Meu filho teve convulsão devido ao risoeridona, foram feitos diversos exames , até de DNA para ver s
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Meu filho teve convulsão devido ao risoeridona, foram feitos diversos exames , até de DNA para ver se era epilético e deu tudo negativo! Ainda continua usando depakene para fazer o tratamento certinho, porém a neuro quer colocar atthenta para o tdah dele, porém vi na bula que pode causar convulsão em casos raros (assim como risperidona) to entre a cruz e a espada! Na quero ver meu filho daquele estado em que vi
Entendo sua preocupação, porque ver um filho convulsionar é uma das experiências mais angustiantes que um pai pode enfrentar. Quando isso acontece após o início de um remédio, é natural ligar imediatamente uma coisa à outra. Mas, no caso da risperidona, mesmo que ela possa, em situações raras, baixar o limiar convulsivo, um único episódio não permite afirmar que foi ela a causa. Muitas crianças apresentam uma convulsão isolada ao longo da vida sem que isso represente epilepsia. Os exames, inclusive o estudo genético, serviram exatamente para afastar causas estruturais ou hereditárias, e isso traz uma boa notícia: não há sinais de epilepsia até o momento.
Seu filho segue usando o Depakene como medida de proteção e estabilização elétrica cerebral, o que reduz ainda mais o risco de recorrência. Agora surge a questão do TDAH, e a proposta de usar Atthenta. A bula menciona risco de convulsão, mas isso é diferente de dizer que o remédio causará uma convulsão. É um aviso baseado em eventos raros, muitos deles ocorridos em pessoas sem diagnóstico claro ou com múltiplos fatores associados. Na prática clínica, estimulantes são amplamente usados em crianças com histórico de convulsão única, principalmente quando estão medicadas com anticonvulsivante. O Depakene oferece uma margem de segurança adicional para o uso do Atthenta.
Quando o TDAH não é tratado, a criança costuma sofrer mais com impulsividade, desatenção, dificuldades acadêmicas e emocionais. Isso também impacta a família inteira. Se o neurologista, conhecendo todo o histórico, avaliou que o benefício supera o risco, essa opinião tem base na experiência científica acumulada. A decisão nunca é automática, mas ponderada. Você não está entre a cruz e a espada; está diante de uma escolha que pode ser feita com cautela, monitoramento e segurança. O início da medicação pode ser gradual, com observação atenta dos primeiros dias e acompanhamento próximo. Caso qualquer sinal estranho apareça, a conduta é reavaliada rapidamente.
Uma teleconsulta permite esclarecer cada ponto com calma, revisar resultados, discutir alternativas e tomar uma decisão segura e consciente. A plataforma Doctoralia destaca profissionais com elevada satisfação dos pacientes, o que facilita escolher médicos experientes em casos como o do seu filho. Em tempos de COVID-19, Monkeypox, Parvovirus B19, variantes agressivas da gripe aviária H5N1 e outras infecções, o atendimento online protege você e sua família, evita deslocamentos e salas de espera e poupa tempo para o trabalho ou estudo. A Telemedicina é parte da revolução da Saúde na Web 4.0, apoiada pela Inteligência Artificial. Posso te orientar em teleconsulta sempre que precisar, inclusive como segunda opinião, de forma rápida, segura e discreta. Mesmo que não precise agora, vale visitar meu perfil, conhecer minhas redes e guardar meu contato.
Seu filho segue usando o Depakene como medida de proteção e estabilização elétrica cerebral, o que reduz ainda mais o risco de recorrência. Agora surge a questão do TDAH, e a proposta de usar Atthenta. A bula menciona risco de convulsão, mas isso é diferente de dizer que o remédio causará uma convulsão. É um aviso baseado em eventos raros, muitos deles ocorridos em pessoas sem diagnóstico claro ou com múltiplos fatores associados. Na prática clínica, estimulantes são amplamente usados em crianças com histórico de convulsão única, principalmente quando estão medicadas com anticonvulsivante. O Depakene oferece uma margem de segurança adicional para o uso do Atthenta.
Quando o TDAH não é tratado, a criança costuma sofrer mais com impulsividade, desatenção, dificuldades acadêmicas e emocionais. Isso também impacta a família inteira. Se o neurologista, conhecendo todo o histórico, avaliou que o benefício supera o risco, essa opinião tem base na experiência científica acumulada. A decisão nunca é automática, mas ponderada. Você não está entre a cruz e a espada; está diante de uma escolha que pode ser feita com cautela, monitoramento e segurança. O início da medicação pode ser gradual, com observação atenta dos primeiros dias e acompanhamento próximo. Caso qualquer sinal estranho apareça, a conduta é reavaliada rapidamente.
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Sim, como neuropediatra, entendo seu trauma com a convulsão induzida por risperidona em seu filho (histórico negativo para epilepsia em exames genéticos e clínicos), e o risco de convulsões com atomoxetina (Atthenta) é real mas raro (0,1-1% em bula, similar à risperidona), ocorrendo mais em doses altas ou com TDAH não controlado por epilepsia latente . O Depakene profilático mitiga isso ao elevar limiar convulsivo. A Atomoxetina é primeira linha para TDAH com epilepsia controlada (evidências ILAE suportam), preferível a estimulantes (metilfenidato, risco 0,3-1% maior).
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