultado com um neurologista pediátrico. Como você não ficou satisfeita com o primeiro médico que consultou sugiro que procure uma segunda opinião, e é fundamental que seja com um médico com formação e experiência no atendimento de crianças.
As causas para isso são diversas, e incluem a surdez, transtornos do espectro autista, distúrbios específicos de linguagem e atrasos globais do desenvolvimento. Alguns exames específicos podem ser solicitados de acordo com o caso, mas o mais importante no diagnóstico é a história colhida com os pais e o exame físico da criança.
De acordo com a descrição é provável que seja Apraxia de fala, entretanto é importante salientar a procura de uma segunda opinião dos especialistas citados, para descartar fatores correlatos vinculados ao déficit em questão, ou seja, diagnostico diferencial.
A apraxia de fala é considerada um distúrbio neurológico o qual afeta o desempenho motor da fala, desde que descartado qualquer comprometimento de má formação neuromuscular, desse modo caracterizada como uma desordem neuro-comportamental.
As causas podem ser de ordem genética, passadas de pais para filhos ou de ocorrência espontânea, nesse caso seria importante a opinião de uma Medico Geneticista.
Algumas hipóteses vinculam a distúrbios genéticos tais como: Síndrome de Prader-Willi / Galactosemia / ...
Alguns estudos sugerem inclusive relação entre doenças infecciosas que podem prejudicar circuitos cerebrais, como: AIDS (HIV) Meningite e encefalite.
Espero ter ajudado de alguma forma.
Forte Abraço!
A apraxia de fala é considerada um distúrbio neurológico o qual afeta o desempenho motor da fala, desde que descartado qualquer comprometimento de má formação neuromuscular, desse modo caracterizada como uma desordem neuro-comportamental.
As causas podem ser de ordem genética, passadas de pais para filhos ou de ocorrência espontânea, nesse caso seria importante a opinião de uma Medico Geneticista.
Algumas hipóteses vinculam a distúrbios genéticos tais como: Síndrome de Prader-Willi / Galactosemia / ...
Alguns estudos sugerem inclusive relação entre doenças infecciosas que podem prejudicar circuitos cerebrais, como: AIDS (HIV) Meningite e encefalite.
Espero ter ajudado de alguma forma.
Forte Abraço!
Pela descrição que você fez, considerando que já foram feitos exames, podemos descartar a surdez, ficando então possibilidades relacionadas ao desenvolvimento.
Se existe apenas uma dificuldade na fala oralizada, mas não na interação social, comunicação de outras formas, etc, o profissional a ser procurado deve ser o fonoaudiólogo, para que e a criança seja estimulada a desenvolver a fala oralizada, caso seja possível.
Quando existe uma dificuldade mais generalizada em relação à comunicação e interação, o principal profissional para intervir com essa criança é o psicólogo.
De qualquer forma, para uma avaliação adequada é importante que a criança seja avaliada por uma equipe multiprofissional que inclui minimamente neuropediatra, psicólogo e fonoaudiólogo.
Se existe apenas uma dificuldade na fala oralizada, mas não na interação social, comunicação de outras formas, etc, o profissional a ser procurado deve ser o fonoaudiólogo, para que e a criança seja estimulada a desenvolver a fala oralizada, caso seja possível.
Quando existe uma dificuldade mais generalizada em relação à comunicação e interação, o principal profissional para intervir com essa criança é o psicólogo.
De qualquer forma, para uma avaliação adequada é importante que a criança seja avaliada por uma equipe multiprofissional que inclui minimamente neuropediatra, psicólogo e fonoaudiólogo.
Em uma criança de 4 anos com fala ausente ou muito restrita, é importante entender que pode haver diferentes explicações possíveis, e nem sempre elas aparecem em exames ou em uma primeira rodada de avaliações. Muitas vezes, o diagnóstico depende mais da observação do desenvolvimento, da comunicação no dia a dia e do acompanhamento ao longo do tempo do que de exames laboratoriais ou de imagem.
De forma geral, quando a criança não fala, os pontos que costumam ser revisados com cuidado são: como está a compreensão (se entende comandos simples e rotinas); como se comunica sem palavras (gestos, apontar, olhar, levar o adulto até o que quer); como é a interação social e o brincar; e se houve regressão (se falava algo e parou). Também vale checar se existem alterações motoras, sensoriais, de atenção, de sono ou comportamentais que possam interferir na aquisição de linguagem.
Como vocês já passaram por neurologista, fonoaudióloga, psicólogo e otorrino, duas frentes costumam ajudar bastante quando ainda não há um fechamento claro:
1. Neuropediatria do desenvolvimento ou psiquiatria infantil (quando disponível): são áreas focadas em transtornos do neurodesenvolvimento e na integração das informações de várias terapias e avaliações. Em alguns locais existe também o "pediatra do desenvolvimento" ou serviços de "desenvolvimento infantil".
