O que indica um desempenho muito baixo no sequenciamento reverso em pessoas com "Funcionamento Intel
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O que indica um desempenho muito baixo no sequenciamento reverso em pessoas com "Funcionamento Intelectual Limítrofe" (FIL) ?
O que significa falhar no "de trás para frente"? Entendendo o Sequenciamento Reverso no Funcionamento Limítrofe
Se você ou alguém que você conhece tem o diagnóstico de Funcionamento Intelectual Limítrofe (FIL) e apresentou muita dificuldade em tarefas de repetir números ou sequências na ordem inversa (sequenciamento reverso) em testes de inteligência como WISC, por exemplo, saiba que isso não é apenas "falta de memória".
Esse resultado é uma pista valiosa para entendermos como o cérebro processa informações. Veja o que ele indica:
1. Falha na "Mesa de Trabalho" Mental (Memória Operacional) Diferente de apenas repetir algo que acabamos de ouvir (como um papagaio), fazer o caminho inverso exige que o cérebro segure a informação e a reorganize. Um desempenho muito baixo aqui indica que a memória operacional, nossa capacidade de manter e manipular informações temporariamente para resolver problemas, está comprometida. É como se a "mesa de trabalho" mental estivesse cheia demais ou desorganizada para mover as peças de lugar.
2. Dificuldade no "Chefe" do Cérebro (Funções Executivas) O sequenciamento reverso é mais difícil que a ordem direta porque exige o uso do executivo central. Um baixo desempenho sugere uma disfunção executiva, ou seja, uma dificuldade nos mecanismos de controle atencional necessários para transformar a informação. Isso pode se refletir no dia a dia como dificuldade em planejar ou em mudar o foco de pensamento.
3. O QI Total pode enganar Em pessoas com inteligência limítrofe, o QI geral (uma média de tudo) pode mascarar dificuldades específicas. Um resultado muito baixo especificamente no sequenciamento reverso mostra uma dissociação de habilidades: a pessoa pode até conseguir reter a informação (memória passiva), mas falha quando precisa trabalhar ativamente com ela.
Resumo da Ópera: Esse déficit aponta para uma dificuldade específica em manipular mentalmente as informações e em exercer controle atencional sobre elas. Entender isso é crucial, pois ajuda a focar as intervenções não apenas em "lembrar coisas", mas em treinar o cérebro a gerenciar e organizar essas informações.
Se você ou alguém que você conhece tem o diagnóstico de Funcionamento Intelectual Limítrofe (FIL) e apresentou muita dificuldade em tarefas de repetir números ou sequências na ordem inversa (sequenciamento reverso) em testes de inteligência como WISC, por exemplo, saiba que isso não é apenas "falta de memória".
Esse resultado é uma pista valiosa para entendermos como o cérebro processa informações. Veja o que ele indica:
1. Falha na "Mesa de Trabalho" Mental (Memória Operacional) Diferente de apenas repetir algo que acabamos de ouvir (como um papagaio), fazer o caminho inverso exige que o cérebro segure a informação e a reorganize. Um desempenho muito baixo aqui indica que a memória operacional, nossa capacidade de manter e manipular informações temporariamente para resolver problemas, está comprometida. É como se a "mesa de trabalho" mental estivesse cheia demais ou desorganizada para mover as peças de lugar.
2. Dificuldade no "Chefe" do Cérebro (Funções Executivas) O sequenciamento reverso é mais difícil que a ordem direta porque exige o uso do executivo central. Um baixo desempenho sugere uma disfunção executiva, ou seja, uma dificuldade nos mecanismos de controle atencional necessários para transformar a informação. Isso pode se refletir no dia a dia como dificuldade em planejar ou em mudar o foco de pensamento.
3. O QI Total pode enganar Em pessoas com inteligência limítrofe, o QI geral (uma média de tudo) pode mascarar dificuldades específicas. Um resultado muito baixo especificamente no sequenciamento reverso mostra uma dissociação de habilidades: a pessoa pode até conseguir reter a informação (memória passiva), mas falha quando precisa trabalhar ativamente com ela.
Resumo da Ópera: Esse déficit aponta para uma dificuldade específica em manipular mentalmente as informações e em exercer controle atencional sobre elas. Entender isso é crucial, pois ajuda a focar as intervenções não apenas em "lembrar coisas", mas em treinar o cérebro a gerenciar e organizar essas informações.
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