Meu filho tem 6 anos e já sofre de enxaqueca já fizemos vários exames incluindo tomografia sem contr
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Meu filho tem 6 anos e já sofre de enxaqueca já fizemos vários exames incluindo tomografia sem contraste raio x vários exames de sangue e não encontramos nada é de família sou mãe e tive quando pequena já fui em vários neuropediatra e até agora só passaram vertix e não vejo tanta diferença tem alguma dica algum remédio estou cansada sabe as crises é sempre 2 meses e 9 dias e a cada vez que apresenta aumenta o dia ou é a mesma quantidade de dias
Oi! Entendo seu cansaço, enxaqueca em criança realmente preocupa. Os exames normais já mostram que não há outra doença por trás, o que é comum nesse diagnóstico. O Vertix pode ajudar, mas nem sempre é suficiente — existem outras opções que o neuropediatra pode avaliar. Além disso, manter rotina de sono, boa hidratação, alimentação regular e anotar as crises em um diário faz muita diferença no controle. Leve essas anotações na próxima consulta, assim fica mais fácil ajustar o tratamento.
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Entendo o quanto é difícil ver seu filho tão pequeno já sofrendo com crises de enxaqueca e sentir que os tratamentos até agora não trouxeram o alívio esperado. A história que você conta — crises recorrentes, duração de vários dias, histórico familiar de enxaqueca — é bastante compatível com a enxaqueca clássica da infância. Nesses casos, os exames costumam mesmo não mostrar alterações, porque o problema não está em lesão ou tumor, mas sim em uma predisposição do funcionamento cerebral.
O Vertix, que foi prescrito, atua principalmente como antivertiginoso, ajudando em sintomas de tontura, mas não é um tratamento eficaz para enxaqueca propriamente dita. O manejo adequado passa por duas linhas de cuidado: tratar a crise quando ela surge e, se as crises são frequentes ou incapacitantes, usar um tratamento preventivo contínuo. Existem medicamentos que podem ser usados diariamente para diminuir a frequência e a intensidade das crises, mas a escolha depende do perfil da criança, de possíveis efeitos colaterais e do acompanhamento médico regular.
Além dos remédios, é essencial cuidar dos fatores que disparam as crises: sono irregular, jejum prolongado, excesso de telas, alguns alimentos (como chocolates, embutidos, refrigerantes), além de situações de estresse. Pequenos ajustes no dia a dia fazem grande diferença no controle da enxaqueca infantil.
Esse tipo de decisão — quando começar um preventivo, qual remédio usar, como monitorar a resposta — precisa ser individualizada. Em uma teleconsulta é possível revisar todo o histórico, discutir os exames já feitos, avaliar os gatilhos e planejar o tratamento de forma prática e segura. Hoje, plataformas como a Doctoralia ajudam a encontrar médicos campeões em atendimentos e satisfação, o que dá mais confiança para você escolher.
Vale lembrar que em tempos de COVID-19, Monkeypox (MPOX), Parvovírus B19 e novas variantes da gripe aviária H5N1, a Telemedicina é a forma mais segura de cuidar da saúde da sua família, evitando exposições desnecessárias em pronto-socorros e salas de espera. Além disso, você economiza tempo, pode investir nos estudos ou no trabalho, e ainda garante atendimento de qualidade. Essa é a revolução da Saúde Digital e da Web 4.0, em que a Inteligência Artificial e a Telemedicina trabalham juntas para facilitar a vida do paciente.
Mesmo que você não precise de mim neste momento, recomendo visitar meu perfil, conhecer meu trabalho e guardar o contato. Assim, terá sempre uma referência de confiança para uma segunda opinião, um acompanhamento contínuo ou simplesmente para tirar dúvidas de forma rápida, sigilosa e segura.
O Vertix, que foi prescrito, atua principalmente como antivertiginoso, ajudando em sintomas de tontura, mas não é um tratamento eficaz para enxaqueca propriamente dita. O manejo adequado passa por duas linhas de cuidado: tratar a crise quando ela surge e, se as crises são frequentes ou incapacitantes, usar um tratamento preventivo contínuo. Existem medicamentos que podem ser usados diariamente para diminuir a frequência e a intensidade das crises, mas a escolha depende do perfil da criança, de possíveis efeitos colaterais e do acompanhamento médico regular.
Além dos remédios, é essencial cuidar dos fatores que disparam as crises: sono irregular, jejum prolongado, excesso de telas, alguns alimentos (como chocolates, embutidos, refrigerantes), além de situações de estresse. Pequenos ajustes no dia a dia fazem grande diferença no controle da enxaqueca infantil.
Esse tipo de decisão — quando começar um preventivo, qual remédio usar, como monitorar a resposta — precisa ser individualizada. Em uma teleconsulta é possível revisar todo o histórico, discutir os exames já feitos, avaliar os gatilhos e planejar o tratamento de forma prática e segura. Hoje, plataformas como a Doctoralia ajudam a encontrar médicos campeões em atendimentos e satisfação, o que dá mais confiança para você escolher.
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