2. Avaliação fonoaudiológica mais abrangente e funcional: além de audição e anatomia, pode ser útil uma avaliação focada em linguagem receptiva e expressiva, comunicação social e possibilidades de comunicação alternativa e aumentativa (CAA), quando indicado. Isso não é “substituir a fala”, e sim oferecer um caminho de comunicação enquanto a linguagem oral é estimulada.
Outros profissionais que, dependendo do quadro, podem complementar a investigação são o terapeuta ocupacional com foco em integração sensorial e desenvolvimento (quando há seletividade alimentar importante, hipersensibilidades, muita agitação ou dificuldade de brincar e imitar), e a genética médica, especialmente se houver outros achados associados (atrasos em mais de uma área do desenvolvimento, alterações de crescimento, histórico familiar, malformações, crises convulsivas, regressão, entre outros). A genética nem sempre encontra uma causa, mas pode ajudar a organizar hipóteses quando a linguagem é muito comprometida.
Em termos de sinais de alerta que merecem reavaliação mais rápida, entram: perda de habilidades que já existiam, falta de resposta a sons e ao chamado do nome, ausência de gestos como apontar e acenar, pouca intenção de comunicação, dificuldade importante de interação e brincadeira compartilhada, ou qualquer suspeita de crises convulsivas. Nesses casos, é recomendável insistir em um acompanhamento estruturado com especialista em desenvolvimento infantil.
Por fim, mesmo quando ainda não há diagnóstico fechado, o mais importante costuma ser não adiar intervenções baseadas em metas funcionais (comunicação, interação, brincadeira, autonomia), com reavaliações periódicas para ajustar o plano conforme a criança evolui. Se possível, tente reunir todos os relatórios em um resumo único (marcos do desenvolvimento, como ele se comunica, resultados de audição, escola, terapias já feitas) para facilitar uma avaliação integradora.
De forma geral, quando a criança não fala, os pontos que costumam ser revisados com cuidado são: como está a compreensão (se entende comandos simples e rotinas); como se comunica sem palavras (gestos, apontar, olhar, levar o adulto até o que quer); como é a interação social e o brincar; e se houve regressão (se falava algo e parou). Também vale checar se existem alterações motoras, sensoriais, de atenção, de sono ou comportamentais que possam interferir na aquisição de linguagem.
Como vocês já passaram por neurologista, fonoaudióloga, psicólogo e otorrino, duas frentes costumam ajudar bastante quando ainda não há um fechamento claro:
1. Neuropediatria do desenvolvimento ou psiquiatria infantil (quando disponível): são áreas focadas em transtornos do neurodesenvolvimento e na integração das informações de várias terapias e avaliações. Em alguns locais existe também o "pediatra do desenvolvimento" ou serviços de "desenvolvimento infantil".
2. Avaliação fonoaudiológica mais abrangente e funcional: além de audição e anatomia, pode ser útil uma avaliação focada em linguagem receptiva e expressiva, comunicação social e possibilidades de comunicação alternativa e aumentativa (CAA), quando indicado. Isso não é “substituir a fala”, e sim oferecer um caminho de comunicação enquanto a linguagem oral é estimulada.
Outros profissionais que, dependendo do quadro, podem complementar a investigação são o terapeuta ocupacional com foco em integração sensorial e desenvolvimento (quando há seletividade alimentar importante, hipersensibilidades, muita agitação ou dificuldade de brincar e imitar), e a genética médica, especialmente se houver outros achados associados (atrasos em mais de uma área do desenvolvimento, alterações de crescimento, histórico familiar, malformações, crises convulsivas, regressão, entre outros). A genética nem sempre encontra uma causa, mas pode ajudar a organizar hipóteses quando a linguagem é muito comprometida.
Em termos de sinais de alerta que merecem reavaliação mais rápida, entram: perda de habilidades que já existiam, falta de resposta a sons e ao chamado do nome, ausência de gestos como apontar e acenar, pouca intenção de comunicação, dificuldade importante de interação e brincadeira compartilhada, ou qualquer suspeita de crises convulsivas. Nesses casos, é recomendável insistir em um acompanhamento estruturado com especialista em desenvolvimento infantil.
Por fim, mesmo quando ainda não há diagnóstico fechado, o mais importante costuma ser não adiar intervenções baseadas em metas funcionais (comunicação, interação, brincadeira, autonomia), com reavaliações periódicas para ajustar o plano conforme a criança evolui. Se possível, tente reunir todos os relatórios em um resumo único (marcos do desenvolvimento, como ele se comunica, resultados de audição, escola, terapias já feitas) para facilitar uma avaliação integradora.
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