Minha filha de 30 anos faz tratamento ha 4 anos de esquizofrenia.Porém ela nunca voltou ao juizo critico.
Minha filha de 30 anos faz tratamento ha 4 anos de esquizofrenia.Porém ela nunca voltou ao juizo critico. Já abandonou os remédios poi tinha crises depressivas e ficou muito mal a ponto de não alimentar-se, ficando debaixo da cama dia inteiro. sem responder a nenhum estímulo. O que fazer?
6 respostas
Qual tratamento ela fazia? Se apenas o medicamentoso recomendo o acompanhando com alguma forma tratamento psicológico. Seja por algum psicólogo experiente na área da esquizofrenia ou mesmo um acompanhante terapêutico (AT). Os AT's são profissionais muito adequados para pessoas que sofrem e tem sintomas como os que você comentou. Um abraço e tenha esperanças na melhora de sua filha.
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Nestes casos não é aconselhável não tomar medicação. E de extrema necessidade acompanhamento com equipe multidisciplinar: psicólogo, psiquiatra, Terapia ocupacional dentre outros conforme diagnóstico. Orientação familiar é importante também.
Olá Compreendo sua preocupação com sua filha, mas é de extrema importância que ela mantenha seu acompanhamento com uma equipe de multi profissionais. O psiquiatra podr avaliar os efeitos da medicação, mas a interrupção pode ser prejudicial. Os comportamentos que você apresentou são frequentes para quem tem o diagnóstico de esquizofrenia, no entanto a medicação, juntamente com a terapia visam uma qualidade de vida e a redescoberta da autonomia. É um trabalho que precisa de muito envolvimento familiar. E o mais importante é não desistir. Um abraço.
Recomendo um diagnóstico preciso para detectar qual o melhor tratamento, tanto medicamentoso quanto psicoterápico. Abraço Eliane

Eliane Monteiro
Psicanalista
É muito comum alguns psiquiatras, por falta de tempo ou de um diagnostico mais preciso, receitarem tipo de medicamento não compatível com o paciente . Sugiro um diagnostico mais preciso. Porem, o acompanhamento Psicoterápico é fundamental.
Bom dia! É fundamental você levar sua filha tanto para um psiquiatra como para um psicólogo. É fundamental o tratamento nesse caso por esses dois profissionais. Realizar um diagnóstico diferenciado é bom, pois medicações mais precisas serão prescritas. Há 4 anos com o mesmo profissional? Ela faz o tratamento unicamente com o psiquiatra? Quando foi a primeira crise? Como acontecem as crises dela? Quais medicações ela usa? Organize esse histórico e repasse para os profissionais que você levará sua filha. Tudo de bom!
Todo o conteúdo, em particular perguntas e respostas, é de caráter informativo e em nenhum caso pode substituir um diagnóstico médico.




