Minha filha 7 anos foi diagnosticado com eplipcia fez o tratamento com fernobabital durante 3 anos d
2
respostas
Minha filha 7 anos foi diagnosticado com eplipcia fez o tratamento com fernobabital durante 3 anos durante esse tempo nunca mais convulsionou fis o desmame do medicamento feito pelo neurologista ,mais de uns 30 dias sem o medicamento começou com dores de cabeça que demora passar mesmo medicada,voltei no neurologista receitou imipra 25 mg ,mais estou com medo de dar pois ele é antidepressivo e ela pode ficar dependente desse remédio também não sei o que fazer ?
Olá!
Imipramina, apesar de ser um antidepressivo, é uma medicação que pode ser utilizada na prevenção de dor de cabeça. Quando bem indicada pode ser muito eficaz.
Entretanto, se você notou que teve relação com o desmame da medicação anti-epiléptica, vale a pena avaliar melhor a semiologia dessa dor e possíveis diagnósticos diferenciais.
Imipramina, apesar de ser um antidepressivo, é uma medicação que pode ser utilizada na prevenção de dor de cabeça. Quando bem indicada pode ser muito eficaz.
Entretanto, se você notou que teve relação com o desmame da medicação anti-epiléptica, vale a pena avaliar melhor a semiologia dessa dor e possíveis diagnósticos diferenciais.
Tire todas as dúvidas durante a consulta online
Se precisar de aconselhamento de um especialista, marque uma consulta online. Você terá todas as respostas sem sair de casa.
Mostrar especialistas Como funciona?
Compreendo sua preocupação. Quando se trata de uma criança que já passou por um diagnóstico de epilepsia, qualquer sintoma novo assusta — ainda mais depois de um período de estabilidade.
O uso do Fenobarbital por três anos, seguido de retirada gradual orientada pelo neurologista, é uma conduta comum quando a criança permanece sem crises por um bom tempo. Esse processo é feito justamente para avaliar se o cérebro já não apresenta mais tendência a convulsionar. O fato de sua filha não ter tido novas crises é um sinal positivo.
O aparecimento de dor de cabeça após a suspensão do medicamento nem sempre significa retorno da epilepsia. Em muitas crianças, podem surgir quadros de cefaleia, inclusive enxaqueca, nessa fase. Isso pode estar relacionado a uma adaptação do sistema nervoso após a retirada do anticonvulsivante ou até coincidir com uma condição independente.
Sobre a medicação prescrita, a Imipramina, apesar de ser conhecida como antidepressivo, é amplamente utilizada na prática médica para outras finalidades. Em crianças, pode ser indicada para tratamento de dor crônica, como cefaleias recorrentes, e também para distúrbios do sono ou enurese. Ou seja, o objetivo aqui não é tratar depressão, mas modular a dor.
Entendo o receio em relação à dependência. Diferente do que muitas pessoas imaginam, a imipramina não causa dependência química como ocorre com algumas outras classes de medicamentos. O uso é controlado, com dose ajustada e acompanhamento médico. Quando é necessário suspender, isso também é feito de forma gradual e segura.
O ponto mais importante é avaliar o contexto completo: como são essas dores de cabeça, a frequência, intensidade, se há outros sintomas associados, e se existe qualquer sinal que sugira atividade epiléptica. Às vezes, exames complementares podem ser necessários para maior segurança.
Evitar a medicação por medo, sem discutir com o médico, pode prolongar o sofrimento da criança. Por outro lado, sua cautela é válida e faz parte de um cuidado responsável. O ideal é alinhar todas essas dúvidas diretamente com o neurologista, buscando clareza sobre o objetivo do tratamento e o plano de acompanhamento.
Hoje, a telemedicina permite exatamente isso: uma segunda opinião qualificada, de forma rápida, segura e discreta. Em plataformas como a Doctoralia, é possível encontrar médicos bem avaliados e experientes, o que traz mais confiança na condução do caso. Em um cenário com circulação de doenças como COVID-19, MPOX, Parvovírus B19 e outras infecções, o atendimento online protege sua filha, evita deslocamentos e otimiza seu tempo.
A teleconsulta também permite revisar todo o histórico, ajustar condutas e esclarecer dúvidas com profundidade. Inclusive, posso te orientar nesse processo, especialmente neste momento inicial em que decisões geram insegurança. Mesmo que não precise agora, vale a pena manter esse contato e conhecer melhor os recursos disponíveis.
