Meu psiquiatra quer remover o escitalopram que tomo há 6 anos, mas não está mais surtindo efeito, pe
3
respostas
Meu psiquiatra quer remover o escitalopram que tomo há 6 anos, mas não está mais surtindo efeito, pela paroxetina… como deve fazer essa troca de forma segura?
Depende da dose que estiver usando. Não tem como orientar, sem conhecer seu caso. Cabe ao seu psiquiatra orientar a forma mais segura.
Tire todas as dúvidas durante a consulta online
Se precisar de aconselhamento de um especialista, marque uma consulta online. Você terá todas as respostas sem sair de casa.
Mostrar especialistas Como funciona?
Essa troca pode gerar dúvida mesmo.
A mudança de um antidepressivo para outro, como do escitalopram para a paroxetina, costuma ser feita de forma gradual, reduzindo um enquanto o outro é iniciado ou ajustado, para evitar sintomas de retirada e efeitos de adaptação.
Isso acontece porque o organismo já está acostumado com a medicação anterior e precisa de um tempo para se ajustar à nova.
Na prática, podem ocorrer alguns sintomas transitórios, como ansiedade, alteração do sono ou desconforto nos primeiros dias ou semanas.
Se feito de forma orientada, tende a ser um processo seguro.
Se surgirem sintomas intensos ou muito desconforto durante a troca, uma avaliação mais próxima pode ajudar a ajustar a condução de forma mais tranquila e direcionada.
A mudança de um antidepressivo para outro, como do escitalopram para a paroxetina, costuma ser feita de forma gradual, reduzindo um enquanto o outro é iniciado ou ajustado, para evitar sintomas de retirada e efeitos de adaptação.
Isso acontece porque o organismo já está acostumado com a medicação anterior e precisa de um tempo para se ajustar à nova.
Na prática, podem ocorrer alguns sintomas transitórios, como ansiedade, alteração do sono ou desconforto nos primeiros dias ou semanas.
Se feito de forma orientada, tende a ser um processo seguro.
Se surgirem sintomas intensos ou muito desconforto durante a troca, uma avaliação mais próxima pode ajudar a ajustar a condução de forma mais tranquila e direcionada.
Saudações! A depender da dosagem que você esteja tomando de escitalopram, talvez a abordagem mais segura seja a de diminuir em 25% a dosagem de escitalopram a cada 15 dias ou até mesmo a cada semana, uma vez que a paroxetina já vai estar sendo introduzida. Espero ter contribuído.
Perguntas relacionadas
- Estou a 4 dias tomando escitalopram e faz 2 dias que começou a me dar dormência dos pés a cabeça, tontura, língua e dente dormente, tomo de 10mg. É normal esses sintomas? Pois nos 2 primeiros dias senti apenas enjoo e tremor
- Eu posso deixar de tomar estalopram em um dia so pra tomar cerveja?
- Tomo escitalopram 5mg antes de dormir Qual intervalo posso tomar chá de camomila Para não haver interação entre ambos? Ou pôde tomar junto?
- Estou usando remédio manipulado, queria saber se posso ingerir bebidas alcoólicos?
- Olá estou tomando escitalopran comecei com 0,5 por 6 dias e aumentei p 10mg hoje tem 6 dias estou sentindo as peso nas pernas já falra de paciência e tenho a sensação de aperto no cérebro. É normal isso?
- Tomo escitaloprám, posso tomar chás de folha de laranja e folha de banana ??
- Olá, tomo exodus e domaren 1x por dia. Posso fazer uso do dexilant 60mg, junto com os remédios acima?
- Boa noite, posso tomar analgésico depois de consumir cerveja zero álcool? Ou devo aguardar algumas horas antes de tomar? Obrigada .
- O médico me receitou 15mg de escitalopram de 12 em 12 horas. Porém, eu já tinha as caixas de 20 mg de tomava.. será que posso tomar 20mg de manhã e 10 mg a noite?
- Meu psiquiatra quer remover o escitalopram de 20mg que tomo há 6 anos, que não está mais surtindo efeito, pela paroxetina 25mg (pondera)… como essa troca deve ser feita de forma segura? ele simplesmente quer trocar de forma abrupta, sem desmame, não sei se é o certo.
Você quer enviar sua pergunta?
Nossos especialistas responderam a 882 perguntas sobre Lexapro
Seu caso é parecido? Esses profissionais podem te ajudar.
Todos os conteúdos publicados no doctoralia.com.br, principalmente perguntas e respostas na área da medicina, têm caráter meramente informativo e não devem ser, em nenhuma circunstância, considerados como substitutos de aconselhamento médico.