Meu filho tem 6 anos e já sofre de enxaqueca já fizemos vários exames incluindo tomografia sem contr

2 respostas
Meu filho tem 6 anos e já sofre de enxaqueca já fizemos vários exames incluindo tomografia sem contraste raio x vários exames de sangue e não encontramos nada é de família sou mãe e tive quando pequena já fui em vários neuropediatra e até agora só passaram vertix e não vejo tanta diferença tem alguma dica algum remédio estou cansada sabe as crises é sempre 2 meses e 9 dias e a cada vez que apresenta aumenta o dia ou é a mesma quantidade de dias
Dra. Renata Yasmin Cardoso Sousa
Neurologista pediátrico, Pediatra
Porto Alegre
Oi! Entendo seu cansaço, enxaqueca em criança realmente preocupa. Os exames normais já mostram que não há outra doença por trás, o que é comum nesse diagnóstico. O Vertix pode ajudar, mas nem sempre é suficiente — existem outras opções que o neuropediatra pode avaliar. Além disso, manter rotina de sono, boa hidratação, alimentação regular e anotar as crises em um diário faz muita diferença no controle. Leve essas anotações na próxima consulta, assim fica mais fácil ajustar o tratamento.

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Dr. Gustavo Holanda
Neurologista pediátrico
Recife
Entendo o quanto é difícil ver seu filho tão pequeno já sofrendo com crises de enxaqueca e sentir que os tratamentos até agora não trouxeram o alívio esperado. A história que você conta — crises recorrentes, duração de vários dias, histórico familiar de enxaqueca — é bastante compatível com a enxaqueca clássica da infância. Nesses casos, os exames costumam mesmo não mostrar alterações, porque o problema não está em lesão ou tumor, mas sim em uma predisposição do funcionamento cerebral.

O Vertix, que foi prescrito, atua principalmente como antivertiginoso, ajudando em sintomas de tontura, mas não é um tratamento eficaz para enxaqueca propriamente dita. O manejo adequado passa por duas linhas de cuidado: tratar a crise quando ela surge e, se as crises são frequentes ou incapacitantes, usar um tratamento preventivo contínuo. Existem medicamentos que podem ser usados diariamente para diminuir a frequência e a intensidade das crises, mas a escolha depende do perfil da criança, de possíveis efeitos colaterais e do acompanhamento médico regular.

Além dos remédios, é essencial cuidar dos fatores que disparam as crises: sono irregular, jejum prolongado, excesso de telas, alguns alimentos (como chocolates, embutidos, refrigerantes), além de situações de estresse. Pequenos ajustes no dia a dia fazem grande diferença no controle da enxaqueca infantil.

Esse tipo de decisão — quando começar um preventivo, qual remédio usar, como monitorar a resposta — precisa ser individualizada. Em uma teleconsulta é possível revisar todo o histórico, discutir os exames já feitos, avaliar os gatilhos e planejar o tratamento de forma prática e segura. Hoje, plataformas como a Doctoralia ajudam a encontrar médicos campeões em atendimentos e satisfação, o que dá mais confiança para você escolher.

Vale lembrar que em tempos de COVID-19, Monkeypox (MPOX), Parvovírus B19 e novas variantes da gripe aviária H5N1, a Telemedicina é a forma mais segura de cuidar da saúde da sua família, evitando exposições desnecessárias em pronto-socorros e salas de espera. Além disso, você economiza tempo, pode investir nos estudos ou no trabalho, e ainda garante atendimento de qualidade. Essa é a revolução da Saúde Digital e da Web 4.0, em que a Inteligência Artificial e a Telemedicina trabalham juntas para facilitar a vida do paciente.

Mesmo que você não precise de mim neste momento, recomendo visitar meu perfil, conhecer meu trabalho e guardar o contato. Assim, terá sempre uma referência de confiança para uma segunda opinião, um acompanhamento contínuo ou simplesmente para tirar dúvidas de forma rápida, sigilosa e segura.

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