O uso do Fenobarbital por três anos, seguido de retirada gradual orientada pelo neurologista, é uma conduta comum quando a criança permanece sem crises por um bom tempo. Esse processo é feito justamente para avaliar se o cérebro já não apresenta mais tendência a convulsionar. O fato de sua filha não ter tido novas crises é um sinal positivo.
O aparecimento de dor de cabeça após a suspensão do medicamento nem sempre significa retorno da epilepsia. Em muitas crianças, podem surgir quadros de cefaleia, inclusive enxaqueca, nessa fase. Isso pode estar relacionado a uma adaptação do sistema nervoso após a retirada do anticonvulsivante ou até coincidir com uma condição independente.
Sobre a medicação prescrita, a Imipramina, apesar de ser conhecida como antidepressivo, é amplamente utilizada na prática médica para outras finalidades. Em crianças, pode ser indicada para tratamento de dor crônica, como cefaleias recorrentes, e também para distúrbios do sono ou enurese. Ou seja, o objetivo aqui não é tratar depressão, mas modular a dor.
Entendo o receio em relação à dependência. Diferente do que muitas pessoas imaginam, a imipramina não causa dependência química como ocorre com algumas outras classes de medicamentos. O uso é controlado, com dose ajustada e acompanhamento médico. Quando é necessário suspender, isso também é feito de forma gradual e segura.
O ponto mais importante é avaliar o contexto completo: como são essas dores de cabeça, a frequência, intensidade, se há outros sintomas associados, e se existe qualquer sinal que sugira atividade epiléptica. Às vezes, exames complementares podem ser necessários para maior segurança.
Evitar a medicação por medo, sem discutir com o médico, pode prolongar o sofrimento da criança. Por outro lado, sua cautela é válida e faz parte de um cuidado responsável. O ideal é alinhar todas essas dúvidas diretamente com o neurologista, buscando clareza sobre o objetivo do tratamento e o plano de acompanhamento.
Hoje, a telemedicina permite exatamente isso: uma segunda opinião qualificada, de forma rápida, segura e discreta. Em plataformas como a Doctoralia, é possível encontrar médicos bem avaliados e experientes, o que traz mais confiança na condução do caso. Em um cenário com circulação de doenças como COVID-19, MPOX, Parvovírus B19 e outras infecções, o atendimento online protege sua filha, evita deslocamentos e otimiza seu tempo.
A teleconsulta também permite revisar todo o histórico, ajustar condutas e esclarecer dúvidas com profundidade. Inclusive, posso te orientar nesse processo, especialmente neste momento inicial em que decisões geram insegurança. Mesmo que não precise agora, vale a pena manter esse contato e conhecer melhor os recursos disponíveis.
Perguntas relacionadas
- Meu bebê tem cinco mêses e começou a usar fenobarbital na primeira semana de vida, ele é mto irritado, dorme mal e tem mta rigidez. Pode ter relação com a medicação?
- Boa noite eu uso o keplla e uso chá de camomila pode
- Quem toma fernobarbital pode toma Ghdrol ? Suplementos?
- Tenho epilepsia e faço uso de depakene diazepam carmabesipina clonasepam quero tomar algo para emagrecer posso tomar chás de amora e cravo de Índia
- Bom dia, minha filha toma carbamazepina e clobazam e gostaria de saber se posso dar chás como dente de leao, graviola, orégano entre outros? longe do horário dos remédios é claro.
- Estou realizando o desmame do fenobarbital, com acompanhamento médico. Mesmo sendo gradativamente estou sentindo dores de cabeça. Isso é normal?
- Faco uso do fenobarbital ha 41 anos, fui diagnosticada com osteoporose, esse anticonvulsivo poderia ser substituído por outro com menos efeitos colaterais ? Grata.
- Olá, faço uso de fenobarbital para controlar minha epilepsia, posso tomar termogênico para perda de peso ?
- Quem tem epilepsia focal pode beber bebida alcoólica tomando remédio de tratamento?
- Meu esposo deu crise de convulsão alcoólica faz o uso de levetiracetam 500mg ele tomar também diazepam abstinência ansiedade tem algum problema tomar os dois juntos
Você quer enviar sua pergunta?
Nossos especialistas responderam a 70 perguntas sobre Fenobarbital
Seu caso é parecido? Esses profissionais podem te ajudar.
Todos os conteúdos publicados no doctoralia.com.br, principalmente perguntas e respostas na área da medicina, têm caráter meramente informativo e não devem ser, em nenhuma circunstância, considerados como substitutos de aconselhamento médico.