O que é a "invalidação crônica" no contexto do trauma em uma pessoa com Transtorno de Personalidade
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O que é a "invalidação crônica" no contexto do trauma em uma pessoa com Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) ?
No contexto do Transtorno de Personalidade Borderline, a invalidação crônica refere-se a um padrão repetido de experiências em que os sentimentos, percepções e necessidades emocionais da pessoa não são reconhecidos, acolhidos ou legitimados, especialmente durante o desenvolvimento. Do ponto de vista psicanalítico, isso ocorre quando o ambiente falha de forma constante em oferecer continência emocional, fazendo com que a criança aprenda que aquilo que sente é exagerado, errado ou irrelevante. Com o tempo, essa vivência impede a construção de uma confiança básica nos próprios afetos e dificulta a simbolização das experiências emocionais. Como trauma relacional, a invalidação crônica não depende de eventos extremos isolados, mas de pequenas falhas repetidas no cuidado e na escuta, que vão fragilizando a constituição do eu. Na vida adulta, essas marcas reaparecem como hipersensibilidade à rejeição, medo intenso de abandono, dificuldade de regular emoções e necessidade constante de confirmação externa. A psicoterapia oferece um espaço onde a experiência emocional pode ser reconhecida e nomeada, permitindo ao sujeito reconstruir uma relação mais confiável com seus afetos e reduzir o impacto traumático da invalidação vivida.
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A invalidação crônica acontece quando, ao longo da vida, a pessoa tem seus sentimentos constantemente minimizados, ignorados ou desqualificados, aprendendo a duvidar das próprias emoções, o que pode intensificar o sofrimento emocional e a dificuldade de se regular afetivamente no TPB.
Invalidação crônica é um padrão contínuo em que as emoções, percepções e necessidades de uma pessoa são repetidamente desqualificadas ou negadas por figuras significativas.
No contexto do Transtorno de Personalidade Borderline (TPB), isso funciona como um trauma relacional, ensinando o indivíduo a desconfiar do próprio sentir, dificultando a regulação emocional, a construção da identidade e a segurança nos vínculos.
Tânia Holanda
Psicóloga & Hipnoteraeuta
CRP 17/8125
No contexto do Transtorno de Personalidade Borderline (TPB), isso funciona como um trauma relacional, ensinando o indivíduo a desconfiar do próprio sentir, dificultando a regulação emocional, a construção da identidade e a segurança nos vínculos.
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