Minha Prolactina deu 55ng/ml e foi detectado em ressonância um adenoma hipofisário de 0,5cm. Iniciei

2 respostas
Minha Prolactina deu 55ng/ml e foi detectado em ressonância um adenoma hipofisário de 0,5cm. Iniciei tratamento com carbergolina 0,5mg por semana. Pergunto se em geral esse tratamento é de uso contínuo? Os estudos indicam alguma cura ou o tumor pode retornar em alguns casos? Também estou com receio de tomar bebida alcoólica podendo cortar o efeito do tratamento. Pode beber uma cervejinha?
Dra. Amanda Bicudo Bruno Nogueira
Endocrinologista, Especialista em clínica médica
Petrópolis
Ola, o tratamento não cirurgico do Microadenoma de hipófise é a cabergolina e sim, a medicação é de uso continuo. Se faz necessária a pesquisa de hormônios (produzidos pelo tumor), além de resposta a cabergolina e outros dados clínicos evolutivos para avaliar sucesso e tempo do tratamento com cabergolina. A metabolização da cabergolina é parte feita no fígado, por isso deve haver precaução no consumo de bebida alcoolica.

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Tudo depente. Tinha sintomas quando foi detectada alteração na prolactina? Ou foi um exame feito ao acaso? Os outros exames de função hipofisárias estão normais ou alterados? Faz uso de outros exames que tambem poderiam afetar a prolactina?
Um adenoma hipofisário de 0,5 cm é considerado um microprolactinoma, e a cabergolina é hoje o tratamento de primeira linha, com altas taxas de controle da prolactina e redução do tamanho do tumor. Na maioria dos casos, o tratamento não precisa ser eterno. As diretrizes mostram que muitos pacientes podem tentar suspender a medicação após pelo menos 2 anos de prolactina normalizada e com o tumor reduzido ou não visível na ressonância.
Porém, é importante saber que em parte dos pacientes a prolactina pode voltar a subir, e aí pode ser necessário retomar a medicação. Ou seja, alguns evoluem para remissão sustentada, outros precisam de tratamento por mais tempo — isso é individualizado.
Quanto a bebida alcoolica o consumo ocasional e moderado de álcool (como uma cerveja socialmente) não costuma cortar o efeito da cabergolina nem comprometer o tratamento.
A única cautela é que tanto o álcool quanto a cabergolina podem causar tontura ou queda de pressão em algumas pessoas.

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